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#Séries | The Gifted

Oi gente!
Nas últimas semanas, quem acompanha o blog viu que eu postei as resenhas dos principais filmes que concorreram ao Oscar 2018. Por ter me dedicado a esses posts, acabei deixando de lado algumas indicações de séries. Mas fiquem tranquilos, vou trazê-las agora para vocês.

A primeira que vou falar é “The Gifted”, baseada no universo dos X-Men, e que eu curti muito!! A trama inicialmente gira entorno da família StruckerReed (interpretado por Stephen Moyer) é um promotor de justiça de uma força-tarefa antimutante que descobre que seus filhos, Lauren (Natalie Alyn Lind) e Andy (Percy Hynes White) são mutantes, gerando assim um dilema e forçando-o a levar sua família a um lugar seguro. Junto com sua esposa Caitlin (Amy Acker), o quarteto é acolhido por um grupo clandestino de mutantes. Para os fãs dos quadrinhos, a série é um prato cheio já que, ao longo da trama, diversos personagens familiares ganham vida. O núcleo principal da resistência é formado por personagens populares no papel, como Polaris (Emma Dumont), Eclipse (Sean Tale), Blink (Jamie Chung) e Pássaro Trovejante (Blair Redford) – ao longo da trama chegam ainda nomes como Sábia (Hayley Lovitt) e as irmãs Frost (Skyler Samuels).

Um dos destaques na série – Lorna Dane, a Polaris, é uma das protagonistas – para quem não sabe, ela é filha do Magneto e tem poderes similares. A série de Matt Nix a transforma também em uma personagem fascinante, interpretada com garra por Emma Dumont.

Os representantes do governo Jace Turner (Coby Bell) e Dr. Campbell (Garret Dillahunt) foram bons antagonistas aos mutantes. Motivado pela morte da filha, o Agente Turner protagonizou bons momentos durante sua caçada implacável. Em determinado ponto, a trama humanizou o personagem e trouxe de volta a realidade.

Quando pensaríamos que em 2017 haveria boas séries de mutantes na televisão, e  ainda mais pelo canal FOX, logo após os flops mutantes no cinema, não é mesmo? A 1ª temporada apresentou um produto com potencial de desenvolvimento e exploração. A produção foi caprichada, com ótimo efeitos especiais, uma história ágil, com diversas reviravoltas e aquela ótima sensação de nostalgia. “The Gifted” tem apenas 13 episódios, portanto dá para fazer aquela maratona básica. Vale ressaltar que também em 2017, no FX – canal fechado da própria Fox -, estreou Legion (resenha AQUI), outra série pertencente ao universo X-Men.

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#Séries | 1ª temporada de Legion

Atualmente estamos super saturados de produções voltadas ao universo de super heróis – seja no cinema com “Os Vingadores”, “Homem de Ferro”, “Capitão América”, “Thor”, “Hulk”, “Batman”, “Superman”, “Mulher Maravilha”, entre outros, e até mesmo na TV por assinatura com “Supergirl”, “Arrow”, “The Flash”, “Gotham”, “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. O que todas têm em comum? Um padrão de sucesso já estabelecido. E aí, quando imaginávamos que não haveria algo novo e com uma proposta diferente – surge “Legion”, baseado no universo dos X-Men, da Marvel. Recentemente o filme “Logan” encerrou uma trajetória da história dos mutantes no cinema. Agora, com uma pegada totalmente diferente, “Legion” vem nos entreter com uma narrativa tensa e que nos faz racionar a cada segundo.

A história acompanha a vida de David Haller (Dan Stevens – o Matthew Croawley de “Downton Abbey”), filho do Professor Charles Xavier, o fundador do grupo X-Men. Vítima de um ataque terrorista, do qual ele foi o único sobrevivente, David começou a sentir a manifestação de seus poderes telepáticos. Diagnosticado como esquizofrênico, ele foi submetido a diversos tratamentos psiquiátricos ao longo dos anos. Mas os tratamentos apenas pioraram sua situação, fazendo com que ele começasse a manifestar múltiplas personalidades, sendo que cada uma, passou a controlar diferentes aspectos de seus poderes psíquicos. Cansado de tentar recuperar sua sanidade, David construiu uma amizade com a jovem Lenny (Aubrey Plaza, de “Tirando o Atraso” e “Os Caça Noivas”). Mas a vida do rapaz muda completamente com a chegada de Syd Barrett (Rachel Keller, de “Fargo”), uma jovem que não gosta de ser tocada e vai fazê-lo acreditar que não está doente. Com a ajuda da Instituição de Melanie Bird (Jean Smart), o grupo irá descobrir a presença de um poderoso mutante, que controla a mente de David, podendo até levá-lo a morte.

“Legion” se tornou uma série genial! Com apenas oito episódios, o diretor Noah Hawley nos apresenta uma trama sem buracos e com apenas o mínimo de exposição de seus personagens, fazendo o espectador se sentir como o protagonista David: no escuro e altamente curioso. Outra forma de brincar com o público é que até os personagens se questionam sobre o que é real e o que não é real – assim como nós – trazendo uma mistura de suspense e uma grande discussão sobre a mente. Porém, em alguns momentos, todo esse jogo imaginário se torna muito confuso.

Na minha opinião, o grande destaque da série é a atriz Aubrey Plaza, que aos poucos vai se mostrando a grande vilã da série. No final desta temporada ficamos com aquele gostinho de quero mais! E os fãs de “Legion” já podem comemorar! A FX confirmou a segunda temporada!