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#Série | Seal Team

Oi gente!
Hoje vou trazer mais uma dica de série – e esta tem um estilo um pouco diferente das que costumo assistir! Com a situação atual no mundo, as produções com temática militar estão surgindo em grande escala. Em sua primeira temporada (produzida pela CBS), Seal Team me conquistou por trazer uma proposta interessante e ousada.

Criada por Benjamin Cavell (roteirista de “Justified”), a série apresenta o cotidiano do SEAL Team Six, um grupo da Marinha dos Estados Unidos que é conhecido por ser a principal unidade antiterrorismo das forças armadas do país. Apesar de ser um grupo formado para operações no mar, ele acaba cobrindo outras missões em diversos meios e regiões, sendo responsável também por resgate de reféns, infiltrações e assassinatos.

Para vocês terem uma ideia, Seal Team teria apenas 13 episódios, porém com o sucesso, a CBS produziu uma temporada completa com 22 episódios. A estreia foi assistida por 9,7 milhões de telespectadores ao vivo e manteve uma média acima dos 8 milhões nos seguintes.

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Não se trata de uma superprodução, mas o enredo é interessante – o que faz querermos acompanhar do início ao fim. O elenco é um destaque a parte – David Boreanaz (que fez “Bones”) é o protagonista Jason Hayes – chefe do grupo, que apesar de não querer demonstrar, ainda está tentando superar a perda recente de um colega durante uma missão. Junto com o restante do grupo, Jason enfrenta diversas missões – algumas quase suicidas – para conseguirem seus objetivos militares em diversas regiões do mundo, principalmente no Oriente Médio. Paralelamente, a história que mais merece destaque é a do jovem militar Clay Spencer (Max Thieriot – de Bates Motel), que sonha em entrar para o grupo de elite do Seal Team, mas enfrenta o passado do pai – um militar renomado que escreveu um livro e revelou segredos obscuros do exército americano. Completam o elenco – Jessica Paré (de “Mad Men”), Neil Brown Jr. (“Straight Outta Compton”), AJ Buckley (que está mega irreconhecível!! A hora que descobri que era o Adam de CSI New York quase surtei haha) e Toni Trucks (da série “Franklin & Bash”).

A minha principal crítica é o roteiro – que não foi bem trabalhado nos primeiros episódios. A história da relação entre Jason e seu melhor amigo Nate Massey (Daniel Gillies, de The Originals e The Vampire Diaries), que morreu após uma missão tinha tudo para ser o principal mote da narrativa, mas não foi desenvolvida e depois de alguns capítulos foi completamente esquecida. Além disso, o início da série conta narrativas que acabam em cada episódio – são missões que tem início e fim em apenas 45 minutos, então não conseguimos nos conectar com a história. Inclusive um dos episódios se passa no Brasil – e teve erros graves porque toda ação ocorre no Paraná, na fronteira com o Paraguai e colocaram até a Floresta Amazônica. Erros a parte, o roteiro melhora nos episódios do meio da temporada para o final, que os capítulos possuem uma história contínua. Nesta fase, o grupo embarca em uma missão no Oriente Médio, após o assassinato de um grupo de elite que trabalhava no local. Jason e equipe precisam descobrir o que aconteceu e prender os terroristas responsáveis.

Como um todo, Seal Teal vai bem ao entreter, mas não é a melhor série das estreantes neste ano. É interessante para quem tem algum espaço sobrando na grade, ou mesmo para quem curte a temática de guerra. Acredito que a segunda temporada, já confirmada, deverá ser bem melhor, visto a forma como acabou a primeira.

Já conheciam Seal Team? Pretendem assistir? E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | The Resident

Oi gente!
Estão preparados para mais uma dica super bacana de série!! A produção que vou falar hoje foi uma das que eu mais gostei nesta fall season, já está no meu TOP 5 das séries que acompanho.

Se você curte ER Plantão Médico, Grey’s Anatomy ou Chicago Med com certeza irá gostar de The Resident, que apresenta o dia a dia de uma equipe de jovens médicos recém saídos da universidade, cheios de sonhos e expectativas, prontos para viver a dura realidade de um hospital, vivenciar coisas que não existem nos livros ou salas de aula.

A história acompanha o jovem médico Dr. Devon Pravesh (Manish Dayal) que começa o seu primeiro dia de trabalho sob a supervisão do brilhante e frio residente Dr. Conrad Hawkins (Matt Czuchry), mas o dia a dia no hospital Chastain Park Memorial pode ser mais difícil do que ele imagina. Entre salvamentos e perdas, o novato percebe que a suas expectativas sempre são frustradas.

Com pinta de bad boy, Conrad pode ser problemático, mulherengo mas é o residente mais competente do hospital, extremamente preocupado com seus pacientes, além de ser muito inteligente. Ele se envolve com a enfermeira Nic Nevin (Emily VanCamp), uma dedicada profissional que mescla o trabalho com o doutorado e entende bastante do que faz. Os dois vivem um relacionamento “cão e gato”.

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Em contraponto, Dr. Bell (Bruce Greenwood) é um cirurgião de renome que atualmente vive uma situação delicada, haja vista a tremedeira nas mãos que indicam Parkinson e provavelmente o impedirá de atuar como médico. Já tentou diversos medicamentos que na realidade pioram os tremores, mas mesmo depois de vários acidentes e erros médicos em suas cirurgias, ele ainda tem muito prestígio e é praticamente intocável. Tendo uma reputação a zelar, e mesmo sendo odiado por todos no Hospital, Dr. Bell se alia a Dra. Lane Hunter (Melina Kanakaredes), uma oncologista com passado sombrio que também visa apenas o lucro. Com uma história bem criada, a série ainda discute temas com críticas sociais como os estereótipos em relação aos grupos étnicos; o ódio aos imigrantes; o drama dos planos de saúde e seus valores exorbitantes; a carga horária de trabalho abusiva, os mandos e desmandos dos poderosos; a corrupção na administração, dentre tantas outras discussões.

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Gente, como eu estava com saudades de acompanhar Emily VanCam. Eu era mega fã de Revenge e vê-la novamente em uma série me alegrou bastante. O mesmo digo para Melina Kanakaredes – a detetive Stella Bonasera de CSI NY. Emily e Melina formam a principal rivalidade da história, visto que Nic não vai com a cara de Lane e a investiga até que consegue descobrir o seu grande segredo. Nick, Conrad e Devon unem forças para derrubar Dra. Lane e Dr. Bell, iniciando uma verdadeira guerra nos bastidores do hospital.

Temos também outros destaques no elenco como Shaunette Renée, que atualmente pode ser vista em Pantera Negra e interpreta a Dra. Mina Okafor, uma médica residente e com personalidade forte. Segura, a atriz manda super bem no papel de maior destaque em sua estreia na TV americana.

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Com relação ao enredo, a série consegue trazer uma originalidade, mesmo com tantas produções com temática médica. A história tem o seu drama necessário, mas também traz ação e cenas muito bem dirigidas, além de uma história viciante. A cada semana, assim que via o episódio, já queria ver o seguinte e tinha que esperar com a maior expectativa. A produção tem um ritmo direto, fazendo uma ótima crítica social com um desenvolvimento mais realista.

The Resident foi muito bem na audiência americana e a FOX já garantiu uma segunda temporada – o seriado tem uma média de mais de 10 milhões de espectadores. Ágil, envolvente, forte e ousada, com um ótimo elenco incluindo Emily VanCamp, a série tem 14 episódios em sua primeira temporada é uma ótima opção para os amantes das tramas médicas.

Já assistiram The Resident? Também estavam com saudades da Emily VanCamp? Pretendem ver?  Me digam nos comentários!! E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | Young Sheldon

Oi gente!
Bora para mais uma dica de série! Hoje vou falar de Young Sheldonspin off de uma das séries mais famosas: The Big Bang Theory. Lembrando que tenho trazido várias dicas de seriados, já que acabou a fall season e temos muitas coisas boas para assistir.

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Young Sheldon se passa em 1989, no Texas, onde Sheldon Cooper (Iain Armstrage), um jovem de apenas 9 anos, é extremamente inteligente e bem diferente das crianças da sua idade. Ele é cheio de manias, “tocs” e características peculiares, mas se encontra quando em contato com o mundo nerd. Por sua inteligência, ele começa a frequentar o ensino médio quando ainda criança e a série gira em torno dos dias de sua infância com sua família texana, sua mãe Mary (Zoe Perry), seu pai George (Lance Barber), seu irmão mais velho, George Jr. (Montana Jordan) e sua irmã gêmea Missy (Reagen Revord). Também tem sua avó, Connie, que eles chamam de Meemaw (Annie Potts).

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Sheldon Cooper é um dos principais personagens da atualidade, visto que o ator Jim Parsons – que o interpreta em The Big Bang Theory já venceu 04 Emmys, 1 Globo de Ouro e 1 Teen Choice Awards e 2 People’s e Critic’s Choice Awards, além de ser indicado todos os anos nessas principais premiações. Young Sheldon com certeza veio para ficar! A CBS precisava dar um fôlego novo à TBBT – que provavelmente está próxima de seu final – e não dava para largar o sucesso que a produção faz.

O roteiro de YS é muito bom, a história é cativante e o elenco é sensacional. Com 22 episódios, tendo em média 20 minutos cada, a série tem como grande destaque a atuação impecável de Iain Armitage – o “jovem Sheldon”. O pequeno ator já havia sido destaque em Big Little Lies (lembram dele nessa produção?!) e foi escolhido pelo próprio Jim Parsons. Iain tem grande química com Zoe Perry, que interpreta a mãe Mary Cooper. Juntos em cena, os dois nos entregam ótimos momentos de comédia e emoção. Mas, na minha opinião, Annie Potts arrasa como a avó de Sheldon – é com certeza a minha personagem favorita.

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“Young Sheldon” é uma série rápida, simples, mas com muita história para ser contada. Dá para fazer aquela maratona básica no fim de semana! Ela é feita para fãs, porém aqueles que não acompanham The Big Bang Theory podem ver também que não ficarão perdidos. Young Sheldon vale pelas risadas, reflexões e, claro, pelas referências nerds! No Brasil, a série é transmitida pela Warner e já foi renovada para sua segunda temporada.

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Já assistiram Young Sheldon? Querem ver? Me contem aí nos comentários o que acharam da resenha!! E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | Dynasty

Oi gente!
Nos próximos posts teremos várias dicas de série, já que acabou a fall season nos EUA e as principais produções encerraram suas temporadas. Hoje vou falar de “Dynasty” nova série da CW, exibida simultaneamente na Netflix. O que falar de um seriado criado por dois grandes produtores – Josh Schwartz e Stephanie Savage – responsáveis por sucessos teens como Gossip Girl e The OC, além de ser um reboot de uma das séries de maior sucesso dos anos 80. Só poderia ser TOP.

Dynasty acompanha duas das famílias mais ricas dos Estados Unidos – os Carringtons e os Colbys, que lutam pelo controle de suas fortunas. Blake Carrington (Grant Show) e a jovem Crystal Flores (Nathalie Kelley) estão prestes a se casar, mas a notícia não agrada a todos, principalmente à filha do empresário Fallon Carrington (Elizabeth Gillies).

Além disso, Steven Carrington (James Mackay), só quer saber de gandaia, drogas e, eventualmente, embarcar numa vida política. O filho mais novo de Blake é perdidão e só quer curtir a grana do papai enquanto se envolve com alguns caras, entre eles Sammy Jo (Rafael de la Fuente), sobrinho de Crystal. Por trás de toda essa bagunça, Joseph Anders (Alan Dale) é o fiel mordomo da casa que sabe mais do que as paredes. Por outro lado, Jeff Colby (Sam Adegoke) quer acabar com a família Carrington por causa de problemas do passado e o melhor jeito é se envolvendo com Fallon, porém a moça mantém um caso amoroso mal resolvido com o motorista da família Michael Culhane (Robert Christopher Riley).

O remake segue praticamente a mesma trama da série original, que ficou no ar entre 1981 e 1989, porém houve algumas mudanças, tanto na parte da empresa como mudança de gênero em um personagem. Uma das primeiras mudanças foi a cidade onde se passa a série, na versão antiga os Carringtons eram da cidade de Denver se mudando para Atlanta nessa nova versão. Nos anos 80, Blake Carrington era um magnata do petróleo, hoje é o dono da maior empresa de energia global. Já a principal troca foi com relação ao personagem Sammy Jo – antigamente era a atriz Heather Locklear quem deu vida à sobrinha de Crystal – uma alpinista social que queria se aproveitar da riqueza dos Carringtons. No reboot, o personagem virou homem e até o momento está mais para “bom vivant” do que vilão aproveitador.

Dynasty pode não ser uma série super elaborada, mas é bem parecida com uma novela, cheia de reviravoltas. E, na minha opinião, essa é a melhor característica. No início, Fallon e Steve estão envolvidos com as maracutaias de Blake – eles são cúmplices de quase todas as decisões do patriarca quando a pauta é “defender a família”. Blake é o típico ricaço poderoso que tem uma equipe de espiões, policiais, advogados e infiltrados totalmente preparados para defender a reputação deles quando alguma polêmica surge. O primeiro impasse da trama envolve a morte de um antigo amante de Cristal – Matthew Blaisdel (Nick Wechsler – lembram dele? Era o Jack em Revenge). Em seguida, a esposa do falecido se torna uma pedra no sapato de Crystal. Já no meio da série, o passado da esposa de Blake vem à tona. E se não bastasse tudo isso, Alexis – mãe de Fallon e Steven retorna, transformando a vida de todos em um verdadeiro inferno.

No elenco, Elizabeth Gillies (a Jade West, de Victorius) e Nathalie Kelley (de The Vampire Diaries) protagonizam os principais momentos da série. Não são grandes interpretações, mas estão na média. Grant Show e Alan Dale são os grandes destaques. Já a indicada ao Globo de Ouro, Nicollette Sheridan faz uma ótima participação como Alexis Carrington – tanto que sua personagem será fixa na próxima temporada. Como vocês perceberam, não temos grandes nomes neste remake, diferente da original que trazia atores consagrados da época como John Forsythe, Linda Evans e Joan Collins.

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Com 22 episódios para sua primeira temporada, Dynasty é um ótimo “novelão”, com tramas movimentadas, grandes reviravoltas e ótimos personagens. A série já foi confirmada para sua segunda temporada e retorna dia 11 de outubro na CW e na Netflix. E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | 2ª temporada de 13 Reasons Why

Oi gente!
Acabei de maratonar a 2ª temporada de “13 Reasons Why”, lançada pela Netflix. A 1ª temporada da série foi baseada no livro escrito por Jay Asher, e com o enorme sucesso, foi lançada uma continuação (que não existe no livro). E este é aquele típico exemplo de “deixa quieto enquanto está bom”.

A história gira em torno de Hannah Baker (Katherine Langford, que continua ótima) – a jovem que decide tirar a própria vida e deixa 13 fitas-cassete narrando os motivos que a levaram a isso. A continuação mostrou o julgamento do processo movido pelos pais de Hannah contra a omissão da escola Liberty. Dessa forma, a nova temporada foi narrada pelos demais personagens, mostrando as suas versões da história e como a morte de Hannah afetou suas vidas. Paralelamente, a série vai mostrando o desenrolar de um enredo a partir de imagens de polaroids que são entregues a Clay Jensen (Dylan Minnette).

Clay tenta seguir em frente namorando Skye (Sosie Bacon), uma jovem que também lida com problemas emocionais, mas segue assombrado pela presença da garota por quem era apaixonado. Literalmente: o rapaz passa a ter visões de Hannah e a conversar com ela. Mas a atenção especial é dada a história de Jéssica (Alisha Boe), que tem de lidar com sua condição de sobrevivente de estupro enquanto vê seu abusador, o atleta Bryce Walker (Justin Prentice), circular livremente pelos corredores da escola.

Na minha opinião, o maior problema da série é o roteiro, que foi mal desenvolvido. Uma história que já tinha sido muito comentada, tanto falando bem como falando mal; um assunto que precisa ser discutido, e ainda assim, o desenvolvimento se tornou arrastado – mais treze episódios foram muitos, a história teve uma barriga, cenas desnecessárias e muitas falhas de continuação.

Uma coisa interessante foi a mensagem trazida no início do primeiro episódio. Quando a primeira temporada foi lançada, muito se falou sobre ela influenciar jovens em depressão a se suicidarem. Agora, eles trouxeram parte do elenco conversando com o espectador, inclusive vou copiar todo o texto apresentado:

“13 Reasons Why é uma série de ficção que lida com dificuldades, questões do mundo real, tratando de violência sexual, abuso de substâncias, entre outros. Ao acender uma luz sob esses tópicos difíceis, nós esperamos que nosso show possa ajudar espectadores a começar uma conversa. Mas se você está lutando contra essas questões, essa série pode não ser boa para você, ou você pode querer vê-la com um adulto de confiança. Se você já sentiu a necessidade de ter alguém para conversar, aproxime-se de seus pais, amigos, um conselheiro escolar ou um adulto em que confie. Ligue para uma linha de assistência local ou vá em 13reasonswhy.info, pois no minuto em que você começa a falar sobre, fica mais fácil”.

 

Já outro ponto negativo nesta continuação é a mudança no perfil de alguns personagens. Tudo que bem que todos eles enfrentaram as consequências do que fizeram, mas alguns casos não deram certo. Courtney e Ryan, por exemplo, aparecem brevemente apenas para cumprir espaço. Cada um ganha um episódio, mas depois praticamente somem. Depois de tudo o que fizeram com Hannah na primeira temporada, viram os mocinhos inocentes dignos de pena. Zach conta que manteve um namoro com Hannah – algo que deveria ter sido exposto na primeira temporada pela personagem, já que foi um dos pontos que a magoou. E, particularmente, eu não gosto do desempenho de Dylan Minnette como Clay. Mais uma vez ele traz uma interpretação quase robótica, sem emoção.

Quem se destaca é Miles Heizer – Alex Standall; que sobreviveu à própria tentativa de suicídio, mas ficou com sequelas que vão desde perda de memória até problemas para andar; Justin Prentice – o estuprador Bryce Walker, ídolo dos times de beisebol e futebol da escola e que passa normalmente pelo julgamento como se nada tivesse acontecido; Alisha Boe – Jéssica Davis, que sofreu abuso sexual e a atriz consegue passar toda a emoção necessária; Brandon Flynn –  Justin Foley que após tudo o que aconteceu foi morar nas ruas e se tornou dependente de heroína; além da veterana Kate Walsh que vive a mãe de Hannah. Mas o grande destaque mesmo é o ator Devin Druid, que interpreta Tyler. O personagem é o que teve o melhor desenvolvimento e chances de crescimento na série. Tanto que uma cena no último episódio chocou a todos e será fundamental para a continuação, caso haja sequência.

O que aconteceu com Hannah, Jessica, Alex, Tyler e os outros, acontece diariamente com jovens ao redor do mundo. É fundamental que tenhamos tais temáticas abordadas no mundo do entretenimento, dessa forma a Netflix acertou em investir em 13 Reasons Why. O que faltou mesmo foi um bom roteiro, sem furos e mais dinâmico.

Na minha opinião acho que deveria ter uma terceira temporada. E vocês, o que acham? Aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | 2ª Temporada de Riverdale

Oi gente!
Hoje foi falar um pouquinho sobre a 2ª temporada de Riverdale, que chegou ao final pela Warner trazendo novos mistérios. Para quem ainda não conhece ou não assistiu, AQUI tem o link da resenha da primeira temporada. A série é baseada na HQ “Archie” de 1942, ou seja, é uma adaptação, com uma roupagem nova e mais intrigante. E fez muito tanto no Brasil, que o Warner Channel exibiu a segunda temporada simultaneamente com os Estados Unidos.

Riverdale é uma das minhas séries preferidas, está no meu TOP 5 com certeza. Vou começar esse post lembrando um pouquinho da história – na primeira temporada tivemos um foco maior no mistério do assassinato de Jason Blossom e a introdução das histórias centrais. Agora temos o foco total no quarteto Archie (KJ Apa)Betty (Lili Reinhart)Veronica (a brasileira Camila Mendes) e Jughead (Cole Sprouse) na luta para descobrir quem é o Black Hood – um assassino misterioso que vem assombrando a cidade, matando as pessoas que “cometem pecados”. Archie fica um pouco paranoico com o tiro que seu pai leva no final da primeira temporada e funda um grupo de “salvadores” para defender a cidade; Betty apresenta uma ligação direta com o Black Hood recebendo ligações e pistas; Verônica está cada vez mais infiltrada nas tramas obscuras do pai e Jughead entra para os Serpentes, seguindo o legado de FP.

Esta temporada tivemos alguns personagens ganhando mais espaço como a Cheryl (Madelaine Petcsh), que precisou travar uma batalha contra a família Blossom, rendendo destaque em alguns episódios do meio da série; além da Toni (Vanessa Morgan), Kevin (Casey Cott) e Josie (Ashleigh Murray). Mas tivemos grande destaque com o elenco adulto – a Alice Cooper (Mädchen Amick), Hermione Lodge (Marisol Nichols), Fred Andrews (Luke Perry) e o grande vilão da temporada Hiram Lodge (Mark Consuelos), que se tornou uma espécie de mafioso e quer controlar toda a cidade.

Agora vou falar um pouquinho sobre o episódio final – e terá SPOILERS!!! Se você ainda não viu, pula para o próximo parágrafo! O último episódio começou com um gancho incrível – não sabíamos se o Jug iria morrer ou não após a surra que levou dos Ghoulies; teve a revelação de que Hal Cooper (Lochlyn Munro) era o Black Hood (a cena começou no penúltimo episódio e foi incrível); o resultado da eleição para prefeito em que Hermione venceu Fred, mas eles se juntaram para comemorar – inclusive percebemos que Hermione e Verônica devem se rebelar contra Hiram e a grande virada do final – a prisão de Archie após ser incriminado por Hiram pelo assassinato de Cassidy Bullock (Harrison MacDonald). No geral, foi um bom episódio e que deixou um ótimo gancho para a próxima temporada.

Já com relação à série no geral, eu curti bastante, principalmente o início e o final – no meio teve muita enrolação. Destaque para Lili Reinhart – sua Betty é com certeza a melhor personagem e a atriz tem tido ótimos momentos; em vários episódios fiquei com raiva do Archie e Jug – seus personagens tomaram rumos chatos ao longo da história, mas o legal foi que cada personagem e subtrama teve uma evolução individual, mas agora todos voltaram a se conectar; teve também o episódio musical baseado em “Carrie, a Estranha”, que foi super bom! Inclusive apoio a ideia de ter novos episódios musicais na terceira temporada. E claro, que o mistério continua, afinal ainda temos mais um Black Hood que não foi descoberto e a próxima season deve focar bastante no ambicioso plano de Hiram.

Eaí, assistem Riverdale? O que acharam desta temporada? Aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | 2ª Temporada de This is Us

Oi gente!
Como falei alguns posts atrás, devido às postagens dos filmes que concorriam ao Oscar, acabei deixando passar algumas dicas de séries – e hoje vou falar um pouquinho sobre a segunda temporada de This is Us.

Para mim, This is Us já se tornou uma das minhas séries preferidas – está com toda certeza no meu TOP 3. Como não amar a história da Família Pearson? E como não chorar a cada capítulo? This is Us é aquele drama bem feito e que a gente ama sofrer junto com todos os personagens. Nesta nova temporada temos um foco maior na vida do “Big Three” – Kevin (Justin Hartley), Kate (Chrissy Metz) e Randall (Sterling K. Brown).

Para aqueles que não viram e não querem Spoilers – já vou avisando que aqui terão vários! Kate continua tentando lidar com a questão do peso e sua auto-estima, contando agora com o apoio do namorado e futuro marido Toby (Chris Sullivan). Kevin surtou, foi para a rehab, jogou todos os seus dramas na cara de sua família (esse episódio foi um dos melhores) e agora tenta lidar com o que sobrou em sua vida. Já Randall, junto com a esposa Beth (Susan Kelechi Watson), se candidata a adotar uma criança mais velha que dificilmente encontrará um lar. O casal recebe Deja – uma adolescente complicada, que já pulou de casa em casa. Para agravar o quadro, a mãe biológica, uma figura irresponsável e abusiva, aparece para atrapalhar o processo. Tudo isso serviu para enriquecer e trazer uma dose de sofrimento ao núcleo mais monótono do enredo.

Além disso, uma das cenas mais esperadas aconteceu – a morte de Jack (Milo Ventimiglia). Desde a primeira temporada nós já sabíamos que o personagem iria morrer, mas a cena era uma das mais aguardadas pelos fãs. E veio no principal episódio da temporada – o que foi exibido após o Super Bowl, horário considerado a maior audiência da TV americana. Minhas considerações: primeiro – eu acho que a série teve um furo, pois na primeira temporada foi dito que o personagem morreria em um acidente de carro – tanto que no último episódio fiquei super apreensivo esperando que isso acontecesse quando Jack dirige bêbado indo atrás de Rebecca (Mandy Moore), mas não ocorreu. Aí no começo da segunda temporada diz que ele morreu em um incêndio. Mais alguém percebeu isso?! Enfim, segunda coisa a comentar – chorei mega na cena da morte, mas ainda assim achei um pouco improvável – ele estava “bem” após o incêndio e assim que a esposa sai do quarto do hospital, do nada ele morre?! O episódio foi lindo, a cena foi emocionando, com um show dos atores jovens, mas não me convenceu muito a morte. E só fez levantar ainda mais a dúvida sobre a “teoria da conspiração” que rola na internet de que Jack está vivo. Se isso acontecer, não vou mentir, iria AMAR!

Falando um pouco da parte técnica, os atores continuam incríveis nos papéis. Destaque para Sterling K. Brown, que levou todos os principais prêmios de melhor ator nas premiações deste ano. Chrissy Metz é impecável! Justin Hartley teve oportunidade de se mostrar mais nesta temporada – seu personagem ganhou mais destaque e o ator aproveitou bem, se destacando em alguns episódios. Tivemos participações mega especiais nesta temporada, como o episódio que contou com Sylvester Stallonne (bem no comecinho).

A produção é sempre um destaque a parte, a série tem viradas que são necessárias para o desenvolvimento da história e a fotografia cada vez mais interessante. Se você ainda não viu “This is Us” não sabe o que está perdendo! As duas primeiras temporadas têm 18 episódios cada, com cerca de 45 minutos. Dá para fazer aquela maratona, mas não se esqueça de preparar os lencinhos porque você vai chorar bastante!

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#Séries | American Crime Story

Oi gente!

Depois de ser aclamada pelo público e pela crítica, “American Crime Story” está de volta e sua segunda temporada. A série produzida por Ryan Murphy conta a história de grandes crimes que chocaram o mundo – e nesta nova temporada, a produção trouxe de volta à memória o assassinato do famoso estilista italiano Gianni Versace.

Primeira coisa – tente não fazer comparações com a primeira temporada que trouxe a história do ex-jogador O.J. Simpson, acusado de matar a esposa e o amante, tendo sido absolvido em um grande midiático julgamento – até porque esta primeira é bem superior.

As expectativas estavam bem altas para a sequência, depois dos nove Emmy’s e dois Globos de Ouro em 2017. Porém, Ryan Murphy e os demais criadores Larry Karaszewski e Scott Alexander preferiram trazer um roteiro diferente – focando mais na história do assassino do que no assassinato. Um dos motivos pode ter sido as declarações polêmicas da Família Versace, que não ajudou e nem reconheceu a adaptação, dizendo que era absolutamente fictícia.

Sem se aprofundar na vida de Gianni Versace ou narrar o desenvolvimento do assassinato, os produtores focaram em Andrew Cunanan – um jovem brilhante, com alto QI, ambicioso e homessexual. A narrativa traz os outros quatro crimes cometidos pelo serial killer, passando por seu vício em drogas e relacionamentos com homens mais velhos, até chegar em sua infância. Só no último episódio, retoma ao ano de 1997 e conta o final dessa tragédia envolvendo o famoso estilista.

Mesmo não tendo um roteiro forte, a série tem pontos positivos – o primeiro é o elenco! Dois nomes se destacam – Darren Cris está simplesmente fantástico no papel do assassino Andrew Cunanan – o ator não teve grandes oportunidade após o final de Glee e conseguiu mostrar todo o seu talento em um papel mais denso e dramático. Já a atriz Penélope Cruz arrasa no papel de Donatella Versace – ela simplesmente incorporou a irmã e principal inspiração do estilista – está mega parecida.

Ainda no elenco, Édgar Ramírez interpreta Versace – também em um ótimo momento, em uma de suas melhores interpretações; Dascha Polanco (de Orange is the New Black); Cody Fern; Finn Wittrock e Mike Farrell que interpretam as outras vítimas de Cunanan – David, Lee e Jefreey; Jon Jon Briones (de Bones e Miss Saigon); Judith Light (de Transparent e Dallas) e Ricky Martin – mais como uma participação de luxo vivendo o namorado de Versace, Antonio D’Amico. Infelizmente a intepretação do cantor é péssima.

Também elogio a fotografia, caracterização e principalmente o figurino – show de bola! A recriação do famoso vestido que Donatella usou em um tapete vermelho e que lançou Versace para a fama, sendo reconhecido por diversas famosas é o ponto alto em um dos episódios. Além disso, o design de produção é ótimo, recriando perfeitamente o clima dos anos 90.

Acredito que “American Crime Story: O Assassinato de Gianni Versace” terá grande destaque nas premiações deste ano – podendo liderar em número de indicações e até vencer várias categorias. A próxima temporada será baseada na catástrofe causada pelo furacão Katrina e deve chegar as telas em 2019.

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#Séries | La Casa de Papel

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Primeiro, me perdoem pelo tempo que fiquei sem postar nada aqui, esses últimos dias foram bem corridos! Mas, bora trazer mais dica de séries!! Como falei no post anterior, tenho várias séries para indicar, porém com os posts dos filmes do Oscar, acabei deixando para postar agora.

Hoje vou falar de “La Casa de Papel” – com certeza vocês já viram essa série em diversos blogs, sites e canais por aí – até pensei em deixar de lado esse post – mas foi uma produção que eu simplesmente amei! E agora vou trazer 5 motivos para se apaixonar por LCDP.

1º – A HISTÓRIA

La Casa de Papel acompanha um homem chamado de Professor, vivido por Álvaro Morte, recrutando um grupo de pessoas com habilidades específicas para algo que planeja há tempos: um roubo de proporções homéricas. Enquanto ele tem o plano perfeito, Tokio (Úrsula Corberó), Rio (Miguel Herrán), Nairóbi (Alba Flores), Berlim (Pedro Alonso), Moscou (Paco Tous), Denver (Jaime Lorente), Helsinque (Darko Peric) e Oslo (Roberto García Ruiz) têm as habilidades necessárias para colocá-lo em ação – todos têm nomes de cidades para protegerem a própria identidade dentro do grupo: quanto menos se relacionarem entre si e souberem um do outro, melhor para o sucesso da missão.

Paralelamente, conhecemos a inspetora encarregada pelo assalto, Raquel (Itziar Ituño). Passando pela pior fase de sua vida, o que ela menos precisava é ter toda a mídia voltada para si. Por fim, alguns dos reféns ganham destaque na trama. Algumas histórias individuais nos levam a pensar sobre quem são os verdadeiros vilões em La Casa de Papel.

2º ELENCO

Com um elenco estreante, La Casa de Papel consegue revelar ótimos atores – principalmente as mulheres – Úrsula Corberó é o grande destaque fazendo sua Tokio uma personagem incrível. Preste atenção também em Nairóbi, interpretada por Alba Flores, outra mulher forte e carismática que tem um importante motivo para participar do assalto. E em Itziar Ituño – a inspetora Raquel Murillo – policial que, de uma tenda instalada em frente à Casa da Moeda, comanda a negociação com os sequestradores e o resgate dos reféns, além de se envolver num caso de amor eletrizante com o Professor.

Destaque também aos atores Miguel Herrán (Rio), Pedro Alonso (Berlin), Jaime Lorente López (Denver) e Paco Tous (Moscou).

3º PERSONAGENS

Além do elenco incrível, os personagens também foram bem construídos. Então, não se assuste se você começar a torcer pelos bandidos. Esse é um dos principais motivos para a série ser TOP – eles conseguem fazer com que torçamos pelos ladrões e para que o plano milimetricamente elaborado por eles dê certo. Eles se mostram humanos  e suas histórias nos convencem, se tornando eletrizante ao longo dos episódios.

4º ROTEIRO

A série tem uma qualidade interessante e mesmo com uns poucos furos no roteiro você consegue ficar preso e interessado no próximo grande momento que te aguarda no fim do episódio. É tudo muito bem estruturado para te fazer assistir um episódio atrás do outro, perfeito para uma boa maratona!

5º SÉRIE ESTRANGEIRA

Por fim, “La Casa de Papel” é uma série espanhola! Geralmente estamos acostumados a ver séries americanas ou, de vez em quando, inglesas, portanto é ótimo quando vemos uma produção fora desse eixo. Já tinha falado isso na minha resenha de “Dark” – série da Alemanha.

LCDP está disponível na Netflix, com 13 episódios na 1ª Temporada. A 2ª Temporada já foi disponibilizada na Europa, porém ainda não estreou na Netflix do Brasil. Porém, dá para ver em vários sites online – inclusive eu não aguentei e já vi todos os episódios!

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#Séries | The Gifted

Oi gente!
Nas últimas semanas, quem acompanha o blog viu que eu postei as resenhas dos principais filmes que concorreram ao Oscar 2018. Por ter me dedicado a esses posts, acabei deixando de lado algumas indicações de séries. Mas fiquem tranquilos, vou trazê-las agora para vocês.

A primeira que vou falar é “The Gifted”, baseada no universo dos X-Men, e que eu curti muito!! A trama inicialmente gira entorno da família StruckerReed (interpretado por Stephen Moyer) é um promotor de justiça de uma força-tarefa antimutante que descobre que seus filhos, Lauren (Natalie Alyn Lind) e Andy (Percy Hynes White) são mutantes, gerando assim um dilema e forçando-o a levar sua família a um lugar seguro. Junto com sua esposa Caitlin (Amy Acker), o quarteto é acolhido por um grupo clandestino de mutantes. Para os fãs dos quadrinhos, a série é um prato cheio já que, ao longo da trama, diversos personagens familiares ganham vida. O núcleo principal da resistência é formado por personagens populares no papel, como Polaris (Emma Dumont), Eclipse (Sean Tale), Blink (Jamie Chung) e Pássaro Trovejante (Blair Redford) – ao longo da trama chegam ainda nomes como Sábia (Hayley Lovitt) e as irmãs Frost (Skyler Samuels).

Um dos destaques na série – Lorna Dane, a Polaris, é uma das protagonistas – para quem não sabe, ela é filha do Magneto e tem poderes similares. A série de Matt Nix a transforma também em uma personagem fascinante, interpretada com garra por Emma Dumont.

Os representantes do governo Jace Turner (Coby Bell) e Dr. Campbell (Garret Dillahunt) foram bons antagonistas aos mutantes. Motivado pela morte da filha, o Agente Turner protagonizou bons momentos durante sua caçada implacável. Em determinado ponto, a trama humanizou o personagem e trouxe de volta a realidade.

Quando pensaríamos que em 2017 haveria boas séries de mutantes na televisão, e  ainda mais pelo canal FOX, logo após os flops mutantes no cinema, não é mesmo? A 1ª temporada apresentou um produto com potencial de desenvolvimento e exploração. A produção foi caprichada, com ótimo efeitos especiais, uma história ágil, com diversas reviravoltas e aquela ótima sensação de nostalgia. “The Gifted” tem apenas 13 episódios, portanto dá para fazer aquela maratona básica. Vale ressaltar que também em 2017, no FX – canal fechado da própria Fox -, estreou Legion (resenha AQUI), outra série pertencente ao universo X-Men.

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