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#Filmes | Mulher Maravilha

Depois de várias semanas, finalmente consegui assistir “Mulher Maravilha”, o novo filme da DC Comics. E gente, que filmaço!! Eu simplesmente adorei!

Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha de Themyscira, em que é conhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto e espião britânico Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar, certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

Com certeza esse é o melhor filme da DC desde “Batman – O Cavaleiro das Trevas”. A atriz Gal Gadot está incrível como a personagem título. Para quem não sabe, a atriz nasceu em Israel, já foi modelo e também passou pelo exército. Poucos devem lembrar também que ela já atuou em quatro filmes da saga Velozes e Furiosos. E assim como a atriz Lynda Carter, que viveu a Mulher Maravilha nos anos 70, Gal foi a escolha certa para o papel.

O filme tem início em Themyscira, uma ilha afastada do “mundo externo” onde vivem as Amazonas – elas possuem um objetivo que é destruir o Deus da Guerra Ares, quando este retornar para acabar a humanidade. Destaque para Robin Wright (de “House of Cards”) – ela está perfeita como a guerreira Antíope, general das Amazonas. Apesar de aparecer bem pouquinho, ela com certeza rouba a cena no início do filme. Outro destaque positivo é o ator Chris Pine (de “Star Trek”) – ele teve muita química com a Gal.

A diretora Patty Jenkins se mostrou certeira! Soube misturar ação, suspense, lutas, drama e até um pouco de romance para montar um filme muito bom! Ela conseguiu desenvolver um roteiro que mostre uma protagonista forte e determinada, mas também sensível e capaz de amar.

E se tem um ponto negativo, eu cito os vilões da história. Foram bem fraquinhos – o que salva mais são algumas cenas entre o general Ludendorff (Danny Huston, de “American Horror Story”) e a Dra. Maru (Elena Anaya, de “Van Helsing”). O principal plot twist do filme não foi tão surpreendente. Prefiro dizer que “Mulher Maravilha” é um filme que abordou mais o surgimento da heroína – e este é o grande diferencial para considerar a produção incrível.

E ainda neste ano, teremos a oportunidade de ver Gal Gadot novamente como Mulher Maravilha no filme “A Liga da Justiça”, que chega aos cinemas brasileiros em 16 de novembro.

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#Séries | 5ª temporada de House of Cards

Hoje é o dia de falar da 5ª temporada de “House of Cards”. A Netflix lançou a nova temporada no dia 30 de maio e confesso que não gostei muito, inclusive demorei bastante para assistir todos os 13 episódios – não rolou aquela maratona básica.

Por favor, fãs da série não me matem, mas esta foi a PIOR temporada de todas!! E lembrando que a quarta temporada terminou incrível, com um mega clímax para a nova, mas a qualidade da narrativa caiu muito. Inclusive me surgiu uma dúvida com relação à produção – fiz uma pesquisa rápida – e descobri que o criador da série Beau Willimon saiu dando lugar a Melissa James Gibson e Frank Pugliese. Realmente acho que essa troca influenciou muito na qualidade da produção.

Os primeiros episódios foram bem chatos, com uma narrativa arrastada – parecia que eles estavam enrolando o máximo possível, espremendo até sair aquela última gota. No meio da temporada começou a melhorar.

Nesses novos episódios, o público acompanhou a trajetória e a ascensão da única pessoa capaz de derrotar Frank Underwood (Kevin Space): a sua amada esposa Claire (Robin Wright). A trama começa no auge da corrida presidencial pela reeleição de Underwood. Para ganhar a disputa, ele recorre à diversas artimanhas, como abuso de poder e ameaças de terrorismo. Apesar do mecanismo das eleições dos Estados Unidos ser de difícil compreensão, é interessante acompanhar o processo político principalmente após a posse controversa de Donald Trump. Depois derrotar o candidato republicano Will Conway (Joel Kinnaman), Frank Underwood agora precisa se preocupar com os escândalos envolvendo seu governo, além das investigações realizadas pelo editor do jornal The Washington Harold, Tom Hammerschmidt (Boris McGiver).

Nem preciso comentar o show de interpretação de Kevin Space e Robin Wright. Os dois – como sempre – estão perfeitos como Frank e Claire. Por isso, vou dar mais destaque aos elogios a outros atores. Neve Campbell (LeAnn Harvey) e Michael Kelly (Doug Stamper) roubam a cena – seus personagens começam brigando, mas depois vão se envolvendo – vale destacar a evolução dos dois atores.

Jayne Atkinson continua perfeita como a Secretária de Estado Cathy Durant – inclusive ela ganha mais destaque ao manter uma relação dúbia com o presidente Underwood. E por fim, dois atores novos na história – Patricia Clarkson e Campbell Scott Michael se destacam na metade final da temporada. Ela é uma mulher com ótimos contatos e que passa a influenciar as decisões de Claire. Já ele é o chefe de campanha republicano Mark Usher que passa para o lado democrata.

A grande novidade fica por conta de Claire conversando com tela como o Frank faz desde do episódio piloto. Acredito que seja uma tática para mostrar que a personagem terá ainda mais espaço e também demostrar que será igualzinha ao marido. Inclusive tem uma cena (na qual não darei SPOILERS) entre Claire e o escritor Tom Yates (Paul Sparks) super chocante!

Enfim, apesar de não ter curtido muito essa temporada, House of Cards ainda é uma das minhas séries preferidas. Agora nos resta aguardar mais dolorosos 12 meses para a Netflix lançar a 6ª temporada.