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#Série | Baby

Oi gente!
Agora que passou a época do Oscar – e toda a maratona de filmes que fiz – vou trazer para vocês alguns posts que eram para terem sido postados antes, mas precisei deixar guardado para postar agora. No final de 2018 a Netflix lançou a série italiana “Baby” – que eu assisti apenas no início deste ano – e fiquei em dúvida se trazia o post para vocês porque eu simplesmente detestei!

“Baby” é livremente inspirada em um escândalo ocorrido em 2014 em Roma. O caso ficou conhecido como Baby Squillo, o qual estudantes de famílias ricas e menores de idade ofereciam serviços sexuais em troca de dinheiro. Advogados, políticos e empresários estavam envolvidos no esquema de prostituição infantil e teve grande repercussão mundial. Na série, acompanhamos a história de alguns jovens estudantes de uma escola de grande prestígio de Roma e que possuem diversos dilemas da adolescência.

Chiara (Benedetta Porcaroli) tem poucos amigos e deseja desesperadamente ser amada e aceita pelas pessoas a sua volta. Damiano (Riccardo Mandolini) é um problemático garoto incompreendido, que perde a mãe e agora precisa morar com o pai rico, com quem nunca teve contato; enquanto Ludovica (Alice Pagani) é uma jovem deslocada, que sofre com humilhações dos seus colegas de sala. O que os três possuem em comum? Todos vêm de um lar familiar conturbado. Com o passar dos episódios, Chiara e Ludo vão criando uma amizade e acabam se envolvendo no mundo da prostituição – inclusive houve muita polêmica antes da estreia, pois a Netflix foi acusada de incentivar o tráfico sexual e glamourizar a prostituição de menores (o que em nenhum momento isso ocorre de fato, até porque trata-se de uma obra de ficção).

No modo geral, a história é muito boa, mas não é bem desenvolvida. Faltou química entre os atores, faltou uma produção mais afiada, faltou um cuidado maior com as cenas e, na minha opinião, faltou polêmica – o desenrolar da série é morno, poderiam ter explorado e ousado mais (o que talvez pode acontecer nas próximas temporadas, se houver). Alguns núcleos foram mal trabalhados como o caso do personagem Fábio (Brando Pacitto), que é filho do diretor da escola, começa a traficar drogas no colégio e se descobre gay – foi uma história tímida, pouco desenvolvida. Ou então a trama de Nicollo (Lorenzo Zurzolo) que trai a namorada com Chiara – melhor amiga de sua irmã e ao final ainda engata um romance com a professora – totalmente aleatório e sem sentido. Indo mais além, o núcleo do “vilão” Saverio (Paolo Calabresi), que é o principal agenciador das meninas, também poderia ter um destaque positivo na série, o que não aconteceu.

Outro ponto negativo é o elenco bem fraco – a única que salva é Alice Pagani, que transforma sua Ludovica em uma personagem interessante, com vários altos e baixos, além de trazer discussões interessantes e ser a principal movimentadora da história. Riccardo Mandolini e Benedetta Porcaroli não tiveram aquela química arrebatadora, o que faz com que seus personagens não engatem durante toda a temporada. Outros dois nomes que têm uma trajetória linear e até podem ser considerados destaques são Giuseppe Maggio (Fiore) e Chabeli Sastre (Camila).

“Baby” possui apenas seis episódios e está disponível na Netflix, porém é uma série fraca, com um roteiro confuso, com várias histórias jogadas sem serem aprofundadas, algumas coisas são forçadas e não conquistam o espectador. Provavelmente haverá segunda temporada, já que a primeira deixou várias coisas pendentes, e pode até ser que melhore nessa sequência.

Eaí, já assistiram Baby? Gostaram? E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 
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#Série | Bodyguard

Oi gente!
Como falei para vocês em outros posts, aproveitei os dias de folga no final do ano para assistir bastante filmes e séries para falar aqui no blog! E hoje trago uma série produzida pela BBC e distribuída pela NetflixBodyguard (aqui no Brasil recebeu o nome de Segurança em Jogo).

A série conta a história do veterano de guerra David Budd (Richard Madden – para quem não lembra ele era o Robb Stark em Game of Thrones – preciso dizer que até hoje não superei o Casamento Vermelho). O personagem lutou na guerra do Afeganistão, voltou sofrendo as consequências físicas e psicológicas disso, arrumou um emprego junto a órgãos governamentais e luta contra células terroristas. Depois de um certo evento, sua função é proteger a Ministra Julia Montague (Keeley Hawes) de possíveis ataques que ela sofreria por estar defendendo políticas rígidas de anti-terrorismo. Os posicionamentos dela não são compatíveis com os dele, o que gera um conflito e uma atração imediata entre os dois.

Essa série já me conquistou na primeira cena! Logo no primeiro episódio, a tensão predomina quando David se posiciona para evitar um ataque terrorista em um trem. Gente, sério, que cena!! Muito bem produzida e atuada, com uma tensão crescente que pega o espectador logo de cara. Preciso dizer que a sequência – talvez os dois primeiros episódios – são mais devagar, um ritmo mais lento, o que melhora a partir do terceiro episódio. “Bodyguard” possui apenas seis episódios, porém tem quase uma hora de duração cada um.

O roteiro é afiado, apresenta diálogos bons, personagens bem construídos e alguns que deveriam ser mais explorados. No começo eu fiquei um pouco incomodado com a atuação do Richard Madden, mas depois ele passa por um processo de humanização e aí melhorou consideravelmente, inclusive a química com a atriz Keeley Hawes, ajuda bastante no desenvolver do personagem. Na minha opinião poderia ter focado um pouco mais na história da família de Budd – a esposa e filhos – que pouco aparecem, mas que renderiam uma narrativa paralela interessante. Mais ao final da temporada, tem uma cena envolvendo a esposa Vicky, e que a atriz Sophie Rundle dá um show de interpretação.

“Bodyguard” cumpre com o prometido, entrega um suspense político muito interessante e envolvente, com ótimas cenas de ação. É um entretenimento de ótima qualidade, um grande acerto. Vale a pena conferir uma produção – que não é americana – mas que retrata a guerra ao terror de forma esplêndida.

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#Filme | Caixa de Pássaros

Oi gente!
Bora começar 2019 com o pé direito?! Espero que todos tenham tido um ótimo fim de ano…
Agora chegou o momento de voltarmos com tudo! Sei que nos últimos meses fiquei devendo um pouco a vocês com relação à conteúdo aqui do blog, mas neste ano quero voltar a manter um cronograma de posts semanais e inovar ainda mais nas dicas para vocês leitores.

No final de 2018, a Netflix lançou “Caixa de Pássaros” (Bird Box), inspirado no livro de Josh Malerman e com a atriz Sandra Bullock no elenco. Com as festas de fim de ano, consegui ver esse filme somente agora, e preciso dizer que foi uma ótima produção.

Na história, uma mulher e duas crianças precisam remar por um rio até um lugar seguro. Até aí nada demais, porém a questão é que estamos em um mundo pós-apocalíptico em que a humanidade foi dizimada por algum tipo de entidade desconhecida que enlouquece as pessoas ao ponto de elas cometerem assassinatos e suicídio se ela for avistada, nem que seja por alguns segundos. Em outras palavras, Malorie (Sandra Bullock) e as crianças têm que desbravar o rio literalmente às cegas, com vendas nos olhos.

O interessante é que este longa foge da história convencional apresentada nesses tipos de suspenses. Geralmente em produções pós-apocalípticas, os personagens precisam resolver a crise mundial, enfrentar problemas familiares e superar diversas oposições. Em “Caixa de Pássaros”, Malorie precisa apenas salvar a si e as crianças. E este fato traz o maior destaque à Sandra Bullock. A atriz vencedora do Oscar (em 2010, por “Um Sonho Possível”) nos entrega uma interpretação angustiante, segura e cheia de emoção. Ainda no elenco, Trevande Rhodes, John Malkovich, Jacki Weaver e Sarah Paulson.

O roteiro de Eric Heisserer é bem interessante ao trabalhar a narrativa em duas linhas temporais – uma no futuro e outra, paralelamente, mostrando como tudo começou e foi se desenvolvendo. A direção de Susanne Bier também é segura. A trilha sonora, assim como deve ser em um suspense, é muito bem trabalhada para os momentos de clímax. Com relação à produção, as cenas de catástrofe são visualmente impactantes e a fotografia ainda traz boas paisagens nas cenas do rio.

“Caixa de Pássaros” é um filme interessante, bem adaptado e com uma boa atuação de Sandra Bullock. Vale a pena conferir na Netflix.

#Série | You

Oi gente!
Nessas últimas semanas maratonei “You”, a nova série da Lifetime, que chega à Netflix agora em dezembro, e é baseada no livro de Caroline Kepnes. Confesso que me surpreendeu demais! A produção conta com o ator Penn Badgley (provavelmente vocês lembram dele em Gossip Girl).

A história tem início quando a jovem aspirante a escritora Guinevere Beck (Elizabeth Lail) entra na livraria onde trabalha Joe (Penn Badgley). A partir daí o rapaz tem a certeza de que ela é a mulher ideal para sua vida e começa a demonstrar um comportamento obsessivo ao monitorar todas as redes sociais, roubar o celular para ler mensagens e até mesmo vigiar sua casa durante a noite. Resumidamente: um stalker psicopata. Pouco a pouco Joe vai se infiltrando na vida de Beck, tentando afastar aqueles de quem sente ciúmes ou que põe em risco seu relacionamento, custe o que custar.

Como comentei, a produção da série me agradou bastante. Comecei a acompanhar pensando que seria mais um suspense adolescente, mas me deparei com um ótimo suspense, que instiga e surpreende a cada episódio.

Um dos pontos positivos – a série é narrada em primeira pessoa, então várias vezes ouvimos os pensamentos do protagonista. E essa é a grande sacada, pois o desafio é fazer o espectador gostar do personagem, visto que ele é o principal vilão. Joe acredita que tudo o que faz é em função de ajudar ao outro e durante a narrativa há vários elementos que o humanizam, sendo o mais evidente a relação de Joe com seu vizinho Paco (Luca Padovan), uma criança amante de livros, que presencia constantemente o abuso de seu padrasto em casa.

A série conseguiu balancear os momentos de tensão e suspense, mantendo o interesse, apesar do início lento, mas que se torna frenético do meio para o final. E – talvez o mais intrigante – é que acabei me envolvendo na condução da história, chegando – não a torcer -, mas entendendo e prevendo algumas ações. E isso é justificado, pois aos poucos vamos conhecendo o passado do personagem e percebendo suas influências.

Destaque também para o restante do elenco – a protagonista Elizabeth Lail (de Once Upon a Time) e Shay Mitchell (de Pretty Little Liars), que faz a melhor amiga Peach – estão impecáveis, fazendo papéis complicados, que mexem demais com a história e com a percepção do espectador.

“You” já está confirmada para a segunda temporada – inclusive acabou de uma forma que quero muito saber como vai continuar e espero surpresas para a sequência. Vale a pena conferir!

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#Filme | Legítimo Rei

Oi gente!
Aproveitei o último feriado para colocar algumas séries e filmes em dia. E hoje trago uma dica super bacana! A Netflix lançou em seu catálogo o filme “Legítimo Rei” no último dia 09 de novembro. A produção, que já havia sido exibida no Festival de Toronto, conta no elenco com os atores Chris Pine e Aaron Taylor-Johnson (vencedor do Globo de Ouro de melhor ator coadjuvante em 2016).

Com uma história real, “Legítimo Rei” narra o início da luta pela independência da Escócia a partir do início do século XIV, com a jornada de fracassos e vitórias de Robert the Bruce (Chris Pine) para tornar-se o autêntico rei da Escócia. O filme ainda faz uma referência a um clássico do cinema – o vencedor do Oscar “Coração Valente”, com Mel Gibson. Para quem não se lembra, William Wallace, personagem de Gibson, iniciou a revolta contra o cruel Rei inglês Edward I. No início de “Legítimo Rei” vemos que William foi derrotado e morto, agora Robert e seu pai Sir Robert VI (James Cosmos) juram obediência dos escoceses ao rei Edward I (Stephen Dillane) em busca de restabelecer a paz. Ele é apontado como guardião da Escócia junto com seu rival John Comyn (Callan Mulvey) e, em gratidão a sua honraria, recebe o posto de coletor de impostos e uma esposa, Elizabeth Burgh (Florence Pugh), afilhada do rei. Os novos fatos levam Robert a quebrar seu juramento e lutar pela independência de seu povo.

Se em “Coração Valente” o grande destaque foi o protagonismo de Mel Gibson (vencedor do Oscar de melhor direção em 1996), em “Legítimo Rei” vemos uma atuação apagada de Chris Pine – faltou um pouco de personalidade. O destaque no elenco fica aos coadjuvantes – Florence Pugh, que se sobressai em todas as suas cenas como a jovem rainha determinada e corajosa; e Aaron Taylor-Johnson, o aliado James Douglas que busca vingança e justiça pela família. O roteiro é um pouco fraco, compensando com a produção que é excelente. Ótimas cenas com paisagens maravilhosas, jogo de luz e câmera, com destaque para a cena da batalha final.

Enfim, “Legítimo Rei” falha em alguns elementos, mas possui outros que tem êxito em entreter e entregar um épico violento com alto valor histórico.

gítimo

#Série | Elite

Oi gente!
Vocês devem ter percebido que o blog ficou fora do ar algumas semanas. Infelizmente tive um novo problema com a Locaweb, que hospeda o meu domínio. Depois de muitas conversas, consegui voltar ao normal!! E como fiquei algumas semanas fora, acumulou muita coisa para falar aqui!! Hoje vou começar falando de “Elite”, nova série original Netflix. Desde que lançaram os trailers e teasers eu já estava mega ansioso para conferir. A produção tem um toque de Gossip Girl, misturado com Riverdale e Rebelde.

Produzida pela Netflix Espanha, a série Elite vem na onda do sucesso que La Casa de Papel fez no mundo todo, inclusive temos três atores que fizeram “La Casa” – Miguel Herrán (que fez o Rio e agora vive o Christian), María Pedraza (que faz a protagonista Marina e que foi Allison em LCDP) e Jaime Lorente (o Denver e que agora interpreta Nano). O drama juvenil tem direção de Ramón Salazar e Dani de la Orden e roteiro de Carlos Montero e Darío Madrona.

Em “Elite”, a vida dos alunos de classe alta do colégio Las Encinas seguia dentro dos conformes. Trajando uniformes refinados (que lembram RBD), os estudantes do colégio mais exclusivo do país, vivem em uma bolha absortos da realidade. Quando uma escola da periferia desaba, três alunos – Samuel, Christian e Nádia – são transferidos para Las Encinas. Embora tenham se destacado na outra escola, suas contas bancárias os transformam em chacota perante os alunos do colégio. Quando foram transferidos, os jovens pensaram ter tirado a sorte grande.

Samuel (Itzan Escamilla) possui uma família complicada – o irmão Nano acabou de sair da cadeia e busca se endireitar na vida. Na escola, ele conhece e se apaixona por Marinaportadora do vírus HIV. Marina e Samú vão se aproximando cada vez mais, porém a garota acaba se envolvendo com o irmão do jovem, formando um triângulo amoroso (Vale destacar que os atores María Pedraza e Jaime Lorente estão juntos na vida real também!!) Nádia (Mina El Hammani) é uma jovem muçulmana que precisa enfrentar o choque de cultura, tanto que na escola ela é proibida de usar o hijab – véu característico do Islã. Ao longo dos episódios ela se aproxima de Guzman (Miguel Bernardeau), um playboy esnobe, irmão de Marina. Já Christian é excêntrico e engraçado, que não está nem aí com a escola e quer apenas curtir e se dar bem na vida. Junto com Carla (Ester Expósito) e Polo (Álvaro Rico), ele formará um polêmico triângulo amoroso – que rola de tudo, inclusive prepare-se para as cenas hots, que tem bastante!!

Ainda no elenco temos a atriz Danna Paola – que você provavelmente conhece das novelas mexicanas “Maria Belém” e “Amy, a Menina da Mochila Azul”, exibidas no SBT. Na série ela faz a personagem Lucrécia, ex-namorada de Guzmán, que irá infernizar a vida de Nádia ao perceber que os dois estão se apaixonando. Temos também outros personagens que se destacam ao longo dos episódios como Ander (Arón Piper) que se descobre homossexual ao se apaixonar pelo traficante Omar (Omar Ayuso), irmão de Nádia. Mas o ponto forte é um assassinato que ocorre entre esses personagens – logo no primeiro episódio já descobrimos quem morreu (não vou dar spoilers aqui, podem ficar tranquilos, mas já adianto que foi um personagem que peguei mega ranço ao longo da série). E a grande pergunta que fica é o típico “Quem matou?” Um dos novos alunos ou um dos membros da elite? Já vou comentar aqui que achei bem coerente a resolução do assassinato.

A série é bem desenvolvida, são apenas 8 episódios, dá para maratonar no fim de semana. “Elite” traz diversas discussões sobre problemas sociais como bullying, discriminação, preconceito cultural, uso de drogas, entre outros dramas juvenis. Além disso, o roteiro explora sem medo a descoberta da sexualidade, a influência da religião e a opressão da família. É uma reunião de diversidade cultural e sexual.

Muitos comentaram as semelhanças com outras séries e novelas. A começar com a mexicana Rebelde – temos a história de alunos pobres que vão estudar em uma escola de ricos, com os uniformes muito parecidos. Comentaram sobre Gossip Girl – Carla e Polo são um casal que adora fazer joguinhos e ostentar seu dinheiro e privilégios. Qualquer semelhança com Blair Waldorf e Chuck Bass é mera coincidência. O suspense e assassinato também trazem um clima de Riverdale e 13 Reasons Why. Mas ainda assim, achei uma série bacana, original, que não se prendeu a estereótipos e que já é um grande sucesso no catálogo da Netflix.

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#Filmes | Para todos os Garotos que já amei

Oi gente!
Hoje trago uma dica de filme – que muita gente tem falado – e eu assisti semana passada, que é “Para todos os Garotos que já amei”, baseado no livro best-seller escrito por Jenny Han e produção original da Netflix.

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Lara Jean (Lana Condor) sempre teve uma vida amorosa muito movimentada – pelo menos na cabeça dela! Para cada garoto por quem se apaixonou platonicamente, ela escreveu uma bela carta de despedida. Cartas muito pessoais, que de repente foram parar nas mãos dos destinatários. Agora, para fugir do constrangimento causado junto ao vizinho Josh (Israel Broussard), que é seu melhor amigo e ex-namorado de sua irmã mais velha, Lara Jean se envolve “de mentirinha” com Peter Kavinsky (Noah Centineo) – seu primeiro beijo. Ela quer se livrar da vergonha; ele quer fazer ciúmes na ex-namorada. Juntos, eles vão se envolvendo cada vez mais e descobrindo vários pontos em comum.

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Sabe aquela típica história de amor high-school?! Então, o filme é isso. Uma produção bem levinha, água com açúcar, mas é um bom entretenimento. A beleza está na simplicidade da história e dos personagens. Não tem como não torcer pelo final feliz de Lara Jean – a atriz Lana Condor (de X-Men) é super carismática e defende bem a protagonista. Noah Centineo (de Austin e Ally) e Israel Broussard (de Bling Ring) também mandam bem no triângulo amoroso.

Sob a direção de Susan Johnson, Para Todos os Garotos que Já Amei tem uma fotografia simples e um roteiro aceitável, bem ao estilo Sessão da Tarde. #FicaDica E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | Sense8 Episódio Final

Oi gente! 
Provavelmente vocês estão se perguntando porque eu ainda não falei do episódio final de Sense8. Pois bem, hoje é o dia! Primeiro preciso dizer o quanto fiquei chateado com a Netflix por ter cancelado essa série PREMATURAMENTE! Mas graças a Deus, que eles se redimiram, e pelo menos produziram um episódio final, com quase três horas, para encerrar com dignidade a história do cluster mais amado do mundo. E tudo isso graças aos brasileiros que, literalmente, encheram o saco da Netflix mandando milhares de mensagens para que o final acontecesse. E deu certo 

Como já falei aqui no blog, Sense8 era uma das minhas séries preferidas e quando lançaram o episódio final, não quis assistir logo de cara. Como as demais séries estavam quase acabando, resolvi esperar um pouco e agora, finalmente, consegui ver.

O episódio retoma de onde a história parou na segunda temporada: Will (Brian J. Smith), Capheus (Toby Onwumere), Kala (Tina Desai), Lito (Miguel Angel Silvestre), Nomi (Jamie Clayton), Riley (Tuppence Middleton) e Sun (Doona Bae) estão unidos fisicamente para salvar a vida de Wolfgang (Max Riemelt), ainda capturado pela misteriosa Organização de Preservação Biológica (OPB), um grupo de pesquisa com financiamento multigovernamental que passou a ser utilizado para caçar e fazer experimentos com membros de clusters. Para isso, eles sequestraram o Sussurros (Terrence Mann). Todo o especial gira em torno disso. Descobrimos um pouco mais sobre a Angelica (Daryl Hannah) e os planos da OPB. No balanço final, os produtores e roteiristas preferiram finalizar a história do que complicá-la mais com outras teorias – que até seriam interessantes, se bem trabalhadas.

Neste episódio final, assinado por J. Michael Straczynski e Lana Wachowski, o mais interessante foi o espaço que tiveram os coadjuvantes – os fãs também vão se divertir com Bug (Michael X. Sommers), Daniela (Eréndira Ibarra), Hernando (Alfonso Herrera), Mun (Sukku Son), Amanita (Freema Agyeman) e Rajan (Purab Kohli) roubando certas cenas.

O roteiro foi concluído de forma bastante coerente e nem preciso falar da qualidade da fotografia, trilha sonora, produção e edição. Temos diversa cenas de ação para agradar todos os tipos de fãs – desde as sequências clássicas de Sun mostrando o motivo de ter ficado conhecida como “o espírito de Van Damme” até Wolfgang mostrando sua habilidade com as armas mais potentes. E claro que não poderia faltar as cenas hots – que tanto caracterizaram Sense8.

É uma pena que a despedida da série tenha acontecido de forma tão precoce – principalmente sabendo o tanto de conteúdo que Sense8 ainda tinha para explorar. O episódio final é definitivamente uma carta de amor para os fãs, que vão vibrar, rir e se emocionar com a última aventura dos sensates.

Eaí, já viram o episódio final de Sense8? O que acharam? Gostavam da série assim como eu? E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | Dynasty

Oi gente!
Nos próximos posts teremos várias dicas de série, já que acabou a fall season nos EUA e as principais produções encerraram suas temporadas. Hoje vou falar de “Dynasty” nova série da CW, exibida simultaneamente na Netflix. O que falar de um seriado criado por dois grandes produtores – Josh Schwartz e Stephanie Savage – responsáveis por sucessos teens como Gossip Girl e The OC, além de ser um reboot de uma das séries de maior sucesso dos anos 80. Só poderia ser TOP.

Dynasty acompanha duas das famílias mais ricas dos Estados Unidos – os Carringtons e os Colbys, que lutam pelo controle de suas fortunas. Blake Carrington (Grant Show) e a jovem Crystal Flores (Nathalie Kelley) estão prestes a se casar, mas a notícia não agrada a todos, principalmente à filha do empresário Fallon Carrington (Elizabeth Gillies).

Além disso, Steven Carrington (James Mackay), só quer saber de gandaia, drogas e, eventualmente, embarcar numa vida política. O filho mais novo de Blake é perdidão e só quer curtir a grana do papai enquanto se envolve com alguns caras, entre eles Sammy Jo (Rafael de la Fuente), sobrinho de Crystal. Por trás de toda essa bagunça, Joseph Anders (Alan Dale) é o fiel mordomo da casa que sabe mais do que as paredes. Por outro lado, Jeff Colby (Sam Adegoke) quer acabar com a família Carrington por causa de problemas do passado e o melhor jeito é se envolvendo com Fallon, porém a moça mantém um caso amoroso mal resolvido com o motorista da família Michael Culhane (Robert Christopher Riley).

O remake segue praticamente a mesma trama da série original, que ficou no ar entre 1981 e 1989, porém houve algumas mudanças, tanto na parte da empresa como mudança de gênero em um personagem. Uma das primeiras mudanças foi a cidade onde se passa a série, na versão antiga os Carringtons eram da cidade de Denver se mudando para Atlanta nessa nova versão. Nos anos 80, Blake Carrington era um magnata do petróleo, hoje é o dono da maior empresa de energia global. Já a principal troca foi com relação ao personagem Sammy Jo – antigamente era a atriz Heather Locklear quem deu vida à sobrinha de Crystal – uma alpinista social que queria se aproveitar da riqueza dos Carringtons. No reboot, o personagem virou homem e até o momento está mais para “bom vivant” do que vilão aproveitador.

Dynasty pode não ser uma série super elaborada, mas é bem parecida com uma novela, cheia de reviravoltas. E, na minha opinião, essa é a melhor característica. No início, Fallon e Steve estão envolvidos com as maracutaias de Blake – eles são cúmplices de quase todas as decisões do patriarca quando a pauta é “defender a família”. Blake é o típico ricaço poderoso que tem uma equipe de espiões, policiais, advogados e infiltrados totalmente preparados para defender a reputação deles quando alguma polêmica surge. O primeiro impasse da trama envolve a morte de um antigo amante de Cristal – Matthew Blaisdel (Nick Wechsler – lembram dele? Era o Jack em Revenge). Em seguida, a esposa do falecido se torna uma pedra no sapato de Crystal. Já no meio da série, o passado da esposa de Blake vem à tona. E se não bastasse tudo isso, Alexis – mãe de Fallon e Steven retorna, transformando a vida de todos em um verdadeiro inferno.

No elenco, Elizabeth Gillies (a Jade West, de Victorius) e Nathalie Kelley (de The Vampire Diaries) protagonizam os principais momentos da série. Não são grandes interpretações, mas estão na média. Grant Show e Alan Dale são os grandes destaques. Já a indicada ao Globo de Ouro, Nicollette Sheridan faz uma ótima participação como Alexis Carrington – tanto que sua personagem será fixa na próxima temporada. Como vocês perceberam, não temos grandes nomes neste remake, diferente da original que trazia atores consagrados da época como John Forsythe, Linda Evans e Joan Collins.

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Com 22 episódios para sua primeira temporada, Dynasty é um ótimo “novelão”, com tramas movimentadas, grandes reviravoltas e ótimos personagens. A série já foi confirmada para sua segunda temporada e retorna dia 11 de outubro na CW e na Netflix. E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | 2ª temporada de 13 Reasons Why

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Acabei de maratonar a 2ª temporada de “13 Reasons Why”, lançada pela Netflix. A 1ª temporada da série foi baseada no livro escrito por Jay Asher, e com o enorme sucesso, foi lançada uma continuação (que não existe no livro). E este é aquele típico exemplo de “deixa quieto enquanto está bom”.

A história gira em torno de Hannah Baker (Katherine Langford, que continua ótima) – a jovem que decide tirar a própria vida e deixa 13 fitas-cassete narrando os motivos que a levaram a isso. A continuação mostrou o julgamento do processo movido pelos pais de Hannah contra a omissão da escola Liberty. Dessa forma, a nova temporada foi narrada pelos demais personagens, mostrando as suas versões da história e como a morte de Hannah afetou suas vidas. Paralelamente, a série vai mostrando o desenrolar de um enredo a partir de imagens de polaroids que são entregues a Clay Jensen (Dylan Minnette).

Clay tenta seguir em frente namorando Skye (Sosie Bacon), uma jovem que também lida com problemas emocionais, mas segue assombrado pela presença da garota por quem era apaixonado. Literalmente: o rapaz passa a ter visões de Hannah e a conversar com ela. Mas a atenção especial é dada a história de Jéssica (Alisha Boe), que tem de lidar com sua condição de sobrevivente de estupro enquanto vê seu abusador, o atleta Bryce Walker (Justin Prentice), circular livremente pelos corredores da escola.

Na minha opinião, o maior problema da série é o roteiro, que foi mal desenvolvido. Uma história que já tinha sido muito comentada, tanto falando bem como falando mal; um assunto que precisa ser discutido, e ainda assim, o desenvolvimento se tornou arrastado – mais treze episódios foram muitos, a história teve uma barriga, cenas desnecessárias e muitas falhas de continuação.

Uma coisa interessante foi a mensagem trazida no início do primeiro episódio. Quando a primeira temporada foi lançada, muito se falou sobre ela influenciar jovens em depressão a se suicidarem. Agora, eles trouxeram parte do elenco conversando com o espectador, inclusive vou copiar todo o texto apresentado:

“13 Reasons Why é uma série de ficção que lida com dificuldades, questões do mundo real, tratando de violência sexual, abuso de substâncias, entre outros. Ao acender uma luz sob esses tópicos difíceis, nós esperamos que nosso show possa ajudar espectadores a começar uma conversa. Mas se você está lutando contra essas questões, essa série pode não ser boa para você, ou você pode querer vê-la com um adulto de confiança. Se você já sentiu a necessidade de ter alguém para conversar, aproxime-se de seus pais, amigos, um conselheiro escolar ou um adulto em que confie. Ligue para uma linha de assistência local ou vá em 13reasonswhy.info, pois no minuto em que você começa a falar sobre, fica mais fácil”.

 

Já outro ponto negativo nesta continuação é a mudança no perfil de alguns personagens. Tudo que bem que todos eles enfrentaram as consequências do que fizeram, mas alguns casos não deram certo. Courtney e Ryan, por exemplo, aparecem brevemente apenas para cumprir espaço. Cada um ganha um episódio, mas depois praticamente somem. Depois de tudo o que fizeram com Hannah na primeira temporada, viram os mocinhos inocentes dignos de pena. Zach conta que manteve um namoro com Hannah – algo que deveria ter sido exposto na primeira temporada pela personagem, já que foi um dos pontos que a magoou. E, particularmente, eu não gosto do desempenho de Dylan Minnette como Clay. Mais uma vez ele traz uma interpretação quase robótica, sem emoção.

Quem se destaca é Miles Heizer – Alex Standall; que sobreviveu à própria tentativa de suicídio, mas ficou com sequelas que vão desde perda de memória até problemas para andar; Justin Prentice – o estuprador Bryce Walker, ídolo dos times de beisebol e futebol da escola e que passa normalmente pelo julgamento como se nada tivesse acontecido; Alisha Boe – Jéssica Davis, que sofreu abuso sexual e a atriz consegue passar toda a emoção necessária; Brandon Flynn –  Justin Foley que após tudo o que aconteceu foi morar nas ruas e se tornou dependente de heroína; além da veterana Kate Walsh que vive a mãe de Hannah. Mas o grande destaque mesmo é o ator Devin Druid, que interpreta Tyler. O personagem é o que teve o melhor desenvolvimento e chances de crescimento na série. Tanto que uma cena no último episódio chocou a todos e será fundamental para a continuação, caso haja sequência.

O que aconteceu com Hannah, Jessica, Alex, Tyler e os outros, acontece diariamente com jovens ao redor do mundo. É fundamental que tenhamos tais temáticas abordadas no mundo do entretenimento, dessa forma a Netflix acertou em investir em 13 Reasons Why. O que faltou mesmo foi um bom roteiro, sem furos e mais dinâmico.

Na minha opinião acho que deveria ter uma terceira temporada. E vocês, o que acham? Aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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