Tag: netflix

#Série | Elite – 4ª Temporada

Oi gente!
No fim de semana maratonei a nova temporada de Elite, lançada pela Netflix. A expectativa era grande após todas as notícias e o trailer, porém o tombo foi maior ainda!

Samuel (Itzan Escamilla), Guzmán (Miguel Bernadeau), Rebeka (Cláudia Salas) e Ander (Arón Piper) estão de volta ao Las Encinas, já que repetiram o último ano. Agora Omar (Omar Ayuso) também se junta ao grupo no colégio mais importante da Espanha. Mas eles terão novas companhias neste ano – o trio de irmãos Ari (Carla Díaz), Mencía (Martina Cariddi) e Patrick (Manu Ríos) são os novos alunos e filhos do novo diretor “linha dura” Benjamín (Diego Martín). Quem também está de volta é Cayetana (Georgina Amarós), que após enganar a todos, se tornou a faxineira da escola. Ela viverá uma história “Príncipe e Plebeia” com outro aluno novo – o príncipe Phillipe (Pol Granch), que também esconde um outro lado nada bacana. Com a chegada destes novos personagens, surge um novo mistério depois que Ari é encontrada perto da morte. Quem será que tentou matar a patricinha?

Os episódios estavam indo bem até o quarto, depois disso foi só ladeira abaixo. Os novos personagens foram bem apresentados e até criaram uma tensão interessante para o arco narrativo, porém o desenvolvimento dos personagens foi péssimo. Não sei nem por onde começar haha mas vamos lá!

Eu não curti a relação de Samu e Guzmán, precisou de três temporadas para eles finalmente se tornarem amigos e do nada resolvem coloca-los em uma disputa nada interessante pelo amor de Ari. Outra coisa que não entendi foi essa menina – no começo colocaram ela como boazinha e do nada ela vira uma cópia da Lucrécia (fashionista, patricinha e preconceituosa). Fica difícil torcer por uma protagonista que é tão insuportável de chata.

Também não curti a relação de Ander e Omar. Toda temporada é a mesma coisa! Eles começam de boa e algo acontece para separa-los e, no final, volta a ficar tudo bem. Isso pra mim já cansou! A relação do trisal com Patrick tinha tudo para dar certo, mas nada acrescentou, só serviu para as cenas hot. Achei que iriam trabalhar algo a mais com o Patrick – talvez explorar a relação dele com os pais e o acidente que ele sofreu ou até uma mudança em sua personalidade ao ver o amor entre Ander e Omar, mas nada disso foi abordado. O personagem é vazio e nada contribui ao arco narrativo que orbita.

Quem salvou a temporada foi Rebe, Mencía e Cayetana. Primeiro, Rebe e Mencía foi um casal que super funcionou, as atrizes estavam ótimas. Gostei das histórias paralelas envolvendo as duas (não vou comentar muito para não dar spoilers). E segundo, quem diria que iríamos gostar da Cayetana! Ela causou o maior ranço na temporada anterior e agora veio para se redimir. A relação abusiva com o príncipe Phillip foi outro ponto forte da temporada.

Em resumo, Elite é uma série que não tem tido uma evolução narrativa em suas últimas temporadas, mesmo com a inclusão de outros personagens e assuntos diferentes para serem abordados, geralmente focados em diversas temáticas sexuais. O mistério em torno de Ari foi morno e desnecessário, serviu apenas para tentar segurar o interesse. Pelo que tinha visto no trailer divulgado anteriormente, havia grande potencial para ser uma ótima temporada, mas o roteiro não colaborou.

Aos fãs da série, a Netflix já confirmou a produção da 5ª temporada. Tudo indica que parte do elenco original de Elite deve retornar nos novos episódios, inclusive os novos personagens desta 4ª temporada. A atriz Carla Díaz postou recentemente alguns detalhes nos stories. Outra novidade será a inclusão de mais dois atores: a argentina Valentina Zenere e o brasileiro André Lamoglia, conhecido por seu papel na série Juacas, do Disney Channel. A trama da 5ª temporada de Elite tem tudo para continuar os eventos que aconteceram no episódio final do quarto ano.

Eaí, vocês assistiram os novos episódios? O que acharam? Me contem nos comentários!

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#Filme | A Semana da Minha Vida

Oi gente!
Tem fim de semana que pede um filme clichê né?! Aproveitei o último fds para assistir “A Semana da Minha Vida”, filme musical teen da Netflix, que tem uma vibe “Camp Rock”.

A trama acompanha o jovem rebelde Will (Kevin Quinn) que, após uma confusão com a polícia, tem apenas duas opções: ir para o centro de detenção juvenil ou participar de um acampamento cristão. Optando pela segunda chance, ele vai para o local de férias, relutantemente, mas começa a ganhar interesse quando conhece Avery (Bailee Madison) — filha do líder do lugar. No acampamento, os jovens são divididos em três grupos para participarem de dinâmicas, jogos, brincadeiras e apresentação musical. A partir daí conhecemos os coadjuvantes, como os melhores amigos dos protagonistas: George (Jahbril Cook) e Presley (Kat Conner Sterling), que se gostam, porém não possuem coragem para se declararem, e também o vilãozinho Sean (Iain Tucker).

A história é bem batida, aquele clichezão mesmo! O roteiro é um pouco falho, mas gostei bastante das músicas, apesar do excesso. Boa parte da trilha é composta por canções famosas cristãs. O objetivo do filme é apresentá-las para uma nova geração, ganhando uma roupagem mais pop. Porém, principalmente no início, achei que foram muitas músicas – havia uma fala, uma música; outra fala, outra música. Saturou um pouco. Assim assim, os números eram ótimos, alguns até grandiosos. Não podíamos esperar menos do diretor Roman White, que já comandou videoclipes de Taylor Swift, Carrie Underwood, Shakira e Justin Bieber.

O elenco tem força em seus protagonistas. Bailee Madison não é cantora e isso fica bem nítido, porém quando está junto com Kevin Quinn, tudo melhora (Preciso comentar também que ele é a cara do Zac Efron em HSM). As histórias paralelas são fracas – Sean era para ser um vilão, mas não fica muito claro suas motivações – não entendi se ele gosta da Avery ou se quer apenas ser o centro das atenções.

Enfim, “A Semana da Minha Vida” passa uma mensagem sobre o poder do amor e da fé. A trilha sonora é o grande destaque, mas não espere nada além de mais um musical teen.

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#Filme | Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre

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Demorei um pouquinho para conseguir assistir “Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre” porque confesso que não queria que acabasse. O terceiro filme da franquia chegou a Netflix para encerrar a história de Lara Jean e Peter Kavinsky.

O longa começa com a família Covey passando férias na Coreia do Sul. Acompanhada do pai (John Corbett) e das irmãs Kitty (Anna Cathcart) e Margot (Janel Parrish), a jovem Lara Jean (Lana Condor) explora um pouco da cultura local e da história de amor entre seus pais num fuso-horário totalmente diferente do que está o namorado enquanto espera ansiosamente por um retorno de sua inscrição para Stanford. O espectador já começa o filme sabendo que o plano de LJ e Peter Kavinsky (Noah Centineo) é, como todo casal apaixonado, passar os próximos quatro anos da faculdade juntos após o atleta ter ganho uma bolsa de lacrosse na universidade da Califórnia.

O drama exagerado e o romance água com açúcar seguem muito bem encaixados na franquia como um elemento cômico, afinal, qualquer decisão se transforma em algo muito grandioso na cabeça de Lara Jean. Com quase duas horas de duração, o filme dá tempo para todas as narrativas serem desenvolvidas sem pressa e de uma forma que o público consiga acompanhar tudo o que acontece. Foi interessante acompanhar as histórias paralelas do pai de Lara Jean e sua nova esposa; ou até mesmo a relação de Peter com o pai. Além disso, obviamente, o grande destaque é química entre Lana Condor e Noah Centineo.

Foi interessante ver o amadurecimento de Para Todos os Garotos. A história se tornou mais completa a cada filme (com exceção do segundo que foi fraquinho). Mas de uma forma geral eu gostei muito, era uma franquia que poderia ter continuação. É aquele clichê bem feito!

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#Filme | Malcolm & Marie

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A temporada de premiações do cinema está começando e agora surgem ótimos filmes! Hoje vou falar sobre “Malcolm & Marie”, escrito e dirigido por Sam Levinson, o criador de Euphoria. Ambientado em apenas uma noite, o filme acompanha as conversas e tensões crescentes de um casal formado por um cineasta em ascensão (John David Washington) e sua namorada atriz (Zendaya).

O drama retrata um casal em crise e se passa em apenas um ambiente, falando sobre traumas, erros e falta de comunicação. É um filme com o típico olhar intimista de , que já vimos em Euphoria, inclusive, repetindo a parceria com a talentosa Zendaya. O que mais impressiona, porém, é o fato de que tudo foi filmado durante a pandemia de Covid-19, com os atores e a produção em isolamento.

É um filme que lembra muito o cinema clássico – cenas em preto e branco, enquadramento, cenário único, utilização de planos sequências, além de um diálogo intenso, rebuscado e forte. Em vários momentos há referência ao cinema, fazendo um balanço interessante sobre a crítica, além de uma homenagem ao meio cinematográfico, ao citar grandes diretores e seus trabalhos.

Malcolm e Marie são personagens complexos e que se complementam. Os elogios vão para Zendaya que faz uma interpretação digna de indicações. A cena da banheira é maravilhosa e sua entrega faz toda diferença. A jovem atriz soube lidar com as nuances da personagem. Outro ponto forte é a trilha sonora, casando com os principais momentos do filme e dando o tom do que viria em cena.

O longa se propõe a analisar o egocentrismo em detrimento da relação amorosa, retratando o íntimo e a complexidade de um relacionamento. Infelizmente, acho que não terá força no Oscar, mas é uma ótima opção para assistir na Netflix.

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#Série | Bridgerton

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Produções de época sempre costumam me agradar e se você também curte, já é motivo suficiente para assistir a primeira temporada de “Bridgerton”, nova série da Netflix, baseada na saga de romances da aclamada autora Julia Quinn, produzida por Shonda Rymes e dirigida por Chris Van Dusen.

Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor) está dando seus primeiros passos para conseguir um bom casamento. Prestes a atingir a maioridade, Daphne encanta a Rainha Charlotte (Golda Rosheuvel) na nova temporada de cortejo da cidade e se torna a “joia rara” do ano, ganhando atenção de inúmeros pretendentes que prometem desposá-la e torná-la uma dama da sociedade. Entretanto, seu irmão Anthony (Jonathan Bailey), assumindo o papel de homem da casa após o falecimento do pai, transforma algo simples em um árduo trabalho, espantando maridos em potencial e deixando-a à deriva por não acreditar que exista algum homem bom para a irmãzinha. Entre os irmãos, Benedict (Luke Thompson) sonha em ser artista; Colin (Luke Newton) é mais aventureiro ao mesmo tempo que se envolve em um romance complicado com Marina (Ruby Barker); Eloise (Claudia Jessie) não possui nenhum interesse em casamentos; Francesca (Ruby Stokes) quase não aparece na temporada, além dos pequenos Gregory (Will Tilston) e Hyacinth (Florence Hunt).

Tudo mudará com a chegada de Simon Basset, o Duque de Hastings (Regé-Jean Page). Ele e Daphne possuem personalidades conflitantes, porém uma chama se acende ao fazerem um pacto – o duque demonstrará interesse em Daphne para que a jovem possa ser vista como desejável e, assim, receber boas propostas de casamento, ao mesmo tempo, que as mães e outras pretendentes deixem de importuná-lo, uma vez que ele não tem pretensão de casar. Em meio aos bailes e eventos luxuosos, somos apresentados a outros personagens, como a família Featherington. Além disso, a corte ainda conta com uma pessoa misteriosa – Lady Whistledown (com voz da icônica Julie Andrews) – que publica um periódico comentando sobre tudo e todos.

“Bridgerton” é baseada em franquia de livros extremamente popular. A 1ª temporada cobre os acontecimentos do primeiro livro, “O Duque e Eu” – para quem não sabe, são 9 livros, cada um contando a história de um dos irmãos da família. Em meio a um figurino deslumbrante e cenários de fazer os olhos brilharem, Bridgerton conquista com uma história de amor, além de mostrar o mundo competitivo da alta sociedade patriarcal no século XIX.

Ótimos personagens desfilam ao longo dos oito episódios. Penelope Featherington (Nicola Coughlan) é uma delas – a atriz dá um show de carisma. O amor proibido de Anthony e uma cantora/meretriz também traz um contraponto bacana à história. Mas claro, o grande destaque é a ótima química entre Phoebe Dynevor e Regé-Jean Page – Daphne e Simon são ótimos em cena. Ao final da temporada, a sensação foi de prazer ao concluir a maratona. E já adianto aos fãs dos livros, que há diferenças na série, incluindo a revelação de quem é a misteriosa Lady Whistledown já nesta primeira temporada. E também já adianto aos leitores que finalmente vou iniciar a leitura da saga! Em breve teremos resenhas dos livros por aqui!

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Filme | Quase uma Rockstar

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Já faz um tempinho que assisti “Quase uma Rockstar”, novo drama adolescente da Netflix, e hoje vou falar um pouquinho sobre o que achei do filme! A produção é baseada no livro homônimo, escrito por Matthew Quick, mesmo autor de “O Lado Bom da Vida” e lançado no Brasil pela Editora Intrínseca.

Preciso dizer que ainda não li o livro, portanto falarei mais do filme. Inclusive por não saber muito da história, esperava mais uma produção teen, porém trata-se de um drama mais adulto, mas sem tirar a essência adolescente, que com certeza vai te conquistar.

A trama gira em torno de Amber Appleton (Auli’i Cravalho), uma jovem musicista que é boa aluna, cuida de velhinhos em uma casa de repouso, dá aula de inglês para imigrantes coreanas, trabalha em uma loja de donuts, organiza os eventos sociais da escola e ajuda no café da manhã do melhor amigo “especial”. Ela também perdeu o pai, é filha de uma mãe alcoólatra Becky (Justina Machado) que tem um namorado violento e guarda dinheiro para alugar um apartamento, já que ela dorme todas as noites em um ônibus escolar. Seu grande sonho é entrar na prestigiada escola de música Carnegie Mellon.

O roteiro do trio Marc Basch, Matthew Quick e Brett Haley (Por Lugares Incríveis) consegue nos transportar logo de cara para a vida corrida da nossa protagonista, onde ela parece encarar tudo com um otimismo incrível e um excelente bom humor mesmo que há diversos motivos para isso não acontecer. Embora Amber faça tanto por todos e por sua comunidade, a verdade é que sua vida pessoal está desmoronando e ela não consegue ver perspectiva de como conseguir dar a volta por cima.

E com certeza o grande destaque do filme é a atriz Auli’i Cravalho, que fez sucesso mundial ao dublar e cantar a voz de Moana, no sucesso da Disney. A jovem está super segura e entrega uma performance comovente. A personagem sofre bastante, como uma mocinha de novela mexicana, mas Auli’i Cravalho não decepciona e entrega nos momentos tristes, e de felicidade, uma atuação impressionante. A poderosa voz de Cravalho na música “Feels Like Home”, é uma das cenas mais bonitas do filme. “Quase uma Rockstar” é quase como se fosse um conto da Cinderella moderno.

Os personagens coadjuvantes, apesar de pouco aproveitados, possuem importância ao arco narrativo da história, com destaque para Justina Machado (de “One Day at a Time” e “Jane the Virgin”) e Carol Burnett (“The Carol Burnett Show)”, que faz a senhora rabugenta residente no asilo onde Amber trabalha como voluntária. Além delas, não temo como não se apaixonar pelo cachorrinho Bobby Big Boy. Também acho que o núcleo dos amigos poderia ter sido melhor aproveitado, principalmente no interesse amoroso da protagonista.

No final, “Quase Uma Rockstar” traz uma importante mensagem de gratidão. É um filme tocante e inspirador, que mostra que o verdadeiro rockstar é aquele que diariamente se esforça em fazer do mundo um lugar melhor.

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#Série | Julie and the Phantoms

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Precisei apenas de um sábado para maratonar “Julie and the Phantoms”, nova série musical da Netflix, dirigida e produzida por Kenny Ortega (de High School Musical) e baseada na série brasileira “Julie e os Fantasmas”. Se você está procurando uma série teen, super good vibes, já achou! O seriado é o entretenimento perfeito que fará você se desconectar e relaxar. Lembrando, que terá alguns spoilers!

Em 9 episódios, a série inicia contando a história da banda Sunset Curves, formada por Luke (Charlie Gillespie), Reggie (Jeremy Shada), Alex (Owen Patrick Joyner) e Bobby, que sonham em se apresentar no Orpheu, uma grande casa de shows em Hollywood, mas os amigos (com exceção de Bobby) acabam comendo um cachorro-quente e morrem intoxicados.

Também somos apresentados à Julie (Madison Reyes), uma adolescente apaixonada por música que acaba perdendo a conexão e a vontade de cantar após o falecimento de sua mãe, sua grande inspiração. Porém, o encontro com os três fantasmas Luke, Reggie e Alex , “desaparecidos” por 25 anos, fará com que a jovem encontre novamente seu paixão por música e mostre o seu talento para o mundo. Enquanto Julie está descobrindo o seu verdadeiro talento, os fantasma fazem uma busca para entender o motivo de estarem na Terra.

Com temas importantes como amizade, luto, sexualidade e autoaceitação, a série me ganhou já no primeiro episódio. Os atores são o grande destaque da produção. Charlie Gillespie, Jeremy Shada e Owen Patrick Joyner – o trio de fantasmas – mandam super bem, principalmente quando estão com Madison Reyes. A atriz estreante é perfeita e cantam muitoo! Ela se entrega para o papel e isso fica visível em sua performance. Aliás, para mim, a trilha sonora é tudo de bom! Eu simplesmente amei todas as músicas e já estou ouvindo a playlist repetidamente no Spotify (ainda não consegui decidir a minha favorita). E os números musicais tem toda a cara do Kenny Ortega, com certeza você, se assistiu, vai lembrar muito de HSM.

Paralelamente também temos outras histórias acontecendo como Flynn (Jadah Marie) – a melhor amiga da protagonista; Carrie (Savannah May) – a vilã patricinha, uma espécie de Sharpay; o grande vilão Caleb (Cheyenne Jackson) – um fantasma poderoso capaz de fazê-los aparecer aos humanos, mas com a condição de serem sempre dele; Trevor Wilson (Steve Bacic), que era o Bobby e adotou um novo nome após roubar as músicas da banda; além de um aprofundamento nas histórias dos fantasmas Luke e Alex – o primeiro se afastou dos pais para viver da música e morreu sem ter pedido perdão. Já o segundo é assumidamente gay e vive um lance com outro fantasma Willie (Booboo Stewart).

Alguns personagens poderiam ter tido um arco narrativo melhor desenvolvido. Carrie e o pai Trevor Wilson, por exemplo. Também espero uma história maior de Alex e Willie, caso a série seja renovada para uma 2ª temporada (Netflix nunca te pedi nada… na verdade pedi sim, mas enfim, já quero continuação com certeza).

Com uma história carismática, leve e muita música viciante, “Julie and the Phantoms” é totalmente despretensiosa e possui bastante potencial para uma sequência. É a série perfeita para assistir em um fim de semana!

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#Filmes | A Barraca do Beijo 2

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Quem aí já viu “A Barraca do Beijo 2”? A sequência lançada pela Netflix já era esperada já que o primeiro filme lançado em 2018 se tornou um dos mais vistos da plataforma de streaming. Baseado no livro da autora Beth Reekles, a história tem todos os requisitos para atrair o público adolescente: amadurecimento, decisões e as problemáticas de um relacionamento amoroso. Tudo isso acrescentado com uma boa dose de comédia e um elenco carismático.

Elle (Joey King) e Lee (Joel Courtney) felizmente se acertaram e sua amizade continua unida a tempo do último ano do ensino médio. No entanto, a namorada de Lee, Rachel (Meganne Young), se cansa da presença constante de Elle entre o casal. Mas há um motivo para que Elle esteja tão próxima. Ela está a quilômetros de distância do namorado Noah (Jacob Elordi), agora um estudante em Harvard.

Enquanto no primeiro filme é Elle que faz Lee escolher entre aceitar seu relacionamento com seu irmão, Noah, ou rejeitá-la e encerrar sua amizade, agora é Elle quem tem que escolher entre acompanhar Lee para estudar na universidade de Berkeley ou encontrar uma universidade em Boston para que ela possa ficar perto de Noah. Porém, ela começa a desconfiar que Noah está mantendo um caso com sua colega Chloe (Maisie Richardson-Sellers). Como o moço possui um histórico de mulherengo, Elle fica confusa sobre seus sentimentos. Tudo fica ainda mais confuso com a chegada de um novo aluno, o músico e dançarino Marco (Taylor Zakhar Perez).

O ponto forte da franquia é com certeza o elenco! Joey King e Joel Courtney possuem uma amizade com muita química. Jacob Elordi também está mais maduro. Os atores novos também mandam bem, tanto Maisie Richardson-Sellers quanto Taylor Zakhar Perez, inclusive o ator cumpre seu papel de balançar o relacionamento entre Elle e Noah. E o bacana é que a relação entre Joey e Jacob continua boa, visto que os dois são ex-namorados – o lado profissional sobressaiu.

Mas ainda assim, A Barraca do Beijo 2 continua um filme clichê, mas um clichê bacana para perder umas horinhas. A comédia romântica proporciona bons momentos, cenas engraçadas, porém traz um início arrastado. E a Netflix já anunciou o terceiro filme, previsto para 2021.

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#Séries | Vis a Vis El Oásis

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Quem aí já estava com saudades de “Vis a Vis”? O spin-off da série – “Vis a Vis El Oásis”, já foi exibido na Espanha pela FOX e chega na Netflix no dia 31 de julho. Eu já conferi os 08 episódios e vou trazer a minha opinião, sem dar SPOILERS, podem ficar tranquilos!

Após o final maravilhoso da 4ª temporada de Vis a Vis, os produtores resolveram voltar com a história, desenvolvendo a relação de Macarena (Maggie Civantos) e Zulema (Najwa Nimri), pós prisão. A série se aprofunda nas duas personagens, mostrando como elas fazem para sobreviver neste mundo caótico. Por anos elas roubaram joalherias, cassinos e bancos. Perto da hora de se separarem, após uma decisão mútua, elas armam um grande assalto – roubar uma tiara de diamantes de Kati (Alma Itzel), filha de Ramala (David Ostrosky), um importante traficante mexicano. Como é algo trabalhoso, uma ajuda extra será bem vinda – Goya (Itziar Castro), Triana Azcoitia (Claudia Riera), La Flaca (Isabel Naveira) e Monica Ramala (Lisi Linder) – enteada do traficante – formam a equipe.

Sem dúvidas, a chegada na plataforma era aguardada pelos fãs. Isso porque, agora, as protagonistas da atração terão seus verdadeiros finais. Além disso, a atração virou um fenômeno na Netflix, pegando carona na popularidade de outra série espanhola, La Casa de Papel.

E uma coisa não podemos negar – Maggie Civantos e Najwa Nimri possuem muita química juntas, mesmos com brigas e rachas das atrizes. Recentemente, elas pararam de se seguir no instagram e, tudo indica, que divergências no rumo de suas personagens podem ter sido a causa. Independente disso, ambas carregam “El Oásis” nas costas. E acho que agora realmente veremos o final dessa história.

O desenvolvimento é interessante. A fotografia é linda. E a rivalidade de Maca e Zule é sem dúvidas o ponto forte, como sempre foi. Goya também está de volta e nos faz lembrar bons momentos das temporadas anteriores. Monica Ramala também é uma personagem interessante e poderia ter sido melhor trabalhada – uma cena em particular irá surpreender a todos.

E vocês devem estar se perguntando se teremos a volta de outros personagens da série. Sim, teremos! Ramiro Blas, que interpretava Carlos Sandoval, participa em alguns episódios, inclusive veremos partes de seu passado. Já Alba Flores, nossa Saray e eterna Nairóbi (ainda não superei até hoje), aparece no episódio final para uma participação especial – podem esperar uma belíssima cena!

Sobre o final – fiquem tranquilos, eu prometi que não daria spoilers – eu gostei, maaas teve algo que não curti tanto, esperava mais. Como um todo, é uma série que terá um gostinho especial para os fãs, ao trazer uma conclusão para a história.

Quem aí era fã de Vis a Vis? Estão ansiosos para a estreia de “El Oásis”?

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#Séries | Dark (3ª Temporada)

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E uma das minhas séries preferidas encerrou seu ciclo! (e muito bem encerrado, por sinal) Dark, série alemã original da Netflix, chegou ao final em sua 3ª temporada, lançada dia 27 de junho (curiosamente, o Dia do Apocalipse na trama).

Para aqueles que ainda não conhecem – e estão perdendo tempo – a trama, que mistura suspense e ficção científica, se passa em Widen, uma pequena cidade tomada por mentiras e segredos que entra em ebulição após o inexplicável desaparecimento de um garoto que resulta em uma complexa teia de viagens no tempo. A terceira e última temporada possui apenas 8 episódios, com duração de 1 hora, e é focada na dualidade – luz e sombra, passado e futuro, o certo e o errado. E fiquem preparados para toda confusão com árvore genealógica porque sua cabeça vai bugar com certeza, afinal de contas se isso não acontecesse, não seria Dark, né!?

A temporada final começa logo na sequência do encerramento da segunda – minutos antes do apocalipse, Jonas (Louis Hofmann) assiste Adam (Dietrich Hollinderbäumer), sua versão mais velha, assassinar sua amada Martha (Lisa Vicari). Desesperado, o garoto é salvo por uma outra Martha, vinda não de uma linha temporal alternativa, mas de um universo paralelo. Levado a esse outro mundo, ele agora precisa correr contra o tempo para impedir que a catástrofe aconteça nas duas Terras.  A partir daqui terá alguns SPOILERS, se você ainda não viu, pule para o parágrafo final.

Logo no primeiro episódio vemos que o novo mundo não é diferente daquele que já conhecemos. As famílias são as mesmas, porém com algumas diferenças, já que Jonas não existe nessa realidade. Katharina (Jördis Triebel) e Ulrich (Oliver Masucci) estão separados, já que ele casou-se com Hannah (Maja Schöne), porque neste mundo Mikkel (Daan Lennard Liebrenz) não viajou no tempo. E outra coisa importante, aqui na “Terra 2”, não temos o Adam, obviamente, mas sim, a Eva, confirmando uma das principais teorias que os fãs tinham sobre a dualidade entre ‘Adão e Eva’. E a partir daí vemos o jogo criado por esses dois personagens – Adam quer descobrir a origem de tudo para que os dois mundo acabem, consequentemente resultando na morte de todos; e Eva faz de tudo para que o ciclo temporal não se quebre. E temos a chegada de um personagem novo (em três versões) que vai agitar a história também.

E para você que estava esperando por respostas, Dark (após bagunçar um pouco nossas cabeças) entrega resolução para (quase) todas as pendências. E QUE FINAL! Simplesmente sensacional! Com toda certeza entrou no meu top de melhores finais de séries. Não senti falta de algumas explicações – o que mostrou (para mim) foi suficiente para compreender tudo. Somente uma coisinha me deixou pensativo no episódio final – não sei se foi erro de roteiro, mas prefiro acreditar que não.

Com uma produção caprichada, Dark amplia sua complexidade narrativa, e traz ótimas interpretações. Lisa Vicari (Martha) é o grande nome dessa temporada – sua personagem vinha tendo pouca evolução nas duas temporadas anteriores, porém nesta última a atriz teve o desafio de, assim como Louis Hofmann (Jonas), interpretar mais de uma versão de sua personagem. Lisa Kreuzer (Claudia Tiedemann) também possui grande importância para o desenvolvimento da trama.

Uma das melhores produções dos últimos tempos, Dark é o exemplo de série bem planejada. Desde o início, a roteirista Jantje Friese e o diretor Baran Bo Odar sempre trabalharam com a possibilidade de três temporadas, dessa forma, a história foi escrita e pensada para que não houvessem furos. Hoje já é comum séries que obtém sucesso e audiência ganharem novas temporadas, com suas histórias sendo esticadas, sem ter mais o que contar. Esse, graças a Deus, não é o caso de Dark. Os últimos episódios entregaram uma conclusão que honra a maturidade com que a série discutiu seus temas. Após anos de dúvidas , a jornada se fecha de forma bela.

Quem aí já maratonou a terceira e última temporada de Dark? O que acharam? Gostaram do final? Estou pensando em fazer outro post comentando as teorias dos fãs, o que se concretizou e, talvez, entrar mais a fundo nos desfechos. O que vocês acham? Comentem!! 

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