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#Livro | Um de Nós Está Mentindo

Autor: Karen M. McManus
Editora: Galera Record
Páginas: 384
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva | Fnac
Foto: Facebook Galera Record / @pitacosliterarios

Oi gente!
Hoje vou trazer uma dica de leitura super bacana – Um de Nós está Mentindo, livro de estreia da autora Karen M. McManus, publicado pela Galera Record.

Numa tarde de segunda-feira, cinco estudantes do colégio Bayview entram na sala de detenção: Bronwyn – a gênia, comprometida a estudar em Yale, nunca quebra as regras. Addy – a patricinha, a perfeita definição da princesa do baile de primavera. Nate – o criminoso, já em liberdade condicional por tráfico de drogas. Cooper – o atleta, astro do time de beisebol. E Simon – o criador do mais famoso site de fofocas da escola. Antes do fim da detenção, Simon morre. E, de acordo com os investigadores, a sua morte não foi acidental.

Com as investigações policiais, descobre-se que Simon planejava postar fofocas bem quentes sobre todos os companheiros de detenção. O que faz os quatro serem suspeitos do seu assassinato.

A história é bem clichê, com personagens típicos do high school americano – a CDF, o atleta, o delinquente e a popular – mas é aquele clichê super bem feito. E vou confessar para vocês, eu adoro um clichê bem feito! A minha leitura fluiu muito, li esse livro super rápido. E o mais legal é a construção dos personagens.

O livro é dividido em três partes, e cada capítulo é narrado por um dos suspeitos – Bronwyn, Nate, Addy e Cooper. No início fiquei um pouco perdido, sem saber quem era quem, porque a narrativa transcorre do ponto principal, mas depois você consegue se situar. E aí, a história vai aos poucos trazendo particularidades de cada um, o leitor vai descobrindo o que eles fizeram de errado, podendo traçar um perfil psicológico deles, além de perceber como que esse crime afetou diretamente a vida escolar e particular.

Sobre a solução do crime, eu achei OK. Em um determinado ponto do livro, o leitor já vai imaginando o que irá acontecer, então não tem uma surpresa com relação à revelação, mas é um final coerente e os capítulos foram bem escritos e desenvolvidos.

A edição da Galera Record é boa. Eu curti muito a capa, achei super bonitinha. Outro ponto positivo é que a cada capítulo aparece o dia e horário que aquilo está acontecendo, assim podemos acompanhar de perto o desenrolar e ter uma noção do tempo da narrativa.

Eu super recomendo “Um de Nós está Mentindo”! Era um livro que eu não apostava muito, principalmente pela premissa que poderia ser super clichê como falei, mas eu simplesmente amei!

Eaí, alguém já leu? O que acharam? Aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Livros | Com Amor, Simon

Autora: Becky Albertalli
Editora: Intrínseca
Páginas: 272
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva | Fnac
Foto: Facebook Editora Intrínseca

Oi gente!
Bora conferir mais uma dica literária – hoje vou falar de “Com Amor, Simon”, que virou filme e que antes era “Simon vs. A Agenda Homo Sapiens”. É o livro de estreia da americana Becky Albertalli, que também já lançou “Os 27 crushes de Molly”.

Com nova capa e novo título publicado pela Editora Intrínseca, o livro traz a história de Simon, um garoto de dezesseis anos, que é gay, mas ninguém sabe. Sair ou não do armário é um drama que ele prefere deixar para depois. Simon não vê problemas em sua orientação sexual, mas rejeita a ideia de ter que ficar dando explicação para as pessoas – afinal, por que só os gays têm que se apresentar ao mundo? Ele só não contava que Martin, o bobão da escola, iria chantageá-lo ao descobrir sua troca de e-mails com Blue, pseudônimo de um garoto misterioso que a cada dia faz o coração de Simon bater mais forte.

“Com Amor, Simon” encabeça todas as listas de melhores livros de 2015, tendo sido indicado a diversos prêmios, como o National Book Award For Young People’s Literature, o Best Fiction for Young Adults Award, da Young Adult Library Services, e o Goodreads Choice Awards.

A história se torna interessante por mostrar vários caminhos – a sexualidade de Simon, a chantagem de Martin, o mistério sobre quem é Blue, a relação de Simon com sua família e o grande ponto chave – a forma como Simon precisa encarar seu verdadeiro eu e tomar suas próprias decisões.

A leitura fluiu bastante. O livro é leve e divertido, com uma história que cativa. Os personagens são bem construídos e a evolução deles se torna interessante – é legal conferir a amizade de Abby e Simon, a incrível confiança de Nick, a impetuosa Leah, além da compreensão dos pais e irmãs de Simon. “Com Amor, Simon” é um livro bem adolescente, aquela história “água com açúcar” bem escrita, que nos diverte e emociona ao longo das páginas.

No final, o mistério sobre quem seria Blue, o garoto com quem Simon troca e-mails, acaba não sendo tão mistério assim, já que a partir de um momento o final se torna previsível. Como já disse, a história é bem leve e curta, tratando os temas sem deixá-los polêmicos. Perfeito para quem quer um descanso mental, pois o livro é bem curto e rápido.

Agora vou falar um pouquinho sobre o filme (que eu esperei ler o livro primeiro, para depois assistir). E também curti bastante. Houve várias mudanças com relação ao livro, mas foram mudanças necessárias – o filme tem um pouco mais de história, algumas cenas foram aumentadas para dar um pouco mais de agilidade. O roteiro e a edição estão bacanas. A trilha sonora é ótima, bem leve e dá todo um toque especial ao contexto. Já o elenco é outro acerto – Nick Robinson está perfeito no papel principal; Katherine Langford tem mais destaque que sua personagem (Leah) não tem no livro (gente, curto muito o trabalho dessa atriz). Alexandra Shipp (Abby) e Keiynan Lonsdale (Bram – quem lembra dele em The Flash?!) também foram apostas positivas. Já os atores que interpretam os pais do Simon – Jennifer Garner e Josh Duhamel – são um destaque a parte – mandaram bem! Estava com saudades da Jennifer Garner em um filme mais despretensioso (inclusive tem uma cena entre ela e Nick super emocionante).

Enfim, vale a pena conferir o livro e filme! #FicaDica E aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Livros | Mindhunter

Autor: Mark Olshaker e John Douglas
Editora: Intrínseca
Páginas: 384
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva | Fnac

Oi gente!
Hoje é dia de dica literária aqui no blog! Acabei a leitura de “Mindhunter – O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano”, escrito pelo produtor Mark Olshaker e John Douglas, fundador e chefe da Unidade de Apoio Investigativo do FBI. Confesso, que este livro estava há tempos na minha lista “PARA LER” e ainda não tinha conferido. Inclusive quis ler o livro antes de ver a série, produzida pela Netflix.

Em detalhes assustadores, Mindhunter mostra os bastidores de alguns dos casos mais terríveis, fascinantes e desafiadores do FBI. Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão serial killer, assassino em série, nem existia, Douglas foi um oficial exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo. Como Jack Crawford em “O Silêncio dos Inocentes” (inclusive o personagem foi inspirado em John Douglas, de acordo com a narrativa do livro), ele confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers e assassinos, incluindo alguns famosos como Charles Manson, Ted Bundy e Ed Gein.

Com uma habilidade fantástica de se colocar no lugar tanto da vítima quando no do criminoso, Douglas analisa cada cena de crime, revivendo as ações de um e de outro, definindo seus perfis, descrevendo seus hábitos e, sobretudo, prevendo seus próximos passos.

Com a força de um thriller, ainda que terrivelmente verdadeiro, Mindhunter: o primeiro caçador de serial killers americano é um fascinante relato da vida de um agente especial do FBI e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. A história de Douglas serviu de inspiração para a série homônima da Netflix, que conta com a direção de David Fincher (Garota Exemplar e Clube da Luta) e Jonathan Groff, Holt McCallany e Anna Torv.

Mindhunter é um livro mega interessante – pensar que uma pessoa tinha habilidade para identificar um serial killer, descrevendo suas características físicas e psicológicas, apenas tendo algumas informações da cena do crime. Douglas conta histórias dos mais loucos crimes que resolveu durante toda a sua vida no FBI, alguns até ficamos nos perguntando por que fizeram tal barbárie, como o caso de Wayne Williams, o assassino de crianças em Atlanta. O legal é que John consegue fazer com que o leitor passe a enxergar o lado do assassino, mas não como forma de inocentá-lo, e isso ele deixa bem claro em todos os momentos do livro. A ideia central não é mostrar o que foi feito, e sim o porquê de os assassinatos terem sido executados daquelas maneiras.

Publicado pela Editora Intrínseca, o livro tem uma ótima edição. Os capítulos são bem divididos, o desenvolvimento dos crimes é bem descrito, porém a narrativa é um pouco cansativa, principalmente no final do livro – chegou uma hora que eu não aguentava mais ler, tanto que eu parei alguns dias e voltei depois. A estrutura do livro é bem diferente porque o autor divide os casos por temas e não segue uma cronologia. Há muitas idas e vindas no tempo, o que exige uma maior atenção do leitor. Ainda assim, o filme é instigante e fascinante. Fica a dia para aqueles que gostam do gênero investigativo.

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#Livros | Leonardo da Vinci

Com base em milhares de páginas dos impressionantes cadernos que Leonardo manteve ao longo de boa parte da vida e nas mais recentes descobertas sobre sua obra e sua trajetória, Walter Isaacson, biógrafo de Einstein e Steve Jobs, tece uma narrativa que conecta arte e ciência, revelando faces inéditas da história de Leonardo. Desfazendo-se da aura de super-humano muitas vezes atribuída ao artista, Isaacson mostra que a genialidade de Leonardo estava fundamentada em características bastante palpáveis, como a curiosidade, uma enorme capacidade de observação e uma imaginação tão fértil que flertava com a fantasia.
Autor: Walter Isaacson
Editora: Intrínseca
Páginas: 640
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino Saraiva | Fnac

Leonardo da Vinci – Pintor. Arquiteto. Engenheiro. Uma das mentes mais brilhantes da humanidade, autor do retrato mais emblemático da história da arte e cientista muito à frente do seu tempo.

Com base em milhares de páginas dos impressionantes cadernos que Leonardo manteve ao longo de boa parte da vida e nas mais recentes descobertas sobre sua obra e sua trajetória, Walter Isaacson, biógrafo de Einstein e Steve Jobs, tece uma narrativa que conecta arte e ciência, revelando faces inéditas da história de Leonardo. Desfazendo-se da aura de super-humano muitas vezes atribuída ao artista, Isaacson mostra que a genialidade de Leonardo estava fundamentada em características bastante palpáveis, como a curiosidade, uma enorme capacidade de observação e uma imaginação tão fértil que flertava com a fantasia.

Leonardo criou duas das mais famosas obras de arte de todos os tempos, A Última Ceia e Mona Lisa, mas se considerava apenas um homem da ciência e da tecnologia – curiosamente, uma de suas maiores ambições era ser reconhecido como engenheiro militar. Com uma paixão que às vezes se tornava obsessiva, ele elaborou estudos inovadores de anatomia, fósseis, o voo dos pássaros, o coração, máquinas voadoras, botânica, geologia, hidráulica, armamentos e fortificações. A habilidade para entrelaçar humanidades e ciência, tornada icônica com o desenho do Homem Vitruviano, fez dele o gênio mais criativo da história.

Filho ilegítimo, à margem da educação formal, gay, vegetariano, canhoto, distraído e, por vezes, herético, o Leonardo desenhado nesta biografia é uma pessoa real, extraordinária pela pluralidade de interesses e pelo prazer que tinha em combiná-los. Um livro indispensável não só pelo caráter único de representar integralmente o artista Leonardo, mas como um retrato da capacidade humana de inovar, da importância de não apenas assimilar conhecimento, mas ter a disposição para questioná-lo, ser imaginativo e, como vários desajustados e rebeldes de todas as eras, pensar diferente.

Eu curti bastante a leitura, apesar de ser um livro bem extenso, que não dá para ler tão rápido porque podemos nos perder na narrativa biográfica – levei quase um mês para terminá-lo. E ainda assim, foi muito interessante conhecer mais sobre a vida de Leonardo, saber particularidades de sua vida e também os processos de criação de suas obras.

O livro não conta apenas a vida de Leonardo da Vinci, mas também faz paralelos da história da Itália e das cidades por onde passou, além de contextualizar as características do Renascentismo e retratar fielmente suas desavenças – principalmente a rivalidade com Michelangelo.  E o mais interessante é que a biografia valoriza justamente o ser humano Leonardo. Mesmo reconhecendo as grandes conquistas, ele também apresenta os seus defeitos e fracassos.

Falando da parte gráfica, a edição da Intrínseca é muito boa. Por ser um livro com muitas páginas, geralmente a lombada costuma ficar desgastada – no meu livro, não ficou! A capa também é bonita – com uma foto enigmática de Leonardo; e a diagramação também está perfeita. E preciso mencionar as ilustrações que são fundamentais para o livro.

Enfim, “Leonardo da Vinci” é um livro que não só informa, mas inspira! Vale a pena conferir o Leonardo Da Vinci desenhado por Walter Isaacson – o humano por trás do gênio.

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#Livros | Tartarugas até lá Embaixo


A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância –, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.

Autora: John Green
Editora: Intrínseca
Páginas: 256
Skoob
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Oi gente,
Hoje tem dica de leitura! Depois de seis anos de espera, o fenômeno John Green lançou o livro “Tartarugas até lá Embaixo”. Eu estava mega ansioso para ler esse novo livro, tanto que comprei o livro no fim do ano e li em apenas uma semana. Depois de sofrermos com Hazel Grace em A Culpa é das Estrelas e nos apaixonarmos por Alasca Young (Quem é Você, Alasca?), Lindsey Lee Wells (O Teorema de Katherine) e Margo Roth Spiegelman (Cidades de Papel), chegou a vez de nos emocionarmos com Aza Holmes.

Ela é uma estudante de 16 anos que, junto com a melhor amiga Daisy, sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro. Paralelamente, ela precisa lidar com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). O TOC é um transtorno mental que se caracteriza pela presença de diversas obsessões, que são pensamentos ou imagens indesejáveis que tomam conta da mente do individuo o obrigando a realizar diversos tipos de rituais com a intenção de afastar essas possíveis ameaças, causando muita ansiedade.

O tema foi muito bem trabalhado pelo autor. Em diversas passagens fiquei agoniado com os pensamentos e sentimentos da protagonista. E o mais interessante é que John Green também tem TOC, portanto a história é um pouco biográfica. Mas aí você deve estar pensando que a história de doença vai deixar o livro mais pesado. Para amenizar, John Green trouxe um envolvente mistério: o sumiço do bilionário Russell Pickett, pai de Davis – um amigo e paquera antigo de Aza. O reencontro dos dois foi bem bacana e o desenvolvimento do romance foi ainda melhor.

Mas uma das personagens mais divertidas é Daisy. Ela escreve fanfics sobre Star Wars e é conhecidíssima na internet. Daisy e Aza se completam e a amizade das duas, apesar de passar por altos e baixos, é a parte mais legal do livro.

Na parte gráfica, a edição da Intrínseca está perfeita. Eu adorei a capa – achei bem bonita com o tom alaranjado. Os capítulos são pequenos, então a leitura acaba fluindo bem. Quando você vê já está no meio do livro! Pelo menos comigo foi assim! E como os outros livros de John Green, “Tartarugas até lá Embaixo” também é cheio de referências culturais e reflexões da vida.

Trata-se de um livro emocionante, muito bem escrito, com personagens que nos fazem torcer a cada capítulo, uma história arrebatadora, com um final emocionante.

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#Livros | Origem

Um dos livros que eu estava mais ansioso para ler neste ano era “Origem”, do Dan Brown. Inclusive comprei ainda no pré-lançamento e fiquei contando os dias para chegar!

De onde viemos? Para onde vamos? Essas perguntas sempre nortearam o pensamento evolucionista e caracterizam a principal história do livro. Pelas páginas de Origem, Dan Brown investiga as origens e o futuro da vida na Terra. E mais uma vez, temos o famoso personagem Robert Langdon, professor de Simbologia de Harvard, que chega ao ultramoderno Museu Guggenheim de Bilbao para assistir a uma apresentação sobre uma grande descoberta que promete “mudar para sempre o papel da ciência”. O anfitrião da noite é o futurólogo bilionário Edmond Kirsch, que se tornou conhecido mundialmente por suas previsões audaciosas e invenções de alta tecnologia. Um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard, há 20 anos, agora ele está prestes a revelar uma incrível revolução no conhecimento.

De repente, a noite meticulosamente orquestrada se transforma em um caos e a preciosa descoberta de Kirsch corre o risco de ser perdida para sempre. Diante de uma ameaça iminente, Langdon tenta uma fuga desesperada de Bilbao ao lado de Ambra Vidal, a elegante diretora do museu e noiva do príncipe herdeiro da Espanha, Julían. Juntos seguem para Barcelona à procura de uma senha que ajudará a desvendar o segredo de Edmond Kirsch.

Em meio a fatos históricos ocultos e extremismo religioso, Robert e Ambra precisam escapar de um inimigo atormentado cujo poder de saber tudo parece emanar do Palácio Real da Espanha. Alguém que não hesitará diante de nada para silenciar o futurólogo. Numa jornada marcada por obras de arte moderna e símbolos enigmáticos, os dois encontram pistas que vão deixá-los cara a cara com a chocante revelação de Kirsch.

Como sempre, Dan Brown nos brinda com mais uma história cheia de mistério e conspirações. Sério, eu fico pensando como que o autor sabe/consegue imaginar tantas histórias de segredos e mistérios da Igreja. Mas, enfim, vamos nos ater aos fatos do livro. É inevitável não comparar Origem com os outros títulos do autor – “O Código da Vinci“, “Anjos e Demônios“, “O Símbolo Perdido” e “Inferno“. E, pelo menos na minha opinião, todos esses livros citados são bem melhores que “Origem”. Não que “Origem” seja um livro ruim, não é isso, mas levando em consideração a história, o desenvolvimento e o clímax, o livro fica bem abaixo do esperado.

Eu demorei um pouco para engrenar na leitura, mas isso não é um ponto negativo porque nos outros também aconteceu o mesmo. O que eu senti de mais negativo foi que a história não fluiu tanto. Todos os outros livros do Dan Brown têm reviravoltas em quase todos os capítulos, sempre tem aquele mistério que ficamos mega envolvidos e torcendo para que Robert Langdon resolva o caso. Em “Origem” (preparem-se, vou dar um spoiler) após o assassinato de Edmond Kirsh (que já era previsível) parece que não tem muita história. (Mais um parênteses – não confundam história com o desenvolvimento). Sim, nós temos expectativas pelo que vai acontecer ao longo dos capítulos, mas como acontece não é algo que prende atenção. Robert e Ambra saem do Museu, vão até Barcelona, descobrem a senha, quase morrem e liberam a mensagem. Basicamente é isso.

Mas como falei, o desenvolvimento é bom. Até os últimos capítulos fiquei mega curioso para saber qual era a grande descoberta que mudaria o humanidade e o modo de pensar a religião. E como acontece em todos os livros do Dan Brown, eu li este com a maior calma para conseguir prestar atenção em todos os detalhes e entendê-los. Outro destaque são os capítulos com as “fofocas” do noticiário, que nos deixam ainda mais curiosos.

Dan Brown com certeza é um dos melhores autores da atualidade. Ele consegue criar um suspense como ninguém! Mantém a curiosidade do leitor com muitas referências e histórias que ficamos de boca aberta. Depois de tudo o que eu falei, “Origem” é bom? Sim, é bom. Mas os outros são melhores!!

#Dicas de presentes para o Amigo Secreto

Fim de ano chegando, e se tem uma coisa que combina com esta época é o “Amigo-secreto”: Seja com os familiares ou no ambiente de trabalho, a troca de presentes é garantida em pelo menos um grupo social dos que você frequenta. E todo final de ano é aquela dúvida: qual o presente escolher para o meu amigo secreto?

Pensando nisso, o post de hoje traz algumas dicas bem legais de presente (para mim haha)!! Mas também são itens bacanas para dar àqueles amigos que gostam de ler ou assistir séries e filmes, ou até possuem um perfil mais geek.

Livros
Eu amo ganhar livros, fico mega feliz com o presente, tanto que vou dar algumas dicas de lançamentos, que podem ser uma ótima opção: o novo livro do John Green (autor de “A Culpa é das Estrelas”) já está na lista dos mais vendidos e vale a pena para presentear alguém – “Tartarugas até lá embaixo” acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido, enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). O livro é da Editora Intrínseca e custa por volta de R$ 23,89.

Outro livro da Editora Intrínseca é “Mindhunter“, que inspirou a série da Netflix. Em detalhes assustadores, Mindhunter mostra os bastidores de alguns dos casos mais terríveis, fascinantes e desafiadores do FBI. Para aqueles que curtem uma história de suspense, com certeza esse é uma boa opção. O valor gira em torno de R$ 23.

Já a Editora Novo Conceito está com pré-lançamento de “O Colecionador de Memórias“, da Ceclia Ahern (autora de “PS Eu te Amo”). O livro traz uma história sobre como as decisões mais comuns que tomamos podem ter as consequências mais extraordinárias na forma como vivemos nossa vida.

Outras boas opções são “Origem” (Dan Brown), A Irmã da Pérola (Lucinda Riley), Caraval (Stephanie Garber), Leonardo da Vinci (Walter Isaacson), Vejo você no Espaço (Jack Cheng) e Um mais Um (Jojo Moyes).

Cases para celular

Para aqueles que curtem capinhas de celular variadas, olha só que bacana as opções da King Capinhas e da Gocase. Eu comprei esse modelo vermelho “Case Respirável” e adorei. Agora estou babando nas cores dourado e azul. Já na Gocase tem também muitas opções de capinhas com desenhos de séries e filmes!

Agendas e acessórios


Eu estou mega interessado neste Planner 2018 do Harry Potter, da Mundo Minimalista Nele, você poderá organizar seus projetos, as séries que você acompanha, os filmes que vai assistir durante o ano, as músicas que você curtiu, os livros que pretende ler. E mais: guardar seus logins e senhas, montar sua “whish list” com seus sonhos de consumo, organizar suas consultas médicas. E ainda: anotar o aniversário dos amigos, as datas mais importantes para você e acompanhar seus hábitos saudáveis mês a mês, além de planejar seus compromissos. O preço está um pouquinho “salgado”, custa R$ 139,99, mas vale a pena. O site também têm outras opções de presente como acessórios, canecas, almofadas e vestuários temáticos.

Camisetas

E por falar em vestuário, têm duas lojas que eu adoro para comprar aquelas camisetas temáticas. A CRAF e a SHIFT. Tem camisetas e moletons de várias séries como Stranger things, Game of Thrones, além de filmes como Harry Potter e também de super-heróis.

Copos de Super Heróis

Por fim, olha só que bacana a Loja Oficial da DC. Eu estou super desejando os copos, estilo “Starbucks”, dos super heróis. E o melhor, é bem baratinho cada um – R$ 14,90, portanto dá para comprar a coleção completa para dar de presente! Tem do The Flash, Batman, Mulher Maravilha, Superman, entre outros!! Tem também squeeze para os que estão fit!

Agora você não pode dizer que está sem opção para presentear seu AMIGO SECRETO!

#Livros | Não me Esqueças

Aos vinte e um anos, Lizzie deveria estar empenhada em fisgar um noivo e finalmente se casar. Entretanto, após uma decepção amorosa, o coração da jovem só palpita por sua grande paixão — os estudos sobre o povo e a cultura celtas. Esse interesse faz com que ela troque os concorridos salões de baile de Londres pelas estradas desertas e sinuosas das Highlands escocesas. Ali, ela conhecerá Gareth, o enigmático líder do clã que vive no local mais remoto e bucólico da Escócia. Envolto em uma aura de mistério, ele luta para manter suas tradições, seus segredos e, principalmente, seu povo em segurança. Vindos de mundos tão diferentes, mas unidos por uma atração irresistível, Lizzie e Gareth vivem uma paixão proibida e desafiadora.

Autora: Babi A. Sette
Editora: Verus
Páginas: 350
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva | Fnac

Oi gente,

Primeiramente, aqueles que seguem o blog, com certeza perceberam que ficamos algumas semanas fora do ar! Pessoal, desculpa! Tivemos um problema sério com a Locaweb, que hospeda os dados do blog – eles simplesmente perderam todos os nossos arquivos! Mas enfim, o problema parece que foi resolvido e estamos de volta com tudo!! E cheios de dicas novas para compartilhar…

Há um tempo eu havia postado sobre o lançamento do novo livro da Babi A. Sette (AQUI) e percebi que muitos leitores ficaram bem entusiasmados e ansiosos para conferir “Não me Esqueças”. Confesso que eu também fiquei, tanto que devorei o livro assim que recebi e hoje trago para vocês a resenha dele.

Ah detalhe, recebi uma dedicatória no meu livro super bacana, e também ele veio com uma capinha linda e mega cheirosa.

“Não me Esqueças” conta a história de Elizabeth Harold Lizzie – filha de um duque Inglês e apaixonada pela cultura celta. No início do livro, acompanhamos a sua infância bem rapidamente até a sua adolescência, quando começa a frequentar os bailes da alta sociedade de Londres e, consequentemente, ter que se preocupar com um casamento. Na verdade, Lizzie não está muito interessada em se casar, mas por insistência dos pais acaba se envolvendo com um jovem, que a trai. Desiludida, Lizzie consegue convencer seu pai a fazer uma viagem para a Escócia, com o intuito de estudar mais a cultura do povo antigo.

No caminho, sua carruagem sofre um acidente e Lizzie fica desacordada na floresta, sendo salva por um homem mascarado, dono de um “lobo” (com o qual ela sempre sonhou), que a leva para seu castelo e para viver junto às pessoas estranhas que a rejeitam por ser inglesa.  Assim que acorda, Lizzie reconhece o castelo como sendo de uma lenda muito antiga e se assusta com o seu “herói” – Gareth é o líder de um clã que vive recluso do mundo. No início ele tem um humor violento, mas com o passar dos capítulos vai se revelando um homem justo, apegado às suas tradições e que esconde um grande segredo e sofrimento.

“Não me Esqueças” é um livro bem interessante. Desde o início nos identificamos com a protagonista Lizzie e torcemos para que seus sonhos se tornem realidade. Assim que ela conhece Gareth, também ficamos vibrados para que o casal se acerte e finalmente tenham um final feliz. A narrativa do livro é bem interessante, em terceira pessoa, o que contribui para o interesse nos personagens. Na minha opinião, faltou uma força maior nos vilões da história, mas no final, o livro tem uma grande reviravolta que nos deixa de boca aberta.

A obra foi publicada pela Editora Verus e tem uma edição bem bacana, tanto que a capa está maravilhosa! A cada início de capítulo temos uma observação feita pela Lizzie em seu diário, então é como se pudesses saber o que passa em sua cabeça e coração. Também dá para perceber o ótimo trabalho de pesquisa da autora em relação à cultura celta e suas tradições. “Não me Esqueças” é um livro de época que nos remete a um tempo mágico, com um amor “quase impossível” e que nos faz vibrar a cada capítulo. Super recomendo!

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#Livros | Meus Dias com Você

Numa fatídica manhã, Ed e Zoe têm uma discussão terrível, algo recorrente no seu casamento em crise, e ela acaba se despedindo de forma brusca quando ele sai para o trabalho. Pouco tempo depois, um ônibus acerta a bicicleta de Ed, matando-o e deixando Zoe arrasada por não ter lhe dito quanto o amava. Se tivessem ficado mais um pouco juntos aquela manhã, ele ainda estaria vivo? Será que poderiam ter reconstruído o amor que os unira? Após dois meses, Zoe ainda não conseguiu se conformar. De luto, decide cuidar do jardim do marido, quando acaba caindo e desmaiando. Então, algo estranho acontece: ao acordar, ela está em 1993, no dia em que conheceu Ed na faculdade. A partir desse instante, Zoe passa a reviver momentos cruciais de sua vida e percebe que talvez tenha conseguido uma segunda chance.

Autora: Clare Swatman
Editora: Arqueiro
Páginas: 288
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva Fnac

“Meus Dias com Você” é o livro de estreia da inglesa Clare Swatman e publicado no Brasil pela Editora Arqueiro. Trata-se de uma história bem interessante sobre perda, superação e recomeço, além de trazer uma linda mensagem sobre viver o hoje e aproveitar cada momento possível.

Na trama, Zoe está em luto pela morte do marido, e um dia ela cai em seu jardim, bate a cabeça e misteriosamente acorda numa manhã de 1993, quando conheceu Ed. Ao começar a reviver uma série de dias aleatórios compartilhados entre eles, ela se pergunta se ganhou uma nova chance de evitar sua morte, se está em coma ou se simplesmente está tendo a oportunidade de passar um pouco mais de tempo ao lado do homem da sua vida.

O que eu quero contar a ela é o seguinte: que Ed morreu e, por alguma razão bizarra e inexplicável, estou revivendo minha vida e tentando desesperadamente fazer as coisas de forma diferente para que ele não morra; que eu nunca vou me perdoar por nosso casamento ter se esvaziado; (…) que fico enjoada só de pensar que, mesmo depois de tudo isso, eu talvez ainda não seja capaz de evitar a morte de Ed” (página 196)

Confesso que demorei um pouco para engrenar na leitura, mas o desenvolvimento fica melhor ao longo dos capítulos. A história é bem leve e romântica, com várias situações divertidas e fofas. Outro aspecto positivo é o casal principal. Apesar de sabermos que Ed morreu, torcemos até o último parágrafo para que isso não tenha acontecido, para que eles tenham o seu final feliz. Zoe e Ed possuem muita química, tanto que eu vibrei em vários momentos do livro. Já um ponto negativo que eu notei é que existem algumas coisas que não tem muita lógica. A protagonista revive diversos momentos (que ela já viveu) e ainda assim se surpreende ou não sabe o que vai acontecer, já em outros momentos ela sabe – fica um pouco confuso.

Mas no geral, é um livro bacana, com uma narrativa agradável, com uma reflexão importante sobre vivermos os momentos especiais da melhor forma possível, tem também uma diagramação boa e a capa é super linda (eu comprei mais pela capa do que pela história haha). Super indico.

#Livros | Quando a Noite Cai

Briana Pinheiro sabe que não é a pessoa mais sortuda do mundo. Sempre que ela está por perto algo vai mal, especialmente no trabalho. Por isso é tão difícil manter um emprego. E a garota realmente precisa de grana, já que a pensão da família não anda nada bem. Mas esse não é o único motivo pelo qual Briana anda perdendo o sono. Quando a noite cai e o sono vem, ela é transportada para terras distantes: um mundo com espadas, castelos e um guerreiro irlandês que teima em lhe roubar os sonhos… e o coração.
Depois de ser demitida — pela terceira vez no mês! —Briana reúne coragem e esperanças e sai em busca de um novo trabalho. É quando Gael O’Connor cruza seu caminho. O irlandês de olhar misterioso e poucas palavras lhe oferece uma vaga em uma de suas empresas. Só tem um probleminha: seu novo chefe é exatamente igual ao guerreiro dos seus sonhos. Enquanto tenta manter a má sorte longe do escritório, Briana acaba por misturar realidade e fantasia e se apaixona pelo belo, irresistível e enigmático Gael. Em uma viagem à Irlanda, a paixão explode e, com ela, o mundo de Briana, pois a garota vai descobrir que seu conto de fadas está em risco — e que talvez nem mesmo o amor verdadeiro seja capaz de triunfar…

Autora: Carina Rissi
Editora: Verus
Páginas: 476
Skoob
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Oi gente
Hoje a minha dica de leitura é o maravilhoso “Quando a Noite cai”, da Carina Rissi. E eu preciso começar esse post falando dela – como ela é uma grata surpresa. Este é o segundo livro que eu li (o primeiro foi “No Mundo da Luna” – tem resenha AQUI) e já estou me tornando fã – porque ela consegue nos conquistar e despertar nossa curiosidade com uma história super simples, aquele clichêzinho básico, mas muito bem escrito.

O livro conta a história da jovem Briana Pinheiro, que não é muito sortuda. Em todo lugar que ela tenta trabalhar, sempre acontece algo e ela é demitida, o que acaba deixando ela extremamente desanimada e preocupada, pois após a morte de seu pai, as coisas não vão bem na pensão da família onde ela mora com sua mãe e a irmã Aisla. Além disso, todas as noites, desde os seus 18 anos, Briana tem diversos sonhos com um mundo medieval, com castelos, espadas, aldeias e um amor entre o guerreiro irlandês Lorcan e a princesa Ciara. Com isso, Briana se apaixona pelo belíssimo irlandês, mas sabendo que ele só existe em seus sonhos. Em um determinado dia, após sua irmã conseguir uma entrevista de emprego para ela, ocorre um incidente onde Briana conhece Gael O’Connor: um homem idêntico ao irlandês de seus sonhos. E a partir desse encontro, a vida de Briana muda definitivamente.

“Quando a Noite Cai” é um romance super interessante, que nos prende do início ao fim. Com uma narrativa em primeira pessoa, o livro se alterna entre a perspectiva de Briana e seus sonhos, quando ela se torna a princesa Ciara. E as duas histórias são ótimas, ficamos curiosos para saber como elas terminarão e principalmente, porque Lorcan e Gael são idênticos. Além disso, os protagonistas são ótimos, possuem muita química – cada vez que eles estão juntos parece que a história melhora ainda mais. É o típico caso que amamos torcer para que eles tenham um final feliz, apesar de todos os impedimentos. E olha que são vários impedimentos! A autora utiliza de diversos recursos para entreter o leitor, como as lendas irlandesas, que dão um toque místico ao romance.

A leitura fluiu bastante ao longo da história – quando percebi já estava acabando. Um único ponto negativo que aponto é a diagramação nos capítulos que narram os sonhos de Briana – como uma forma de diferenciar dos demais, a editora optou por uma letra em itálico, o que dificultou um pouco para enxergar. Ah e preciso falar da capa do livro que é super maravilhosa!

Se você está procurando aquele romance despretensioso, “Quando a Noite Cai” é a dica perfeita! Com uma história diferente, personagens encantadores, uma mistura de fantasia e realidade, além uma mensagem linda sobre o perdão, que ao mesmo tempo te faz rir e se emocionar. Super indico esse livro!