Tag: livro

Livro ▪ Enola Holmes: o caso do marquês desaparecido

Autora: Nancy Springer
Editora: Verus
Páginas: 179
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Amazon

Oi gente!
Depois que vi o filme “Enola Holmes”, com a Milly Bobby Brown (de Stranger Things) fiquei com muita vontade de conferir o livro, já que gostei bastante da adaptação. E aproveitei que a edição estava baratinha e comprei! E a leitura foi tão boa quanto o filme.

Em “O caso do marquês desaparecido”, Enola Holmes — irmã do famoso detetive Sherlock Holmes — descobre no dia de seu aniversário de catorze anos que sua mãe desapareceu. Por conta dessa descoberta, ela embarca em uma viagem a Londres em busca de pistas que indiquem o paradeiro da mãe. Querendo fugir dos irmãos Sherlock e Mycroft, Enola chega à capital inglesa e se vê envolvida em outro caso de desaparecimento: o sequestro de um jovem marquês.

Então, ela agora precisa achar a mãe, ajudar o marquês, fugir de assassinos e se esconder dos irmãos que estão tentando encontrá-la de qualquer forma. Porém, nessa busca, ela conta com aliado muito importante: um caderno de mensagens cifradas deixado pela mãe. Ele será seu companheiro em todas as aventuras e confusões em que a astuta Enola irá se meter.

Primeiro, a personagem é muito cativante e caiu como uma luva para a nossa querida Eleven, na adaptação. Por ter visto o filme primeiro, todo o momento eu ficava lembrando das cenas, o que me ambientou super bem durante a leitura. Para quem gosta de ação, aventura e um romance adolescente, esse livro é a dica certa!

Se você é fã da obra de Sir Arthur Conan Doyle, pode ser que estranhe essa vertente da história. Enola Holmes, escrito por Nancy Springer, é mais juvenil. Ainda assim, a trama é extremamente cativante. Os personagens secundários são igualmente interessantes, é muito bacana perceber as nuances de Mycroft e Sherlock. Um rabugento ao extremo o outro um tanto machista. Mas contribuem para o desenvolvimento da personagem título.

Se tiverem oportunidade, leiam o livro e assistam ao filme. Vai valer a pena, te garanto!

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Livro ▪ Pequenos Incêndios por toda parte

Autora: Celeste Ng
Editora: Intrínseca
Páginas: 416
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Onde Comprar: Americanas | Submarino Amazon

Oi gente!
O post de hoje é sobre “Pequenos Incêndios por toda Parte”, que finalmente li! O livro estava numa super promoção na Amazon e foi impossível não comprá-lo. Desde que a série foi lançada, que eu queria conferir o livro original e hoje essa resenha veio!

Não sei vocês, mas eu amooo um drama familiar! Ainda mais quando é um drama familiar super bem construído como este da Celeste NG, publicado no Brasil pela editora Intrínseca. A história se passa em Shaker Heights, onde tudo é planejado: da localização das escolas à cor usada na pintura das casas. E ninguém se identifica mais com esse espírito organizado do que Elena Richardson. Os Richardson são uma família super tradicional e apegada aos costumes morais.

Também acompanhamos a história de Mia Warren, uma artista solteira e enigmática, que chega com a filha adolescente Pearl e aluga uma casa que pertence a Elena. Em pouco tempo, as duas se tornam mais do que meras inquilinas: todos os quatro filhos da família Richardson se encantam com as novas moradoras. Porém, Mia carrega um passado misterioso e um desprezo pelo status quo que ameaça desestruturar toda comunidade, principalmente em relação à Bebe, uma imigrante chinesa, que também possui um segredo e está disposta a trazê-lo à tona.

Eleito nos Estados Unidos um dos melhores livros de 2017 por veículos como Entertainment Weekly, The Guardian e The Washington Post, “Pequenos incêndios por toda parte” explora o peso dos segredos. Temos vários personagens e todos são bem construídos. O texto da autora flui muito bem ao momento em que vamos nos aprofundando em cada história. Elena e Mia possuem dualidades conflitantes e é muito interessante perceber como os filhos delas vão ruindo ao longo do desenvolvimento da trama. Além disso, os demais núcleos também são fortes e vão construindo ótimos arcos dramáticos.

A autora também sabe transitar naturalmente entre o passado e presente, sem que haja qualquer identificação. Como falei, o texto é muito fluído. E a história vai ficando mais interessante a cada capítulo em que descobrimos segredos do passado. Tudo isso atrelado às relações e problemas que todos os personagens passam no presente.

Com relação à série protagonizada por Reese Whiterspoon e Kerry Washington, há algumas pequenas diferenças, principalmente na condução da história. O livro já deixa bem claro o que teremos no final, enquanto na série temos um suspense maior em relação ao que aconteceu de verdade, incluindo que temos uma pequena mudança nesse final também. Como falei na minha crítica da série (AQUI), foram discutidas questões raciais de forma bem intrínseca, o que não teve grande peso no livro, já que em nenhum momento é citado a cor de pele da Mia. Essa discussão racial é mais desenvolvida com a Bebe e o casal que adota a bebê chinesa. Também temos os personagens jovens que possuem grande destaque, principalmente pelo talento dos atores. Todas as camadas dos personagens foram bem aproveitadas na série também.

“Pequenos Incêndios por Toda Parte” é um livro maravilhoso, com uma história forte e personagens bem construídos, que prende a atenção do leitor em cada capítulo. E também vale muito a pena conferir a série!

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Livro ▪ A Garota que lê no Metrô

Autora: Christine Féret-Fleury
Editora: Valentina
Páginas: 160
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Onde Comprar: Americanas | Submarino | Amazon

Oi gente!
Hoje vou compartilhar uma leitura rapidinha, mas que não foi o que eu esperava. Na verdade, nem tinha grandes pretensões e a leitura se mostrou bem morna.

Publicada pela editora Valentina, “A Garota que lê no Metrô”, de Christine Féret-Fleury, conta a história de Juliette, uma jovem e solitária parisiense que leva uma vida monótona trabalhando em uma imobiliária. Sua atividade favorita é andar de metrô e observar atentamente o que as pessoas estão lendo, assim passa a imaginar a vida dessa pessoa a partir do livro que está sendo lido.

Todos têm suas particularidades, como a idosa que folheia um livro italiano de culinária e sorri diante de algumas receitas ou a garota que lê romances e sempre derrama minúsculas lágrimas quando chega à página 247. Certo dia, a jovem decide romper com a rotina e usufruir o prazer de percorrer as ruas a pé, observando o formato das nuvens, com o olhar em busca do novo. E esse desvio mudará completamente a sua vida, graças ao iraniano Soliman e sua pequenina filha Zaïde, que a tornam uma “mensageira” dos livros.

Um alerta aos leitores, o livro possui gatilhos e um momento que aborda suicídio. Portanto, leiam conscientemente. Para mim, o ponto alto da obra são as referências e citações à livros clássicos da literatura. Ficava bem feliz quando reconhecia algo. Mas a história foi bem morna, havendo pouco desenvolvimento de alguns personagens.

Acho a proposta do livro super interessante, tanto que o comprei justamente por ter gostado da sinopse, ainda não conhecia ele, nem havia visto nenhuma resenha sobre. A leitura foi bem no escuro mesmo. Mas como falei, o desenvolvimento me incomodou, apesar da leitura ter fluido, li o livro rapidinho. No final, fiquei refletindo sobre os ensinamentos da vida, talvez por isso até tenha valido a pena.

Me digam se vocês já conheciam esse livro? O que acham da ideia de espalhar o hábito de leitura?

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Livro ▪ O Imenso Azul entre Nós

Autora: Ayesha Harruna Attah
Editora: Alt
Páginas: 256
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Oi gente!
Hoje vou falar de uma das minhas leituras preferidas deste ano! Com certeza estará no meu TOP 5 no fim do ano! “O Imenso Azul entre Nós” é um livro super sensível da escritora ganesa Ayesha Harruna Attah, publicado no Brasil pela editora Alt.

Durante os capítulos acompanhamos a história das gêmeas Hassana e Husseina, que foram separadas após um ataque brutal à sua aldeia, em 1892. A partir desse traumático evento, ambas são escravizadas e seguem caminhos separados, que as levam a diferentes cidades, países e até continentes. Enquanto Hassana fica na Costa do Ouro africana, Husseina cruza o oceano até a Bahia, onde é iniciada no Candomblé. Com o passar do tempo, as irmãs crescem e levam vidas completamente diferentes em muitos aspectos, mas com algo em comum: o sentimento de que há algo faltando. Apesar da distância, elas continuam ligadas uma à outra por meio de seus sonhos.

A obra é narrada pelas duas personagens principais, alternando capítulos para cada uma. É muito interessante perceber a dualidade entre as duas, que são tão diferentes, ao mesmo tempo que se igualam em vários aspectos. Enquanto Hassana é mais sentimental e está sempre em busca pela irmã gêmea, Husseina descobre um novo mundo, uma nova família e começa a construir uma nova história. Mas os sonhos que ambas têm fazem toda a diferença para o tão esperado reencontro.

Confesso que achei o reencontro de ambas um pouco corrido e forçado. Aconteceu do nada e de uma forma muito fácil (digamos assim). Mas amei o desenvolvimento de todos os personagens, principalmente Husseina, que ao vir para o Brasil, passa a se chamar Vitória. A ambientação também é um ponto forte – temos as aldeias da costa africana e a Bahia com os terreiros de candomblé.

A trama reflete sobre laços e ligações tão fortes que independem da distância. Ayesha Harruna Attah construiu uma história super rica em cultura e tradições, com personagens marcantes. E a edição da Alt também está maravilhosa! Vale a pena conferir!

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Livro ▪ Uma lista (quase) definitiva de piores medos

Autora: Krystal Sutherland
Editora: Alt
Páginas: 304
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Oi gente!
Hoje vou falar de uma leitura que eu curti bastante. “Uma Lista quase definitiva de piores medos”, de Krystal Sutherland, mesma autora de “A química que há entre nós”. O livro conta a jornada de uma adolescente que se vê obrigada a enfrentar seus maiores medos.

Esther Solar é uma jovem garota, no mínimo problemática. Ela acredita que sua família foi amaldiçoada quando o avô encontrou com a “Morte” durante a Guerra do Vietnã. O patriarca da família sempre contou que cada membro morreria de seus piores medos. O irmão de Esther tem pavor do escuro, seu pai sofre de agorafobia e não sai do porão há anos e sua mãe é completamente obcecada por má sorte. Esther ainda não sabe qual é seu grande medo – e pretende continuar assim. Para tal, ela elabora uma lista com seus piores medos para conseguir evita-los: ela não chega nem perto de lagostas, mariposas, espaços fechados, cortes de cabelo, espelhos e toda e qualquer coisa que tenha o potencial de evoluir para uma fobia.

Até que Jonah Smallwood reaparecer em sua vida. O reencontro resulta no furto de seu celular, dinheiro, dignidade e – o mais importante – sua lista. Mas o que parece ser ruim fica pior quando Jonah a desafia a quebrar a maldição da família, enfrentando cada uma das fobias de sua lista.

Como falei, a leitura foi uma bela surpresa. Apesar que no começo, foi um pouco difícil engrenar, mas depois que o casal protagonista começa a ter um desenvolvimento, a história fluiu. Preciso dizer também que a leitura pode despertar gatilhos, já que é falado sobre traumas psicológicos, violência e suicídio em determinado momento.

Os personagens são o grande ponto positivo do livro, todos são bem construídos. Esther e Jonah juntos funcionam super bem! O casal possui química e são super fofos ao longo dos capítulos. Achei super legal a relação de Jonah fazer com que Esther perca seus medos, ao mesmo tempo que ele também passa por problemas familiares. Eugene, irmão de Esther, também passa por sérios problemas depressivos – e sua família não percebe, o que causa um grande desconforto proposital no leitor. A leitura alterna entre momentos sufocantes e romance fofo.

“Uma Lista quase definitiva de piores medos” é um drama que causa estranheza ao mesmo tempo que alerta e discute temas super importantes. Vale a pena conferir!

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Livro ▪ Sem Ar

Autora: Jennifer Niven
Editora: Seguinte
Páginas: 392
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Oi gente!
Jennifer Niven me conquistou com seus dois livros – “Por Lugares Incríveis” e “Juntando os Pedaços”. Assim, quando “Sem Ar” entrou em pré-lançamento eu já estava surtando! Mas infelizmente a leitura não foi o que eu imaginava.

Passar o verão numa ilha remota não era o plano de Claudine Henry. Ela deveria estar viajando de carro com sua melhor amiga, aproveitando cada minuto antes de ir para a faculdade. Mas depois que seus pais anunciam o divórcio, o mundo dela vira de cabeça para baixo — e Claude vai parar nesse destino improvável, acompanhando a mãe que tenta se reconstruir depois da separação. Ali, a garota não tem internet, sinal de celular ou amigos. Até que conhece Jeremiah. Com o espírito livre e um passado misterioso, a química entre os dois é imediata e irresistível. Enquanto vivem aventuras pelas praias, dunas e florestas, Claude e Miah tentam não se apaixonar — afinal, esse relacionamento tem os dias contados. Mas talvez viver esse romance seja exatamente do que Claude precisa para começar a escrever sua própria história.

A leitura até que começou boa. Claude e Jeremiah formaram um casal bacana, eu estava bem embalado no início, porém a nossa protagonista Claude é um tanto chata e me irritou em vários momentos. Não vou julgar a questão psicológica da personagem, que até certo ponto, podemos entender o que ela está passando – inclusive, temos muitos gatilhos de depressão – mas ainda assim, era bem difícil aguentá-la. Em compensação Miah é ótimo e o mistério em torno dele até envolve durante os capítulos. Porém a história não foi a lugar nenhum, faltou desenvolvimento dos personagens, faltou um arco narrativo interessante. Faltou aquele tempero para dar liga!

Quando achei que iria acontecer algo, nada aconteceu e o livro acabou. Outra coisa que não curti foi a relação de Claude com a sua melhor amiga Saz – em vários momentos ela foi infantil, egoísta e extremamente abusiva. Fui ficando muito decepcionado com a personagem. Infelizmente “Sem Ar”, para mim, foi uma das decepções do ano, a expectativa estava muito alta, mas não me agradou. E lembrando mais uma vez, a história tem vários gatilhos! Esteja preparado para um drama familiar e muito pessoal, caso for ler.

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Livro ▪ Sua Alteza Real

Autora: Rachel Hawkins
Editora: Alt
Páginas:
Skoob
Onde Comprar: Americanas Submarino | Amazon

Oi gente!
“Sua Alteza Real”, segundo livro da série Royals, escrito pela autora Rachel Hawkins (já falei de “Como Sobreviver a Realeza” AQUI) me conquistou logo no começo!

Millie Quint é uma jovem que acaba de passar por uma desilusão amorosa após ver a sua quase melhor amiga/quase namorada com outra pessoa. É aí que ela resolve deixar tudo para trás e se aventurar numa nova etapa e em outro país. Mais precisamente num dos colégios mais exclusivos do mundo, onde ela ganha uma bolsa, que fica naquele cenário de filme das belas Terras Altas da Escócia. Ali ela, com certeza, poderia recomeçar, certo? Talvez não. O único problema é que sua colega de quarto é literalmente uma princesa. E não qualquer princesa. Mas a mimada princesa Flora. Da Escócia. É claro que, num primeiro momento, as duas não se entendem. Mas, depois, Millie parece estar revivendo tudo novamente. Só que, dessa vez, ela não quer ser deixada para trás, substituída.

Rachel Hawkins já havia me conquistado com a sua escrita e a sua narrativa em “Como Sobreviver à Realeza”, porém “Sua Alteza Real” vai mais além! A protagonista Millie tem força e é bem mais cativante do que Daisy no primeiro livro, lembro que demorei um pouco para torcer por ela. O texto de Rachel é ágil, sem muito enrolação. Bem objetivo e leve, de forma que a gente realmente não percebe o tempo passar. A leitura fluiu muito bem, terminei em poucos dias.

A história também tem uma pegada clichê de colégio interno com uniformes e algumas “gincanas” entre os alunos, que são muito divertidas. Além de Millie, temos Flora, que já havia aparecido no primeiro livro e agora temos uma imersão maior em sua história. Gosto do arco narrativo da personagem e sua transformação. Também gostei dos coadjuvantes – lady Sakshi e Perry, eles são super divertidos! Foi bem interessante ver tanto Millie, quanto Flora, se redescobrindo e criando uma jornada juntas.

Um detalhe importante, não é necessário ler “Como Sobreviver a Realeza” antes. Ambas histórias são independentes, porém, alguns personagens do primeiro livro aparecem em alguns momentos no segundo, principalmente Seb. Inclusive, acho que logo logo veremos o terceiro livro focado nele!

“Sua Alteza Real” é aquele clichêzão, mas que diverte! É o quentinho no coração e a comédia romântica que me conquista sempre. Aquela boa leitura para o fim de semana chuvoso!

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Livro ▪ Um de Nós é o Próximo

Autor: Karen McManus
Editora: Galera Record
Páginas: 400
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Amazon

Oi gente!
Estão preparados para um novo mistério a ser solucionado no Colégio Bayview? “Um de nós é o próximo”, lançado pela Galera Record, é a sequência de “Um de nós está mentindo” (tem resenha AQUI), também escrito por Karen McManus.

Vários aplicativos de fofoca surgiram depois que Simon Kelleher morreu. Mas desde que os quatro estudantes de Bayview foram inocentados de sua morte, nada foi capaz de preencher o vazio de fofocas como ele conseguia. O problema é: ninguém mais tem os fatos. Até agora. Desta vez, não é um aplicativo: é um jogo. E quando o jogo de Verdade ou Consequência se torna mortal, qual lado você escolhe? Escolha consequência e receba um desafio para cumprir em vinte e quatro horas. Escolha verdade e… Bem, é melhor você ficar com a consequência.

Phoebe Lawton é o primeiro alvo. Caso escolha não jogar, uma verdade sobre a sua vida será revelada… E a dela é infame. Então, é a vez de Maeve Rojas, e parece que ela não aprendeu nada com os erros da primeira jogadora. Quando chega a vez de Knox, as coisas se tornam perigosas. Agora, os desafios se tornaram arriscados demais, e se tem algo que Maeve aprendeu com a irmã no ano passado é que eles não podem contar com a polícia. No entanto, eles precisam descobrir – e logo – quem está por trás do jogo, antes que seja tarde demais. Simon pode ter partido, mas há alguém determinado a manter vivo seu legado no Colégio Bayview. E, agora, com novas regras a serem aprendidas o mais rápido possível.

Depois de ter lido os livros anteriores de McManus as expetativas eram altas. E, novamente, curti a narrativa da autora. Os capítulos são narrados pelo ponto de vista de três personagens: Maeve, Knox e Phoebe. Maeve (já conhecida no 1º livro) é a irmã mais nova da Bronwyn (protagonista do 1º livro) e sente alguma pressão sobre a escolha da faculdade mas, ao mesmo tempo, não quer fazer planos para o futuro com medo que sua doença volte. Knox é o primeiro namorado da Maeve até perceberem que funcionam melhor como amigos. E Phoebe tem uma relação complicada com a sua irmã mais velha, Emma.

A história é fácil de ler e tem um ritmo tranquilo, a leitura engrenou e acabei rapidinho. A medida que vamos conhecendo a fundo os personagens, seus segredos vão sendo revelados, despertando curiosidade, principalmente para descobrir quem é a pessoa que está jogando com eles. Os personagens do primeiro livro voltam a aparecer em diversos momentos, o que causa aquela lembrança gostosa. No final, a revelação não foi tão surpreendente, porém pertinente.

Já leram “Um de Nós está Mentindo”? Pretendem ler essa continuação? Me digam o que acharam!

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Livro ▪ Vermelho, Branco e Sangue Azul

Autora: Casey McQuiston
Editora: Seguinte
Páginas: 392
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Amazon

Oi gente!
“Vermelho, Branco e Sangue Azul”, da escritora Casey McQuiston, publicado pela editora Seguinte, era um dos livros que estava com expectativas para ler, porém não foi tudo o que eu esperava.

A história gira em torno da relação de Alex e Henry. Quando sua mãe foi eleita presidenta dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz se tornou o novo queridinho da mídia norte-americana. Bonito, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos de seus pais e conquistar uma carreira na política, como tanto deseja. Mas quando sua família é convidada para o casamento real do príncipe britânico Philip, Alex tem que encarar o seu primeiro desafio diplomático: lidar com Henry, irmão mais novo de Philip, o príncipe mais adorado do mundo, com quem ele é constantemente comparado – e que ele não suporta.

O encontro entre os dois sai pior do que o esperado, e no dia seguinte todos os jornais do mundo estampam fotos de Alex e Henry caídos em cima do bolo real, insinuando uma briga séria entre os dois. Para evitar um desastre diplomático, eles passam um fim de semana fingindo ser melhores amigos e não demora para que essa relação evolua.

A leitura demorou um pouco para fluir, mas com o desenvolvimento dos personagens foi ficando mais interessante. No começo, acabei largando e depois voltei para terminar. A história é leve, mas traz discussão de representatividade e orientação sexual.  Toda a trama é narrada pela perspectiva do Alex, assim conhecemos seus sentimentos e inseguranças. Eu, particularmente, achei o personagem muito chato, mas a construção da relação de Alex e Henry é o ponto forte do livro. Os personagens secundários também são super interessantes, principalmente as irmãs dos protagonistas. Gostei também da edição nos capítulos onde há cartas trocadas por eles. A capa também é bem bonitinha.

Enfim, “Vermelho, Branco e Sangue Azul” é um YA bem leve, com uma história interessante, um início arrastado, mas que melhora com o tempo.

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Livro ▪ Clube do Livro dos Homens

Autora: Lyssa Kay Adams
Editora: Arqueiro
Páginas: 320
Skoob
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Oi gente!
Com certeza você já deve ter ouvido falar do novo hype do momento“O Clube do Livro dos Homens”, escrito por Lyssa Kay Adams e publicado no Brasil pela editora Arqueiro. E será que esse livro é tudo isso mesmo?

A história gira em torno de Gavin Scott, um astro do beisebol. No auge de sua carreira, ele descobre um segredo sobre sua a esposa Thea. Magoado, Gavin sai de casa e acaba piorando o relacionamento, que já vinha se deteriorando. Quando Thea pede o divórcio, ele percebe que o orgulho e o medo podem fazê-lo perder tudo. Desesperado, Gavin encontra ajuda onde menos espera: um clube secreto de romances, composto por alguns dos seus colegas de time. Para salvar seu casamento, eles recorrem à leitura de uma trama de época, “Cortejando a Condessa”. Dessa forma, Gavin passa a entender como funciona o desejo feminino e inicia seu plano para reconquistar a esposa.

Eu gostei da premissa do livro – o lado masculino é algo bem pouco explorado em romances, quase não estamos acostumados a ver. Porém, acho que o motivo da briga do casal foi bem bobo. É o típico exemplo de uma simples conversa resolveria toda a problemática do livro. Confesso que esperava um pouco mais no desenvolvimento do clube do livro em si. Achei que todo o grupo leria o livro e discutiriam sobre.

Mas, ainda assim, a escrita da autora conquista. Os personagens são ótimos e o casal principal possui química. Os capítulos mesclam momentos engraçados e conflitos de relacionamento. Os colegas de time de Gavin são o alívio cômico da história. E para quem gosta, há algumas cenas hot que sempre chamam atenção.

O hype é bem compreensível, trata-se de uma comédia romântica bem legalzinha. E “Clube do Livro dos Homens” é apenas o primeiro de uma série de 4 livros. Já esperando a editora Arqueiro trazer os próximos!

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