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#Séries | Vis a Vis El Oásis

Oi gente!
Quem aí já estava com saudades de “Vis a Vis”? O spin-off da série – “Vis a Vis El Oásis”, já foi exibido na Espanha pela FOX e chega na Netflix no dia 31 de julho. Eu já conferi os 08 episódios e vou trazer a minha opinião, sem dar SPOILERS, podem ficar tranquilos!

Após o final maravilhoso da 4ª temporada de Vis a Vis, os produtores resolveram voltar com a história, desenvolvendo a relação de Macarena (Maggie Civantos) e Zulema (Najwa Nimri), pós prisão. A série se aprofunda nas duas personagens, mostrando como elas fazem para sobreviver neste mundo caótico. Por anos elas roubaram joalherias, cassinos e bancos. Perto da hora de se separarem, após uma decisão mútua, elas armam um grande assalto – roubar uma tiara de diamantes de Kati (Alma Itzel), filha de Ramala (David Ostrosky), um importante traficante mexicano. Como é algo trabalhoso, uma ajuda extra será bem vinda – Goya (Itziar Castro), Triana Azcoitia (Claudia Riera), La Flaca (Isabel Naveira) e Monica Ramala (Lisi Linder) – enteada do traficante – formam a equipe.

Sem dúvidas, a chegada na plataforma era aguardada pelos fãs. Isso porque, agora, as protagonistas da atração terão seus verdadeiros finais. Além disso, a atração virou um fenômeno na Netflix, pegando carona na popularidade de outra série espanhola, La Casa de Papel.

E uma coisa não podemos negar – Maggie Civantos e Najwa Nimri possuem muita química juntas, mesmos com brigas e rachas das atrizes. Recentemente, elas pararam de se seguir no instagram e, tudo indica, que divergências no rumo de suas personagens podem ter sido a causa. Independente disso, ambas carregam “El Oásis” nas costas. E acho que agora realmente veremos o final dessa história.

O desenvolvimento é interessante. A fotografia é linda. E a rivalidade de Maca e Zule é sem dúvidas o ponto forte, como sempre foi. Goya também está de volta e nos faz lembrar bons momentos das temporadas anteriores. Monica Ramala também é uma personagem interessante e poderia ter sido melhor trabalhada – uma cena em particular irá surpreender a todos.

E vocês devem estar se perguntando se teremos a volta de outros personagens da série. Sim, teremos! Ramiro Blas, que interpretava Carlos Sandoval, participa em alguns episódios, inclusive veremos partes de seu passado. Já Alba Flores, nossa Saray e eterna Nairóbi (ainda não superei até hoje), aparece no episódio final para uma participação especial – podem esperar uma belíssima cena!

Sobre o final – fiquem tranquilos, eu prometi que não daria spoilers – eu gostei, maaas teve algo que não curti tanto, esperava mais. Como um todo, é uma série que terá um gostinho especial para os fãs, ao trazer uma conclusão para a história.

Quem aí era fã de Vis a Vis? Estão ansiosos para a estreia de “El Oásis”?

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#Série | Elite

Oi gente!
Vocês devem ter percebido que o blog ficou fora do ar algumas semanas. Infelizmente tive um novo problema com a Locaweb, que hospeda o meu domínio. Depois de muitas conversas, consegui voltar ao normal!! E como fiquei algumas semanas fora, acumulou muita coisa para falar aqui!! Hoje vou começar falando de “Elite”, nova série original Netflix. Desde que lançaram os trailers e teasers eu já estava mega ansioso para conferir. A produção tem um toque de Gossip Girl, misturado com Riverdale e Rebelde.

Produzida pela Netflix Espanha, a série Elite vem na onda do sucesso que La Casa de Papel fez no mundo todo, inclusive temos três atores que fizeram “La Casa” – Miguel Herrán (que fez o Rio e agora vive o Christian), María Pedraza (que faz a protagonista Marina e que foi Allison em LCDP) e Jaime Lorente (o Denver e que agora interpreta Nano). O drama juvenil tem direção de Ramón Salazar e Dani de la Orden e roteiro de Carlos Montero e Darío Madrona.

Em “Elite”, a vida dos alunos de classe alta do colégio Las Encinas seguia dentro dos conformes. Trajando uniformes refinados (que lembram RBD), os estudantes do colégio mais exclusivo do país, vivem em uma bolha absortos da realidade. Quando uma escola da periferia desaba, três alunos – Samuel, Christian e Nádia – são transferidos para Las Encinas. Embora tenham se destacado na outra escola, suas contas bancárias os transformam em chacota perante os alunos do colégio. Quando foram transferidos, os jovens pensaram ter tirado a sorte grande.

Samuel (Itzan Escamilla) possui uma família complicada – o irmão Nano acabou de sair da cadeia e busca se endireitar na vida. Na escola, ele conhece e se apaixona por Marinaportadora do vírus HIV. Marina e Samú vão se aproximando cada vez mais, porém a garota acaba se envolvendo com o irmão do jovem, formando um triângulo amoroso (Vale destacar que os atores María Pedraza e Jaime Lorente estão juntos na vida real também!!) Nádia (Mina El Hammani) é uma jovem muçulmana que precisa enfrentar o choque de cultura, tanto que na escola ela é proibida de usar o hijab – véu característico do Islã. Ao longo dos episódios ela se aproxima de Guzman (Miguel Bernardeau), um playboy esnobe, irmão de Marina. Já Christian é excêntrico e engraçado, que não está nem aí com a escola e quer apenas curtir e se dar bem na vida. Junto com Carla (Ester Expósito) e Polo (Álvaro Rico), ele formará um polêmico triângulo amoroso – que rola de tudo, inclusive prepare-se para as cenas hots, que tem bastante!!

Ainda no elenco temos a atriz Danna Paola – que você provavelmente conhece das novelas mexicanas “Maria Belém” e “Amy, a Menina da Mochila Azul”, exibidas no SBT. Na série ela faz a personagem Lucrécia, ex-namorada de Guzmán, que irá infernizar a vida de Nádia ao perceber que os dois estão se apaixonando. Temos também outros personagens que se destacam ao longo dos episódios como Ander (Arón Piper) que se descobre homossexual ao se apaixonar pelo traficante Omar (Omar Ayuso), irmão de Nádia. Mas o ponto forte é um assassinato que ocorre entre esses personagens – logo no primeiro episódio já descobrimos quem morreu (não vou dar spoilers aqui, podem ficar tranquilos, mas já adianto que foi um personagem que peguei mega ranço ao longo da série). E a grande pergunta que fica é o típico “Quem matou?” Um dos novos alunos ou um dos membros da elite? Já vou comentar aqui que achei bem coerente a resolução do assassinato.

A série é bem desenvolvida, são apenas 8 episódios, dá para maratonar no fim de semana. “Elite” traz diversas discussões sobre problemas sociais como bullying, discriminação, preconceito cultural, uso de drogas, entre outros dramas juvenis. Além disso, o roteiro explora sem medo a descoberta da sexualidade, a influência da religião e a opressão da família. É uma reunião de diversidade cultural e sexual.

Muitos comentaram as semelhanças com outras séries e novelas. A começar com a mexicana Rebelde – temos a história de alunos pobres que vão estudar em uma escola de ricos, com os uniformes muito parecidos. Comentaram sobre Gossip Girl – Carla e Polo são um casal que adora fazer joguinhos e ostentar seu dinheiro e privilégios. Qualquer semelhança com Blair Waldorf e Chuck Bass é mera coincidência. O suspense e assassinato também trazem um clima de Riverdale e 13 Reasons Why. Mas ainda assim, achei uma série bacana, original, que não se prendeu a estereótipos e que já é um grande sucesso no catálogo da Netflix.

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