Tag: DC Comics

#Série | Stargirl

Oi gente!
Quem aí é fã de séries de super heróis? O canal americano The CW lançou mais uma produção do Arrowverse (universo que compreende “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow”, “Black Lightning” e “Batwoman”). Agora chegou a vez de “Stargirl” – programa teen protagonizado por herdeiros da icônica Sociedade da Justiça.

Com 13 episódios, a 1ª temporada foi aclamada pela crítica e também pela audiência, que rendeu bons índices nos Estados Unidos. “Stargirl” começa quando Courtney (Brec Bessinger) e sua mãe Barbara Whitmore (Amy Smart), decidem se mudar da Califórnia para a cidade fictícia interiorana de Blue Valley, em Nebraska. Após a morte do marido, Barbara juntou os trapos com Pat Dugan (Luke Wilson), que tem um filho, Mike (Trae Romano).

A contragosto, Courtney precisa se adaptar em um município pequeno, onde todo mundo conhece todo mundo. É aí que o cajado mágico do lendário herói Starman a escolhe como sua nova “dona”. Na escola, Court se aproxima de Yolanda (Yvette Monreal), Rick (Cameron Gellman) e Beth (Anjelika Washington), levando-os a assumir os mantos de Pantera, Homem-Hora e Dra. Meia-Noite. Juntos, eles precisam conter um terrível plano que prevê a dominação das mentes de toda a população adulta dos Estados Unidos.

Inspirados no otimismo típico da Era de Ouro dos Quadrinhos, os personagens crescem a cada episódio e superam desafios pessoais que os assombravam antes da formação do supergrupo. Esse período clássico dos quadrinhos também é refletido na caracterização dos vilões. Assim como eram nos primórdios do gênero, os antagonistas são caricatos, coloridos e surpreendentemente divertidos.

A série tem um bom futuro pela frente e pode representar um novo recomeço às produções da CW. Flash e Supergirl já estão perdendo público. Batwoman veio para reforçar, mas Stargirl deve trazer um novo direcionamento para um outro lado de super heróis da DC. E muito provavelmente a personagem deve integrar os próximos crossovers.

Com uma segunda temporada já garantida na CW, “Stargirl” tem tudo para continuar se destacando entre tantas adaptações televisivas de histórias em quadrinhos.

Já conheciam o universo de Stargirl? Pretendem acompanhar a série? Me digam o que acham do futuro da DC na TV

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#Filmes | Mulher Maravilha

Depois de várias semanas, finalmente consegui assistir “Mulher Maravilha”, o novo filme da DC Comics. E gente, que filmaço!! Eu simplesmente adorei!

Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha de Themyscira, em que é conhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto e espião britânico Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar, certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

Com certeza esse é o melhor filme da DC desde “Batman – O Cavaleiro das Trevas”. A atriz Gal Gadot está incrível como a personagem título. Para quem não sabe, a atriz nasceu em Israel, já foi modelo e também passou pelo exército. Poucos devem lembrar também que ela já atuou em quatro filmes da saga Velozes e Furiosos. E assim como a atriz Lynda Carter, que viveu a Mulher Maravilha nos anos 70, Gal foi a escolha certa para o papel.

O filme tem início em Themyscira, uma ilha afastada do “mundo externo” onde vivem as Amazonas – elas possuem um objetivo que é destruir o Deus da Guerra Ares, quando este retornar para acabar a humanidade. Destaque para Robin Wright (de “House of Cards”) – ela está perfeita como a guerreira Antíope, general das Amazonas. Apesar de aparecer bem pouquinho, ela com certeza rouba a cena no início do filme. Outro destaque positivo é o ator Chris Pine (de “Star Trek”) – ele teve muita química com a Gal.

A diretora Patty Jenkins se mostrou certeira! Soube misturar ação, suspense, lutas, drama e até um pouco de romance para montar um filme muito bom! Ela conseguiu desenvolver um roteiro que mostre uma protagonista forte e determinada, mas também sensível e capaz de amar.

E se tem um ponto negativo, eu cito os vilões da história. Foram bem fraquinhos – o que salva mais são algumas cenas entre o general Ludendorff (Danny Huston, de “American Horror Story”) e a Dra. Maru (Elena Anaya, de “Van Helsing”). O principal plot twist do filme não foi tão surpreendente. Prefiro dizer que “Mulher Maravilha” é um filme que abordou mais o surgimento da heroína – e este é o grande diferencial para considerar a produção incrível.

E ainda neste ano, teremos a oportunidade de ver Gal Gadot novamente como Mulher Maravilha no filme “A Liga da Justiça”, que chega aos cinemas brasileiros em 16 de novembro.

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