Tag: Bridgerton

#Livro | O Duque e Eu

Autora: Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Páginas: 288
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Amazon

Oi gente!
Hoje vai ser dia de polêmica! Aqueles que me seguem no instagram (@blog_entrelinhas) viram que a série “Bridgerton”, produzida pela Netflix, foi um grande incentivo para finalmente começar a ler a saga escrita por Julia Quinn. Logo que a série foi lançada, já comprei os dois primeiros livros e iniciei “O Duque e Eu”. Lembrando que vou fazer algumas comparações com a série.

Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar.

Daphne Bridgerton está em busca de um casamento, porém todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne.

“O Duque e Eu” é o primeiro volume entre oito livros que narram as aventuras da grande e barulhenta Família Bridgerton. E vamos a polêmica: a leitura não foi o que eu esperava. A história é interessante, alguns personagens são muito bons, porém a autora peca no desenvolvimento. A Daphne do livro me incomodou um pouco, sorte que deixaram a personagem bem mais interessante na série. Apesar disso, o casal protagonista possui química. E os coadjuvantes também são legais – Lady Whistledown mesmo sem nem aparecer fisicamente, consegue ter uma grande influência na trama e aguçar a curiosidade do leitor.

Comparando com a série, preciso dizer que gostei muito mais da adaptação da Netflix do que do livro. Obviamente, algumas histórias dos demais irmãos foram antecipadas, e até aumentadas. Personagens tiveram mudanças significativas, como é o caso da Daphne – que já citei acima, ela se tornou mais humana, engraçada e talvez até mais romantizada. Outro exemplo é o de Anthony, que na série é mais embuste. A revelação de Lady Whistledown no último episódio também pegou vários de surpresa. E a polêmica cena entre Daphne e Simon foi amenizada e modificada. Esse foi outro momento bem complicado do livro. Enfim, posso fazer um post mais detalhado sobre isso, se vocês quiserem. Independente das opiniões sobre o primeiro livro, já comecei “O Visconde que me Amava” e confesso que a leitura tem sido bem melhor e me surpreendendo positivamente.

Já leram a saga Bridgerton? Gostaram de O Duque e Eu? O que acham da série da Netflix?

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#Série | Bridgerton

Oi gente! 
Produções de época sempre costumam me agradar e se você também curte, já é motivo suficiente para assistir a primeira temporada de “Bridgerton”, nova série da Netflix, baseada na saga de romances da aclamada autora Julia Quinn, produzida por Shonda Rymes e dirigida por Chris Van Dusen.

Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor) está dando seus primeiros passos para conseguir um bom casamento. Prestes a atingir a maioridade, Daphne encanta a Rainha Charlotte (Golda Rosheuvel) na nova temporada de cortejo da cidade e se torna a “joia rara” do ano, ganhando atenção de inúmeros pretendentes que prometem desposá-la e torná-la uma dama da sociedade. Entretanto, seu irmão Anthony (Jonathan Bailey), assumindo o papel de homem da casa após o falecimento do pai, transforma algo simples em um árduo trabalho, espantando maridos em potencial e deixando-a à deriva por não acreditar que exista algum homem bom para a irmãzinha. Entre os irmãos, Benedict (Luke Thompson) sonha em ser artista; Colin (Luke Newton) é mais aventureiro ao mesmo tempo que se envolve em um romance complicado com Marina (Ruby Barker); Eloise (Claudia Jessie) não possui nenhum interesse em casamentos; Francesca (Ruby Stokes) quase não aparece na temporada, além dos pequenos Gregory (Will Tilston) e Hyacinth (Florence Hunt).

Tudo mudará com a chegada de Simon Basset, o Duque de Hastings (Regé-Jean Page). Ele e Daphne possuem personalidades conflitantes, porém uma chama se acende ao fazerem um pacto – o duque demonstrará interesse em Daphne para que a jovem possa ser vista como desejável e, assim, receber boas propostas de casamento, ao mesmo tempo, que as mães e outras pretendentes deixem de importuná-lo, uma vez que ele não tem pretensão de casar. Em meio aos bailes e eventos luxuosos, somos apresentados a outros personagens, como a família Featherington. Além disso, a corte ainda conta com uma pessoa misteriosa – Lady Whistledown (com voz da icônica Julie Andrews) – que publica um periódico comentando sobre tudo e todos.

“Bridgerton” é baseada em franquia de livros extremamente popular. A 1ª temporada cobre os acontecimentos do primeiro livro, “O Duque e Eu” – para quem não sabe, são 9 livros, cada um contando a história de um dos irmãos da família. Em meio a um figurino deslumbrante e cenários de fazer os olhos brilharem, Bridgerton conquista com uma história de amor, além de mostrar o mundo competitivo da alta sociedade patriarcal no século XIX.

Ótimos personagens desfilam ao longo dos oito episódios. Penelope Featherington (Nicola Coughlan) é uma delas – a atriz dá um show de carisma. O amor proibido de Anthony e uma cantora/meretriz também traz um contraponto bacana à história. Mas claro, o grande destaque é a ótima química entre Phoebe Dynevor e Regé-Jean Page – Daphne e Simon são ótimos em cena. Ao final da temporada, a sensação foi de prazer ao concluir a maratona. E já adianto aos fãs dos livros, que há diferenças na série, incluindo a revelação de quem é a misteriosa Lady Whistledown já nesta primeira temporada. E também já adianto aos leitores que finalmente vou iniciar a leitura da saga! Em breve teremos resenhas dos livros por aqui!

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