#Livros | Me Chame pelo seu Nome

Autor: André Aciman
Editora: Intrínseca
Páginas: 288
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva | Fnac
Foto: Facebook Intrínseca

Oi gente!
Vou fazer uma pequena pausa nas dicas de séries para poder trazer uma dica literária! Hoje vou falar do livro “Me Chame pelo seu Nome”, escrito por André Aciman e adaptado neste ano para os cinemas, inclusive, vencendo o Oscar de melhor roteiro adaptado. Quem quiser conferir a crítica do filme, clica AQUI.

Logo que assisti o longa, dirigido por Luca Guadagnino e protagonizado pelo promissor Timothée Chalamet – quando fiz as críticas de todos os filmes que concorreram na principal categoria do Oscar –  já fiquei interessado em conferir o livro, que foi lançado no Brasil pela Editora Intrínseca.

Na história, a casa onde o jovem Elio passa os verões é um verdadeiro paraíso na costa italiana, parada certa de amigos, vizinhos, artistas e intelectuais de todos os lugares. Filho de um importante professor universitário, ele está bastante acostumado à rotina de, a cada verão, hospedar por seis semanas um novo escritor que, em troca da boa acolhida, ajuda seu pai com correspondências e papeladas. Uma cobiçada residência literária que já atraiu muitos nomes, mas nenhum deles como Oliver.

Elio imediatamente, e sem perceber, se encanta pelo americano de vinte e quatro anos, espontâneo e atraente, que aproveita a temporada para trabalhar em seu manuscrito sobre Heráclito e, sobretudo, desfrutar do verão mediterrâneo. De início, os dois não se dão muito bem, mas após o convívio surge uma paixão que só aumenta à medida que o instável e desconhecido terreno que os separa vai sendo vencido.

O livro, assim como o filme, é bem interessante. O autor descreve com delicadeza cada cena, nos apresentando o dia a dia da família e cada personagem ali presente. Constrói-se, assim, um vínculo por parte do leitor com as pessoas que nos são apresentadas, por serem altamente realistas e autênticas.

A narrativa é realizada em primeira pessoa – quem nos conta a história é o Elio. Isso foi a única coisa que me incomodou um pouco, pois no início o personagem é bem chato. Ele fica muito neurótico, querendo saber o que o Oliver está fazendo, o que está pensando, onde ele vai, etc. Essa obsessão deixa a história um pouco lenta e nos faz lembrar os dramas românticos de Shakespeare. Isso atrapalha um pouco o começo do livro, com relação à identificação com o personagem. A partir de certo momento, a história flui normalmente. Inclusive esse foi mais um livro que devorei… li em apenas duas semanas (Ultimamente tenho tido sorte com as leituras).


Foto: melinasouza.com

Comparando livro e filme, temos algumas diferenças. Primeiro, alguns personagens não existem na adaptação cinematográfica – o principal é Vimini, uma garota com leucemia, vizinha da família de Elio, e que rendeu algumas passagens interessantes no livro. Também foi retirado do filme o personagem Maynard – que não aparece fisicamente na narrativa literária, mas sempre é lembrado por Elio – o rapaz havia sido recebido pela família alguns anos antes e quando foi embora enviou um cartão postal de uma pintura de Monet e escreveu no verso “Pense em mim um dia”. Oliver rouba esse postal e guarda até quando Elio tem 32 anos e o visita nos Estados Unidos. Na leitura, também é complicado dizer em que ano aquele verão se passa, o que no filme é extremamente explicito, tanto pelos comentários dos personagens como pela trilha sonora. E a maior mudança é o final do livro, que não existe no filme – quando eles viajam juntos para Roma (essa parte no longa é bem rápida, acabando na emocionante conversa de pai e filho). Na leitura temos mais! Mais descrição do período passado em Roma, além do reencontro dos personagens anos depois que suas vidas seguiram após o verão.

Enfim, “Me chame pelo seu nome” é um livro que trata de amor, desejo e descobertas. Uma leitura super poética, com personagens cativantes e uma história que nos ensina muito. Vale a pena conferir livro e filme.

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#Séries | Dynasty

Oi gente!
Nos próximos posts teremos várias dicas de série, já que acabou a fall season nos EUA e as principais produções encerraram suas temporadas. Hoje vou falar de “Dynasty” nova série da CW, exibida simultaneamente na Netflix. O que falar de um seriado criado por dois grandes produtores – Josh Schwartz e Stephanie Savage – responsáveis por sucessos teens como Gossip Girl e The OC, além de ser um reboot de uma das séries de maior sucesso dos anos 80. Só poderia ser TOP.

Dynasty acompanha duas das famílias mais ricas dos Estados Unidos – os Carringtons e os Colbys, que lutam pelo controle de suas fortunas. Blake Carrington (Grant Show) e a jovem Crystal Flores (Nathalie Kelley) estão prestes a se casar, mas a notícia não agrada a todos, principalmente à filha do empresário Fallon Carrington (Elizabeth Gillies).

Além disso, Steven Carrington (James Mackay), só quer saber de gandaia, drogas e, eventualmente, embarcar numa vida política. O filho mais novo de Blake é perdidão e só quer curtir a grana do papai enquanto se envolve com alguns caras, entre eles Sammy Jo (Rafael de la Fuente), sobrinho de Crystal. Por trás de toda essa bagunça, Joseph Anders (Alan Dale) é o fiel mordomo da casa que sabe mais do que as paredes. Por outro lado, Jeff Colby (Sam Adegoke) quer acabar com a família Carrington por causa de problemas do passado e o melhor jeito é se envolvendo com Fallon, porém a moça mantém um caso amoroso mal resolvido com o motorista da família Michael Culhane (Robert Christopher Riley).

O remake segue praticamente a mesma trama da série original, que ficou no ar entre 1981 e 1989, porém houve algumas mudanças, tanto na parte da empresa como mudança de gênero em um personagem. Uma das primeiras mudanças foi a cidade onde se passa a série, na versão antiga os Carringtons eram da cidade de Denver se mudando para Atlanta nessa nova versão. Nos anos 80, Blake Carrington era um magnata do petróleo, hoje é o dono da maior empresa de energia global. Já a principal troca foi com relação ao personagem Sammy Jo – antigamente era a atriz Heather Locklear quem deu vida à sobrinha de Crystal – uma alpinista social que queria se aproveitar da riqueza dos Carringtons. No reboot, o personagem virou homem e até o momento está mais para “bom vivant” do que vilão aproveitador.

Dynasty pode não ser uma série super elaborada, mas é bem parecida com uma novela, cheia de reviravoltas. E, na minha opinião, essa é a melhor característica. No início, Fallon e Steve estão envolvidos com as maracutaias de Blake – eles são cúmplices de quase todas as decisões do patriarca quando a pauta é “defender a família”. Blake é o típico ricaço poderoso que tem uma equipe de espiões, policiais, advogados e infiltrados totalmente preparados para defender a reputação deles quando alguma polêmica surge. O primeiro impasse da trama envolve a morte de um antigo amante de Cristal – Matthew Blaisdel (Nick Wechsler – lembram dele? Era o Jack em Revenge). Em seguida, a esposa do falecido se torna uma pedra no sapato de Crystal. Já no meio da série, o passado da esposa de Blake vem à tona. E se não bastasse tudo isso, Alexis – mãe de Fallon e Steven retorna, transformando a vida de todos em um verdadeiro inferno.

No elenco, Elizabeth Gillies (a Jade West, de Victorius) e Nathalie Kelley (de The Vampire Diaries) protagonizam os principais momentos da série. Não são grandes interpretações, mas estão na média. Grant Show e Alan Dale são os grandes destaques. Já a indicada ao Globo de Ouro, Nicollette Sheridan faz uma ótima participação como Alexis Carrington – tanto que sua personagem será fixa na próxima temporada. Como vocês perceberam, não temos grandes nomes neste remake, diferente da original que trazia atores consagrados da época como John Forsythe, Linda Evans e Joan Collins.

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Com 22 episódios para sua primeira temporada, Dynasty é um ótimo “novelão”, com tramas movimentadas, grandes reviravoltas e ótimos personagens. A série já foi confirmada para sua segunda temporada e retorna dia 11 de outubro na CW e na Netflix. E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | 2ª temporada de 13 Reasons Why

Oi gente!
Acabei de maratonar a 2ª temporada de “13 Reasons Why”, lançada pela Netflix. A 1ª temporada da série foi baseada no livro escrito por Jay Asher, e com o enorme sucesso, foi lançada uma continuação (que não existe no livro). E este é aquele típico exemplo de “deixa quieto enquanto está bom”.

A história gira em torno de Hannah Baker (Katherine Langford, que continua ótima) – a jovem que decide tirar a própria vida e deixa 13 fitas-cassete narrando os motivos que a levaram a isso. A continuação mostrou o julgamento do processo movido pelos pais de Hannah contra a omissão da escola Liberty. Dessa forma, a nova temporada foi narrada pelos demais personagens, mostrando as suas versões da história e como a morte de Hannah afetou suas vidas. Paralelamente, a série vai mostrando o desenrolar de um enredo a partir de imagens de polaroids que são entregues a Clay Jensen (Dylan Minnette).

Clay tenta seguir em frente namorando Skye (Sosie Bacon), uma jovem que também lida com problemas emocionais, mas segue assombrado pela presença da garota por quem era apaixonado. Literalmente: o rapaz passa a ter visões de Hannah e a conversar com ela. Mas a atenção especial é dada a história de Jéssica (Alisha Boe), que tem de lidar com sua condição de sobrevivente de estupro enquanto vê seu abusador, o atleta Bryce Walker (Justin Prentice), circular livremente pelos corredores da escola.

Na minha opinião, o maior problema da série é o roteiro, que foi mal desenvolvido. Uma história que já tinha sido muito comentada, tanto falando bem como falando mal; um assunto que precisa ser discutido, e ainda assim, o desenvolvimento se tornou arrastado – mais treze episódios foram muitos, a história teve uma barriga, cenas desnecessárias e muitas falhas de continuação.

Uma coisa interessante foi a mensagem trazida no início do primeiro episódio. Quando a primeira temporada foi lançada, muito se falou sobre ela influenciar jovens em depressão a se suicidarem. Agora, eles trouxeram parte do elenco conversando com o espectador, inclusive vou copiar todo o texto apresentado:

“13 Reasons Why é uma série de ficção que lida com dificuldades, questões do mundo real, tratando de violência sexual, abuso de substâncias, entre outros. Ao acender uma luz sob esses tópicos difíceis, nós esperamos que nosso show possa ajudar espectadores a começar uma conversa. Mas se você está lutando contra essas questões, essa série pode não ser boa para você, ou você pode querer vê-la com um adulto de confiança. Se você já sentiu a necessidade de ter alguém para conversar, aproxime-se de seus pais, amigos, um conselheiro escolar ou um adulto em que confie. Ligue para uma linha de assistência local ou vá em 13reasonswhy.info, pois no minuto em que você começa a falar sobre, fica mais fácil”.

 

Já outro ponto negativo nesta continuação é a mudança no perfil de alguns personagens. Tudo que bem que todos eles enfrentaram as consequências do que fizeram, mas alguns casos não deram certo. Courtney e Ryan, por exemplo, aparecem brevemente apenas para cumprir espaço. Cada um ganha um episódio, mas depois praticamente somem. Depois de tudo o que fizeram com Hannah na primeira temporada, viram os mocinhos inocentes dignos de pena. Zach conta que manteve um namoro com Hannah – algo que deveria ter sido exposto na primeira temporada pela personagem, já que foi um dos pontos que a magoou. E, particularmente, eu não gosto do desempenho de Dylan Minnette como Clay. Mais uma vez ele traz uma interpretação quase robótica, sem emoção.

Quem se destaca é Miles Heizer – Alex Standall; que sobreviveu à própria tentativa de suicídio, mas ficou com sequelas que vão desde perda de memória até problemas para andar; Justin Prentice – o estuprador Bryce Walker, ídolo dos times de beisebol e futebol da escola e que passa normalmente pelo julgamento como se nada tivesse acontecido; Alisha Boe – Jéssica Davis, que sofreu abuso sexual e a atriz consegue passar toda a emoção necessária; Brandon Flynn –  Justin Foley que após tudo o que aconteceu foi morar nas ruas e se tornou dependente de heroína; além da veterana Kate Walsh que vive a mãe de Hannah. Mas o grande destaque mesmo é o ator Devin Druid, que interpreta Tyler. O personagem é o que teve o melhor desenvolvimento e chances de crescimento na série. Tanto que uma cena no último episódio chocou a todos e será fundamental para a continuação, caso haja sequência.

O que aconteceu com Hannah, Jessica, Alex, Tyler e os outros, acontece diariamente com jovens ao redor do mundo. É fundamental que tenhamos tais temáticas abordadas no mundo do entretenimento, dessa forma a Netflix acertou em investir em 13 Reasons Why. O que faltou mesmo foi um bom roteiro, sem furos e mais dinâmico.

Na minha opinião acho que deveria ter uma terceira temporada. E vocês, o que acham? Aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | 2ª Temporada de Riverdale

Oi gente!
Hoje foi falar um pouquinho sobre a 2ª temporada de Riverdale, que chegou ao final pela Warner trazendo novos mistérios. Para quem ainda não conhece ou não assistiu, AQUI tem o link da resenha da primeira temporada. A série é baseada na HQ “Archie” de 1942, ou seja, é uma adaptação, com uma roupagem nova e mais intrigante. E fez muito tanto no Brasil, que o Warner Channel exibiu a segunda temporada simultaneamente com os Estados Unidos.

Riverdale é uma das minhas séries preferidas, está no meu TOP 5 com certeza. Vou começar esse post lembrando um pouquinho da história – na primeira temporada tivemos um foco maior no mistério do assassinato de Jason Blossom e a introdução das histórias centrais. Agora temos o foco total no quarteto Archie (KJ Apa)Betty (Lili Reinhart)Veronica (a brasileira Camila Mendes) e Jughead (Cole Sprouse) na luta para descobrir quem é o Black Hood – um assassino misterioso que vem assombrando a cidade, matando as pessoas que “cometem pecados”. Archie fica um pouco paranoico com o tiro que seu pai leva no final da primeira temporada e funda um grupo de “salvadores” para defender a cidade; Betty apresenta uma ligação direta com o Black Hood recebendo ligações e pistas; Verônica está cada vez mais infiltrada nas tramas obscuras do pai e Jughead entra para os Serpentes, seguindo o legado de FP.

Esta temporada tivemos alguns personagens ganhando mais espaço como a Cheryl (Madelaine Petcsh), que precisou travar uma batalha contra a família Blossom, rendendo destaque em alguns episódios do meio da série; além da Toni (Vanessa Morgan), Kevin (Casey Cott) e Josie (Ashleigh Murray). Mas tivemos grande destaque com o elenco adulto – a Alice Cooper (Mädchen Amick), Hermione Lodge (Marisol Nichols), Fred Andrews (Luke Perry) e o grande vilão da temporada Hiram Lodge (Mark Consuelos), que se tornou uma espécie de mafioso e quer controlar toda a cidade.

Agora vou falar um pouquinho sobre o episódio final – e terá SPOILERS!!! Se você ainda não viu, pula para o próximo parágrafo! O último episódio começou com um gancho incrível – não sabíamos se o Jug iria morrer ou não após a surra que levou dos Ghoulies; teve a revelação de que Hal Cooper (Lochlyn Munro) era o Black Hood (a cena começou no penúltimo episódio e foi incrível); o resultado da eleição para prefeito em que Hermione venceu Fred, mas eles se juntaram para comemorar – inclusive percebemos que Hermione e Verônica devem se rebelar contra Hiram e a grande virada do final – a prisão de Archie após ser incriminado por Hiram pelo assassinato de Cassidy Bullock (Harrison MacDonald). No geral, foi um bom episódio e que deixou um ótimo gancho para a próxima temporada.

Já com relação à série no geral, eu curti bastante, principalmente o início e o final – no meio teve muita enrolação. Destaque para Lili Reinhart – sua Betty é com certeza a melhor personagem e a atriz tem tido ótimos momentos; em vários episódios fiquei com raiva do Archie e Jug – seus personagens tomaram rumos chatos ao longo da história, mas o legal foi que cada personagem e subtrama teve uma evolução individual, mas agora todos voltaram a se conectar; teve também o episódio musical baseado em “Carrie, a Estranha”, que foi super bom! Inclusive apoio a ideia de ter novos episódios musicais na terceira temporada. E claro, que o mistério continua, afinal ainda temos mais um Black Hood que não foi descoberto e a próxima season deve focar bastante no ambicioso plano de Hiram.

Eaí, assistem Riverdale? O que acharam desta temporada? Aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Livro | Um de Nós Está Mentindo

Autor: Karen M. McManus
Editora: Galera Record
Páginas: 384
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva | Fnac
Foto: Facebook Galera Record / @pitacosliterarios

Oi gente!
Hoje vou trazer uma dica de leitura super bacana – Um de Nós está Mentindo, livro de estreia da autora Karen M. McManus, publicado pela Galera Record.

Numa tarde de segunda-feira, cinco estudantes do colégio Bayview entram na sala de detenção: Bronwyn – a gênia, comprometida a estudar em Yale, nunca quebra as regras. Addy – a patricinha, a perfeita definição da princesa do baile de primavera. Nate – o criminoso, já em liberdade condicional por tráfico de drogas. Cooper – o atleta, astro do time de beisebol. E Simon – o criador do mais famoso site de fofocas da escola. Antes do fim da detenção, Simon morre. E, de acordo com os investigadores, a sua morte não foi acidental.

Com as investigações policiais, descobre-se que Simon planejava postar fofocas bem quentes sobre todos os companheiros de detenção. O que faz os quatro serem suspeitos do seu assassinato.

A história é bem clichê, com personagens típicos do high school americano – a CDF, o atleta, o delinquente e a popular – mas é aquele clichê super bem feito. E vou confessar para vocês, eu adoro um clichê bem feito! A minha leitura fluiu muito, li esse livro super rápido. E o mais legal é a construção dos personagens.

O livro é dividido em três partes, e cada capítulo é narrado por um dos suspeitos – Bronwyn, Nate, Addy e Cooper. No início fiquei um pouco perdido, sem saber quem era quem, porque a narrativa transcorre do ponto principal, mas depois você consegue se situar. E aí, a história vai aos poucos trazendo particularidades de cada um, o leitor vai descobrindo o que eles fizeram de errado, podendo traçar um perfil psicológico deles, além de perceber como que esse crime afetou diretamente a vida escolar e particular.

Sobre a solução do crime, eu achei OK. Em um determinado ponto do livro, o leitor já vai imaginando o que irá acontecer, então não tem uma surpresa com relação à revelação, mas é um final coerente e os capítulos foram bem escritos e desenvolvidos.

A edição da Galera Record é boa. Eu curti muito a capa, achei super bonitinha. Outro ponto positivo é que a cada capítulo aparece o dia e horário que aquilo está acontecendo, assim podemos acompanhar de perto o desenrolar e ter uma noção do tempo da narrativa.

Eu super recomendo “Um de Nós está Mentindo”! Era um livro que eu não apostava muito, principalmente pela premissa que poderia ser super clichê como falei, mas eu simplesmente amei!

Eaí, alguém já leu? O que acharam? Aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Livros | Com Amor, Simon

Autora: Becky Albertalli
Editora: Intrínseca
Páginas: 272
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva | Fnac
Foto: Facebook Editora Intrínseca

Oi gente!
Bora conferir mais uma dica literária – hoje vou falar de “Com Amor, Simon”, que virou filme e que antes era “Simon vs. A Agenda Homo Sapiens”. É o livro de estreia da americana Becky Albertalli, que também já lançou “Os 27 crushes de Molly”.

Com nova capa e novo título publicado pela Editora Intrínseca, o livro traz a história de Simon, um garoto de dezesseis anos, que é gay, mas ninguém sabe. Sair ou não do armário é um drama que ele prefere deixar para depois. Simon não vê problemas em sua orientação sexual, mas rejeita a ideia de ter que ficar dando explicação para as pessoas – afinal, por que só os gays têm que se apresentar ao mundo? Ele só não contava que Martin, o bobão da escola, iria chantageá-lo ao descobrir sua troca de e-mails com Blue, pseudônimo de um garoto misterioso que a cada dia faz o coração de Simon bater mais forte.

“Com Amor, Simon” encabeça todas as listas de melhores livros de 2015, tendo sido indicado a diversos prêmios, como o National Book Award For Young People’s Literature, o Best Fiction for Young Adults Award, da Young Adult Library Services, e o Goodreads Choice Awards.

A história se torna interessante por mostrar vários caminhos – a sexualidade de Simon, a chantagem de Martin, o mistério sobre quem é Blue, a relação de Simon com sua família e o grande ponto chave – a forma como Simon precisa encarar seu verdadeiro eu e tomar suas próprias decisões.

A leitura fluiu bastante. O livro é leve e divertido, com uma história que cativa. Os personagens são bem construídos e a evolução deles se torna interessante – é legal conferir a amizade de Abby e Simon, a incrível confiança de Nick, a impetuosa Leah, além da compreensão dos pais e irmãs de Simon. “Com Amor, Simon” é um livro bem adolescente, aquela história “água com açúcar” bem escrita, que nos diverte e emociona ao longo das páginas.

No final, o mistério sobre quem seria Blue, o garoto com quem Simon troca e-mails, acaba não sendo tão mistério assim, já que a partir de um momento o final se torna previsível. Como já disse, a história é bem leve e curta, tratando os temas sem deixá-los polêmicos. Perfeito para quem quer um descanso mental, pois o livro é bem curto e rápido.

Agora vou falar um pouquinho sobre o filme (que eu esperei ler o livro primeiro, para depois assistir). E também curti bastante. Houve várias mudanças com relação ao livro, mas foram mudanças necessárias – o filme tem um pouco mais de história, algumas cenas foram aumentadas para dar um pouco mais de agilidade. O roteiro e a edição estão bacanas. A trilha sonora é ótima, bem leve e dá todo um toque especial ao contexto. Já o elenco é outro acerto – Nick Robinson está perfeito no papel principal; Katherine Langford tem mais destaque que sua personagem (Leah) não tem no livro (gente, curto muito o trabalho dessa atriz). Alexandra Shipp (Abby) e Keiynan Lonsdale (Bram – quem lembra dele em The Flash?!) também foram apostas positivas. Já os atores que interpretam os pais do Simon – Jennifer Garner e Josh Duhamel – são um destaque a parte – mandaram bem! Estava com saudades da Jennifer Garner em um filme mais despretensioso (inclusive tem uma cena entre ela e Nick super emocionante).

Enfim, vale a pena conferir o livro e filme! #FicaDica E aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#TAG – Os 13 por quês de um blog (Jovem Jornalista)

Oi gente!
O post de hoje é uma parceria com o blog Jovem Jornalista. O Emerson me convidou para participar da TAG “os 13 por quês de um blog” – vou falar para vocês os 13 motivos para visitarem e acompanharem o Jovem Jornalista. E aproveitando, já quero agradecer o convite – fiquei super feliz!! Agora bora lá:

01 – Assuntos Diversificados:

O blog Jovem Jornalista sempre traz em seus posts diversos assuntos – não é um blog que se prende – curto muito isso porque fico informado de várias coisas.

02 – Playlists

Toda semana tem o quadro com a playlist e eu fico ouvindo direto. O mais recente foi com trilhas de cinema – vocês sabem que eu amo cinema – então fiquei horas e horas viciado, ouvindo as músicas listadas.

03 – Quadros e TAGs super divertidos

O Jovem Jornalista é um blog super criativo, sempre tem quadros e TAGs legais e únicos, que eu adoro acompanhar.

04 – Séries

Quem me acompanha sabe que eu sou viciado em séries – acompanho várias! E o blog sempre traz dicas novas das séries que estão fazendo sucesso, dessa forma, uso o blog como referência também. E o mais legal – quase sempre gostamos e indicamos as mesmas séries!

05 – Informações atualizadas

Os posts do blog costumam trazer informações atualizadas, assuntos do momento e não há medo em se falar de assuntos polêmicos.

06 – Escrita

Os posts possuem uma ótima escrita, sempre coerente e de um jeito que nos cativa e faz querer ler cada vez mais.

07 – Ilustrações

Além da escrita, os posts do blog sempre trazem ilustrações e fotos – o que atrai ainda mais o leitor e deixa o site visualmente mais bonito.

08 – Layout

Uma coisa que eu reparo em todos os sites e blogs que vejo é o layout. Precisa ter uma cara bonita – e isso o Jovem Jornalista tem! Adoro o tom de azul utilizado.

09 – Organização

O Jovem Jornalista é um blog bem organizado. Possui uma barra lateral com informações e com os posts listados para podermos achar assuntos antigos que queremos ler.

10 – Presente em todas as redes sociais

Se você quiser, pode acompanhar o Jovem Jornalista no facebook, instagram, twitter e youtube.

11 – Posts Diários

Gente, esse tópico é um dos que eu mais admiro. Sempre tento postar pelo menos dois a três posts por semana – e com a correria do dia a dia – vejo como é difícil. E o pessoal do Jovem Jornalista consegue fazer posts diários, sempre inovando e trazendo informações novas.

12 – Carinho com o Leitor

A equipe tem um carinho enorme pelo leitor que acompanha diariamente o canal. Gosto de acompanhar os comentários e as respostas dadas.

13 – Parcerias / espaço para blogueiros

Este post é a prova disso! Ótima ideia em convidar a cada mês um blogueiro e listar os motivos para acompanhar seu blog. E mais uma vez, agradeço imensamente o convite feito pelo Emerson! Adorei participar dessa TAG!

E você quer saber o que o Emerson do Jovem Jornalista falou do Entrelinhas? Então bora conferir lá no blog dele! (link aqui) E aproveitem para confirmar todos os itens que eu listei!

Ahhh quer participar também? Entrem em contato com o Jovem Jornalista. Tenho certeza que será uma parceria de sucesso.

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#Séries | 2ª Temporada de This is Us

Oi gente!
Como falei alguns posts atrás, devido às postagens dos filmes que concorriam ao Oscar, acabei deixando passar algumas dicas de séries – e hoje vou falar um pouquinho sobre a segunda temporada de This is Us.

Para mim, This is Us já se tornou uma das minhas séries preferidas – está com toda certeza no meu TOP 3. Como não amar a história da Família Pearson? E como não chorar a cada capítulo? This is Us é aquele drama bem feito e que a gente ama sofrer junto com todos os personagens. Nesta nova temporada temos um foco maior na vida do “Big Three” – Kevin (Justin Hartley), Kate (Chrissy Metz) e Randall (Sterling K. Brown).

Para aqueles que não viram e não querem Spoilers – já vou avisando que aqui terão vários! Kate continua tentando lidar com a questão do peso e sua auto-estima, contando agora com o apoio do namorado e futuro marido Toby (Chris Sullivan). Kevin surtou, foi para a rehab, jogou todos os seus dramas na cara de sua família (esse episódio foi um dos melhores) e agora tenta lidar com o que sobrou em sua vida. Já Randall, junto com a esposa Beth (Susan Kelechi Watson), se candidata a adotar uma criança mais velha que dificilmente encontrará um lar. O casal recebe Deja – uma adolescente complicada, que já pulou de casa em casa. Para agravar o quadro, a mãe biológica, uma figura irresponsável e abusiva, aparece para atrapalhar o processo. Tudo isso serviu para enriquecer e trazer uma dose de sofrimento ao núcleo mais monótono do enredo.

Além disso, uma das cenas mais esperadas aconteceu – a morte de Jack (Milo Ventimiglia). Desde a primeira temporada nós já sabíamos que o personagem iria morrer, mas a cena era uma das mais aguardadas pelos fãs. E veio no principal episódio da temporada – o que foi exibido após o Super Bowl, horário considerado a maior audiência da TV americana. Minhas considerações: primeiro – eu acho que a série teve um furo, pois na primeira temporada foi dito que o personagem morreria em um acidente de carro – tanto que no último episódio fiquei super apreensivo esperando que isso acontecesse quando Jack dirige bêbado indo atrás de Rebecca (Mandy Moore), mas não ocorreu. Aí no começo da segunda temporada diz que ele morreu em um incêndio. Mais alguém percebeu isso?! Enfim, segunda coisa a comentar – chorei mega na cena da morte, mas ainda assim achei um pouco improvável – ele estava “bem” após o incêndio e assim que a esposa sai do quarto do hospital, do nada ele morre?! O episódio foi lindo, a cena foi emocionando, com um show dos atores jovens, mas não me convenceu muito a morte. E só fez levantar ainda mais a dúvida sobre a “teoria da conspiração” que rola na internet de que Jack está vivo. Se isso acontecer, não vou mentir, iria AMAR!

Falando um pouco da parte técnica, os atores continuam incríveis nos papéis. Destaque para Sterling K. Brown, que levou todos os principais prêmios de melhor ator nas premiações deste ano. Chrissy Metz é impecável! Justin Hartley teve oportunidade de se mostrar mais nesta temporada – seu personagem ganhou mais destaque e o ator aproveitou bem, se destacando em alguns episódios. Tivemos participações mega especiais nesta temporada, como o episódio que contou com Sylvester Stallonne (bem no comecinho).

A produção é sempre um destaque a parte, a série tem viradas que são necessárias para o desenvolvimento da história e a fotografia cada vez mais interessante. Se você ainda não viu “This is Us” não sabe o que está perdendo! As duas primeiras temporadas têm 18 episódios cada, com cerca de 45 minutos. Dá para fazer aquela maratona, mas não se esqueça de preparar os lencinhos porque você vai chorar bastante!

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#Séries | American Crime Story

Oi gente!

Depois de ser aclamada pelo público e pela crítica, “American Crime Story” está de volta e sua segunda temporada. A série produzida por Ryan Murphy conta a história de grandes crimes que chocaram o mundo – e nesta nova temporada, a produção trouxe de volta à memória o assassinato do famoso estilista italiano Gianni Versace.

Primeira coisa – tente não fazer comparações com a primeira temporada que trouxe a história do ex-jogador O.J. Simpson, acusado de matar a esposa e o amante, tendo sido absolvido em um grande midiático julgamento – até porque esta primeira é bem superior.

As expectativas estavam bem altas para a sequência, depois dos nove Emmy’s e dois Globos de Ouro em 2017. Porém, Ryan Murphy e os demais criadores Larry Karaszewski e Scott Alexander preferiram trazer um roteiro diferente – focando mais na história do assassino do que no assassinato. Um dos motivos pode ter sido as declarações polêmicas da Família Versace, que não ajudou e nem reconheceu a adaptação, dizendo que era absolutamente fictícia.

Sem se aprofundar na vida de Gianni Versace ou narrar o desenvolvimento do assassinato, os produtores focaram em Andrew Cunanan – um jovem brilhante, com alto QI, ambicioso e homessexual. A narrativa traz os outros quatro crimes cometidos pelo serial killer, passando por seu vício em drogas e relacionamentos com homens mais velhos, até chegar em sua infância. Só no último episódio, retoma ao ano de 1997 e conta o final dessa tragédia envolvendo o famoso estilista.

Mesmo não tendo um roteiro forte, a série tem pontos positivos – o primeiro é o elenco! Dois nomes se destacam – Darren Cris está simplesmente fantástico no papel do assassino Andrew Cunanan – o ator não teve grandes oportunidade após o final de Glee e conseguiu mostrar todo o seu talento em um papel mais denso e dramático. Já a atriz Penélope Cruz arrasa no papel de Donatella Versace – ela simplesmente incorporou a irmã e principal inspiração do estilista – está mega parecida.

Ainda no elenco, Édgar Ramírez interpreta Versace – também em um ótimo momento, em uma de suas melhores interpretações; Dascha Polanco (de Orange is the New Black); Cody Fern; Finn Wittrock e Mike Farrell que interpretam as outras vítimas de Cunanan – David, Lee e Jefreey; Jon Jon Briones (de Bones e Miss Saigon); Judith Light (de Transparent e Dallas) e Ricky Martin – mais como uma participação de luxo vivendo o namorado de Versace, Antonio D’Amico. Infelizmente a intepretação do cantor é péssima.

Também elogio a fotografia, caracterização e principalmente o figurino – show de bola! A recriação do famoso vestido que Donatella usou em um tapete vermelho e que lançou Versace para a fama, sendo reconhecido por diversas famosas é o ponto alto em um dos episódios. Além disso, o design de produção é ótimo, recriando perfeitamente o clima dos anos 90.

Acredito que “American Crime Story: O Assassinato de Gianni Versace” terá grande destaque nas premiações deste ano – podendo liderar em número de indicações e até vencer várias categorias. A próxima temporada será baseada na catástrofe causada pelo furacão Katrina e deve chegar as telas em 2019.

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#Livros | Mindhunter

Autor: Mark Olshaker e John Douglas
Editora: Intrínseca
Páginas: 384
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Oi gente!
Hoje é dia de dica literária aqui no blog! Acabei a leitura de “Mindhunter – O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano”, escrito pelo produtor Mark Olshaker e John Douglas, fundador e chefe da Unidade de Apoio Investigativo do FBI. Confesso, que este livro estava há tempos na minha lista “PARA LER” e ainda não tinha conferido. Inclusive quis ler o livro antes de ver a série, produzida pela Netflix.

Em detalhes assustadores, Mindhunter mostra os bastidores de alguns dos casos mais terríveis, fascinantes e desafiadores do FBI. Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão serial killer, assassino em série, nem existia, Douglas foi um oficial exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo. Como Jack Crawford em “O Silêncio dos Inocentes” (inclusive o personagem foi inspirado em John Douglas, de acordo com a narrativa do livro), ele confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers e assassinos, incluindo alguns famosos como Charles Manson, Ted Bundy e Ed Gein.

Com uma habilidade fantástica de se colocar no lugar tanto da vítima quando no do criminoso, Douglas analisa cada cena de crime, revivendo as ações de um e de outro, definindo seus perfis, descrevendo seus hábitos e, sobretudo, prevendo seus próximos passos.

Com a força de um thriller, ainda que terrivelmente verdadeiro, Mindhunter: o primeiro caçador de serial killers americano é um fascinante relato da vida de um agente especial do FBI e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. A história de Douglas serviu de inspiração para a série homônima da Netflix, que conta com a direção de David Fincher (Garota Exemplar e Clube da Luta) e Jonathan Groff, Holt McCallany e Anna Torv.

Mindhunter é um livro mega interessante – pensar que uma pessoa tinha habilidade para identificar um serial killer, descrevendo suas características físicas e psicológicas, apenas tendo algumas informações da cena do crime. Douglas conta histórias dos mais loucos crimes que resolveu durante toda a sua vida no FBI, alguns até ficamos nos perguntando por que fizeram tal barbárie, como o caso de Wayne Williams, o assassino de crianças em Atlanta. O legal é que John consegue fazer com que o leitor passe a enxergar o lado do assassino, mas não como forma de inocentá-lo, e isso ele deixa bem claro em todos os momentos do livro. A ideia central não é mostrar o que foi feito, e sim o porquê de os assassinatos terem sido executados daquelas maneiras.

Publicado pela Editora Intrínseca, o livro tem uma ótima edição. Os capítulos são bem divididos, o desenvolvimento dos crimes é bem descrito, porém a narrativa é um pouco cansativa, principalmente no final do livro – chegou uma hora que eu não aguentava mais ler, tanto que eu parei alguns dias e voltei depois. A estrutura do livro é bem diferente porque o autor divide os casos por temas e não segue uma cronologia. Há muitas idas e vindas no tempo, o que exige uma maior atenção do leitor. Ainda assim, o filme é instigante e fascinante. Fica a dia para aqueles que gostam do gênero investigativo.

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