#Séries | Sense8 Episódio Final

Oi gente! 
Provavelmente vocês estão se perguntando porque eu ainda não falei do episódio final de Sense8. Pois bem, hoje é o dia! Primeiro preciso dizer o quanto fiquei chateado com a Netflix por ter cancelado essa série PREMATURAMENTE! Mas graças a Deus, que eles se redimiram, e pelo menos produziram um episódio final, com quase três horas, para encerrar com dignidade a história do cluster mais amado do mundo. E tudo isso graças aos brasileiros que, literalmente, encheram o saco da Netflix mandando milhares de mensagens para que o final acontecesse. E deu certo 

Como já falei aqui no blog, Sense8 era uma das minhas séries preferidas e quando lançaram o episódio final, não quis assistir logo de cara. Como as demais séries estavam quase acabando, resolvi esperar um pouco e agora, finalmente, consegui ver.

O episódio retoma de onde a história parou na segunda temporada: Will (Brian J. Smith), Capheus (Toby Onwumere), Kala (Tina Desai), Lito (Miguel Angel Silvestre), Nomi (Jamie Clayton), Riley (Tuppence Middleton) e Sun (Doona Bae) estão unidos fisicamente para salvar a vida de Wolfgang (Max Riemelt), ainda capturado pela misteriosa Organização de Preservação Biológica (OPB), um grupo de pesquisa com financiamento multigovernamental que passou a ser utilizado para caçar e fazer experimentos com membros de clusters. Para isso, eles sequestraram o Sussurros (Terrence Mann). Todo o especial gira em torno disso. Descobrimos um pouco mais sobre a Angelica (Daryl Hannah) e os planos da OPB. No balanço final, os produtores e roteiristas preferiram finalizar a história do que complicá-la mais com outras teorias – que até seriam interessantes, se bem trabalhadas.

Neste episódio final, assinado por J. Michael Straczynski e Lana Wachowski, o mais interessante foi o espaço que tiveram os coadjuvantes – os fãs também vão se divertir com Bug (Michael X. Sommers), Daniela (Eréndira Ibarra), Hernando (Alfonso Herrera), Mun (Sukku Son), Amanita (Freema Agyeman) e Rajan (Purab Kohli) roubando certas cenas.

O roteiro foi concluído de forma bastante coerente e nem preciso falar da qualidade da fotografia, trilha sonora, produção e edição. Temos diversa cenas de ação para agradar todos os tipos de fãs – desde as sequências clássicas de Sun mostrando o motivo de ter ficado conhecida como “o espírito de Van Damme” até Wolfgang mostrando sua habilidade com as armas mais potentes. E claro que não poderia faltar as cenas hots – que tanto caracterizaram Sense8.

É uma pena que a despedida da série tenha acontecido de forma tão precoce – principalmente sabendo o tanto de conteúdo que Sense8 ainda tinha para explorar. O episódio final é definitivamente uma carta de amor para os fãs, que vão vibrar, rir e se emocionar com a última aventura dos sensates.

Eaí, já viram o episódio final de Sense8? O que acharam? Gostavam da série assim como eu? E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Série | Seal Team

Oi gente!
Hoje vou trazer mais uma dica de série – e esta tem um estilo um pouco diferente das que costumo assistir! Com a situação atual no mundo, as produções com temática militar estão surgindo em grande escala. Em sua primeira temporada (produzida pela CBS), Seal Team me conquistou por trazer uma proposta interessante e ousada.

Criada por Benjamin Cavell (roteirista de “Justified”), a série apresenta o cotidiano do SEAL Team Six, um grupo da Marinha dos Estados Unidos que é conhecido por ser a principal unidade antiterrorismo das forças armadas do país. Apesar de ser um grupo formado para operações no mar, ele acaba cobrindo outras missões em diversos meios e regiões, sendo responsável também por resgate de reféns, infiltrações e assassinatos.

Para vocês terem uma ideia, Seal Team teria apenas 13 episódios, porém com o sucesso, a CBS produziu uma temporada completa com 22 episódios. A estreia foi assistida por 9,7 milhões de telespectadores ao vivo e manteve uma média acima dos 8 milhões nos seguintes.

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Não se trata de uma superprodução, mas o enredo é interessante – o que faz querermos acompanhar do início ao fim. O elenco é um destaque a parte – David Boreanaz (que fez “Bones”) é o protagonista Jason Hayes – chefe do grupo, que apesar de não querer demonstrar, ainda está tentando superar a perda recente de um colega durante uma missão. Junto com o restante do grupo, Jason enfrenta diversas missões – algumas quase suicidas – para conseguirem seus objetivos militares em diversas regiões do mundo, principalmente no Oriente Médio. Paralelamente, a história que mais merece destaque é a do jovem militar Clay Spencer (Max Thieriot – de Bates Motel), que sonha em entrar para o grupo de elite do Seal Team, mas enfrenta o passado do pai – um militar renomado que escreveu um livro e revelou segredos obscuros do exército americano. Completam o elenco – Jessica Paré (de “Mad Men”), Neil Brown Jr. (“Straight Outta Compton”), AJ Buckley (que está mega irreconhecível!! A hora que descobri que era o Adam de CSI New York quase surtei haha) e Toni Trucks (da série “Franklin & Bash”).

A minha principal crítica é o roteiro – que não foi bem trabalhado nos primeiros episódios. A história da relação entre Jason e seu melhor amigo Nate Massey (Daniel Gillies, de The Originals e The Vampire Diaries), que morreu após uma missão tinha tudo para ser o principal mote da narrativa, mas não foi desenvolvida e depois de alguns capítulos foi completamente esquecida. Além disso, o início da série conta narrativas que acabam em cada episódio – são missões que tem início e fim em apenas 45 minutos, então não conseguimos nos conectar com a história. Inclusive um dos episódios se passa no Brasil – e teve erros graves porque toda ação ocorre no Paraná, na fronteira com o Paraguai e colocaram até a Floresta Amazônica. Erros a parte, o roteiro melhora nos episódios do meio da temporada para o final, que os capítulos possuem uma história contínua. Nesta fase, o grupo embarca em uma missão no Oriente Médio, após o assassinato de um grupo de elite que trabalhava no local. Jason e equipe precisam descobrir o que aconteceu e prender os terroristas responsáveis.

Como um todo, Seal Teal vai bem ao entreter, mas não é a melhor série das estreantes neste ano. É interessante para quem tem algum espaço sobrando na grade, ou mesmo para quem curte a temática de guerra. Acredito que a segunda temporada, já confirmada, deverá ser bem melhor, visto a forma como acabou a primeira.

Já conheciam Seal Team? Pretendem assistir? E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Livros | Um Cavalheiro em Moscou

Autor: Amor Towles
Editora: Intrínseca
Páginas: 464
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva | Fnac
Foto: Facebook Intrínseca

Oi gente!
Hoje vou falar do livro “Um Cavalheiro em Moscou”, publicado pela Editora Intrínseca e escrito pelo americano Amor Towles. A publicação permaneceu por quase um ano na lista de best-sellers do New York Times, com mais de um milhão de exemplares vendidos.

Nobre acusado de escrever uma poesia contra os ideais da Revolução Russa, Aleksandr Ilitch Rostov, “O Conde”, é condenado à prisão domiciliar no sótão do hotel Metropol, lugar associado ao luxo e sofisticação da antiga aristocracia de Moscou. Mesmo após as transformações políticas que alteraram para sempre a Rússia no início do século XX, o hotel conseguiu se manter como o destino predileto de estrelas de cinema, aristocratas, militares, diplomatas, bons-vivants e jornalistas, além de ser um importante palco de disputas que marcariam a história mundial.

Mudanças, contudo, não paravam de entrar pelo saguão do hotel, criando um desequilíbrio cada vez maior entre os velhos costumes e o mundo exterior. Graças à personalidade cativante e otimista do Conde, aliada à gentileza típica de suas origens, ele soube lidar com a sua nova condição. Diante do risco crescente de se tornar um monumento ao passado até ser definitivamente esquecido, o Conde passa a integrar a equipe do hotel e a aprofundar laços com aqueles que vivem ao seu redor.

Pessoal, vou confessar… foi difícil ler este livro, até fiquei pensando se eu falava sobre ele ou não – resolvi falar. A narrativa é bem arrastada, levei muito tempo. Cheguei até a desistir, começar outros e depois voltei para terminar. A história é muito descritiva – em alguns casos temos vários parágrafos, talvez até páginas, para poder contar uma coisa pequena – acabou desanimando muito.

O interessante é a carga significativa dos personagens. O Conde Rostov personifica a decadência de uma sociedade que dominava a Rússia antes da revolução – de nobre à garçom, ele nos guia em uma jornada de descobrimento e avaliação. O Conde apresenta ao leitor sua sabedoria e sensibilidade ao abandonar certos hábitos e se abrir para as incertezas de novos tempos que, mesmo com a capacidade de transformar a vida como a conhecemos, nunca conseguirão acabar com a nobreza de um verdadeiro cavalheiro. Indo além, podemos até classificar o Hotel Metropol como o grande protagonista da história, retratando as principais mudanças de concepções e quebras de preconceitos.

No geral, não foi um livro que eu curti muito, achei muito arrastado, a leitura não fluiu e ao final se tornou muito cansativo. A premissa é muito interessante, mas do jeito que foi desenvolvida se tornou pouco atrativa.

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#Filmes | Forever my Girl

Oi gente!
Dica de filme hoje, pode ser? Acabei de ver “Forever my Girl”, que é um longa baseado no livro escrito por Heidi McLaughlin. O livro foi um sucesso de vendas, é o romance de estreia da autora, e hoje faz parte de uma série com cinco edições. Nas telas, o filme foi produzido e dirigido pela estreante Bethany Ashton Wolf e conta com Alex Roe (de A 5ª Onda) e Jessica Rothe (de La La Land) no elenco.

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E para começar, vou contar um pouquinho da história MAAAS vai ter SPOILERS. Então… vamos lá! A trama gira em torno de um rockeiro que anos atrás deixou tudo para ir em busca do sucesso. Liam Page (Roe) estava prestes a subir ao altar e se casar com o grande amor de sua vida – a doce Josie (Rothe). Mas, após estourar nas rádios com sua música, o jovem decide largar tudo e seguir uma carreira sólida no country. Anos depois, após a morte de um amigo de infância, Liam está de volta a sua cidade natal e está mais que disposto a recuperar o amor de sua vida, além de descobrir um grande segredo – ele abandonou Josie grávida e agora terá que se aproximar da pequena Billy (Abby Ryder Forston) e descobrir o que eles têm em comum.

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Assim… não assista “Forever my Girl” esperando um mega filme… Não é! É um filme bem água com açúcar, estilo Sessão da Tarde. Mas é divertidinho, bacana para um sábado a noite quando não temos nada para fazer!
Comentando a parte técnica, o roteiro é bacana, traz a história de forma linear, tudo bem explicadinho. Conseguimos nos envolver na história do casal principal – a química entre eles é boa e os personagens secundários cumprem bem o papel. É bem o estilo de filme americano… o astro que sai de casa, volta anos depois, quer reconquistar o amor e resolver os dramas familiares.

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Com relação ao elenco, a pequena Abby Ryder Forston é o grande destaque, ela é super fofa, trabalha bem, nos emociona e nos faz rir ao mesmo tempo. Também temos alguns atores veteranos como Gillian Vigman (atualmente em Life Setence) e John Benjamin Hickey (que já atuou em diversos seriados como Law and Order, The Good Wife, The Big C e Mom) e no filme interpreta o pai de Liam – Pastor Brian. Mas o melhor de tudo ainda está por vir!!!! A trilha sonora com várias músicas country é maravilhosa! Sério!! Depois que acabou o filme eu fui correndo para o Spotify ouvir tudo de novo! Inclusive estou ouvindo até hoje haha.

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Enfim, “Forever my Girl” é uma dica de filme despretensiosa, para aqueles que curtem um filme mais água com açúcar, levinho e com uma trilha sonora ótima. No Brasil, ele ainda não estreou – fui até pesquisar para saber mais e parece que deve chegar às telonas em outubro – mas já saiu em cartaz nos Estados Unidos e dá para ver online em vários sites aqui. Para aqueles que forem ver, espero que gostem!

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#Séries | The Resident

Oi gente!
Estão preparados para mais uma dica super bacana de série!! A produção que vou falar hoje foi uma das que eu mais gostei nesta fall season, já está no meu TOP 5 das séries que acompanho.

Se você curte ER Plantão Médico, Grey’s Anatomy ou Chicago Med com certeza irá gostar de The Resident, que apresenta o dia a dia de uma equipe de jovens médicos recém saídos da universidade, cheios de sonhos e expectativas, prontos para viver a dura realidade de um hospital, vivenciar coisas que não existem nos livros ou salas de aula.

A história acompanha o jovem médico Dr. Devon Pravesh (Manish Dayal) que começa o seu primeiro dia de trabalho sob a supervisão do brilhante e frio residente Dr. Conrad Hawkins (Matt Czuchry), mas o dia a dia no hospital Chastain Park Memorial pode ser mais difícil do que ele imagina. Entre salvamentos e perdas, o novato percebe que a suas expectativas sempre são frustradas.

Com pinta de bad boy, Conrad pode ser problemático, mulherengo mas é o residente mais competente do hospital, extremamente preocupado com seus pacientes, além de ser muito inteligente. Ele se envolve com a enfermeira Nic Nevin (Emily VanCamp), uma dedicada profissional que mescla o trabalho com o doutorado e entende bastante do que faz. Os dois vivem um relacionamento “cão e gato”.

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Em contraponto, Dr. Bell (Bruce Greenwood) é um cirurgião de renome que atualmente vive uma situação delicada, haja vista a tremedeira nas mãos que indicam Parkinson e provavelmente o impedirá de atuar como médico. Já tentou diversos medicamentos que na realidade pioram os tremores, mas mesmo depois de vários acidentes e erros médicos em suas cirurgias, ele ainda tem muito prestígio e é praticamente intocável. Tendo uma reputação a zelar, e mesmo sendo odiado por todos no Hospital, Dr. Bell se alia a Dra. Lane Hunter (Melina Kanakaredes), uma oncologista com passado sombrio que também visa apenas o lucro. Com uma história bem criada, a série ainda discute temas com críticas sociais como os estereótipos em relação aos grupos étnicos; o ódio aos imigrantes; o drama dos planos de saúde e seus valores exorbitantes; a carga horária de trabalho abusiva, os mandos e desmandos dos poderosos; a corrupção na administração, dentre tantas outras discussões.

Resultado de imagem para the resident melina kanakaredes e Bruce Greenwood

Gente, como eu estava com saudades de acompanhar Emily VanCam. Eu era mega fã de Revenge e vê-la novamente em uma série me alegrou bastante. O mesmo digo para Melina Kanakaredes – a detetive Stella Bonasera de CSI NY. Emily e Melina formam a principal rivalidade da história, visto que Nic não vai com a cara de Lane e a investiga até que consegue descobrir o seu grande segredo. Nick, Conrad e Devon unem forças para derrubar Dra. Lane e Dr. Bell, iniciando uma verdadeira guerra nos bastidores do hospital.

Temos também outros destaques no elenco como Shaunette Renée, que atualmente pode ser vista em Pantera Negra e interpreta a Dra. Mina Okafor, uma médica residente e com personalidade forte. Segura, a atriz manda super bem no papel de maior destaque em sua estreia na TV americana.

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Com relação ao enredo, a série consegue trazer uma originalidade, mesmo com tantas produções com temática médica. A história tem o seu drama necessário, mas também traz ação e cenas muito bem dirigidas, além de uma história viciante. A cada semana, assim que via o episódio, já queria ver o seguinte e tinha que esperar com a maior expectativa. A produção tem um ritmo direto, fazendo uma ótima crítica social com um desenvolvimento mais realista.

The Resident foi muito bem na audiência americana e a FOX já garantiu uma segunda temporada – o seriado tem uma média de mais de 10 milhões de espectadores. Ágil, envolvente, forte e ousada, com um ótimo elenco incluindo Emily VanCamp, a série tem 14 episódios em sua primeira temporada é uma ótima opção para os amantes das tramas médicas.

Já assistiram The Resident? Também estavam com saudades da Emily VanCamp? Pretendem ver?  Me digam nos comentários!! E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | Young Sheldon

Oi gente!
Bora para mais uma dica de série! Hoje vou falar de Young Sheldonspin off de uma das séries mais famosas: The Big Bang Theory. Lembrando que tenho trazido várias dicas de seriados, já que acabou a fall season e temos muitas coisas boas para assistir.

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Young Sheldon se passa em 1989, no Texas, onde Sheldon Cooper (Iain Armstrage), um jovem de apenas 9 anos, é extremamente inteligente e bem diferente das crianças da sua idade. Ele é cheio de manias, “tocs” e características peculiares, mas se encontra quando em contato com o mundo nerd. Por sua inteligência, ele começa a frequentar o ensino médio quando ainda criança e a série gira em torno dos dias de sua infância com sua família texana, sua mãe Mary (Zoe Perry), seu pai George (Lance Barber), seu irmão mais velho, George Jr. (Montana Jordan) e sua irmã gêmea Missy (Reagen Revord). Também tem sua avó, Connie, que eles chamam de Meemaw (Annie Potts).

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Sheldon Cooper é um dos principais personagens da atualidade, visto que o ator Jim Parsons – que o interpreta em The Big Bang Theory já venceu 04 Emmys, 1 Globo de Ouro e 1 Teen Choice Awards e 2 People’s e Critic’s Choice Awards, além de ser indicado todos os anos nessas principais premiações. Young Sheldon com certeza veio para ficar! A CBS precisava dar um fôlego novo à TBBT – que provavelmente está próxima de seu final – e não dava para largar o sucesso que a produção faz.

O roteiro de YS é muito bom, a história é cativante e o elenco é sensacional. Com 22 episódios, tendo em média 20 minutos cada, a série tem como grande destaque a atuação impecável de Iain Armitage – o “jovem Sheldon”. O pequeno ator já havia sido destaque em Big Little Lies (lembram dele nessa produção?!) e foi escolhido pelo próprio Jim Parsons. Iain tem grande química com Zoe Perry, que interpreta a mãe Mary Cooper. Juntos em cena, os dois nos entregam ótimos momentos de comédia e emoção. Mas, na minha opinião, Annie Potts arrasa como a avó de Sheldon – é com certeza a minha personagem favorita.

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“Young Sheldon” é uma série rápida, simples, mas com muita história para ser contada. Dá para fazer aquela maratona básica no fim de semana! Ela é feita para fãs, porém aqueles que não acompanham The Big Bang Theory podem ver também que não ficarão perdidos. Young Sheldon vale pelas risadas, reflexões e, claro, pelas referências nerds! No Brasil, a série é transmitida pela Warner e já foi renovada para sua segunda temporada.

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Já assistiram Young Sheldon? Querem ver? Me contem aí nos comentários o que acharam da resenha!! E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Livros | Me Chame pelo seu Nome

Autor: André Aciman
Editora: Intrínseca
Páginas: 288
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva | Fnac
Foto: Facebook Intrínseca

Oi gente!
Vou fazer uma pequena pausa nas dicas de séries para poder trazer uma dica literária! Hoje vou falar do livro “Me Chame pelo seu Nome”, escrito por André Aciman e adaptado neste ano para os cinemas, inclusive, vencendo o Oscar de melhor roteiro adaptado. Quem quiser conferir a crítica do filme, clica AQUI.

Logo que assisti o longa, dirigido por Luca Guadagnino e protagonizado pelo promissor Timothée Chalamet – quando fiz as críticas de todos os filmes que concorreram na principal categoria do Oscar –  já fiquei interessado em conferir o livro, que foi lançado no Brasil pela Editora Intrínseca.

Na história, a casa onde o jovem Elio passa os verões é um verdadeiro paraíso na costa italiana, parada certa de amigos, vizinhos, artistas e intelectuais de todos os lugares. Filho de um importante professor universitário, ele está bastante acostumado à rotina de, a cada verão, hospedar por seis semanas um novo escritor que, em troca da boa acolhida, ajuda seu pai com correspondências e papeladas. Uma cobiçada residência literária que já atraiu muitos nomes, mas nenhum deles como Oliver.

Elio imediatamente, e sem perceber, se encanta pelo americano de vinte e quatro anos, espontâneo e atraente, que aproveita a temporada para trabalhar em seu manuscrito sobre Heráclito e, sobretudo, desfrutar do verão mediterrâneo. De início, os dois não se dão muito bem, mas após o convívio surge uma paixão que só aumenta à medida que o instável e desconhecido terreno que os separa vai sendo vencido.

O livro, assim como o filme, é bem interessante. O autor descreve com delicadeza cada cena, nos apresentando o dia a dia da família e cada personagem ali presente. Constrói-se, assim, um vínculo por parte do leitor com as pessoas que nos são apresentadas, por serem altamente realistas e autênticas.

A narrativa é realizada em primeira pessoa – quem nos conta a história é o Elio. Isso foi a única coisa que me incomodou um pouco, pois no início o personagem é bem chato. Ele fica muito neurótico, querendo saber o que o Oliver está fazendo, o que está pensando, onde ele vai, etc. Essa obsessão deixa a história um pouco lenta e nos faz lembrar os dramas românticos de Shakespeare. Isso atrapalha um pouco o começo do livro, com relação à identificação com o personagem. A partir de certo momento, a história flui normalmente. Inclusive esse foi mais um livro que devorei… li em apenas duas semanas (Ultimamente tenho tido sorte com as leituras).


Foto: melinasouza.com

Comparando livro e filme, temos algumas diferenças. Primeiro, alguns personagens não existem na adaptação cinematográfica – o principal é Vimini, uma garota com leucemia, vizinha da família de Elio, e que rendeu algumas passagens interessantes no livro. Também foi retirado do filme o personagem Maynard – que não aparece fisicamente na narrativa literária, mas sempre é lembrado por Elio – o rapaz havia sido recebido pela família alguns anos antes e quando foi embora enviou um cartão postal de uma pintura de Monet e escreveu no verso “Pense em mim um dia”. Oliver rouba esse postal e guarda até quando Elio tem 32 anos e o visita nos Estados Unidos. Na leitura, também é complicado dizer em que ano aquele verão se passa, o que no filme é extremamente explicito, tanto pelos comentários dos personagens como pela trilha sonora. E a maior mudança é o final do livro, que não existe no filme – quando eles viajam juntos para Roma (essa parte no longa é bem rápida, acabando na emocionante conversa de pai e filho). Na leitura temos mais! Mais descrição do período passado em Roma, além do reencontro dos personagens anos depois que suas vidas seguiram após o verão.

Enfim, “Me chame pelo seu nome” é um livro que trata de amor, desejo e descobertas. Uma leitura super poética, com personagens cativantes e uma história que nos ensina muito. Vale a pena conferir livro e filme.

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#Séries | Dynasty

Oi gente!
Nos próximos posts teremos várias dicas de série, já que acabou a fall season nos EUA e as principais produções encerraram suas temporadas. Hoje vou falar de “Dynasty” nova série da CW, exibida simultaneamente na Netflix. O que falar de um seriado criado por dois grandes produtores – Josh Schwartz e Stephanie Savage – responsáveis por sucessos teens como Gossip Girl e The OC, além de ser um reboot de uma das séries de maior sucesso dos anos 80. Só poderia ser TOP.

Dynasty acompanha duas das famílias mais ricas dos Estados Unidos – os Carringtons e os Colbys, que lutam pelo controle de suas fortunas. Blake Carrington (Grant Show) e a jovem Crystal Flores (Nathalie Kelley) estão prestes a se casar, mas a notícia não agrada a todos, principalmente à filha do empresário Fallon Carrington (Elizabeth Gillies).

Além disso, Steven Carrington (James Mackay), só quer saber de gandaia, drogas e, eventualmente, embarcar numa vida política. O filho mais novo de Blake é perdidão e só quer curtir a grana do papai enquanto se envolve com alguns caras, entre eles Sammy Jo (Rafael de la Fuente), sobrinho de Crystal. Por trás de toda essa bagunça, Joseph Anders (Alan Dale) é o fiel mordomo da casa que sabe mais do que as paredes. Por outro lado, Jeff Colby (Sam Adegoke) quer acabar com a família Carrington por causa de problemas do passado e o melhor jeito é se envolvendo com Fallon, porém a moça mantém um caso amoroso mal resolvido com o motorista da família Michael Culhane (Robert Christopher Riley).

O remake segue praticamente a mesma trama da série original, que ficou no ar entre 1981 e 1989, porém houve algumas mudanças, tanto na parte da empresa como mudança de gênero em um personagem. Uma das primeiras mudanças foi a cidade onde se passa a série, na versão antiga os Carringtons eram da cidade de Denver se mudando para Atlanta nessa nova versão. Nos anos 80, Blake Carrington era um magnata do petróleo, hoje é o dono da maior empresa de energia global. Já a principal troca foi com relação ao personagem Sammy Jo – antigamente era a atriz Heather Locklear quem deu vida à sobrinha de Crystal – uma alpinista social que queria se aproveitar da riqueza dos Carringtons. No reboot, o personagem virou homem e até o momento está mais para “bom vivant” do que vilão aproveitador.

Dynasty pode não ser uma série super elaborada, mas é bem parecida com uma novela, cheia de reviravoltas. E, na minha opinião, essa é a melhor característica. No início, Fallon e Steve estão envolvidos com as maracutaias de Blake – eles são cúmplices de quase todas as decisões do patriarca quando a pauta é “defender a família”. Blake é o típico ricaço poderoso que tem uma equipe de espiões, policiais, advogados e infiltrados totalmente preparados para defender a reputação deles quando alguma polêmica surge. O primeiro impasse da trama envolve a morte de um antigo amante de Cristal – Matthew Blaisdel (Nick Wechsler – lembram dele? Era o Jack em Revenge). Em seguida, a esposa do falecido se torna uma pedra no sapato de Crystal. Já no meio da série, o passado da esposa de Blake vem à tona. E se não bastasse tudo isso, Alexis – mãe de Fallon e Steven retorna, transformando a vida de todos em um verdadeiro inferno.

No elenco, Elizabeth Gillies (a Jade West, de Victorius) e Nathalie Kelley (de The Vampire Diaries) protagonizam os principais momentos da série. Não são grandes interpretações, mas estão na média. Grant Show e Alan Dale são os grandes destaques. Já a indicada ao Globo de Ouro, Nicollette Sheridan faz uma ótima participação como Alexis Carrington – tanto que sua personagem será fixa na próxima temporada. Como vocês perceberam, não temos grandes nomes neste remake, diferente da original que trazia atores consagrados da época como John Forsythe, Linda Evans e Joan Collins.

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Com 22 episódios para sua primeira temporada, Dynasty é um ótimo “novelão”, com tramas movimentadas, grandes reviravoltas e ótimos personagens. A série já foi confirmada para sua segunda temporada e retorna dia 11 de outubro na CW e na Netflix. E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | 2ª temporada de 13 Reasons Why

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Acabei de maratonar a 2ª temporada de “13 Reasons Why”, lançada pela Netflix. A 1ª temporada da série foi baseada no livro escrito por Jay Asher, e com o enorme sucesso, foi lançada uma continuação (que não existe no livro). E este é aquele típico exemplo de “deixa quieto enquanto está bom”.

A história gira em torno de Hannah Baker (Katherine Langford, que continua ótima) – a jovem que decide tirar a própria vida e deixa 13 fitas-cassete narrando os motivos que a levaram a isso. A continuação mostrou o julgamento do processo movido pelos pais de Hannah contra a omissão da escola Liberty. Dessa forma, a nova temporada foi narrada pelos demais personagens, mostrando as suas versões da história e como a morte de Hannah afetou suas vidas. Paralelamente, a série vai mostrando o desenrolar de um enredo a partir de imagens de polaroids que são entregues a Clay Jensen (Dylan Minnette).

Clay tenta seguir em frente namorando Skye (Sosie Bacon), uma jovem que também lida com problemas emocionais, mas segue assombrado pela presença da garota por quem era apaixonado. Literalmente: o rapaz passa a ter visões de Hannah e a conversar com ela. Mas a atenção especial é dada a história de Jéssica (Alisha Boe), que tem de lidar com sua condição de sobrevivente de estupro enquanto vê seu abusador, o atleta Bryce Walker (Justin Prentice), circular livremente pelos corredores da escola.

Na minha opinião, o maior problema da série é o roteiro, que foi mal desenvolvido. Uma história que já tinha sido muito comentada, tanto falando bem como falando mal; um assunto que precisa ser discutido, e ainda assim, o desenvolvimento se tornou arrastado – mais treze episódios foram muitos, a história teve uma barriga, cenas desnecessárias e muitas falhas de continuação.

Uma coisa interessante foi a mensagem trazida no início do primeiro episódio. Quando a primeira temporada foi lançada, muito se falou sobre ela influenciar jovens em depressão a se suicidarem. Agora, eles trouxeram parte do elenco conversando com o espectador, inclusive vou copiar todo o texto apresentado:

“13 Reasons Why é uma série de ficção que lida com dificuldades, questões do mundo real, tratando de violência sexual, abuso de substâncias, entre outros. Ao acender uma luz sob esses tópicos difíceis, nós esperamos que nosso show possa ajudar espectadores a começar uma conversa. Mas se você está lutando contra essas questões, essa série pode não ser boa para você, ou você pode querer vê-la com um adulto de confiança. Se você já sentiu a necessidade de ter alguém para conversar, aproxime-se de seus pais, amigos, um conselheiro escolar ou um adulto em que confie. Ligue para uma linha de assistência local ou vá em 13reasonswhy.info, pois no minuto em que você começa a falar sobre, fica mais fácil”.

 

Já outro ponto negativo nesta continuação é a mudança no perfil de alguns personagens. Tudo que bem que todos eles enfrentaram as consequências do que fizeram, mas alguns casos não deram certo. Courtney e Ryan, por exemplo, aparecem brevemente apenas para cumprir espaço. Cada um ganha um episódio, mas depois praticamente somem. Depois de tudo o que fizeram com Hannah na primeira temporada, viram os mocinhos inocentes dignos de pena. Zach conta que manteve um namoro com Hannah – algo que deveria ter sido exposto na primeira temporada pela personagem, já que foi um dos pontos que a magoou. E, particularmente, eu não gosto do desempenho de Dylan Minnette como Clay. Mais uma vez ele traz uma interpretação quase robótica, sem emoção.

Quem se destaca é Miles Heizer – Alex Standall; que sobreviveu à própria tentativa de suicídio, mas ficou com sequelas que vão desde perda de memória até problemas para andar; Justin Prentice – o estuprador Bryce Walker, ídolo dos times de beisebol e futebol da escola e que passa normalmente pelo julgamento como se nada tivesse acontecido; Alisha Boe – Jéssica Davis, que sofreu abuso sexual e a atriz consegue passar toda a emoção necessária; Brandon Flynn –  Justin Foley que após tudo o que aconteceu foi morar nas ruas e se tornou dependente de heroína; além da veterana Kate Walsh que vive a mãe de Hannah. Mas o grande destaque mesmo é o ator Devin Druid, que interpreta Tyler. O personagem é o que teve o melhor desenvolvimento e chances de crescimento na série. Tanto que uma cena no último episódio chocou a todos e será fundamental para a continuação, caso haja sequência.

O que aconteceu com Hannah, Jessica, Alex, Tyler e os outros, acontece diariamente com jovens ao redor do mundo. É fundamental que tenhamos tais temáticas abordadas no mundo do entretenimento, dessa forma a Netflix acertou em investir em 13 Reasons Why. O que faltou mesmo foi um bom roteiro, sem furos e mais dinâmico.

Na minha opinião acho que deveria ter uma terceira temporada. E vocês, o que acham? Aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | 2ª Temporada de Riverdale

Oi gente!
Hoje foi falar um pouquinho sobre a 2ª temporada de Riverdale, que chegou ao final pela Warner trazendo novos mistérios. Para quem ainda não conhece ou não assistiu, AQUI tem o link da resenha da primeira temporada. A série é baseada na HQ “Archie” de 1942, ou seja, é uma adaptação, com uma roupagem nova e mais intrigante. E fez muito tanto no Brasil, que o Warner Channel exibiu a segunda temporada simultaneamente com os Estados Unidos.

Riverdale é uma das minhas séries preferidas, está no meu TOP 5 com certeza. Vou começar esse post lembrando um pouquinho da história – na primeira temporada tivemos um foco maior no mistério do assassinato de Jason Blossom e a introdução das histórias centrais. Agora temos o foco total no quarteto Archie (KJ Apa)Betty (Lili Reinhart)Veronica (a brasileira Camila Mendes) e Jughead (Cole Sprouse) na luta para descobrir quem é o Black Hood – um assassino misterioso que vem assombrando a cidade, matando as pessoas que “cometem pecados”. Archie fica um pouco paranoico com o tiro que seu pai leva no final da primeira temporada e funda um grupo de “salvadores” para defender a cidade; Betty apresenta uma ligação direta com o Black Hood recebendo ligações e pistas; Verônica está cada vez mais infiltrada nas tramas obscuras do pai e Jughead entra para os Serpentes, seguindo o legado de FP.

Esta temporada tivemos alguns personagens ganhando mais espaço como a Cheryl (Madelaine Petcsh), que precisou travar uma batalha contra a família Blossom, rendendo destaque em alguns episódios do meio da série; além da Toni (Vanessa Morgan), Kevin (Casey Cott) e Josie (Ashleigh Murray). Mas tivemos grande destaque com o elenco adulto – a Alice Cooper (Mädchen Amick), Hermione Lodge (Marisol Nichols), Fred Andrews (Luke Perry) e o grande vilão da temporada Hiram Lodge (Mark Consuelos), que se tornou uma espécie de mafioso e quer controlar toda a cidade.

Agora vou falar um pouquinho sobre o episódio final – e terá SPOILERS!!! Se você ainda não viu, pula para o próximo parágrafo! O último episódio começou com um gancho incrível – não sabíamos se o Jug iria morrer ou não após a surra que levou dos Ghoulies; teve a revelação de que Hal Cooper (Lochlyn Munro) era o Black Hood (a cena começou no penúltimo episódio e foi incrível); o resultado da eleição para prefeito em que Hermione venceu Fred, mas eles se juntaram para comemorar – inclusive percebemos que Hermione e Verônica devem se rebelar contra Hiram e a grande virada do final – a prisão de Archie após ser incriminado por Hiram pelo assassinato de Cassidy Bullock (Harrison MacDonald). No geral, foi um bom episódio e que deixou um ótimo gancho para a próxima temporada.

Já com relação à série no geral, eu curti bastante, principalmente o início e o final – no meio teve muita enrolação. Destaque para Lili Reinhart – sua Betty é com certeza a melhor personagem e a atriz tem tido ótimos momentos; em vários episódios fiquei com raiva do Archie e Jug – seus personagens tomaram rumos chatos ao longo da história, mas o legal foi que cada personagem e subtrama teve uma evolução individual, mas agora todos voltaram a se conectar; teve também o episódio musical baseado em “Carrie, a Estranha”, que foi super bom! Inclusive apoio a ideia de ter novos episódios musicais na terceira temporada. E claro, que o mistério continua, afinal ainda temos mais um Black Hood que não foi descoberto e a próxima season deve focar bastante no ambicioso plano de Hiram.

Eaí, assistem Riverdale? O que acharam desta temporada? Aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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