#Filme | The Tale – O Conto

Oi gente!
Hoje vou falar de filme, que já faz um tempinho que assisti e somente agora consegui trazer a crítica para vocês. Estou falando de “The Tale” – “O Conto” – filme produzido pelo canal HBO e que rendeu à atriz Laura Dern uma indicação ao Emmy 2018, na categoria de atriz em série limitada ou telefilme.

A produção conta uma história densa sobre uma jornada de autoconhecimento, memórias que vagaram durante décadas, relacionamentos abusivos e que cai diretamente no movimento #MeToo. O filme narra a história de Jennifer (Laura Dern), que tem uma ótima carreira como documentarista e professora e um relacionamento repleto de carinho e respeito mútuo com seu noivo, Martin (Common). Porém, quando sua mãe Nettie (Ellen Burstyn) encontra uma história que ela escreveu para escola quando tinha 13 anos contando sobre um relacionamento que teve com dois adultos – a professora de equitação Sra. G. (Elizabeth Debicki) e seu amante Bill (Jason Ritter), ela é obrigada a revisitar um passado traumático e reconciliar suas lembranças com o que de fato aconteceu com ela. E o mais inquietante é que se trata de uma história real da documentarista Jennifer Fox, que dirige e roteiriza o longa.

“The Tale – O Conto” é uma boa produção, bem caprichada, mas é um filme intenso, difícil, com uma história muito impactante e cenas pesadas que mostram estupro infantil. Tiveram momentos em que eu fiquei bem chocado com o que foi mostrado, porém é necessário se discutir isso e, principalmente, escancarar para uma sociedade que precisa ver e fazer algo sobre.

Com relação às atuações, Laura Dern está espetacular, assim como a jovem Isabelle Nélisse, que interpreta a personagem Jennifer na infância – uma coisa importante a destacar e que apareceu ao final do filme é que a atriz não participou de nenhuma cena que mostrou os estupros sofridos pela personagem. Também destaco os atores Jason Ritter e Elizabeth Debicki.

Poderoso, triste e incômodo e super devastador, “The Tale” chega num momento importante ao falar de questões sexuais e relações de poder. Se você for assistir, se prepare para ter uma reviravolta de emoções.

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#Livros | A Luz que Perdemos

Autora: Jill Santopolo
Editora: Arqueiro
Páginas: 272
Skoob
Onde Comprar: Americanas Submarino | Saraiva Fnac
Foto: Facebook Arqueiro

Oi gente!
Estive um pouquinho sumido aqui do blog  foram duas semanas sem post porque as coisas estavam bem corridas, mas chegou a hora de reparar isso!!  Hoje vou trazer uma dica de livro, que eu simplesmente amei!! 

“A Luz que Perdemos”, romance de estreia da autora Jill Santopolo, publicado pela Editora Arqueiro, conta a história de Lucy e Gabe, que se conhecem na faculdade na manhã de 11 de setembro de 2001, quando os dois aviões colidiram com as Torres Gêmeas. Ao ver as chamas arderem em Nova York, eles decidem que querem fazer algo importante com suas vidas, algo que promova uma diferença no mundo.

O casal começa a construir uma relação, quando Gabe decide reatar com a ex-namorada. Após alguns anos, a vida dos dois se cruza novamente – agora com eles solteiros. Lucy e Gabe decidem reatar o namoro e vão morar juntos, até que uma nova notícia abala completamente o futuro. Gabe recebe um convite para trabalhar no Oriente Médio como fotógrafo – um sonho antigo – e que resolve aceitar, porém Lucy, que já é uma premiada produtora de TV, não pode largar toda sua vida e seguir com o amado.

Um ano depois de Gabe ir embora, finalmente Lucy começa a se abrir para conhecer novas pessoas, mesmo que ainda com receio, e apaixonada pelo ex. Ela acaba conhecendo o simpático Darren, com quem se casa e constrói uma família. Ao longo de treze anos Gabe viaja o mundo enquanto Lucy tenta seguir sua vida, mesmo sabendo que jamais amará alguém como amou Gabe. A vida dos dois se cruzará mais uma vez, culminando em fortes emoções ao final da história.

“A Luz que Perdemos” é um livro maravilhoso. Narrado em primeira pessoa, de uma forma bem intimista, através das lembranças de Lucy, que vai contando toda a história como se fosse um diário endereçado à Gabe, o grande amor de sua vida. A narrativa flui muito bem – eu praticamente devorei o livro, li em poucos dias – e o desenrolar da história também é muito impressionante.

É praticamente uma novela, cheia de idas e vindas amorosas, com pitadas de drama e muita, mas muita emoção! Um romance ousado e surpreendente, entrando na lista dos livros que li neste ano e mais gostei!

#Livro | O Colecionador de Memórias

Oi gente!
Esta semana trago uma dica de livro para vocês! “O Colecionador de Memórias”, escrito pela irlandesa Cecelia Ahern (autora de “PS Eu te Amo”), é um dos últimos lançamentos da Editora Novo Contexto.

Autora: Cecelia Ahern
Editora: Novo Conceito
Páginas: 272
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva | Fnac
Foto: Facebook Novo Conceito

Eu já havia lido outros livros da autora e todos me agradaram, então a expectativa para “O Colecionador de Memórias” era muito grande! A história começa com Fergus Boggs – ainda criança – contando como começou a sua paixão por bolinhas de gude. Vivendo uma situação difícil, com uma família toda desregrada, vários irmãos que sempre estavam brigando, um padrasto que quase não ligava para a família, e ainda passando por péssimos momentos na escola, Fergus teve nas bolinhas de gude uma chance de viver uma nova realidade. Passados anos, acompanhamos em paralelo a história de Sabrina, filha de Fergus – que agora está em uma casa de repouso após sofrer um derrame. Casada e com um emprego medíocre, Sabrina vive uma vida pacata até receber uma caixa contendo as bolinhas de gude do pai, percebendo logo em seguida que trata-se de uma valiosa coleção. A partir daí, Sabrina busca descobrir os segredos do homem que ela pensava conhecer.

O livro tem aquela narrativa leve, sensível e delicada com a qual Cecelia Ahern sempre nos envolve e emociona. Os capítulos são narrados em primeira pessoa – paralelamente por Fergus (no passado) e Sabrina (no presente), então o leitor vai descobrindo toda a história junto com a investigação de Sabrina e, ao mesmo tempo, podemos acompanhar todas as alegrias e frustrações de Fergus, ao desenrolar de sua vida.

Essa foi uma leitura rápida e cativante, onde a autora constrói uma trama com personagens e dilemas que focam mais em uma mensagem do que na história em si. É um drama familiar que nos leva a questionar nossos próprios laços e o fato de que, por mais que sejamos próximos a alguém, nunca saberemos absolutamente tudo sobre o outro.

Confesso que no início do livro fiquei um pouco perdido na narrativa. Depois quando se entende a história, aí a leitura começa a fluir. Em relação aos outros livros da autora, este é mais simples – falta um pouco de elaboração, mas também traz uma mensagem linda, sendo bastante reflexivo. Não leia “O Colecionador de Memórias” esperando grandes revelações ou reviravoltas. Ele é mais sobre reflexões do cotidiano que nos transformam aos poucos.

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Apostas para o Emmy 2018

Oi gente!
Eu já tinha um outro post preparado para hoje, mas resolvi mudar porque segunda-feira é dia de Emmy 2018 – a principal premiação da TV americana, que completa 70 anos, e no post de hoje resolvi comentar as principais categorias, dar as minhas previsões para vencedores e dizer quais são as minhas séries do coração  Detalhe: vou falar apenas das principais categorias!

Vou começar com a categoria de “Melhor Minissérie ou Série Limitada”
Concorrem: The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story  |  Godless  |  Patrick Melrose  |  The Alienist  |  Genius: Picasso


Série do  American Crime Story e Godless
Minha aposta: Assim como na edição anterior do Emmy, em que American Crime Story – contando a história do jogador O.J. Simpson que foi acusado de matar a esposa – levou TODOS os prêmios, acredito que neste ano será igual! A série é mega caprichada – padrão Ryan Murphy (tem resenha dela AQUI), e nesta segunda temporada narrou a história do assassinato do estilista Gianni Versace. Com relação às demais – Godless é muito boa, até merecia ganhar. The Alienist e Genius: Picasso (tem resenha AQUI) também são produções interessantes. Patrick Melrose é a única dessas indicadas que ainda não vi.

“Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme”
Concorrem: Darren Criss (The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story) | Antonio Banderas (Genius: Picasso) | Benedict Cumberbatch (Patrick Melrose) | Jeff Daniels (The Looming Tower) | John Legend (Jesus Christ Superstar) | Jesse Plemons (Black Mirror: USS Callister)


Minha aposta: Com certeza aposto no Darren Criss, que foi o grande destaque de American Crime Story, interpretando o assassino Andrew Cunanan – um trabalho impecável, digno de premiação. E queria destacar também a presença do Antonio Banderas, que também faz um ótimo trabalho em Genius, como o famoso pintor Picasso.

“Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme”
Concorrem: Jessica Biel (The Sinner) | Michelle Dockery (Godless) | Sarah Paulson (American Horror Story: Cult) | Edie Falco (Law & Order True Crime: The Menendez Murders) | Laura Dern (The Tale) | Regina King (Seven Seconds)


Minha aposta: Difícil apostar nessa categoria! Primeiro: ainda não assis Seven Seconds e True Crime (apesar de estarem na minha lista). Laura Dern faz uma boa aparição em The Tale – que inclusive ainda vou trazer resenha desse filme; e Michelle Dockery é uma das minhas atrizes queridinhas, então amei vê-la em Godless. Maas, na minha opinião, acho que esta categoria fica entre Sarah Paulson (maravilhosa, sempre concorrendo e ganhando – ela venceu nesta categoria em 2016) e Jessica Biel (grata surpresa em The Sinner).

“Melhor Série de Comédia”
Concorrem: Atlanta  |  Black-ish  |  Silicon Valley  |  Unbreakable Kimmy Schmidt  |  The Marvelous Mrs. Maisel  |  Curb Your Enthusiasm  |  GLOW  |  Barry


Série do  Silicon Valley
Minha aposta: Gente, vou confessar que série de comédia não é meu forte… das indicadas assisti apenas Atlanta, Silicon Valley e Barry. Mas, pelo que se fala na mídia e, principalmente, pela crítica, Atlanta e The Marvelous Mrs. Maisel são as mais fortes para vencer. Neste caso torço por Atlanta – que é mega interessante, traz uma crítica social fantástica e um humor negro que faz toda diferença. Porém, The Marvelous Mrs. Maisel já venceu ano passado e vem ainda mais forte neste ano. Se for para apostar, aposto nela!

** PS: não vou me aventurar nas categorias de atuação em comédia porque, como expliquei, não acompanho a maior parte delas. Mas, se vocês assistem, comentem em quais vocês apostam.

E finalmente as categorias principais de DRAMA.
Concorrem: Stranger Things  |  Game of Thrones  |  The Crown  |  The Handmaid’s Tale  |  This Is Us | Westworld  |  The Americans


Série do TODAS!
Minha aposta: Meu Deus! O que apostar nessa categoria?? Simplesmente amo todas as séries e acho que todas deveriam ganhar!! Mas vamos lá… Stranger Things (tem resenha AQUI), The Americans (que está em sua última temporada) e The Crown (tem resenha AQUI) não ganham. Agora temos uma briga boa entre as outras quatro. This is Us (resenha AQUI) é maravilhosa, não consigo ficar um episódio sem chorar! Westworld é uma super produção e tem muitas chances, mas a minha aposta é The Handmaid’s Tale – a série do momento! Apesar que Game of Thrones corre por fora (a 7ª temporada não foi essas coisas, mas é uma produção forte e que sempre leva todos os prêmios – resenha AQUI).

“Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama”
Concorrem: David Harbour (Stranger Things) | Mandy Patinkin (Homeland) | Peter Dinklage (Game of Thrones) | Nikolaj Coster-Waldau (Game of Thrones) | Joseph Fiennes (The Handmaid’s Tale) | Matt Smith (The Crown)


Minha aposta: Vocês sabem que eu acompanho Homeland desde o início, mas Mandy Patinkin, apesar de ser um mega ator, não tem chances. E mesmo com toda a força de The Handmaid’s Tale, Joseph Fiennes também não deve levar. David Harbour é uma boa opção – até queria que ele vencesse, mas acho que a estatueta irá para um dos representantes de Game of Thrones – Peter Dinklage já venceu duas vezes nessa categoria; e Nikolaj Coster-Waldau teve ótimas cenas na última temporada exibida. Já Matt Smith corre por fora, tendo boas chances de vencer também.

“Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama”
Concorrem: Ann Dowd (The Handmaid’s Tale) | Alexis Bledel (The Handmaid’s Tale) | Yvonne Strahovski (The Handmaid’s Tale) | Millie Bobby Brown (Stranger Things) | Thandie Newton (Westworld) | Lena Headey (Game of Thrones) | Vanessa Kirby (The Crown)


Minha aposta: Podemos ver uma supremacia de The Handmaid’s Tale nessa categoria! Aposto na Yvonne Strahovski – a personagem Serena teve um destaque muito maior na segunda temporada da série. Ficaria mega feliz com a vitória da Thandie Newton (apostei nela ano passado e acabei errando).

“Melhor Ator em Série de Drama”
Concorrem: Matthew Rhys (The Americans) | Sterling K. Brown (This Is Us) | Milo Ventimiglia (This Is Us) | Jeffrey Wright (Westworld) | Jason Bateman (Ozark) | Ed Harris (Westword)


Minha Aposta: Sterling K. Brown, sem mais.

“Melhor Atriz em Série de Drama”
Concorrem: Claire Foy (The Crown) | Elisabeth Moss (The Handmaid’s Tale) | Evan Rachel Wood (Westworld) | Keri Russell (The Americans) | Sandra Oh (Killing Eve) | Tatiana Maslany (Orphan Black)


Minha Aposta: Outra categoria que podiam vencer todas! Keri Russell, Tatiana Maslany e Claire Foy tem a última chance de vencerem nessa categoria com suas séries atuais, já que The Americans e Orphan Black estão na temporada final e The Crown terá novo elenco com a passagem de tempo. Curti a indicação de Sandra Oh (tem resenha de Killing Eve AQUI); mas a categoria fica polarizada entre Elisabeth Moss e Evan Rachel Wood. Na minha opinião vai dar Elisabeth Moss, pela segunda vez consecutiva.

É isso pessoal, essas são as minhas apostas para esse ano. Como vocês perceberam The Handmaid’s Tale deve fazer a limpa no Emmy! Nada mais do que merecido, neh?! Agora quero saber o que vocês acharam das minhas previsões, concordam ou discordam?! Me falem aí nos comentários e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | Killing Eve

Oi gente!
Desde que saiu a lista dos indicados ao Emmy 2018, eu tenho procurado ver as séries que ainda não acompanho e que foram indicadas – uma delas é Killing Eve, produção da BBC e que você com certeza precisa assistir!!

A história gira em torno de Eve Polastri, uma funcionária do MI5, muito inteligente, porém frustrada com seu trabalho. Seu desejo é na verdade de ser uma espiã. Com um interesse além do normal em assassinos em série, ela consegue se destacar e ganha uma equipe própria para rastrear e localizar uma assassina que vem chamando a atenção – Villanelle. Elegante e talentosa, a personagem é apegada aos luxos que seu violento trabalho lhe oferece e acaba tendo um interesse grande em Eve, iniciando um jogo perigoso.

Gente, que série TOP!! Sério mesmo, vocês precisam ver! Para quem curte história investigativa, Killing Eve é uma super série! E o melhor – temos Sandra Oh – a eterna Cristina Yang de Grey’s Anatomy, encabeçando o elenco. É muito interessante ver a atriz em um personagem completamente diferente daqueles que marcaram sua carreira. Além disso, ela faz uma ótima parceria com Jodie Comer (de The White Princess) que interpreta a vilã Villanelle – de longe a melhor personagem de toda a série! No elenco também temos a atriz Fiona Shaw (interpretando a personagem Carolyn Martens) – para quem não a conhece, ela era a tia Petúnia na saga Harry Potter – eu demorei um tempão para perceber que era ela!!

Outro bom motivo para assistir “Killing Eve” é a mensagem de empoderamento feminino que ela passa. Geralmente não existe série de suspense e thriller que tenha as duas protagonistas mulheres. Esta série não traz a clássica história de espionagem que sempre vemos em filmes e livros. A relação entre Eve e Villanelle é extremamente intrigante, o que faz com que fiquemos viciados a cada episódio. Confesso que algumas atitudes de Eve me irritaram profundamente – em alguns momentos ela age sem pensar, o que descaracteriza a imagem de uma espiã. Teve cenas que fiquei espantado com a burrice dela, mas tudo isso faz parte do enredo – são artimanhas usadas para prender o telespectador.

O roteiro é ágil, traz um certo sarcasmo à história, além de apresentar um humor negro e uma trilha sonora maravilhosa. Tem uma pegada meio Orphan Black, meio Kill Bill. Com apenas oito episódios, dá para fazer aquela maratona básica no fim de semana. E a série já tem a sua segunda temporada confirmadíssima! E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Filmes | Para todos os Garotos que já amei

Oi gente!
Hoje trago uma dica de filme – que muita gente tem falado – e eu assisti semana passada, que é “Para todos os Garotos que já amei”, baseado no livro best-seller escrito por Jenny Han e produção original da Netflix.

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Lara Jean (Lana Condor) sempre teve uma vida amorosa muito movimentada – pelo menos na cabeça dela! Para cada garoto por quem se apaixonou platonicamente, ela escreveu uma bela carta de despedida. Cartas muito pessoais, que de repente foram parar nas mãos dos destinatários. Agora, para fugir do constrangimento causado junto ao vizinho Josh (Israel Broussard), que é seu melhor amigo e ex-namorado de sua irmã mais velha, Lara Jean se envolve “de mentirinha” com Peter Kavinsky (Noah Centineo) – seu primeiro beijo. Ela quer se livrar da vergonha; ele quer fazer ciúmes na ex-namorada. Juntos, eles vão se envolvendo cada vez mais e descobrindo vários pontos em comum.

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Sabe aquela típica história de amor high-school?! Então, o filme é isso. Uma produção bem levinha, água com açúcar, mas é um bom entretenimento. A beleza está na simplicidade da história e dos personagens. Não tem como não torcer pelo final feliz de Lara Jean – a atriz Lana Condor (de X-Men) é super carismática e defende bem a protagonista. Noah Centineo (de Austin e Ally) e Israel Broussard (de Bling Ring) também mandam bem no triângulo amoroso.

Sob a direção de Susan Johnson, Para Todos os Garotos que Já Amei tem uma fotografia simples e um roteiro aceitável, bem ao estilo Sessão da Tarde. #FicaDica E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Livros | Depois de Auschwitz (Projeto Lendo o Mundo)

Oi gente!
Como prometido essa semana tem mais um livro no desafio “Lendo o Mundo”, aquele projeto que leio livros de todos países para conhecer a literatura, cultura e tradições desses locais. (Saiba mais aqui) E hoje trago “Depois de Auschwitz”, de Eva Schloss, representando a Alemanha.

Em seu aniversário de quinze anos, Eva é enviada para Auschwitz – o temido campo de concentração em plena 2ª Guerra Mundial. Sua sobrevivência depende da sorte, da sua própria determinação e do amor de sua mãe, Fritzi. Quando Auschwitz é extinto, mãe e filha iniciam a longa jornada de volta para casa. Elas procuram desesperadamente pelo pai e pelo irmão de Eva, de quem haviam se separado. A notícia veio alguns meses depois: tragicamente, os dois foram mortos.

Este é um depoimento honesto e doloroso de uma pessoa que sobreviveu ao Holocausto. As lembranças e descrições de Eva são sensíveis e vívidas, e seu relato traz o horror para tão perto quanto poderia estar. Mas também traz a luta de Eva para viver carregando o peso de seu terrível passado, ao mesmo tempo em que inspira e motiva com sua mensagem de perseverança e de respeito ao próximo.

Bom pessoal, a particularidade que me fez ler esse livro para representar a Alemanha é o período da história mundial que marcou muito o país – a 2ª Guerra Mundial e a ascensão do Nazismo. Já adianto que é impossível ler esse livro sem ficar com aquela lágrima no canto do olho e que insiste em cair. A história é emocionante e impactante.

O livro conta com detalhes toda a trajetória de vida de Eva e traz questionamentos e ensinamentos marcantes para nossas vidas. Eva era apenas uma menina de quinze anos quando foi presa e levada para Campo de Concentração de Aushwitz, na Polônia. Antes da prisão viveu momentos de alegrias e perseguições com sua família. Ela era muito ligada ao pai e ao irmão Heinz, e em vários momentos teve que se separar dos seus entes queridos para fugir dos oficiais da SS. Eva viu seus amigos de infância a perseguirem por ser judia. Viu pessoas que conheciam sua família virarem as costas. Viu a fome e a morte ao seu lado por um longo tempo. Viu o desaparecimento das pessoas que mais amava.

Além disso, temos um detalhe bem interessante na história. Eva era “irmã” de Anne Frank – provavelmente você já deve ter lido “O Diário de Anne Frank” e, se não leu, tem que ler imediatamente!! Essa questão da “irmã” – que inclusive consta no subtítulo na capa do livro – foi meio que uma furada do marketing da Editora. Na verdade, Eva e Anne não eram irmãs de sangue. Após o fim da Guerra a mãe de Eva e o pai de Anne se casaram, visto que seus cônjuges morreram em Auschwitz. Eva e Anne quase não conviveram – elas tiveram alguns encontros na infância, quando moravam na Holanda e tentavam fugir dos nazistas. Mas mesmo assim, tanto Eva, como sua mãe e Otto Frank lutaram muito pelo legado de Anne.

O livro é narrado em primeira pessoa – pela própria Eva, o que ajuda a contextualizar ainda mais, pois temos uma visão ampla do que foi a guerra, os momentos de fuga, todos os sentimentos – felizes e tristes – que ela passou durante toda a vida. Como disse no início, é um relato verdadeiro e emocionante. Eu curti bastante essa leitura e recomendo a todos!

Veja também as demais leituras do projeto – Por Dentro da Casa Branca (Estados Unidos)Muito Longe de Casa (Serra Leoa)O Ruído das coisas ao cair (Colômbia) e A Última Mensagem de Hiroshima (Japão). E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Livros | A Última Mensagem de Hiroshima (Projeto Lendo o Mundo)

Oi gente!
Este mês teremos a volta do projeto “Lendo o Mundo”!! Confesso que acabei deixando ele um pouquinho de lado, mas para compensar vou fazer dois posts seguidos!! Para quem não sabe, o projeto Lendo o Mundo se direciona à leitura de pelo menos um livro de cada país do mundo. Assim, há a possibilidade de conhecer novas culturas, contextos e escritas diferentes. Hoje o post remete à literatura japonesa, com o livro “A Última Mensagem de Hiroshima”, de Takashi Morita, publicado pela editora Universo dos Livros.

Como sobreviver com a mente cheia de memórias da Segunda Guerra Mundial? Como lidar com o trauma de ter presenciado a destruição arrebatadora de uma bomba atômica praticamente ao seu lado? E como pensar em salvar civis quando sua própria vida está em jogo? Conheça neste livro a história de Takashi Morita, sobrevivente da bomba atômica que dizimou milhares de seres humanos e que até hoje manifesta efeitos na saúde física e mental da população de Hiroshima e de Nagasaki.

Era 6 de agosto de 1945. Ninguém poderia prever, mas foi neste dia que a vida de inúmeros japoneses – e das gerações subsequentes – mudaria para sempre. As consequências da bomba atômica foram devastadoras, e não apenas no que diz respeito à saúde daqueles que se encontravam nas imediações do epicentro, como é o caso do Sr. Takashi, que exercia o ofício de soldado na época. Para além das numerosas enfermidades oriundas da intensa radiação emitida em Hiroshima e Nagasaki, os atingidos pelas bombas sofreram muita discriminação, principalmente pelo fato de as consequências decorrentes da radiação para os sobreviventes e seus descendentes serem ainda uma incógnita.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Japão era aliado da Alemanha e da Itália e lutavam contra os Estados Unidos e os soviéticos. O povo nipônico sempre foi muito disciplinado e leal ao imperador, então não lhes cabia questionar os motivos da guerra, apenas servir ao comando. Os japoneses foram responsáveis pelo ataque a Pearl Harbor com os kamikazes, os famosos pilotos suicidas. Ao final da Guerra, após Itália e Alemanha se renderem, no dia 6 de agosto de 1945, o Japão viveu a dimensão do estrago causado por uma bomba atômica – foi a forma mais rápida para os EUA vencerem a guerra. Quando a bomba atingiu Hiroshima, o Sr. Takashi era um policial militar e mesmo sofrendo seus próprios ferimentos e tendo suas próprias preocupações resolveu ignorar tudo e seguir em frente para salvar o máximo de pessoas que fosse possível.

O livro conta detalhes que jamais seriam possíveis imaginar acerca das bombas atômicas. Depois da tragédia o sofrimento não parecia que teria um fim. Os infectados (hibakushas) foram abandonados pelo governo japonês, sendo deixados à mercê da sorte. Muitos morreram de repente, com causas desconhecidas. Os japoneses tiveram que se preocupar em como reconstruir sua cidade e em sobreviver nos anos que se seguiriam sem a certeza da cura para os atingidos pela bomba. Tendo a maior reviravolta de sua vida, Takashi Morita se mudou para o Brasil, criou raízes junto à sua família, desenvolvendo um trabalho social belíssimo.

O livro é bem curtinho, tem apenas 152 páginas, com onze capítulos que narram de forma direta os acontecimentos pré e pós guerra. O interessante é notar as tradições japonesas como, por exemplo, o casamento arranjado pelos pais. A diagramação feita pela editora Universo dos Livros é ótima, tendo várias citações nos cantos das páginas. A edição também traz diversas fotos no meio do livro.

“A Última Mensagem de Hiroshima” é uma aula de História e Takashi foi um exemplo de sabedoria, pois usou sua história pessoal para lutar pela paz. Hoje ele tem 93 anos, vive em São Paulo e é muito respeitado pela luta pelos sobreviventes à bomba atômica. Literatura muita rica e uma história que merece ser ouvida.

Veja também as demais leituras do projeto – Por Dentro da Casa Branca (Estados Unidos), Muito Longe de Casa (Serra Leoa) e O Ruído das coisas ao cair (Colômbia)Lembrando que na próxima semana tem mais uma leitura do projeto! E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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Mix de #Séries | Canceladas que valem a pena

Oi gente!
Vocês viram o meu mix de séries com as produções que já vejo há alguns anos (AQUI) e hoje vou fazer um novo mix com séries que estrearam este ano, mas já foram canceladas. Apesar disso, vale a pena conferir a primeira e única temporada delas.

A primeira delas é “Here and Now”, produzida pela HBO – mais um drama familiar criado por Alan Ball, showrunner de outras séries de sucesso como True Blood e Six Feet Under, e coprodutor do premiado Beleza Americana. A história mostra a família disfuncional de Greg (Tim Robbins) Audrey (Holly Hunter). Eles têm três filhos adultos adotados: Ashley (Jerrika Hinton) nasceu na Libéria e hoje é dona de um site que comercializa roupas. Duc (Raymond Lee) foi adotado no Vietnã e agora é um “personal coach”, tipo um terapeuta comportamental. Ramon (Daniel Zovatto) foi adotado quando pequeno na Colômbia e trabalha como designer de games. Além deles, o casal teve uma filha biológica, a problemática adolescente Kristen (Sosie Bacon, de 13 Reasons Why). Com o decorrer da história, Ramon começa a ter visões e vai atrás da ajuda profissional do Dr. Farid (Peter Macdissi), e assim somos introduzidos à família Shokrani, que nos apresenta ainda outra discussão, introduzindo religiosidade e espiritualidade.

A série tinha uma premissa muito interessante, mas enrolou muito. Os temas levantados até são interessantes – Ashley tenta driblar o racismo tendo uma vida bem-sucedida; Ramon é homossexual e começa a ter visões, levantando a discussão de doença mental, porém a história leva a crer que é bem mais além pois ele começa a enxergar 11:11 em vários lugares e algumas formas psicodélicas que remetem ao fogo e borboletas; a matriarca da família Audrey descobre o caso de infidelidade do marido o traz à tona um casamento de aparências. Além da discussão de intolerância religiosa apresentada através do Dr. Farid e sua família, principalmente com o filho Navid, que se envolve com Kristen, mostrando que orientação sexual e identidade de gênero são coisas bem distintas. Fotografia, produção, edição e elenco são pontos fortes. Tim Robbins e Holly Hunter estão ótimos.

Agora, com um lado mais comédia românticaLife Sentence foi produzida pela CW e estrelada por Lucy Hale, recém saída de Pretty Little Liars. Stella Abbott (Hale) é portadora de um câncer terminal e tinha seu futuro totalmente traçado pela doença. Porém, apesar das dificuldades em lidar com todas as adversidades vindas do câncer, ela sabia que poderia contar com uma família incrível que sempre fazia de tudo para que ela aproveitasse seus últimos momentos da melhor maneira possível. Vivendo intensamente o fim da vida, Stella descobre que está curada e agora precisa correr atrás do tempo perdido. Apesar de ter uma doença como ponto de partida, a série não é nada deprê, tem um clima gostosinho, bem água com açúcar. O ponto principal da série é a dúvida amorosa que Stella passa a ter depois que se descobre curada – continuar no seu casamento com Wes (Elliot Knight) ou viver uma nova história de amor com o Dr. Will Grant (Riley Smith). Completam o elenco Jayson Blair (Aiden), Brooke Lyons (Elisabeth), Carlos PenaVega (Diego), Gillian Vigman (Ida) e Dylan Walsh (Peter). “Life Sentence” foi bem divertidinha, até torci para que fosse renovada, mas infelizmente teremos que nos contentar somente com a primeira temporada.

Por fim, deixei para falar de “Rise”, produzida pela NBC – e que mais senti por ser cancelada – sério!!! Eu simplesmente amei essa série! Com 10 episódios, a produção conta a história de Lou Mazzu (Josh Radnor – o Ted de How I Met your Mother), um professor de literatura que decide se arriscar na direção do teatro da escola de ensino médio em que trabalha. Além de enfrentar o conservadorismo da comunidade e do corpo acadêmico com a adaptação da peça musical “O Despertar da Primavera”, o maior desafio do Sr. Mazzu é entender os problemas dos adolescentes que compõem o grupo de teatro.

O elenco adolescente é composto por vários atores desconhecidos, mas que trabalham muito bem em conjunto. Começo destacando Auli’i Cravalho (Lillette – provavelmente vocês vão conhecer a voz dela, que é a dubladora original da Moana) e Damon J. Gillespie (Robbie), que vivem o casal protagonista. Os dois funcionam muito bem juntos, em uma história bem clichê onde o principal jogador do time de futebol vive uma vida dupla se dividindo entre o esporte e o teatro. Ellie Desautels (Michael) traz para as telas de uma forma sutil o processo de troca de gênero na juventude. Rarmian Newton (Maashous) já passou por diversas casas após ser adotado e agora vê uma oportunidade de manter um lar ao lado da família do professor de teatro. Erin Kommor (Sasha) traz o drama da gravidez na adolescência. Amy Forsyth (Gwen) era a protagonista do grupo de teatro, perdeu seu posto e agora precisa lutar para manter sua família unida, após a separação dos pais. Por fim, um dos maiores destaques é o ator Ted Sutherland, cujo personagem – Simon – foi criado em uma família extremamente conservadora, que não entende sua situação como ator, principalmente quando interpretará um homossexual na nova peça, fazendo também se questionar sobre sua orientação sexual. O interessante é observar que a maior parte desses dramas adolescentes também podem ser vistos na peça escolhida – “O Despertar da Primavera”. É uma pena a série ter sido cancelada. Rise é sensível, realista, dramática e emocionante, mas acima de tudo, é atual e honesta com a realidade.

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Mix de #Séries

Oi gente!
No post de hoje vou fazer um mix de algumas séries que acompanho e que já estão bem avançadas em suas temporadas, assim não preciso fazer vários posts separados  e vocês também podem ter uma base das séries que acompanho há bastante tempo.

Primeiro vou falar de Homeland, que finalizou sua 7ª temporada. Esta era uma das minhas séries preferidas, principalmente nas três primeiras temporadas, depois disso acho que a produção começou a decair, tanto que a 6ª temporada foi bem fraquinha. Já a 7ª não foi ruim, mas também não foi a melhor. No início, Carrie (Claire Danes) busca reverter as prisões de 200 pessoas que a presidente Elisabeth Keane (Elizabeth Marvel) acha que talvez tenham tido ligação com o atentado que sofrera, entre eles, Saul Berenson (Mandy Patinkin). Depois, a história converge para uma caçada em busca de um agente russo Yevgeny Gromov e sua comparsa Simone Martin que, por meio de fake news, tentam derrubar o governo da presidente americana. Paralelamente, Carrie ainda enfrenta problemas pessoais com a criação da filha, a relação com a irmã Maggie (Amy Hargreaves) e seus surtos de bipolaridade. No elenco, Claire Danes continua segura; Mandy Patinkin é um dos grandes atores no cast; e os destaques nesta temporada são Morgan Spector (como o agente Dante Allen) e Sandrine Holt (a espiã Simone Martin). Na parte técnica, o roteiro é coerente e ágil. E o Showtime, canal que produz o seriado, já confirmou que a 8ª temporada será a última.

Outra série que acompanho é Jane The Virgin, que encerrou sua 4ª temporada pela CW. E a vida de Jane Gloriana Villanueva (Gina Rodriguez) continua movimentada! Após a morte de Michael na season anterior – que foi uma das grandes surpresas – Jane e Rafael (Justin Baldoni) tem todo o caminho livre para se acertarem. E confesso que adoro eles juntos!! Petra (Yael Grobglas) deixou de ser a vilã para sofrer um pouco nessa temporada, após ser acusada de matar sua irmã gêmea Aneska. E o mais legal é a trajetória que os personagens secundários têm tomado. Rogelio (Jaime Camil) e Xiomara (Andrea Navedo), após o casamento, seguem rendendo ótimos momentos, sem contar agora com o nascimento da Baby, filha de Rogelio com Darci (Justina Machado). Outro ponto importante foi o desenvolvimento da doença de Xo. E Alba (Ivonne Coll) é outra que está maravilhosa nessa temporada. Preciso destacar a participação do ator Tyler Posey nos primeiros episódios, vivendo um ex-namorado de Jane. Juntos, eles tiveram uma boa química, e foi bom lembrar um lado mais jovem da Jane que não víamos há muito tempo. E mais ao final, a atriz Brooke Shields (de A Lagoa Azul) também fez uma divertida participação. Enfim, Jane the Virgin é uma série bem divertida, despretensiosa, que acompanho desde o início e já estou sofrendo por saber que a 5ª temporada será a última. Ahh, não vou dar spoiler, mas tivemos um mega plot twist na season finale.

Mais uma série de comédia que acompanho é Silicon Valley. A 5ª temporada, exibida pela HBO, manteve o ótimo padrão da produção. Richard Hendrix (Thomas Middleditch) e companhia continuam focados no lançamento da chamada nova internet e se eles irão conseguir desenvolver a plataforma descentralizada, aberta e para todos de uma forma competir com a gigante Hooli e as outras empresas de tecnologia. A dinâmica entre Dinesh (Kumail Nanjiani) e Gilfoyle (Martin Starr) continua sendo um dos pontos altos; Jared (Zach Woods) cresce na trama, sendo promovido para Chefe de Operações – consequentemente o ator também consegue mostrar seu melhor. T.J. Miller não voltou nesta temporada – após as acusações de estupro e agressões – e, para falar a verdade, nem senti falta. O personagem Erlich Bachmann é citado diversas vezes ao longo dos episódios. Já aguardo ansiosamente a 6ª temporada!

Agora pelo canal E!, acompanho The Royals, que chegou a sua 4ª temporada, mantendo a perfeita combinação de drama e comédia, com os escândalos, intrigas, disputas de poder e muito romance. Após a volta de Robert (Max Brown) na temporada anterior – talvez o maior plot de toda série – o príncipe Liam (William Moseley) continua obcecado por desmascarar o irmão – que agora é o rei. Com a ajuda do tio Cyrus (Jake Maskall), Liam quer provar que Robert mentiu e está por trás do assassinato de seu pai – o rei Simon. Além disso, Robert precisa arrumar uma esposa para se tornar rainha e a escolhida é a plebeia Willow (Genevieve Gaunt). Mas o grande destaque da temporada é o casal Jasper Frost (Tom Austen) e Princesa Eleanor (Alexandra Park) – que finalmente se acertaram e conseguiram passar a temporada inteira juntos!!! Melhor casal de toda série!! Analisando a temporada, ela deu uma caída – talvez pela saída do criador Mark Schwahn. Os episódios finais foram muito bons, a história fluiu bem e os produtores nos presentearam com uma ótima reviravolta para a temporada seguinte.

Por fim, quero falar das temporadas de The Flash e Supergirl – séries de super-heróis exibidas na Warner. A season 4 de The Flash para mim foi uma decepção – tinha tudo para ser incrível, mas o roteiro não ajudou. Foi a temporada mais fraca de todas – trama confusa, mal resolvida, as motivações do vilão nunca ficaram bem esclarecidas e, por várias vezes, os roteiristas acabaram por utilizar mecânicas que já tinham sido vistas em temporadas passadas. O elenco estava apático e não trouxe emoção. O vilão da temporada – Clifford DeVoe – não é um dos mais conhecidos nos quadrinhos do Flash. A produção deu um ar de invencibilidade ao personagem e no último episódio ele é derrotado por uma coisa tão boba. Ficou difícil acreditar! Só espero que a série não esteja desgastada e volte melhor na 5ª temporada.

Já a 3ª temporada de Supergirl foi no caminho inverso de The Flash e trouxe ótimos momentos. No início, Kara (Melissa Benoist) estava sofrendo com a partida de Mon-El (Chris Wood) e, apesar de o personagem ter retornado, a relação dos dois continuou como uma sombra. O destaque fica para os coadjuvantes – Lena Luthor (Katie McGrath) se envolve com Jimmy Olsen (Mehcad Brooks); Alex (Chyler Leigh) tenta superar o fim do relacionamento com Maggie e continua sendo a agente “bad ass” do DEO e J’onn (David Harewood) reencontrou o pai, que era prisioneiro em Marte. A série ainda teve novas personagens – Samantha (Odette Annable) e Ruby (Emma Tremblay). Inclusive Sam vira uma Reign – uma matadora de mundo que quer destruir Kara. Eu curti bastante essa temporada, as novas personagens deram uma boa movimentada na trama, as vilãs foram bem construídas e a história deve crescer na season 4.

Eaí, gostaram do meu resumo? Assistem alguma dessas séries? Me contem nos comentários! E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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