Categoria: Séries

#Série | All American

Oi gente!
Hoje tem dica de série, e já faz bastante tempo que eu assisti, mas como vocês sabem, em abril eu fui viajar (inclusive as fotos da viagem à Orlando já estão no Destaque do Stories para vocês conferirem) e somente agora estou conseguindo “colocar a casa em ordem”. Uma das séries novas que eu mais curti foi “All American”, da CW (exibida no Brasil pelo Warner Channel).

Criada por April Blair, All American é inspirada na vida do ex-linebacker do New York Giants, Spencer Paysinger. Na série ele é Spencer James (Daniel Ezra), estudante e jogador colegial de futebol americano que vive em Crenshaw, bairro pobre de Los Angeles. Criado por sua mãe (Karimah Westbrook) juntamente com seu irmão mais novo (Jalyn Hall), ele vive dia a dia alimentando grandes sonhos, obviamente limitados em virtude de sua condição social.

Sua vida dá uma guinada quando o treinador de um colégio de Beverly Hiils, Billy Baker (Taye Diggs), oferece a oportunidade de Spencer ir treinar na escola onde comanda a equipe de futebol americano. Pensando que essa mudança pode representar, especialmente, uma futura melhoria de vida para seus familiares, ele acaba por mudar não apenas de escola, mas também indo morar na residência do treinador, em Beverly Hills. A partir deste ponto, a trama se desenvolve em cima dos conflitos gerados especialmente por questões sociais.

A partir dessa trama principal, outras auxiliares também se sustentam, e valem a pena serem comentadas, como os possíveis interesses românticos de Spencer. A começar por Leila (Greta Onieogou). A garota extremamente rica e bonita, mas um pouco inclinada a maldades para esconder a solidão que carrega ao ser renegada pela família. Leila terá uma oponente de peso: sua melhor amiga Olivia (Samantha Logan), a garota inteligente e sensível, que recentemente saiu da rehab e é filha do treinador.

Na outra ponta estão os “amigos” de Spencer no novo time, como Jordan (Michael Evans Behling), o capitão, que sofre ao ver o amor do pai (o treinador) pelo garoto novato, e inegavelmente mais talentoso que ele. Braço direito de Jordan, Asher (Cody Christian) é o namorado de Leila e se enche de ciúmes e inveja pelo novo jogador que pode estar ganhando o coração de sua amada. Vale citar também Coop (Bre-Z), a melhor amiga de Spencer. Ainda na antiga escola e com a partida do amigo, ela passará a se envolver com gangues e crimes, além de se envolver em uma relação homossexual.

Para aqueles que gostam de histórias adolescentes como “The O.C” ou até “Malhação”, “All American” é a série ideal! Tem drama juvenil, romances, altas festas, e principalmente muitas tretas. Temos um elenco jovem bacana – com destaque ao protagonista Daniel Ezra – além de Cody Christian (de “Teen Wolf”), Samantha Logan (de “13 Reasons Why”), Bre-z (“Empire”), Danielle Campbell (de “The Originals”) e Monet Mazur (“Castle”). “All American” se destaca pela representatividade, e por retratar a violência dos guetos em Crenshaw em contraste com a riqueza de Beverly Hills.

O maior trunfo de “All American” é ser uma série sem grandes pretensões e que se dispõe a contar uma história de forma honesta ao público: com seus aspectos voltados ao clichê, sem muita complexidade e essencialmente pautada por reviravoltas a cada episódio, bem ao estilo novelesco.

No total, a série tem 16 episódios. Com premissa de apelo extremamente popular e jovem, a produção apresenta uma história ousada, ágil e divertida. Vale a pena conferir. Inclusive, a segunda temporada já foi confirmada e deve estrear em 07 de outubro de 2019.

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#Minissérie | Olhos que Condenam (When They See Us)

Oi gente! 
Tem mais dica de minissérie chegando!! Recentemente já falei de “Os Miseráveis” (resenha AQUI), “O Nome da Rosa” (resenha AQUI) e “Chernobyl” (resenha AQUI). E hoje trago para vocês “When They See Us”, que no Brasil ganhou a tradução de “Olhos que Condenam”. A produção é original Netflix e conta com apenas quatro episódios, com 1 hora e 15 minutos em média.

Trata-se de uma história verídica, que ocorreu em 19 de abril de 1989. Trisha Meili, uma mulher de 28 anos, corria pelo Central Park, em Nova York, quando foi estuprada, violentada e abandonada em um estado que a deixou em coma por 12 dias. Cinco garotos do Harlem (quatro negros e um latino) pagaram por este crime – um dos casos mais noticiados da época – e permaneceram na prisão entre 6 e 13 anos, apesar de não terem cometido o crime. O caso ficou conhecido mundialmente como “Os Cinco do Central Park”.

A história parte dos pontos de vista de Antron McCray (Caleel Harris/Jovan Adepo), Yusef Salaam (Ethan Herisee/Chris Chalk), Korey Wise (Jharrel Jerome), Raymond Santana Jr. (Marquis Rodriguez/Freddy Miyares) e Kevin Richardson (Asante Blackk/Justin Cunningham), os cinco garotos com idades entre 14 e 16 anos que foram incriminados injustamente na investigação do ataque.

A minissérie é dirigida pela cineasta Ava DuVernay (“Selma: Uma Luta pela Igualdade”) e segue o padrão ativista contra o sistema carcerário e o racismo, já visto em outras de suas obras. Em “Olhos que Condenam”, Ava mostra o poder da Polícia e da Promotoria americana, que não tinham um suspeito sólido e arquitetaram todo o caso para culpar os garotos. Muitas cenas não são fáceis de serem assistidas. Depois que os garotos são capturados pela polícia na noite do crime e na manhã seguinte, são submetidos a uma série de interrogatórios – requeridos pela promotora Linda Fairstein (Felicity Huffman) – que duram horas e horas, sempre com muita crueldade. Outro ponto interessante no elenco é Vera Farmiga, interpretando a advogada Elizabeth Lederer, que também participa do jogo e condena precipitadamente, sem ter nenhuma prova concreta, indo contra todos os princípios da justiça.

Além de escancarar o racismo e falhas da justiça americana, a minissérie também faz críticas, principalmente ao atual presidente Donald Trump. Na época, o empresário fez diversos comentários agressivos ao caso e defendeu a pena de morte aos jovens envolvidos. Como parte dessa crítica, Ava DuVernay utilizou imagens reais das declarações de Trump.

Como produção técnica, a minissérie também dá um show! A fotografia é maravilhosa e retrata fielmente o final dos anos 80, no Harlem. Muitas cenas são filmadas em planos fechados, o que cria uma sensação de incômodo e angústia. O design de produção também optou por ambientes escuros e pequenos, impedindo o telespectador de desviar os olhos da tortura e da sensação de pânico. Tudo isso é feito justamente para abalar o emocional de quem está assistindo. Muitas cenas são até confusas – propositalmente – para que aqueles que acompanham sentirem o mesmo que os garotos estavam sentindo. É genial!

Os episódios – como já falei – são apenas 4, então dá para assistir tudo de uma só vez – eu fiz isso, assisti tudo em um único dia. Os dois primeiros capítulos são utilizados para contar a história e o seu desenvolvimento. Já os dois últimos avançam para o futuro e mostram os personagens, já adultos, seguindo suas vidas depois de tudo o que aconteceu, sempre mesclando com flashbacks para não nos perdermos em quem é quem. Destaco aqui a parte que conta a história de Korey Wise (em grande parte do último episódio) é uma das mais impactantes e revoltantes. Uma única crítica que eu faço é com relação ao momento em que se descobre toda a verdade – poderia ter dado mais tempo de vídeo, já que era o momento mais esperado de toda série.

Enfim, “Olhos que Condenam” (“When They See Us”) é uma minissérie maravilhosa, com tom crítico, que vai te impactar com certeza.

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#Minissérie | Chernobyl

Oi gente! 
A dica de hoje é a fantástica minissérie produzida pela HBOChernobyl. São apenas 5 episódios e já posso falar que é uma das melhores produções que eu assisti nesse ano! É simplesmente sensacional!  E pessoal, a resenha tem spoilers!!

A história se passa na madrugada do dia 25 para o dia 26 de abril de 1986. A explosão do reator número quatro da Usina Nuclear de Chernobyl, na cidade de Pripyat, na Ucrânia, tornou-se o maior desastre causado por mãos humanas da história, hoje mundialmente conhecida, não apenas por ter influenciado no aumento esporádico de mutações genéticas e condenando mais de 90 mil pessoas à morte, mas também por ter nos mostrado a que ponto o ser humano pode chegar quando movido pelo ego. Com relação ao período histórico, estamos em plena Guerra Fria, onde Estados Unidos e União Soviética disputam influências para se tornarem a maior potência mundial. Com uma sucessão de erros humanos, e principalmente, a negligência do Governo Soviético, Chernobyl e Pripyat são hoje uma cidade fantasma e ainda com altos índices de radiação.

Criada por Craig Mazin, Chernobyl insurge como uma série extremamente bem construída, marcada por grandes atuações, além de uma produção simplesmente impecável. Angustiante, a trama aborda diversas histórias que estão interligadas diretamente com o acontecimento. Jared Harris (de “The Crown”), que interpreta o físico Valery Legasov, líder das investigações do desastre, rouba a cena, construindo seu personagem de maneira a torná-lo um herói relutante e trágico, que sabe que, apesar de todos os esforços, o estrago já está feito. Stellan Skarsgård (de “Mamma Mia” e “Vingadores”), que interpreta o vice-preisdente no Conselho de Ministros da União Soviética Boris Shcherbina; e Emily Watson (de “A Menina que Roubava Livros”), vivendo a física nuclear Ulana Khomyuk são outros destaques fantásticos e conquistam o telespectador a cada cena. Uma curiosidade: a personagem Ulana não existiu na vida real – ela é uma representação de diversos físicos e cientistas que trabalharam ao lado de Legasov para impedir que um desastre ainda maior acontecesse após a explosão da usina.

A cada episódio, histórias vão ganhando destaque – como a de Lyudmilla Ignatenko (vivida pela atriz Jessie Buckley, de “Guerra e Paz”). A personagem é esposa de um dos bombeiros que respondeu ao primeiro chamado para combater às chamas da usina logo após a explosão, sendo exposto a altos níveis de radiação. Grávida, Lyudmilla não abandonou o marido, mesmo ele estando com um corpo praticamente decomposto, e ainda somente sobreviveu pois o bebê absorveu toda a radiação que havia em seu corpo. A atriz Jessie Buckley sobressaiu em alguns momentos e passou emoção em toda cena que esteve presente. Preciso citar outro destaque, com os atores Sam TroughtonRobert Emms, que deram vida aos funcionários responsáveis pelo trágico teste que resultou na explosão do reator. No leito de morte, ao contarem todos os fatos ocorridos, os atores dão um show de interpretação.

Além dessa interpretação, é preciso ressaltar a maravilhosa produção da série. Os corpos queimados, com feridas, em decomposição – tudo isso feito de forma espetacular. Sem falar da maravilhosa trilha sonora, composta por Hildur Guðnadóttir a partir de sons de uma usina nuclear na Lituânia. As músicas ajudam a aumentar o desconforto nas cenas de maior tensão, principalmente naquelas em que os efeitos da radiação no corpo humano são mostrados de maneira explícita.

Chernobyl já se tornou a série mais bem avaliada no IMDb, superando títulos como Breaking Bad e Game of Thrones. Foi um incrível acerto da HBO, fazendo uma perfeita ilusão ao desejo humano e suas derradeiras consequências. É uma minissérie angustiante e desafiadora. Impecável!

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#Minissérie | O Nome da Rosa

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Continuando com dicas de minissérie – semana passada falei de Os Miseráveis, produzida pela BBC (tem resenha AQUI) – hoje vou falar de “O Nome da Rosa”, uma coprodução italiana e alemã, exibida nos Estados Unidos no canal pago Sundance TV.

Baseada no aclamado romance de Umberto Eco, “O Nome da Rosa” se passa na Itália em 1327. A história acompanha o monge franciscano William de Baskerville (John Turturro) e seu noviço Adso von Melk (Damian Hardung) ao chegarem a um mosteiro isolado nos Alpes. Incumbido de participar das discussões de uma disputa de propriedade entre franciscanos e o papado, Baskerville acaba se defrontando com uma série de assassinatos macabros.

O roteiro é assinado pelo cineasta Andrea Porporati (“Missão Romana”) em parceria com o britânico Nigel Williams (“Elizabeth I”), e todos os oito episódios são dirigidos por Giacomo Battiato (“O Jovem Casanova”).

“O Nome da Rosa” foi publicado em 1980, vendendo 50 milhões de cópias pelo mundo, e já teve uma adaptação para o cinema. Dirigida pelo francês Jean-Jacques Annaud em 1986, a produção foi estrelada por Sean Connery e Christian Slater, respectivamente como Baskerville e Adso. Neste caso é até impossível não fazer comparações entre o filme e minissérie. Considerada um clássico, a versão cinematográfica é mais focada na história dos assassinatos, sendo bem fiel ao livro. Na minissérie – como temos um tempo maior de vídeo – a história tem alguns acréscimos, principalmente em referências históricas, além de personagens novos.

O elenco possui bons nomes – o americano John Turturro (“Transformers”) é o principal deles. Como William de Baskerville, o ator traz uma interpretação segura, sendo o grande ponto positivo da minissérie. Também com um bom momento em cena, o inglês Rupert Everett (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”) interpreta o inquisidor Bernard Gui, inimigo de Baskerville, grande defensor do papa e dos costumes da Igreja Católica. Por fim, o alemão Damian Hardung tem uma interpretação tímida, as vezes apagada, mas sem comprometer a produção.

Com uma produção caprichada, mostrando os mosteiros e belas paisagens italianas, “O Nome da Rosa” é uma nova adaptação do clássico de Uberto Eco, com uma nova roupagem, podemos dizer que até “atualizada” em referência ao filme, com um elenco de peso e boas cenas de mistério. A produção possui apenas oito episódios e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil, mas dá para assistir online.

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#Minissérie | Os Miseráveis

Oi gente!
Já faz um tempinho que eu assisti a minissérie “Os Miseráveis”, produzida pela BBC, baseada na obra do escritor francês Victor Hugo. E hoje, vou falar um pouquinho sobre o que eu achei dessa produção para vocês, queridos leitores.

A obra “Os Miseráveis” já foi adaptada várias vezes para o cinema, teatro e Broadway e chegou à TV, como uma novidade, principalmente para os que não curtem musicais, já que desta vez, a produção não é cantada – somente atuada.

A nova adaptação está a cargo do roteirista Andrew Davies, um dos especialistas da BBC em adaptações de livros clássicos, como “Orgulho e Preconceito (1995), “Razão e Sensibilidade” (2008) e o recente “Guerra e Paz” (2016). Ele também foi criador da versão original de “House of Cards” (1990), que surgiu como uma minissérie britânica. A direção é de Tom Shankland (da série “The Missing”) e o elenco ainda inclui a vencedora do Oscar Oliva Colman (de “A Favorita”) como Madame Thénardier; David Oyelowo, como o antagonista Javert; Lilly Collins vivendo Fantine e Dominic West é o protagonista Jean Valjean. Completam o elenco Ellie Bamber (Cossette), Josh O’Connor (Marius), Erin Kellyman (Epopine) e Adeel Akhtar (Monsieur Thénardier).

A história se passa na França do século XIX entre duas grandes batalhas: a Batalha de Waterloo (1815) e os motins de junho de 1832.  Neste momento acompanhamos um panorama socioeconômico, que retrata a fortuna em contraste com a pobreza numa Paris cheia de nuances. Com isso, temos a história do fugitivo Jean Valjean, um ex-prisioneiro que luta para escapar dos erros de seu passado enquanto é perseguido pelo impiedoso inspetor Javert. Paralelamente conhecemos Fantine, uma bela moça que é enganada e abandonada grávida. Sem condições, ela deixa a pequena Cossette sob os cuidados da família Thénardier, que maltrata a garota. Trabalhando na fábrica de Madeleine – nova identidade de Jean Valjean – Fantine chega ao fundo do poço para tentar enviar dinheiro para a criação de sua filha, chegando a morrer na extrema pobreza aos braços de Jean Valjean. Em uma nova fase, Jean cumpre a promessa que fez no leito de morte de Fantine e cria Cossette com toda riqueza, mostrando ter se arrependido de seus erros do passado. Nesta passagem, temos o triângulo entre Cossette, Marius Pontmercy e Epopine.

Quem conhece a história e leu o livro de Victor Hugo, perceberá que a adaptação foi bem fiel à obra. Esse é um dos pontos positivos da produção, que tem em mãos uma história forte, com ótimos momentos retratados. Com relação ao elenco, Oliva Colman e Dominic West são os grandes destaques, com interpretações maravilhosas. Além disso, todo o design de produção também é impecável ao retratar a França do século XIX. A minissérie “Os Miseráveis” possui apenas seis episódios de 50 minutos, portanto dá para fazer aquela maratona no fim de semana.

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#Série | Baby

Oi gente!
Agora que passou a época do Oscar – e toda a maratona de filmes que fiz – vou trazer para vocês alguns posts que eram para terem sido postados antes, mas precisei deixar guardado para postar agora. No final de 2018 a Netflix lançou a série italiana “Baby” – que eu assisti apenas no início deste ano – e fiquei em dúvida se trazia o post para vocês porque eu simplesmente detestei!

“Baby” é livremente inspirada em um escândalo ocorrido em 2014 em Roma. O caso ficou conhecido como Baby Squillo, o qual estudantes de famílias ricas e menores de idade ofereciam serviços sexuais em troca de dinheiro. Advogados, políticos e empresários estavam envolvidos no esquema de prostituição infantil e teve grande repercussão mundial. Na série, acompanhamos a história de alguns jovens estudantes de uma escola de grande prestígio de Roma e que possuem diversos dilemas da adolescência.

Chiara (Benedetta Porcaroli) tem poucos amigos e deseja desesperadamente ser amada e aceita pelas pessoas a sua volta. Damiano (Riccardo Mandolini) é um problemático garoto incompreendido, que perde a mãe e agora precisa morar com o pai rico, com quem nunca teve contato; enquanto Ludovica (Alice Pagani) é uma jovem deslocada, que sofre com humilhações dos seus colegas de sala. O que os três possuem em comum? Todos vêm de um lar familiar conturbado. Com o passar dos episódios, Chiara e Ludo vão criando uma amizade e acabam se envolvendo no mundo da prostituição – inclusive houve muita polêmica antes da estreia, pois a Netflix foi acusada de incentivar o tráfico sexual e glamourizar a prostituição de menores (o que em nenhum momento isso ocorre de fato, até porque trata-se de uma obra de ficção).

No modo geral, a história é muito boa, mas não é bem desenvolvida. Faltou química entre os atores, faltou uma produção mais afiada, faltou um cuidado maior com as cenas e, na minha opinião, faltou polêmica – o desenrolar da série é morno, poderiam ter explorado e ousado mais (o que talvez pode acontecer nas próximas temporadas, se houver). Alguns núcleos foram mal trabalhados como o caso do personagem Fábio (Brando Pacitto), que é filho do diretor da escola, começa a traficar drogas no colégio e se descobre gay – foi uma história tímida, pouco desenvolvida. Ou então a trama de Nicollo (Lorenzo Zurzolo) que trai a namorada com Chiara – melhor amiga de sua irmã e ao final ainda engata um romance com a professora – totalmente aleatório e sem sentido. Indo mais além, o núcleo do “vilão” Saverio (Paolo Calabresi), que é o principal agenciador das meninas, também poderia ter um destaque positivo na série, o que não aconteceu.

Outro ponto negativo é o elenco bem fraco – a única que salva é Alice Pagani, que transforma sua Ludovica em uma personagem interessante, com vários altos e baixos, além de trazer discussões interessantes e ser a principal movimentadora da história. Riccardo Mandolini e Benedetta Porcaroli não tiveram aquela química arrebatadora, o que faz com que seus personagens não engatem durante toda a temporada. Outros dois nomes que têm uma trajetória linear e até podem ser considerados destaques são Giuseppe Maggio (Fiore) e Chabeli Sastre (Camila).

“Baby” possui apenas seis episódios e está disponível na Netflix, porém é uma série fraca, com um roteiro confuso, com várias histórias jogadas sem serem aprofundadas, algumas coisas são forçadas e não conquistam o espectador. Provavelmente haverá segunda temporada, já que a primeira deixou várias coisas pendentes, e pode até ser que melhore nessa sequência.

Eaí, já assistiram Baby? Gostaram? E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 
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#Série | Bodyguard

Oi gente!
Como falei para vocês em outros posts, aproveitei os dias de folga no final do ano para assistir bastante filmes e séries para falar aqui no blog! E hoje trago uma série produzida pela BBC e distribuída pela NetflixBodyguard (aqui no Brasil recebeu o nome de Segurança em Jogo).

A série conta a história do veterano de guerra David Budd (Richard Madden – para quem não lembra ele era o Robb Stark em Game of Thrones – preciso dizer que até hoje não superei o Casamento Vermelho). O personagem lutou na guerra do Afeganistão, voltou sofrendo as consequências físicas e psicológicas disso, arrumou um emprego junto a órgãos governamentais e luta contra células terroristas. Depois de um certo evento, sua função é proteger a Ministra Julia Montague (Keeley Hawes) de possíveis ataques que ela sofreria por estar defendendo políticas rígidas de anti-terrorismo. Os posicionamentos dela não são compatíveis com os dele, o que gera um conflito e uma atração imediata entre os dois.

Essa série já me conquistou na primeira cena! Logo no primeiro episódio, a tensão predomina quando David se posiciona para evitar um ataque terrorista em um trem. Gente, sério, que cena!! Muito bem produzida e atuada, com uma tensão crescente que pega o espectador logo de cara. Preciso dizer que a sequência – talvez os dois primeiros episódios – são mais devagar, um ritmo mais lento, o que melhora a partir do terceiro episódio. “Bodyguard” possui apenas seis episódios, porém tem quase uma hora de duração cada um.

O roteiro é afiado, apresenta diálogos bons, personagens bem construídos e alguns que deveriam ser mais explorados. No começo eu fiquei um pouco incomodado com a atuação do Richard Madden, mas depois ele passa por um processo de humanização e aí melhorou consideravelmente, inclusive a química com a atriz Keeley Hawes, ajuda bastante no desenvolver do personagem. Na minha opinião poderia ter focado um pouco mais na história da família de Budd – a esposa e filhos – que pouco aparecem, mas que renderiam uma narrativa paralela interessante. Mais ao final da temporada, tem uma cena envolvendo a esposa Vicky, e que a atriz Sophie Rundle dá um show de interpretação.

“Bodyguard” cumpre com o prometido, entrega um suspense político muito interessante e envolvente, com ótimas cenas de ação. É um entretenimento de ótima qualidade, um grande acerto. Vale a pena conferir uma produção – que não é americana – mas que retrata a guerra ao terror de forma esplêndida.

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#Série | You

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Nessas últimas semanas maratonei “You”, a nova série da Lifetime, que chega à Netflix agora em dezembro, e é baseada no livro de Caroline Kepnes. Confesso que me surpreendeu demais! A produção conta com o ator Penn Badgley (provavelmente vocês lembram dele em Gossip Girl).

A história tem início quando a jovem aspirante a escritora Guinevere Beck (Elizabeth Lail) entra na livraria onde trabalha Joe (Penn Badgley). A partir daí o rapaz tem a certeza de que ela é a mulher ideal para sua vida e começa a demonstrar um comportamento obsessivo ao monitorar todas as redes sociais, roubar o celular para ler mensagens e até mesmo vigiar sua casa durante a noite. Resumidamente: um stalker psicopata. Pouco a pouco Joe vai se infiltrando na vida de Beck, tentando afastar aqueles de quem sente ciúmes ou que põe em risco seu relacionamento, custe o que custar.

Como comentei, a produção da série me agradou bastante. Comecei a acompanhar pensando que seria mais um suspense adolescente, mas me deparei com um ótimo suspense, que instiga e surpreende a cada episódio.

Um dos pontos positivos – a série é narrada em primeira pessoa, então várias vezes ouvimos os pensamentos do protagonista. E essa é a grande sacada, pois o desafio é fazer o espectador gostar do personagem, visto que ele é o principal vilão. Joe acredita que tudo o que faz é em função de ajudar ao outro e durante a narrativa há vários elementos que o humanizam, sendo o mais evidente a relação de Joe com seu vizinho Paco (Luca Padovan), uma criança amante de livros, que presencia constantemente o abuso de seu padrasto em casa.

A série conseguiu balancear os momentos de tensão e suspense, mantendo o interesse, apesar do início lento, mas que se torna frenético do meio para o final. E – talvez o mais intrigante – é que acabei me envolvendo na condução da história, chegando – não a torcer -, mas entendendo e prevendo algumas ações. E isso é justificado, pois aos poucos vamos conhecendo o passado do personagem e percebendo suas influências.

Destaque também para o restante do elenco – a protagonista Elizabeth Lail (de Once Upon a Time) e Shay Mitchell (de Pretty Little Liars), que faz a melhor amiga Peach – estão impecáveis, fazendo papéis complicados, que mexem demais com a história e com a percepção do espectador.

“You” já está confirmada para a segunda temporada – inclusive acabou de uma forma que quero muito saber como vai continuar e espero surpresas para a sequência. Vale a pena conferir!

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#Série | Elite

Oi gente!
Vocês devem ter percebido que o blog ficou fora do ar algumas semanas. Infelizmente tive um novo problema com a Locaweb, que hospeda o meu domínio. Depois de muitas conversas, consegui voltar ao normal!! E como fiquei algumas semanas fora, acumulou muita coisa para falar aqui!! Hoje vou começar falando de “Elite”, nova série original Netflix. Desde que lançaram os trailers e teasers eu já estava mega ansioso para conferir. A produção tem um toque de Gossip Girl, misturado com Riverdale e Rebelde.

Produzida pela Netflix Espanha, a série Elite vem na onda do sucesso que La Casa de Papel fez no mundo todo, inclusive temos três atores que fizeram “La Casa” – Miguel Herrán (que fez o Rio e agora vive o Christian), María Pedraza (que faz a protagonista Marina e que foi Allison em LCDP) e Jaime Lorente (o Denver e que agora interpreta Nano). O drama juvenil tem direção de Ramón Salazar e Dani de la Orden e roteiro de Carlos Montero e Darío Madrona.

Em “Elite”, a vida dos alunos de classe alta do colégio Las Encinas seguia dentro dos conformes. Trajando uniformes refinados (que lembram RBD), os estudantes do colégio mais exclusivo do país, vivem em uma bolha absortos da realidade. Quando uma escola da periferia desaba, três alunos – Samuel, Christian e Nádia – são transferidos para Las Encinas. Embora tenham se destacado na outra escola, suas contas bancárias os transformam em chacota perante os alunos do colégio. Quando foram transferidos, os jovens pensaram ter tirado a sorte grande.

Samuel (Itzan Escamilla) possui uma família complicada – o irmão Nano acabou de sair da cadeia e busca se endireitar na vida. Na escola, ele conhece e se apaixona por Marinaportadora do vírus HIV. Marina e Samú vão se aproximando cada vez mais, porém a garota acaba se envolvendo com o irmão do jovem, formando um triângulo amoroso (Vale destacar que os atores María Pedraza e Jaime Lorente estão juntos na vida real também!!) Nádia (Mina El Hammani) é uma jovem muçulmana que precisa enfrentar o choque de cultura, tanto que na escola ela é proibida de usar o hijab – véu característico do Islã. Ao longo dos episódios ela se aproxima de Guzman (Miguel Bernardeau), um playboy esnobe, irmão de Marina. Já Christian é excêntrico e engraçado, que não está nem aí com a escola e quer apenas curtir e se dar bem na vida. Junto com Carla (Ester Expósito) e Polo (Álvaro Rico), ele formará um polêmico triângulo amoroso – que rola de tudo, inclusive prepare-se para as cenas hots, que tem bastante!!

Ainda no elenco temos a atriz Danna Paola – que você provavelmente conhece das novelas mexicanas “Maria Belém” e “Amy, a Menina da Mochila Azul”, exibidas no SBT. Na série ela faz a personagem Lucrécia, ex-namorada de Guzmán, que irá infernizar a vida de Nádia ao perceber que os dois estão se apaixonando. Temos também outros personagens que se destacam ao longo dos episódios como Ander (Arón Piper) que se descobre homossexual ao se apaixonar pelo traficante Omar (Omar Ayuso), irmão de Nádia. Mas o ponto forte é um assassinato que ocorre entre esses personagens – logo no primeiro episódio já descobrimos quem morreu (não vou dar spoilers aqui, podem ficar tranquilos, mas já adianto que foi um personagem que peguei mega ranço ao longo da série). E a grande pergunta que fica é o típico “Quem matou?” Um dos novos alunos ou um dos membros da elite? Já vou comentar aqui que achei bem coerente a resolução do assassinato.

A série é bem desenvolvida, são apenas 8 episódios, dá para maratonar no fim de semana. “Elite” traz diversas discussões sobre problemas sociais como bullying, discriminação, preconceito cultural, uso de drogas, entre outros dramas juvenis. Além disso, o roteiro explora sem medo a descoberta da sexualidade, a influência da religião e a opressão da família. É uma reunião de diversidade cultural e sexual.

Muitos comentaram as semelhanças com outras séries e novelas. A começar com a mexicana Rebelde – temos a história de alunos pobres que vão estudar em uma escola de ricos, com os uniformes muito parecidos. Comentaram sobre Gossip Girl – Carla e Polo são um casal que adora fazer joguinhos e ostentar seu dinheiro e privilégios. Qualquer semelhança com Blair Waldorf e Chuck Bass é mera coincidência. O suspense e assassinato também trazem um clima de Riverdale e 13 Reasons Why. Mas ainda assim, achei uma série bacana, original, que não se prendeu a estereótipos e que já é um grande sucesso no catálogo da Netflix.

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Apostas para o Emmy 2018

Oi gente!
Eu já tinha um outro post preparado para hoje, mas resolvi mudar porque segunda-feira é dia de Emmy 2018 – a principal premiação da TV americana, que completa 70 anos, e no post de hoje resolvi comentar as principais categorias, dar as minhas previsões para vencedores e dizer quais são as minhas séries do coração  Detalhe: vou falar apenas das principais categorias!

Vou começar com a categoria de “Melhor Minissérie ou Série Limitada”
Concorrem: The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story  |  Godless  |  Patrick Melrose  |  The Alienist  |  Genius: Picasso


Série do  American Crime Story e Godless
Minha aposta: Assim como na edição anterior do Emmy, em que American Crime Story – contando a história do jogador O.J. Simpson que foi acusado de matar a esposa – levou TODOS os prêmios, acredito que neste ano será igual! A série é mega caprichada – padrão Ryan Murphy (tem resenha dela AQUI), e nesta segunda temporada narrou a história do assassinato do estilista Gianni Versace. Com relação às demais – Godless é muito boa, até merecia ganhar. The Alienist e Genius: Picasso (tem resenha AQUI) também são produções interessantes. Patrick Melrose é a única dessas indicadas que ainda não vi.

“Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme”
Concorrem: Darren Criss (The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story) | Antonio Banderas (Genius: Picasso) | Benedict Cumberbatch (Patrick Melrose) | Jeff Daniels (The Looming Tower) | John Legend (Jesus Christ Superstar) | Jesse Plemons (Black Mirror: USS Callister)


Minha aposta: Com certeza aposto no Darren Criss, que foi o grande destaque de American Crime Story, interpretando o assassino Andrew Cunanan – um trabalho impecável, digno de premiação. E queria destacar também a presença do Antonio Banderas, que também faz um ótimo trabalho em Genius, como o famoso pintor Picasso.

“Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme”
Concorrem: Jessica Biel (The Sinner) | Michelle Dockery (Godless) | Sarah Paulson (American Horror Story: Cult) | Edie Falco (Law & Order True Crime: The Menendez Murders) | Laura Dern (The Tale) | Regina King (Seven Seconds)


Minha aposta: Difícil apostar nessa categoria! Primeiro: ainda não assis Seven Seconds e True Crime (apesar de estarem na minha lista). Laura Dern faz uma boa aparição em The Tale – que inclusive ainda vou trazer resenha desse filme; e Michelle Dockery é uma das minhas atrizes queridinhas, então amei vê-la em Godless. Maas, na minha opinião, acho que esta categoria fica entre Sarah Paulson (maravilhosa, sempre concorrendo e ganhando – ela venceu nesta categoria em 2016) e Jessica Biel (grata surpresa em The Sinner).

“Melhor Série de Comédia”
Concorrem: Atlanta  |  Black-ish  |  Silicon Valley  |  Unbreakable Kimmy Schmidt  |  The Marvelous Mrs. Maisel  |  Curb Your Enthusiasm  |  GLOW  |  Barry


Série do  Silicon Valley
Minha aposta: Gente, vou confessar que série de comédia não é meu forte… das indicadas assisti apenas Atlanta, Silicon Valley e Barry. Mas, pelo que se fala na mídia e, principalmente, pela crítica, Atlanta e The Marvelous Mrs. Maisel são as mais fortes para vencer. Neste caso torço por Atlanta – que é mega interessante, traz uma crítica social fantástica e um humor negro que faz toda diferença. Porém, The Marvelous Mrs. Maisel já venceu ano passado e vem ainda mais forte neste ano. Se for para apostar, aposto nela!

** PS: não vou me aventurar nas categorias de atuação em comédia porque, como expliquei, não acompanho a maior parte delas. Mas, se vocês assistem, comentem em quais vocês apostam.

E finalmente as categorias principais de DRAMA.
Concorrem: Stranger Things  |  Game of Thrones  |  The Crown  |  The Handmaid’s Tale  |  This Is Us | Westworld  |  The Americans


Série do TODAS!
Minha aposta: Meu Deus! O que apostar nessa categoria?? Simplesmente amo todas as séries e acho que todas deveriam ganhar!! Mas vamos lá… Stranger Things (tem resenha AQUI), The Americans (que está em sua última temporada) e The Crown (tem resenha AQUI) não ganham. Agora temos uma briga boa entre as outras quatro. This is Us (resenha AQUI) é maravilhosa, não consigo ficar um episódio sem chorar! Westworld é uma super produção e tem muitas chances, mas a minha aposta é The Handmaid’s Tale – a série do momento! Apesar que Game of Thrones corre por fora (a 7ª temporada não foi essas coisas, mas é uma produção forte e que sempre leva todos os prêmios – resenha AQUI).

“Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama”
Concorrem: David Harbour (Stranger Things) | Mandy Patinkin (Homeland) | Peter Dinklage (Game of Thrones) | Nikolaj Coster-Waldau (Game of Thrones) | Joseph Fiennes (The Handmaid’s Tale) | Matt Smith (The Crown)


Minha aposta: Vocês sabem que eu acompanho Homeland desde o início, mas Mandy Patinkin, apesar de ser um mega ator, não tem chances. E mesmo com toda a força de The Handmaid’s Tale, Joseph Fiennes também não deve levar. David Harbour é uma boa opção – até queria que ele vencesse, mas acho que a estatueta irá para um dos representantes de Game of Thrones – Peter Dinklage já venceu duas vezes nessa categoria; e Nikolaj Coster-Waldau teve ótimas cenas na última temporada exibida. Já Matt Smith corre por fora, tendo boas chances de vencer também.

“Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama”
Concorrem: Ann Dowd (The Handmaid’s Tale) | Alexis Bledel (The Handmaid’s Tale) | Yvonne Strahovski (The Handmaid’s Tale) | Millie Bobby Brown (Stranger Things) | Thandie Newton (Westworld) | Lena Headey (Game of Thrones) | Vanessa Kirby (The Crown)


Minha aposta: Podemos ver uma supremacia de The Handmaid’s Tale nessa categoria! Aposto na Yvonne Strahovski – a personagem Serena teve um destaque muito maior na segunda temporada da série. Ficaria mega feliz com a vitória da Thandie Newton (apostei nela ano passado e acabei errando).

“Melhor Ator em Série de Drama”
Concorrem: Matthew Rhys (The Americans) | Sterling K. Brown (This Is Us) | Milo Ventimiglia (This Is Us) | Jeffrey Wright (Westworld) | Jason Bateman (Ozark) | Ed Harris (Westword)


Minha Aposta: Sterling K. Brown, sem mais.

“Melhor Atriz em Série de Drama”
Concorrem: Claire Foy (The Crown) | Elisabeth Moss (The Handmaid’s Tale) | Evan Rachel Wood (Westworld) | Keri Russell (The Americans) | Sandra Oh (Killing Eve) | Tatiana Maslany (Orphan Black)


Minha Aposta: Outra categoria que podiam vencer todas! Keri Russell, Tatiana Maslany e Claire Foy tem a última chance de vencerem nessa categoria com suas séries atuais, já que The Americans e Orphan Black estão na temporada final e The Crown terá novo elenco com a passagem de tempo. Curti a indicação de Sandra Oh (tem resenha de Killing Eve AQUI); mas a categoria fica polarizada entre Elisabeth Moss e Evan Rachel Wood. Na minha opinião vai dar Elisabeth Moss, pela segunda vez consecutiva.

É isso pessoal, essas são as minhas apostas para esse ano. Como vocês perceberam The Handmaid’s Tale deve fazer a limpa no Emmy! Nada mais do que merecido, neh?! Agora quero saber o que vocês acharam das minhas previsões, concordam ou discordam?! Me falem aí nos comentários e me sigam nas redes sociais 

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