#Filmes | Homem Aranha: De Volta ao Lar

Oi gente!
Hoje o post será sobre o filme “Homem Aranha: De Volta ao Lar”, que fui assistir nos cinemas na semana passada. E confesso que eu estava bem apreensivo com a nova produção, porém eu gostei do resultado. E já vou começar o texto com polêmica – prefiro o Tobey Maguire como Homem Aranha!! Mas ainda assim o jovem Tom Holland não faz feio.

Depois de atuar ao lado dos Vingadores (em “Capitão América: Guerra Civi”), chegou a hora do pequeno Peter Parker (Holland) voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre (Michael Keaton) surge amedrontando a cidade de Nova York. O problema é que a tarefa não será tão fácil como ele imaginava.

Para começar, achei o título genial – além de ser o nome da HQ, ele ainda faz uma referência ao acordo entre a Marvel – criadora do Homem Aranha e a Sony – dona dos direitos do super-herói. Tudo isso porque no início dos anos 2000, a Marvel Studios (que ainda não era a potência que é hoje) vendeu o direito de imagem de diversos super-heróis, entre eles o Homem Aranha, que foi adquirido pelos estúdios Sony. Lá o diretor Sam Raimi produziu três filmes estrelados por Tobey Maguire e Kirsten Dunst (como Mary Jane) e Marc Webb fez outras duas produções estreladas por Andrew Garfiled e Emma Stone (como Gwen Stacy). Agora, diante o imenso lucro da Marvel com os filmes de super-heróis (Homem de Ferro, Capitão América, Os Vingadores, etc), os dois estúdios entraram em um acordo e o Homem Aranha está “De Volta ao Lar”.

Voltando a questão do elenco, achei que o ator Tom Holland está bem no papel (e ele já havia tido uma participação bacana em Guerra Civil) – para quem não lembra, ele fez o filme “O Impossível”, aquele do tsunami, com a Naomi Watts. E neste novo filme, o diretor Jon Watts imprimiu uma pegada mais jovem, por isso temos um elenco bem adolescente: Laura Harrier, como Liz Allen, a primeira namorada de Peter; Zendaya (Michelle), Jacob Batalon (Ned), Tony Revolori (Flash), entre outros. Mas o grande destaque fica para os atores Robert Downey Jr, em uma participação como o Homem de Ferro e Michael Keaton incrível como o vilão Abutre. Inclusive eu adorei a construção do vilão – em vez de fazerem o Abutre maléfico, bem robótico como é em outras produções, eles deram um ar mais humanizado ao personagem.

Enfim, de um modo geral eu gostei do filme, foi bem produzido, com boas atuações e talvez o mais importante – a produção não teve medo de ousar. É um filme bem adolescente e feito para lucrar nos cinemas.

PS: não saiam do cinema assim que o filme acabar porque tem cena pós-crédito!!

#Livros | Belgravia

Ambientada nos anos 1840, quando os altos escalões da sociedade londrina começam a conviver com a classe industrial emergente, e com um riquíssimo rol de personagens, a saga de Belgravia tem início na véspera da Batalha de Waterloo, em junho de 1815, no lendário baile oferecido em Bruxelas pela duquesa de Richmond em homenagem ao duque de Wellington. Pouco antes de uma da manhã, os convidados são surpreendidos pela notícia de que Napoleão invadiu o país. O duque de Wellington precisa partir imediatamente com suas tropas. Muitos morrerão no campo de batalha ainda vestidos com os uniformes de gala. No baile estão James e Anne Trenchard, um casal que fez fortuna com o comércio. Sua bela filha, Sophia, encanta os olhos de Edmund Bellasis, o herdeiro de uma das famílias mais proeminentes da Bretanha. Um único acontecimento nessa noite afetará drasticamente a vida de todos os envolvidos. Passados vinte e cinco anos, quando as duas famílias estão instaladas no recente bairro de Belgravia, as consequências daquele terrível episódio ainda são marcantes, e ficarão cada vez mais enredadas na intrincada teia de fofocas e intrigas que fervilham no interior das mansões da Belgrave Square.

Autor: Julian Fellowes
Editora: Intrínseca
Número de Páginas: 368
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino |Saraiva | Fnac

A dica de livro de hoje é “Belgravia”, escrita pelo inglês Julian Fellowes, criador, roteirista e produtor da série de TV “Downton Abbey”, vencedora de três prêmios Emmy. Para aqueles que ficaram apaixonados pela saga da família Crowley, com certeza irão amar este livro – tanto que a história é bem parecida – o autor trouxe novamente vários pontos utilizados ao longo da série.

Na noite do dia 15 de junho de 1815, as grandes personalidades da alta sociedade britânica se reuniram em Bruxelas para o que se tornou uma das mais trágicas festas da História: o baile da duquesa de Richmond. O evento ocorreu na véspera da Batalha de Waterloo e vários belos rapazes que participavam do baile, logo no dia seguinte, estariam nos campos de batalha ainda com os uniformes de gala. Contudo, para Sophia Trenchard, a jovem e bela filha do principal fornecedor de suprimentos do duque de Wellington, aquela foi uma noite decisiva. Apaixonada pelo lorde Edmund Bellasis, Sophia enfrenta a mãe Anne, que tenta fazer com que a filha entenda que o casamento entre um futuro conde e a filha de um comerciante seria uma coisa impossível. Após o baile, Edmund Bellasis segue para a batalha e deixa Sophia totalmente transtornada. Infelizmente o lorde não sobrevive e pouco tempo depois Sophia também falece. A jovem morreu durante o parto de um filho de Bellasis.

Vinte cinco anos depois, quando os Trenchard, da classe industrial emergente, se mudam para o novo e elegante bairro de Belgravia, as verdadeiras repercussões daquele evento serão sentidas. James Trenchard já tem uma posição social mais elevada, mas ainda assim não pode ser confundido com alguém da nobreza. Uma única revelação será capaz de alterar o destino de todos. Nesse novo mundo, em que a aristocracia passa a conviver com os novos-ricos, há quem prefira que os segredos do passado continuem enterrados.

A trama gira em torno das duas famílias: Trenchard e Brockenhurst. O conde Bronckenhurst e condessa Bronckenhurst são os pais de Edmund Bellasis. Sofrem por não ter nenhum herdeiro e ter que deixar tudo para seu sobrinho John, filho do irmão do conde Bronckenhurst. Anne Trechard, em um momento de solidariedade, conta para Caroline Bronckenhurst que sua linhagem não estava perdida, Bellasis teve um filho. Ambas são avós de um jovem – sr. Charles Pope, filho de Edmundo e Sophia, que foi dado pelos Trenchard para ser criado por outra família, logo ao nascer.

“Belgravia” é uma leitura muito agradável que mistura ficção e fatos históricos. O livro foi lançado em 2016, pela editora Intrínseca, após ter sido publicado como e-book, tendo seus 11 capítulos sendo lançados a cada semana, como uma forma de homenagear à tradição dos folhetins britânicos. Me surpreendi com a história do começo ao fim principalmente quando as peças do quebra-cabeça começaram a se unirem numa grandiosa reviravolta.

Gostei muito dos personagens secundários. Oliver Trenchard é filho de James e sempre quis curtir a vida como um bon-vivant, sem se importar com o trabalho construído durante anos pelo pai. Sua esposa, Susan, é uma mulher interesseira e, que após anos de casamento, nunca engravidou. Ao longo da narrativa, Susan se aproxima de John Belassis, sobrinho da condessa de Bronckenhurst e herdeiro da fortuna da família. John deverá se casar com lady Maria Grey, porém a jovem se apaixona perdidamente pelo jovem sr. Charles Pope, um pequeno comerciante, que na verdade, é o verdadeiro herdeiro dos Bronckenhurst. Esses personagens se entrelaçam ao longo do livro e, em diversos momentos, fazem a história movimentar da melhor forma possível. Outros personagens que se destacam – assim como aconteceu em “Downton Abbey” – são os empregados. Porém, diferente da série, os serviçais do livro são traidores e ambiciosos.

“Belgravia” é uma saga fascinante e irresistível, cheia de reviravoltas e referências históricas, que revela os escândalos, segredos e intrigas guardados a portas fechadas nas mansões da alta sociedade londrina de meados do século XIX.

Capinhas para celulares – GOCASE BRASIL

Oi gente, tudo bem?
Hoje eu tenho uma dica mega incrível para os amantes de capinhas para celulares!! Olha que lindas as capinhas da GOCASE BRASIL, inspiradas nos 20 anos de Harry Potter. Além dos preços super bacanas, eles ainda oferecem FRETE GRÁTIS para TODO BRASIL para quem adquirir duas cases!! NÃO É INCRÍVEL?!

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Eu já estou esperando as minhas chegarem!!

#Filmes | Mulher Maravilha

Depois de várias semanas, finalmente consegui assistir “Mulher Maravilha”, o novo filme da DC Comics. E gente, que filmaço!! Eu simplesmente adorei!

Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha de Themyscira, em que é conhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto e espião britânico Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar, certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

Com certeza esse é o melhor filme da DC desde “Batman – O Cavaleiro das Trevas”. A atriz Gal Gadot está incrível como a personagem título. Para quem não sabe, a atriz nasceu em Israel, já foi modelo e também passou pelo exército. Poucos devem lembrar também que ela já atuou em quatro filmes da saga Velozes e Furiosos. E assim como a atriz Lynda Carter, que viveu a Mulher Maravilha nos anos 70, Gal foi a escolha certa para o papel.

O filme tem início em Themyscira, uma ilha afastada do “mundo externo” onde vivem as Amazonas – elas possuem um objetivo que é destruir o Deus da Guerra Ares, quando este retornar para acabar a humanidade. Destaque para Robin Wright (de “House of Cards”) – ela está perfeita como a guerreira Antíope, general das Amazonas. Apesar de aparecer bem pouquinho, ela com certeza rouba a cena no início do filme. Outro destaque positivo é o ator Chris Pine (de “Star Trek”) – ele teve muita química com a Gal.

A diretora Patty Jenkins se mostrou certeira! Soube misturar ação, suspense, lutas, drama e até um pouco de romance para montar um filme muito bom! Ela conseguiu desenvolver um roteiro que mostre uma protagonista forte e determinada, mas também sensível e capaz de amar.

E se tem um ponto negativo, eu cito os vilões da história. Foram bem fraquinhos – o que salva mais são algumas cenas entre o general Ludendorff (Danny Huston, de “American Horror Story”) e a Dra. Maru (Elena Anaya, de “Van Helsing”). O principal plot twist do filme não foi tão surpreendente. Prefiro dizer que “Mulher Maravilha” é um filme que abordou mais o surgimento da heroína – e este é o grande diferencial para considerar a produção incrível.

E ainda neste ano, teremos a oportunidade de ver Gal Gadot novamente como Mulher Maravilha no filme “A Liga da Justiça”, que chega aos cinemas brasileiros em 16 de novembro.

E pessoal, não se esqueçam de participar da PROMOÇÃO ESSE KINDLE É MEU! que irá sortear um kindle + obra completa da autora Ana Ferrarrezi autografada. Quem quiser saber mais é só clicar neste link!

#Promoção ESSE KINDLE É MEU!

Oi gente, tudo bem?
Hoje quero falar pra vocês de uma promoção super bacana!! PROMOÇÃO ESSE KINDLE É MEU!

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E um detalhe mega importante – você precisa especificar no formulário acima em qual blog você viu a promoção (neste caso – BLOG ENTRELINHAS)

Conto com a ajuda de todos vocês!! Os livros da Ana Ferrarezzi são incríveis, trazem uma leitura super prazerosa, seus enredos são envolventes, bem humorados, e capazes de transportar o leitor a um mundo completamente novo! Tenho certeza que vocês vão amar!!

Para aqueles que ainda não conhecem a Ana Ferrarezzi, ela é psicóloga, artista plástica e escritora; tudo ao mesmo tempo. De uma forma única, Ana mistura arte, folclore e contos, construindo algo novo e intrigante.

E agora ela está lançando um livro novo – Fantasia Despedaçada, que está em pré-venda na Amazonhttp://amzn.to/2nGErJx.

Para quem quiser saber mais sobre a autora e seus livros, acesse o site http://anaferrarezzi.com.br/site/

#Séries | 5ª temporada de House of Cards

Hoje é o dia de falar da 5ª temporada de “House of Cards”. A Netflix lançou a nova temporada no dia 30 de maio e confesso que não gostei muito, inclusive demorei bastante para assistir todos os 13 episódios – não rolou aquela maratona básica.

Por favor, fãs da série não me matem, mas esta foi a PIOR temporada de todas!! E lembrando que a quarta temporada terminou incrível, com um mega clímax para a nova, mas a qualidade da narrativa caiu muito. Inclusive me surgiu uma dúvida com relação à produção – fiz uma pesquisa rápida – e descobri que o criador da série Beau Willimon saiu dando lugar a Melissa James Gibson e Frank Pugliese. Realmente acho que essa troca influenciou muito na qualidade da produção.

Os primeiros episódios foram bem chatos, com uma narrativa arrastada – parecia que eles estavam enrolando o máximo possível, espremendo até sair aquela última gota. No meio da temporada começou a melhorar.

Nesses novos episódios, o público acompanhou a trajetória e a ascensão da única pessoa capaz de derrotar Frank Underwood (Kevin Space): a sua amada esposa Claire (Robin Wright). A trama começa no auge da corrida presidencial pela reeleição de Underwood. Para ganhar a disputa, ele recorre à diversas artimanhas, como abuso de poder e ameaças de terrorismo. Apesar do mecanismo das eleições dos Estados Unidos ser de difícil compreensão, é interessante acompanhar o processo político principalmente após a posse controversa de Donald Trump. Depois derrotar o candidato republicano Will Conway (Joel Kinnaman), Frank Underwood agora precisa se preocupar com os escândalos envolvendo seu governo, além das investigações realizadas pelo editor do jornal The Washington Harold, Tom Hammerschmidt (Boris McGiver).

Nem preciso comentar o show de interpretação de Kevin Space e Robin Wright. Os dois – como sempre – estão perfeitos como Frank e Claire. Por isso, vou dar mais destaque aos elogios a outros atores. Neve Campbell (LeAnn Harvey) e Michael Kelly (Doug Stamper) roubam a cena – seus personagens começam brigando, mas depois vão se envolvendo – vale destacar a evolução dos dois atores.

Jayne Atkinson continua perfeita como a Secretária de Estado Cathy Durant – inclusive ela ganha mais destaque ao manter uma relação dúbia com o presidente Underwood. E por fim, dois atores novos na história – Patricia Clarkson e Campbell Scott Michael se destacam na metade final da temporada. Ela é uma mulher com ótimos contatos e que passa a influenciar as decisões de Claire. Já ele é o chefe de campanha republicano Mark Usher que passa para o lado democrata.

A grande novidade fica por conta de Claire conversando com tela como o Frank faz desde do episódio piloto. Acredito que seja uma tática para mostrar que a personagem terá ainda mais espaço e também demostrar que será igualzinha ao marido. Inclusive tem uma cena (na qual não darei SPOILERS) entre Claire e o escritor Tom Yates (Paul Sparks) super chocante!

Enfim, apesar de não ter curtido muito essa temporada, House of Cards ainda é uma das minhas séries preferidas. Agora nos resta aguardar mais dolorosos 12 meses para a Netflix lançar a 6ª temporada.

#Livros | A Última Camélia

Às vésperas da Segunda Guerra Mundial, o último espécime de uma camélia rara, a Middlebury Pink, esconde mentiras e segredos em uma afastada propriedade rural inglesa. Flora, uma jovem americana, é contratada por um misterioso homem para se infiltrar na Mansão Livingston e conseguir a flor cobiçada. Sua busca é iluminada por um amor e ameaçada pela descoberta de uma série de crimes. Mais de meio século depois, a paisagista Addison passa a morar na mansão, agora de propriedade da família do marido dela. A paixão por mistérios é alimentada por um jardim de encantadoras camélias e um velho livro. No entanto, as páginas desse livro insinuam atos obscuros, engenhosamente escondidos. Se o perigo com o qual uma vez Flora fora confrontada continua vivo, será que Addison vai compartilhar do mesmo destino?

Autora: Sarah Jio
Editora: Novo Conceito
Páginas: 320
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva | Fnac

Oi pessoal,
Hoje vou trazer uma dica de leitura super bacana! Eu amei o livro “A Última Camélia”, da Sarah Jio. Fazia bastante tempo que não lia um livro mega rápido como li esse. A leitura fluiu bastante.

A história é dividida entre duas protagonistas e se passa em dois períodos diferentes. Nos anos 2000, Addison é uma botânica realizada. Ela ama o trabalho e é casada com seu grande amor Rex, um escritor que está tentando mostrar aos pais que pode viver da escrita de seus livros. Tudo estaria perfeito se não fosse o passado obscuro de Addison que insiste em atormentá-la. Determinada a fugir desse passado ela convence o marido a passar o verão na Mansão Livingston, recém adquirida pelos pais de Rex, na Inglaterra. Ao chegar na mansão, o casal conhece a Senhora Dilloway, a governanta da casa que trabalha há mais de 60 anos e esconde grandes mistérios.

Já no passado – em 1940, Flora é a nova babá da Mansão Livingston. Ela veio dos Estados Unidos a mando do Sr. Price – um ladrão e contrabandista de flores. Mas seu verdadeiro trabalho é encontrar uma camélia muito rara chamada Middlebury Pink. As coisas começam a mudar quando ela se apaixona por Desmond – o filho mais velho de Lady Anna Livingston e cria um grande carinho pelos outros filhos, tentando a todo custo melhorar a vida deles, que virou um desastre quando a mãe morreu de causas misteriosas. Quando Flora começa a encaixar as peças dessa morte, muitas coisas começam a aparecer e ela percebe que se meteu num grande problema. Foi fácil entrar na Mansão Livingston mas nada garante que ela conseguirá sair.

Os capítulos deste livro são alternados com a narração das duas personagens. Achei super interessante, pois ao mesmo tempo vamos descobrindo os segredos com Addison e Flora. Toda a história tem romance, drama, conflitos familiares e um bom mistério a ser resolvido.

Uma única ressalva que faço foi a revelação desse mistério. Ele ocorre nos dois últimos capítulos e de forma bem rápida. A autora consegue manter o clímax até o final, mas quando revela o verdadeiro assassino, não é algo tão interessante, faltou um pouco de criatividade para nos surpreender.

De qualquer forma, adorei o livro e super indico para aqueles leitores que gostam de um romance misturado com mistérios.

#Séries | The Arrangement

Já faz um tempo que eu assisti “The Arrangement”, a nova série de drama do canal E! criada por Jonathan Abrahams (Mad Men). E hoje vou falar um pouquinho sobre ela para vocês…

Em 10 episódios, conhecemos a jovem atriz Megan Morrison (Christine Evangelista, de “Chicago Fire”) que fez um teste para interpretar a personagem principal de um filme do queridinho de Hollywood, Kyle West (Josh Henderson, de “Dallas”). Hoje, Kyle é um astro do cinema, mas seu início de carreira foi bem conturbado (na série não especifica muito o que aconteceu), o que o levou a conhecer Terrence Anderson (Michael Vartan, de “Bates Motel”) um líder de uma organização de auto-ajuda, o Instituto The Higher Mind (Instituto da Mente Superior, em português).

No início da série, Kyle passou por um final de relacionamento onde sua noiva praticamente o deixou sem muitas explicações e a mídia fez disso um espetáculo. Agora em uma nova relação, Kyle e Megan assinam um contrato que estipula como será o convívio entre os dois. Mas o casal se apaixona de verdade, o que pode complicar tudo.

A vida de Megan se torna um inferno com toda a mídia em cima e também com as interferências de Terrence e sua esposa Deann (Lexa Doig, de “Arrow”), que também é a empresária de Kyle. Um ponto interessante sobre a série é que quando foi lançada, os produtores e diretores foram questionados se a história foi inspirada no casamento de Tom Cruise e Katie Holmes e o envolvimento dele com a cientologia, porém eles negaram. Mas ainda assim, a história é bem parecida e com um leve toque de crítica.

Para aqueles que forem assistir “The Arrangement”, a série começa super bem, mas tem uma leve caída nos episódios do meio da temporada, voltando a ter um ritmo acelerado ao final. Eu gostei de um modo geral, mas essa primeira temporada trouxe muitos mistérios e não resolveu nada – ficou só enrolando. Por isso, espero que a segunda temporada – já confirmada pelo canal E! – traga mais respostas e seja um pouco mais completa.

#Filme | Antes que eu Vá

Há algum tempo saiu nos cinemas o filme “Antes que eu Vá”, porém somente nesta semana consegui conferir o longa. Adaptado do livro best seller de Lauren Oliver, a produção é bem “água com açúcar”, mas é bem feito.

Samantha (Zoey Deutch, de “Tinha que ser Ele?”) é uma jovem que tem tudo – uma família feliz, amigas divertidas, é popular na escola e namora o garoto mais desejado do lugar. Porém, ela não parece valorizar muito algumas dessas coisas e passa a maior parte do dia com preocupações fúteis. Tudo muda quando um grande acidente de carro acontece, Sam morre e passa a acordar sempre nesse mesmo dia. Trata-se de um filme bem adolescente, com uma premissa interessante e que lembra muito “Se eu Ficar”. É uma história sobre amizade, segundas chances, bullying e mudança, basicamente.

E para aqueles que são mega fãs do livro e que ficam com medo da adaptação – podem ficar tranquilos. Eu gostei bastante do paralelo entre o livro e o filme. Achei que os produtores fizeram um bom trabalho na adaptação. Inclusive o filme ganha um ritmo mais acelerado, diferente do livro. Pode assistir sem medo!

No elenco ainda estão Halston Sage (de “Cidades de Papel”), Elena Kampouris (de “Casamento Grego 2”), Logan Miller (de “Quatro Vidas de um Cachorro”), Jennifer Beals (de “The L World” e “Lie to Me”) e Kian Lawley.

#Livros | Dois a Dois

Com uma carreira bem-sucedida, uma linda esposa e uma adorável filha de 6 anos, Russell Green tem uma vida de dar inveja. Ele está tão certo de que essa paz reinará para sempre que não percebe quando a situação começa a sair dos trilhos. Em questão de meses, Russ perde o emprego e a confiança da esposa, que se afasta dele e se vê obrigada a voltar a trabalhar. Precisando lutar para se adaptar a uma nova realidade, ele se desdobra para cuidar da filhinha, London, e começa a reinventar a vida profissional e afetiva – e a se abrir para antigas e novas emoções. Lançando-se nesse universo desconhecido, Russ embarca com London numa jornada ao mesmo tempo assustadora e gratificante, que testará suas habilidades e seu equilíbrio emocional além do que ele poderia ter imaginado.

Autor: Nicholas Sparks

Editora: Arqueiro
Páginas: 512
Skoob 
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva | Fnac

Um dos meus autores preferidos – talvez O PREFERIDO – é Nicholas Sparks. Eu amo seus livros, suas histórias contagiantes, suas reviravoltas incríveis e seus personagens com os quais nos identificamos muito. Em seu novo livro “Dois a dois”, Sparks conta a história de um homem que precisa se redescobrir e buscar qualidades que nem desconfiava possuir para lutar pelo que é mais importante na vida: aqueles que amamos.

Na história, Russ precisa cuidar de sua filha de 5 anos, London, além de ter que vivenciar outros desafios que a vida lhe impõe, tanto no lado pessoal como no profissional. É mais do que justificável que ele, como pai, tenha vários receios, e o autor soube muito bem como explorar esse desenvolvimento, de forma bem sutil e ainda mais especial. Ele passa por problemas com a esposa Vivian – uma mulher fútil e que não o apoia em nada. Logo após uma separação conturbada, Russ encontra novamente o caminho ao lado de Emily – um grande amor do passado.

Num contexto em geral, “Dois a Dois” não é o melhor livro de Nicholas Sparks, mas isso não quer dizer que não seja bom. Na verdade ele é ótimo, mas têm outros que são ainda melhores. A história do trio Russ, London e Vivian se desenrola bem lentamente – o que é um ponto positivo, na minha opinião – temos bastante tempo para nos acostumar com a vida familiar que eles levam e também temos tempo para nos afeiçoar pela relação de pai e filha, que Russ e London vão desenvolvendo ao longo dos capítulos.

A pequena London é a melhor personagem do livro – ela é uma graça, sempre bem-humorada, delicada e esperta. Também vale destaque a família de Russ – sua mãe, seu pai e também a irmã Marge e a cunhada Liz. As duas (Marge e Liz) também formam um casal incrível, que ajudam Russ a passar pelas tempestades do divórcio. E o final delas é bem emocionante – podem se preparar para chorar. Outra parte que considerei encantadora na história é a amizade entre Russ e Marge. A maneira como cuidam um do outro e defendem um ao outro, a fidelidade entre eles é palpável e me fez lembrar, o tempo todo, de como é especial ter esse tipo de ligação com alguém.

Com um tom incrivelmente correto, “Dois a Dois” se torna uma leitura prazerosa e bem rápida. É impossível parar de ler os capítulos, pois queremos saber o que acontece a seguir e torcemos muito pela felicidade do protagonista ao lado da filha. Não tem como não elogiar a condução do drama feito por Sparks – ele é genial nessa parte. Tão sútil que sofremos muito junto com os personagens em certos momentos. Uma ótima dica de leitura.