#Série | High School Musical: The Musical: The Series

Oi gente!
O Disney+ finalmente chegou ao Brasil e tenho certeza que muitos que aguardavam ansiosamente já foram correndo assistir “High School Musical: The Musical: The Series”, a série derivada do sucesso High School Musical. Uma das grandes apostas originais do serviço de streaming, a produção foi pensada justamente para agradar os fãs saudosos.

A história surpreendeu por ser diferente do esperado, já que não se trata de uma continuação do filme. A narrativa conta o dia a dia dos estudantes do East High, colégio que serviu como palco para as gravações de HSM. Miss Jenn (Kate Reinders), a nova professora de teatro, se encontra inconformada que a apresentação de fim de ano nunca foi sobre High School Musical mesmo eles estudando onde tudo teria acontecido, e decide que é hora de fazer acontecer! Além disso, a trama adolescente permeia todos os episódios. Depois de um “eu te amo” não correspondido, o relacionamento de Ricky (Joshua Bassett) e Nini (Olivia Rodrigo) definitivamente esfriou nas férias de verão. De volta à escola, a aspirante a cantora não quer vê-lo, como já está de namorado novo, o veterano E.J (Matt Cornett), com quem ela inclusive compartilha a paixão pelo teatro musical.

O recém-anunciado espetáculo baseado no clássico filme da Disney é a oportunidade perfeita para que Ricky reconquiste sua ex. Enquanto ele precisa se esforçar para aprender as falas de Zac Efron para o teste, Nini descobre que tem uma competidora à altura para o papel de Gabriella – a confiante e talentosa Gina (Sofia Wylie). E é em meio a um triângulo amoroso e uma nova rivalidade Sharpay-Gabriella que a peça estudantil começa a tomar forma.

A série funciona bem como homenagem à produção original. A trilha sonora é boa, principalmente as novas músicas. Vale também destacar a recriação para as músicas do filme. O elenco possui química e talento – Olivia Rodrigo e Joshua Bassett funcionam muito bem como casal, talvez até melhor do que Troy e Gabriella. Além disso, temos um roteiro que surpreende pela qualidade. E com certeza os fãs de HSM original vão adorar a participação especial do ator Lucas Grabeel, o Ryan Evans, no 8º episódio.

“High School Musical: The Musical: The Series” é uma série curtinha, que nos faz relembrar sua obra-mãe, mas ao mesmo tempo é original e consegue se firmar sozinha. Aos assinantes do Disney+ pode ser uma boa opção enquanto não há as produções originais do universo Marvel. Lembrando que a 2ª temporada já está confirmada e teremos também um especial de Natal!

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#Livro | A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes (saga Jogos Vorazes)

Autora: Suzanne Collins
Editora: Rocco
Páginas: 576
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Amazon

Oi gente!
Preciso começar dizendo que sou fã da saga Jogos Vorazes e tinha grandes expectativas para “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”. O prequel, escrito pela autora Suzanne Collins e publicado pela editora Rocco, veio cheio de polêmicas ao contar a história de ambição e poder do presidente Snow, em sua juventude. E detalhe, li este livro em uma Leitura Coletiva! Minha primeira!

A história tem início na a manhã do dia da colheita que iniciará a décima edição dos Jogos Vorazes. Na Capital, o jovem de dezoito anos Coriolanus Snow se prepara para sua oportunidade de glória como um mentor dos Jogos. A outrora importante casa Snow passa por tempos difíceis e o destino dela depende da pequena chance de Coriolanus ser capaz de encantar, enganar e manipular seus colegas estudantes para conseguir mentorar o tributo vencedor. E esta Capital que vemos, nem de longe lembra a luxuosa que vemos na trilogia. Estamos em uma cidade no pós-guerra, que ainda não se recuperou.

Completamente encantado com essa grande chance, tudo o que Coriolanus queria era mentorar alguém do Distrito 1 ou 2, mas a sorte não está ao seu favor. A ele, foi dada a tarefa de mentorar uma garota tributo do Distrito 12 – para ele, isso é completamente humilhante. Sem ter o que fazer, ele terá o seu destino interligado com a garota do Distrito 12, Lucy Gracy, e todas as suas escolhas poderão levar ao sucesso ou ao fracasso, triunfo ou ruína. Na arena, a batalha será mortal. Fora da arena, Coriolanus começa a se apegar a já condenada garota tributo.

O universo distópico está de volta e com ele podemos observar inúmeras referências aos Jogos Vorazes e tudo o que acarretou aos acontecimentos da trilogia. Porém, o livro não foi uma unanimidade na minha opinião. Confesso que esperava mais e me decepcionei com algumas coisas, mas ainda assim, não é ruim.

Primeiro coisa que não gosto é quando tentam humanizar um personagem que foi criado para ser o vilão. Claro que é interessante saber o processo que fez Corio se tornar o maquiavélico presidente Snow. Mas ainda assim, há momentos que não condiz com tudo o que o personagem construiu em sua aparição na trilogia. O que ajuda é a personagem Lucy Gray – ela é maravilhosa e encantadora, nos fazendo lembrar de Katniss. Ela, com certeza, é o ponto alto do livro.

Logo no início, a leitura não estava fluindo, mas a partir de um certo ponto, a autora conquista o leitor ao jogar vários plot twists, além de referências aos livros seguintes. A narrativa alterna, hora enfadonha, hora emocionante. A construção dos novos personagens também é interessante. Além de Lucy, destaco Sejanus – o melhor amigo de Corio, que muitas vezes foi extremamente chato, mas ainda assim é o contraponto à Capital, e a Dra. Gaul, que vem ser a vilã suprema desta história. E o final, o que dizer do final!? Extremamente curioso para saber o que aconteceu! Será que teremos continuação? Por ser uma saga lucrativa, e que com certeza deve ir aos cinemas, aposto que sim!

Já leram a trilogia Jogos Vorazes? O que acharam de “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”?

#Livro | E se fosse a Gente?

Autora: Becky Albertalli e Adam Silvera
Editora: Intrínseca
Páginas: 352
Skoob
Onde Comprar: Americanas Submarino | Amazon

Oi gente!
Becky Albertalli, autora do sucesso “Com Amor, Simon”, se une a Adam Silvera para contar “E se Fosse a Gente?” – romance publicado pela Editora Intrínseca.

De férias em Nova York, Arthur está determinado a viver uma aventura digna de um musical da Broadway antes de voltar para casa. Já Ben acabou de terminar seu primeiro relacionamento, e tudo o que mais quer é se livrar da caixa com todas as lembranças do ex-namorado.

Quando eles se conhecem em uma agência dos correios, parece que o universo está mandando um recado claro. Bem, talvez não tão claro assim, já que os dois acabam tomando rumos diferentes sem ao menos saberem o nome ou telefone um do outro.

Em meio a encontros e desencontros — sempre embalados por referências a musicais e à cultura pop, Ben e Arthur se perguntam: e se a vida não for como os musicais da Broadway e os dois não estiverem destinados a ficarem juntos? Mas e se estiverem? Aos poucos, eles percebem que às vezes as coisas não precisam ser perfeitas para darem certo e que os planos do universo podem ser mais surpreendentes do que eles imaginam.

Acho a leitura dos livros da Becky bem leves e rápidas. Com este não foi diferente. A parceria com Adam Silvera deu certo. Confesso que ainda não li nada do autor, mas é visível que cada personagem principal foi criado por cada autor, o que funcionou muito bem naa construção personalidade – os dois são bem diferentes.

Os capítulos são interligados entre Arthur e Ben. A narrativa é envolvente, os personagens secundários são interessantes. O modo como os autores retratam o relacionamento familiar dos protagonistas é bom. Becky e Adam tratam os tabus de forma natural.

“E se fosse a Gente?” é um livro leve, com uma narrativa divertida, uma ótima leitura para uma tarde tranquila.

Já conheciam “E se fosse a Gente”? Curtem os livros da Becky e do Adam? Comentem!

#Livro | Um Lugar Bem Longe Daqui

Autora: Delia Owens
Editora: Intrínseca
Páginas: 336
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Amazon

Oi gente!
A dica de leitura de hoje é o romance “Um Lugar Bem Longe Daqui”, publicado pela Editora Intrínseca, da autora Delia Owens.

Por anos, boatos sobre Kya Clark, a “Menina do Brejo”, assombraram Barkley Cove, uma calma cidade costeira da Carolina do Norte. Ela, no entanto, não é o que todos dizem. Sensata e inteligente, Kya sobreviveu por anos sozinha no pântano que chama de lar, tendo as gaivotas como amigas e a areia como professora. Abandonada pela mãe, que não conseguiu suportar o marido abusivo e alcoólatra, e depois pelos irmãos, a menina viveu algum tempo na companhia negligente e por vezes brutal do pai, que acabou também por deixá-la. Anos depois, quando dois jovens da cidade ficam intrigados com sua beleza selvagem, Kya se permite experimentar uma nova vida — até que o impensável acontece e um deles é encontrado morto.

Ao mesmo tempo uma ode à natureza, um emocionante romance de formação e uma surpreendente história de mistério, “Um Lugar Bem Longe Daqui” relembra que somos moldados pela criança que fomos um dia e que estamos todos sujeitos à beleza e à violência dos segredos que a natureza guarda.

Eu curti bastante a leitura. Tinha visto algumas resenhas negativas do livro, principalmente quanto a narrativa, o que tinha me decepcionado um pouco. Mas ainda assim insisti na leitura e desde o começo fiquei bem empolgado com a história. Kya é uma personagem maravilhosa, muito bem construída. Sua relação com Tate – o garoto que a ensinou a ler e escrever, é um dos pontos fortes da narrativa. A amizade dos dois é linda. Depois de Pulinho e sua esposa, Tate foi a única pessoa que de fato entrou na vida de Kya. O amor pelo pântano uniu os dois.

Também vemos a relação de Kya com Chase. Desde o início sabemos que o personagem foi assassinado e a investigação é alternada ao longo dos capítulos. A autora nos conta certos detalhes do futuro ao mesmo tempo que vamos acompanhando a história principal desde o início. Obviamente, Kya é uma das suspeitas de matar Chase. E essa dúvida sobre quem é o assassino e se de fato ela esteve envolvida aquece ainda mais a história. Não vou dar spoiler, mas preciso dizer que o final me surpreendeu.

“Um Lugar Bem Longe Daqui” é um livro muito interessante, que retrata uma história de sobrevivência e superação, com uma linda mensagem de amizade e confiança. E estejam preprados para uma adaptação cinematográfica – a atriz Reese Witherspoon – produtora de outros best sellers como “Big Little Lies” e “Little Fires Everywhere” – já adquiriu os direitos da obra.

Já conheciam Um Lugar Bem Longe Daqui? Se sim, o que acharam? Se não, pretendem ler?

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#Série | Perry Mason

Se você é fã de investigação aliada a uma produção de época caprichada, com certeza vai adorar a minha dica de hoje! “Perry Mason”, exibida no Brasil pela HBO, se passa na Califórnia dos anos 1930, e traz uma ambientação de primeira, violência e sexo sem pudor, além de uma história envolvente.

A produção é inspirada no personagem criado por Erle Stanley Gardner, que já ganhou diversas versões para a TV e cinema. Mas, para os mais velhos, esta versão em nada lembra a clássica série dos anos 60/70 feita pela CBS.

Fracassado, atormentado pelos anos na guerra, abandonado pela esposa, proibido de falar com o filho e cercado de decadência, Perry Mason (Matthew Rhys) perambula pelas ruas de Los Angeles em 1932 quando se depara com o crime que vira o assunto mais comentado da cidade: o pequeno bebê Charlie Dodson fora sequestrado, mas os bandidos que o raptaram nunca tiveram a intenção de devolvê-lo vivo para os pais. O assassinato brutal de Charlie é o ponto de partida para a temporada.

Um outro ponto no enredo que se destaca é o renascimento evangélico que varreu a Califórnia naquela época. Paralelamente ao mistério, vemos a história da irmã Alice (Tatiana Maslany) que desponta como importante líder religiosa, interligando as duas histórias. A personagem é misteriosa e complexa, o que só torna tudo mais envolvente. Também é interessante como os roteiristas desenvolvem o mistério – a mãe do bebê Emily Dodson (Gayle Rankin) é acusada por cometer o crime, e durante todo o desenvolvimento não sabemos se ela realmente é culpada ou não. Em vários momentos ela apresenta atitudes dúbias, que nos fazem duvidar.

Além das ótimas interpretações de Matthew Rhys e Tatiana Maslany, temos o grande John Lithgow como o advogado E.B. Jonathan. A produção é muito caprichada, o design de produção tem qualidade de cinema e a trilha sonora instrumental dá um clima todo melancólico à história. Apesar de suas qualidades, seria injusto ignorar que a série dispõe de alguns problemas de ritmo, imprimindo uma cansativa lentidão.

“Perry Mason” funciona como uma excelente reinvenção de um clássico, com ótimas interpretações. Tanto que a 2ª temporada já foi confirmada pela HBO.

Quem aí acompanhou Perry Mason? Curtiram a série da HBO? Quero saber tudo nos comentários!

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Filme | Quase uma Rockstar

Oi gente!
Já faz um tempinho que assisti “Quase uma Rockstar”, novo drama adolescente da Netflix, e hoje vou falar um pouquinho sobre o que achei do filme! A produção é baseada no livro homônimo, escrito por Matthew Quick, mesmo autor de “O Lado Bom da Vida” e lançado no Brasil pela Editora Intrínseca.

Preciso dizer que ainda não li o livro, portanto falarei mais do filme. Inclusive por não saber muito da história, esperava mais uma produção teen, porém trata-se de um drama mais adulto, mas sem tirar a essência adolescente, que com certeza vai te conquistar.

A trama gira em torno de Amber Appleton (Auli’i Cravalho), uma jovem musicista que é boa aluna, cuida de velhinhos em uma casa de repouso, dá aula de inglês para imigrantes coreanas, trabalha em uma loja de donuts, organiza os eventos sociais da escola e ajuda no café da manhã do melhor amigo “especial”. Ela também perdeu o pai, é filha de uma mãe alcoólatra Becky (Justina Machado) que tem um namorado violento e guarda dinheiro para alugar um apartamento, já que ela dorme todas as noites em um ônibus escolar. Seu grande sonho é entrar na prestigiada escola de música Carnegie Mellon.

O roteiro do trio Marc Basch, Matthew Quick e Brett Haley (Por Lugares Incríveis) consegue nos transportar logo de cara para a vida corrida da nossa protagonista, onde ela parece encarar tudo com um otimismo incrível e um excelente bom humor mesmo que há diversos motivos para isso não acontecer. Embora Amber faça tanto por todos e por sua comunidade, a verdade é que sua vida pessoal está desmoronando e ela não consegue ver perspectiva de como conseguir dar a volta por cima.

E com certeza o grande destaque do filme é a atriz Auli’i Cravalho, que fez sucesso mundial ao dublar e cantar a voz de Moana, no sucesso da Disney. A jovem está super segura e entrega uma performance comovente. A personagem sofre bastante, como uma mocinha de novela mexicana, mas Auli’i Cravalho não decepciona e entrega nos momentos tristes, e de felicidade, uma atuação impressionante. A poderosa voz de Cravalho na música “Feels Like Home”, é uma das cenas mais bonitas do filme. “Quase uma Rockstar” é quase como se fosse um conto da Cinderella moderno.

Os personagens coadjuvantes, apesar de pouco aproveitados, possuem importância ao arco narrativo da história, com destaque para Justina Machado (de “One Day at a Time” e “Jane the Virgin”) e Carol Burnett (“The Carol Burnett Show)”, que faz a senhora rabugenta residente no asilo onde Amber trabalha como voluntária. Além delas, não temo como não se apaixonar pelo cachorrinho Bobby Big Boy. Também acho que o núcleo dos amigos poderia ter sido melhor aproveitado, principalmente no interesse amoroso da protagonista.

No final, “Quase Uma Rockstar” traz uma importante mensagem de gratidão. É um filme tocante e inspirador, que mostra que o verdadeiro rockstar é aquele que diariamente se esforça em fazer do mundo um lugar melhor.

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#Série | Julie and the Phantoms

Oi gente!
Precisei apenas de um sábado para maratonar “Julie and the Phantoms”, nova série musical da Netflix, dirigida e produzida por Kenny Ortega (de High School Musical) e baseada na série brasileira “Julie e os Fantasmas”. Se você está procurando uma série teen, super good vibes, já achou! O seriado é o entretenimento perfeito que fará você se desconectar e relaxar. Lembrando, que terá alguns spoilers!

Em 9 episódios, a série inicia contando a história da banda Sunset Curves, formada por Luke (Charlie Gillespie), Reggie (Jeremy Shada), Alex (Owen Patrick Joyner) e Bobby, que sonham em se apresentar no Orpheu, uma grande casa de shows em Hollywood, mas os amigos (com exceção de Bobby) acabam comendo um cachorro-quente e morrem intoxicados.

Também somos apresentados à Julie (Madison Reyes), uma adolescente apaixonada por música que acaba perdendo a conexão e a vontade de cantar após o falecimento de sua mãe, sua grande inspiração. Porém, o encontro com os três fantasmas Luke, Reggie e Alex , “desaparecidos” por 25 anos, fará com que a jovem encontre novamente seu paixão por música e mostre o seu talento para o mundo. Enquanto Julie está descobrindo o seu verdadeiro talento, os fantasma fazem uma busca para entender o motivo de estarem na Terra.

Com temas importantes como amizade, luto, sexualidade e autoaceitação, a série me ganhou já no primeiro episódio. Os atores são o grande destaque da produção. Charlie Gillespie, Jeremy Shada e Owen Patrick Joyner – o trio de fantasmas – mandam super bem, principalmente quando estão com Madison Reyes. A atriz estreante é perfeita e cantam muitoo! Ela se entrega para o papel e isso fica visível em sua performance. Aliás, para mim, a trilha sonora é tudo de bom! Eu simplesmente amei todas as músicas e já estou ouvindo a playlist repetidamente no Spotify (ainda não consegui decidir a minha favorita). E os números musicais tem toda a cara do Kenny Ortega, com certeza você, se assistiu, vai lembrar muito de HSM.

Paralelamente também temos outras histórias acontecendo como Flynn (Jadah Marie) – a melhor amiga da protagonista; Carrie (Savannah May) – a vilã patricinha, uma espécie de Sharpay; o grande vilão Caleb (Cheyenne Jackson) – um fantasma poderoso capaz de fazê-los aparecer aos humanos, mas com a condição de serem sempre dele; Trevor Wilson (Steve Bacic), que era o Bobby e adotou um novo nome após roubar as músicas da banda; além de um aprofundamento nas histórias dos fantasmas Luke e Alex – o primeiro se afastou dos pais para viver da música e morreu sem ter pedido perdão. Já o segundo é assumidamente gay e vive um lance com outro fantasma Willie (Booboo Stewart).

Alguns personagens poderiam ter tido um arco narrativo melhor desenvolvido. Carrie e o pai Trevor Wilson, por exemplo. Também espero uma história maior de Alex e Willie, caso a série seja renovada para uma 2ª temporada (Netflix nunca te pedi nada… na verdade pedi sim, mas enfim, já quero continuação com certeza).

Com uma história carismática, leve e muita música viciante, “Julie and the Phantoms” é totalmente despretensiosa e possui bastante potencial para uma sequência. É a série perfeita para assistir em um fim de semana!

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Apostas para o Emmy 2020

Oi gente!
Neste domingo, dia 20, teremos a premiação do Emmy 2020. A cerimônia será um pouco diferente neste ano devido a pandemia – não teremos tapete vermelho, as celebridades estarão quietinhas em suas casas, totalmente sem aglomeração. Mas ainda assim, a concorrência promete ser acirrada. E como todo ano, vamos às apostas!!

Primeiramente as categorias de drama – Minha aposta é “Succession”. A série da HBO está com força para vencer; sua 2ª temporada é super elogiada pela crítica. “Ozark” e “The Crown”, ambas da Netflix, também correm por fora.

Para as categorias de atuação: Queria muito ver a vitória de Jennifer Aniston, por sua interpretação em “The Morning Show”. A atriz concorre com o primeiro episódio “In the Dark Night of the Soul It’s Always 3:30 in the Morning”, que realmente é seu melhor momento – aquela cena inicial em que sua personagem Alex Levy precisa anunciar que seu companheiro de bancada foi demitido por assédio sexual é simplesmente fantástica. Porém, Laura Linney (Ozark) e Olívia Colman (The Crown) também têm chances. Como atriz coadjuvante, amaria ver Helena Bohan Carter – a princesa Margaret de “The Crown” – recebendo o prêmio. Julia Garner (Ozark), que já venceu ano passado, também vem forte neste ano. Meryl Streep (Big Little Lies) e Sarah Snook (Succession) são as apostas do coração.

Na atuação masculina, acho que a vitória de Brian Cox já é garantida. Ele concorre com o 3º episódio da 2ª temporada – aquele em que a família Roy parte para um retiro de caça na Hungria. Furioso com algumas coisas, Logan submete Greg, Tom e Karl a um jogo cruelmente humilhante, que ele chama de “Javali No Chão”. Essa cena é muito forte! Seu companheiro de série Jeremy Strong talvez corra por fora. Já na categoria de coadjuvantes, aposto em Billy Crudup, de “The Morning Show”, mas Kieran Culkin também merecia por seu papel em “Succession”.

Agora vamos as categorias de comédia“The Marvelous Mrs Maisel” e “Schitt’s Creek” estão no páreo. Com certeza será uma disputa bem acirrada entre as duas. Aposto mais com o coração em Mrs Maisel. “The Good Place” também seria uma vitória interessante, que eu iria amar.

Para atriz em comédia, Catherine O’Hara pode ser a escolhida. A atriz veterana encerrou sua participação em “Schitt’s Creek”, com o final da série – esta pode ser uma motivação para os votantes lhe darem o prêmio. Porém Rachel Brosnahan, de “The Marvelous Mrs Maisel”, também é uma aposta forte. Como coadjuvante, Alex Borstein, de Mrs Maisel, deve levar pelo terceiro ano consecutivo. Minha aposta do coração fica para D’Arcy Carden, a Janet de “The Good Place”.

Ramy Youssef deve surpreender e levar a categoria de ator em comédia. Ele já venceu o Globo de Ouro no início do ano e pode sair vitorioso novamente. Já Tony Shalhoub, de “The Marvelous Mrs Maisel” é minha aposta em ator coadjuvante. Rapidamente… deixar bem claro aqui, que comédia não é meu forte!

Por fim, vamos as apostas em minissérie. Provavelmente “Watchmen”, da HBO, deve dominar as categorias. Regina King e Jeremy Irons são apostas fortes para atores principais. Adoraria que “Little Fires Everywhere” tivesse algum reconhecimento, seja em minissérie ou atriz com Kerry Washington. Mark Ruffalo poderia surpreender pela atuação dupla em “I Know this much is True”. Nas categorias coadjuvantes, adoraria ver Toni Colette (“Inacreditável”) e Jim Parsons (“Hollywood”) como vencedores. Ainda assim, temos vários atores de “Watchmen” concorrendo.

Quero saber as apostas de vocês! Concordam com as minhas escolhas? Lembrando que a cerimônia será exibida neste domingo, a partir das 20h30, na TNT.

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#Série | Stargirl

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Quem aí é fã de séries de super heróis? O canal americano The CW lançou mais uma produção do Arrowverse (universo que compreende “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow”, “Black Lightning” e “Batwoman”). Agora chegou a vez de “Stargirl” – programa teen protagonizado por herdeiros da icônica Sociedade da Justiça.

Com 13 episódios, a 1ª temporada foi aclamada pela crítica e também pela audiência, que rendeu bons índices nos Estados Unidos. “Stargirl” começa quando Courtney (Brec Bessinger) e sua mãe Barbara Whitmore (Amy Smart), decidem se mudar da Califórnia para a cidade fictícia interiorana de Blue Valley, em Nebraska. Após a morte do marido, Barbara juntou os trapos com Pat Dugan (Luke Wilson), que tem um filho, Mike (Trae Romano).

A contragosto, Courtney precisa se adaptar em um município pequeno, onde todo mundo conhece todo mundo. É aí que o cajado mágico do lendário herói Starman a escolhe como sua nova “dona”. Na escola, Court se aproxima de Yolanda (Yvette Monreal), Rick (Cameron Gellman) e Beth (Anjelika Washington), levando-os a assumir os mantos de Pantera, Homem-Hora e Dra. Meia-Noite. Juntos, eles precisam conter um terrível plano que prevê a dominação das mentes de toda a população adulta dos Estados Unidos.

Inspirados no otimismo típico da Era de Ouro dos Quadrinhos, os personagens crescem a cada episódio e superam desafios pessoais que os assombravam antes da formação do supergrupo. Esse período clássico dos quadrinhos também é refletido na caracterização dos vilões. Assim como eram nos primórdios do gênero, os antagonistas são caricatos, coloridos e surpreendentemente divertidos.

A série tem um bom futuro pela frente e pode representar um novo recomeço às produções da CW. Flash e Supergirl já estão perdendo público. Batwoman veio para reforçar, mas Stargirl deve trazer um novo direcionamento para um outro lado de super heróis da DC. E muito provavelmente a personagem deve integrar os próximos crossovers.

Com uma segunda temporada já garantida na CW, “Stargirl” tem tudo para continuar se destacando entre tantas adaptações televisivas de histórias em quadrinhos.

Já conheciam o universo de Stargirl? Pretendem acompanhar a série? Me digam o que acham do futuro da DC na TV

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#Filme | Chemical Hearts (A Química que há entre Nós)

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O streaming Amazon Prime Vídeo lançou o drama “Chemical Hearts”, baseado no livro “A Química que há entre Nós”, da autora Krystal Sutherland. No elenco temos Lili Reinhart (Riverdale) e Austin Abrams (Euphoria). Mais um chiquê teen, porém este me decepcionou um pouco. Detalhe: neste post não vou comentar o livro, visto que ainda não li; falarei apenas da experiência na TV.

Dirigido por Richard Tanne, o filme conta a história de Henry (Austin Abrams) e Grace (Lili Reinhart), dois jovens que, em seu último ano de ensino médio, se tornam co-editores do jornal da escola. Ele tem uma vida normal, com uma família estável e bons amigos, e sonha em ser escritor. No entanto, por achar que tem uma vida normal demais e por não ter tido experiências significativas, não sabe sobre o quê escrever.

Enquanto isso, ela é uma estudante transferida de outra escola e que, assim como ele, tem a escrita e a leitura como suas grandes paixões. Só que após sofrer um acidente que deixou sequelas bastante dolorosas (fisicamente, e, principalmente, psicologicamente), ela deixa essas paixões de lado e decide se isolar de todos.

Sobre a parte técnica, o longa traz uma estética melancólica. A fotografia é construída na base de cores frias e fechadas, especialmente o azul, o que reforça a parte dramática da narrativa. Porém, os clichês do enredo me incomodaram. E vocês sabem que eu adoro os clichês teen bem “água com açúcar”.

Acho que a adaptação dos personagens acabou não acontecendo como deveria. Achei Henry e Grace muito rasos e superficiais, não tem uma construção que nos mostre o que eles querem, o porque eles são da forma que são, o que os motiva ou não motiva. São personagem complexos e emotivos, que poderiam ser cheios de camadas, mas não são. Ficou simples demais. E pelo que li de comentários do livro, sei que isso não ocorre lá – os personagens são bem construídos. Outra coisa que me irritou são os personagens coadjuvantes (família e amigos do Henry), que no filme não tiveram importância nenhuma, não acrescentaram nada a história.

A proposta era super interessante, já que dramas adolescentes têm rendido boas adaptações, porém para mim não rolou. E ainda quero ler o livro “A Química que há entre Nós”. Prometo que quando ler, trago um post mais comparativo entre os dois.


Já assistiram Chemical Hearts? Ou já leram o livro A Química que há entre Nós? O que acharam?

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