Mix de #Séries | Canceladas que valem a pena

Oi gente!
Vocês viram o meu mix de séries com as produções que já vejo há alguns anos (AQUI) e hoje vou fazer um novo mix com séries que estrearam este ano, mas já foram canceladas. Apesar disso, vale a pena conferir a primeira e única temporada delas.

A primeira delas é “Here and Now”, produzida pela HBO – mais um drama familiar criado por Alan Ball, showrunner de outras séries de sucesso como True Blood e Six Feet Under, e coprodutor do premiado Beleza Americana. A história mostra a família disfuncional de Greg (Tim Robbins) Audrey (Holly Hunter). Eles têm três filhos adultos adotados: Ashley (Jerrika Hinton) nasceu na Libéria e hoje é dona de um site que comercializa roupas. Duc (Raymond Lee) foi adotado no Vietnã e agora é um “personal coach”, tipo um terapeuta comportamental. Ramon (Daniel Zovatto) foi adotado quando pequeno na Colômbia e trabalha como designer de games. Além deles, o casal teve uma filha biológica, a problemática adolescente Kristen (Sosie Bacon, de 13 Reasons Why). Com o decorrer da história, Ramon começa a ter visões e vai atrás da ajuda profissional do Dr. Farid (Peter Macdissi), e assim somos introduzidos à família Shokrani, que nos apresenta ainda outra discussão, introduzindo religiosidade e espiritualidade.

A série tinha uma premissa muito interessante, mas enrolou muito. Os temas levantados até são interessantes – Ashley tenta driblar o racismo tendo uma vida bem-sucedida; Ramon é homossexual e começa a ter visões, levantando a discussão de doença mental, porém a história leva a crer que é bem mais além pois ele começa a enxergar 11:11 em vários lugares e algumas formas psicodélicas que remetem ao fogo e borboletas; a matriarca da família Audrey descobre o caso de infidelidade do marido o traz à tona um casamento de aparências. Além da discussão de intolerância religiosa apresentada através do Dr. Farid e sua família, principalmente com o filho Navid, que se envolve com Kristen, mostrando que orientação sexual e identidade de gênero são coisas bem distintas. Fotografia, produção, edição e elenco são pontos fortes. Tim Robbins e Holly Hunter estão ótimos.

Agora, com um lado mais comédia românticaLife Sentence foi produzida pela CW e estrelada por Lucy Hale, recém saída de Pretty Little Liars. Stella Abbott (Hale) é portadora de um câncer terminal e tinha seu futuro totalmente traçado pela doença. Porém, apesar das dificuldades em lidar com todas as adversidades vindas do câncer, ela sabia que poderia contar com uma família incrível que sempre fazia de tudo para que ela aproveitasse seus últimos momentos da melhor maneira possível. Vivendo intensamente o fim da vida, Stella descobre que está curada e agora precisa correr atrás do tempo perdido. Apesar de ter uma doença como ponto de partida, a série não é nada deprê, tem um clima gostosinho, bem água com açúcar. O ponto principal da série é a dúvida amorosa que Stella passa a ter depois que se descobre curada – continuar no seu casamento com Wes (Elliot Knight) ou viver uma nova história de amor com o Dr. Will Grant (Riley Smith). Completam o elenco Jayson Blair (Aiden), Brooke Lyons (Elisabeth), Carlos PenaVega (Diego), Gillian Vigman (Ida) e Dylan Walsh (Peter). “Life Sentence” foi bem divertidinha, até torci para que fosse renovada, mas infelizmente teremos que nos contentar somente com a primeira temporada.

Por fim, deixei para falar de “Rise”, produzida pela NBC – e que mais senti por ser cancelada – sério!!! Eu simplesmente amei essa série! Com 10 episódios, a produção conta a história de Lou Mazzu (Josh Radnor – o Ted de How I Met your Mother), um professor de literatura que decide se arriscar na direção do teatro da escola de ensino médio em que trabalha. Além de enfrentar o conservadorismo da comunidade e do corpo acadêmico com a adaptação da peça musical “O Despertar da Primavera”, o maior desafio do Sr. Mazzu é entender os problemas dos adolescentes que compõem o grupo de teatro.

O elenco adolescente é composto por vários atores desconhecidos, mas que trabalham muito bem em conjunto. Começo destacando Auli’i Cravalho (Lillette – provavelmente vocês vão conhecer a voz dela, que é a dubladora original da Moana) e Damon J. Gillespie (Robbie), que vivem o casal protagonista. Os dois funcionam muito bem juntos, em uma história bem clichê onde o principal jogador do time de futebol vive uma vida dupla se dividindo entre o esporte e o teatro. Ellie Desautels (Michael) traz para as telas de uma forma sutil o processo de troca de gênero na juventude. Rarmian Newton (Maashous) já passou por diversas casas após ser adotado e agora vê uma oportunidade de manter um lar ao lado da família do professor de teatro. Erin Kommor (Sasha) traz o drama da gravidez na adolescência. Amy Forsyth (Gwen) era a protagonista do grupo de teatro, perdeu seu posto e agora precisa lutar para manter sua família unida, após a separação dos pais. Por fim, um dos maiores destaques é o ator Ted Sutherland, cujo personagem – Simon – foi criado em uma família extremamente conservadora, que não entende sua situação como ator, principalmente quando interpretará um homossexual na nova peça, fazendo também se questionar sobre sua orientação sexual. O interessante é observar que a maior parte desses dramas adolescentes também podem ser vistos na peça escolhida – “O Despertar da Primavera”. É uma pena a série ter sido cancelada. Rise é sensível, realista, dramática e emocionante, mas acima de tudo, é atual e honesta com a realidade.

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Mix de #Séries

Oi gente!
No post de hoje vou fazer um mix de algumas séries que acompanho e que já estão bem avançadas em suas temporadas, assim não preciso fazer vários posts separados  e vocês também podem ter uma base das séries que acompanho há bastante tempo.

Primeiro vou falar de Homeland, que finalizou sua 7ª temporada. Esta era uma das minhas séries preferidas, principalmente nas três primeiras temporadas, depois disso acho que a produção começou a decair, tanto que a 6ª temporada foi bem fraquinha. Já a 7ª não foi ruim, mas também não foi a melhor. No início, Carrie (Claire Danes) busca reverter as prisões de 200 pessoas que a presidente Elisabeth Keane (Elizabeth Marvel) acha que talvez tenham tido ligação com o atentado que sofrera, entre eles, Saul Berenson (Mandy Patinkin). Depois, a história converge para uma caçada em busca de um agente russo Yevgeny Gromov e sua comparsa Simone Martin que, por meio de fake news, tentam derrubar o governo da presidente americana. Paralelamente, Carrie ainda enfrenta problemas pessoais com a criação da filha, a relação com a irmã Maggie (Amy Hargreaves) e seus surtos de bipolaridade. No elenco, Claire Danes continua segura; Mandy Patinkin é um dos grandes atores no cast; e os destaques nesta temporada são Morgan Spector (como o agente Dante Allen) e Sandrine Holt (a espiã Simone Martin). Na parte técnica, o roteiro é coerente e ágil. E o Showtime, canal que produz o seriado, já confirmou que a 8ª temporada será a última.

Outra série que acompanho é Jane The Virgin, que encerrou sua 4ª temporada pela CW. E a vida de Jane Gloriana Villanueva (Gina Rodriguez) continua movimentada! Após a morte de Michael na season anterior – que foi uma das grandes surpresas – Jane e Rafael (Justin Baldoni) tem todo o caminho livre para se acertarem. E confesso que adoro eles juntos!! Petra (Yael Grobglas) deixou de ser a vilã para sofrer um pouco nessa temporada, após ser acusada de matar sua irmã gêmea Aneska. E o mais legal é a trajetória que os personagens secundários têm tomado. Rogelio (Jaime Camil) e Xiomara (Andrea Navedo), após o casamento, seguem rendendo ótimos momentos, sem contar agora com o nascimento da Baby, filha de Rogelio com Darci (Justina Machado). Outro ponto importante foi o desenvolvimento da doença de Xo. E Alba (Ivonne Coll) é outra que está maravilhosa nessa temporada. Preciso destacar a participação do ator Tyler Posey nos primeiros episódios, vivendo um ex-namorado de Jane. Juntos, eles tiveram uma boa química, e foi bom lembrar um lado mais jovem da Jane que não víamos há muito tempo. E mais ao final, a atriz Brooke Shields (de A Lagoa Azul) também fez uma divertida participação. Enfim, Jane the Virgin é uma série bem divertida, despretensiosa, que acompanho desde o início e já estou sofrendo por saber que a 5ª temporada será a última. Ahh, não vou dar spoiler, mas tivemos um mega plot twist na season finale.

Mais uma série de comédia que acompanho é Silicon Valley. A 5ª temporada, exibida pela HBO, manteve o ótimo padrão da produção. Richard Hendrix (Thomas Middleditch) e companhia continuam focados no lançamento da chamada nova internet e se eles irão conseguir desenvolver a plataforma descentralizada, aberta e para todos de uma forma competir com a gigante Hooli e as outras empresas de tecnologia. A dinâmica entre Dinesh (Kumail Nanjiani) e Gilfoyle (Martin Starr) continua sendo um dos pontos altos; Jared (Zach Woods) cresce na trama, sendo promovido para Chefe de Operações – consequentemente o ator também consegue mostrar seu melhor. T.J. Miller não voltou nesta temporada – após as acusações de estupro e agressões – e, para falar a verdade, nem senti falta. O personagem Erlich Bachmann é citado diversas vezes ao longo dos episódios. Já aguardo ansiosamente a 6ª temporada!

Agora pelo canal E!, acompanho The Royals, que chegou a sua 4ª temporada, mantendo a perfeita combinação de drama e comédia, com os escândalos, intrigas, disputas de poder e muito romance. Após a volta de Robert (Max Brown) na temporada anterior – talvez o maior plot de toda série – o príncipe Liam (William Moseley) continua obcecado por desmascarar o irmão – que agora é o rei. Com a ajuda do tio Cyrus (Jake Maskall), Liam quer provar que Robert mentiu e está por trás do assassinato de seu pai – o rei Simon. Além disso, Robert precisa arrumar uma esposa para se tornar rainha e a escolhida é a plebeia Willow (Genevieve Gaunt). Mas o grande destaque da temporada é o casal Jasper Frost (Tom Austen) e Princesa Eleanor (Alexandra Park) – que finalmente se acertaram e conseguiram passar a temporada inteira juntos!!! Melhor casal de toda série!! Analisando a temporada, ela deu uma caída – talvez pela saída do criador Mark Schwahn. Os episódios finais foram muito bons, a história fluiu bem e os produtores nos presentearam com uma ótima reviravolta para a temporada seguinte.

Por fim, quero falar das temporadas de The Flash e Supergirl – séries de super-heróis exibidas na Warner. A season 4 de The Flash para mim foi uma decepção – tinha tudo para ser incrível, mas o roteiro não ajudou. Foi a temporada mais fraca de todas – trama confusa, mal resolvida, as motivações do vilão nunca ficaram bem esclarecidas e, por várias vezes, os roteiristas acabaram por utilizar mecânicas que já tinham sido vistas em temporadas passadas. O elenco estava apático e não trouxe emoção. O vilão da temporada – Clifford DeVoe – não é um dos mais conhecidos nos quadrinhos do Flash. A produção deu um ar de invencibilidade ao personagem e no último episódio ele é derrotado por uma coisa tão boba. Ficou difícil acreditar! Só espero que a série não esteja desgastada e volte melhor na 5ª temporada.

Já a 3ª temporada de Supergirl foi no caminho inverso de The Flash e trouxe ótimos momentos. No início, Kara (Melissa Benoist) estava sofrendo com a partida de Mon-El (Chris Wood) e, apesar de o personagem ter retornado, a relação dos dois continuou como uma sombra. O destaque fica para os coadjuvantes – Lena Luthor (Katie McGrath) se envolve com Jimmy Olsen (Mehcad Brooks); Alex (Chyler Leigh) tenta superar o fim do relacionamento com Maggie e continua sendo a agente “bad ass” do DEO e J’onn (David Harewood) reencontrou o pai, que era prisioneiro em Marte. A série ainda teve novas personagens – Samantha (Odette Annable) e Ruby (Emma Tremblay). Inclusive Sam vira uma Reign – uma matadora de mundo que quer destruir Kara. Eu curti bastante essa temporada, as novas personagens deram uma boa movimentada na trama, as vilãs foram bem construídas e a história deve crescer na season 4.

Eaí, gostaram do meu resumo? Assistem alguma dessas séries? Me contem nos comentários! E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Livros | A Mulher na Janela

Autor: A.J.Finn
Editora: Arqueiro
Páginas: 352
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva | Fnac
Foto: Facebook Arqueiro

Oi gente!
Hoje trago dica de leitura com “A Mulher na Janela”, livro de estreia do americano A. J. Finn, publicado pela editora Arqueiro. Para aqueles que curtem thrillers psicológicos e histórias de suspense, esta é uma ótima dica.

Anna Fox mora sozinha na bela casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma fobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo (muito) vinho, assistindo a filmes antigos, conversando com estranhos na internet e espionando os vizinhos. Quando os Russells – pai, mãe e o filho adolescente – se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela família perfeita, até que conhece Ethan, o filho adolescente. Depois conhece Jane, a matriarca. Tanto Ethan como Jane dão a entender que Alistar, o patriarca da família, talvez seja um homem violento, então o lado psicóloga de Anna fica em alerta. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê na casa deles algo que a deixa aterrorizada e faz seu mundo – e seus segredos chocantes – começar a ruir. Mas será que o que testemunhou aconteceu mesmo? O que é realidade? O que é imaginação? Existe realmente alguém em perigo?

A história pode parecer um pouco clichê, lembrando outros livros de sucesso como “A garota no Trem” e “Antes de Dormir”, mas o desenvolvimento dessa trama é ótimo, tendo todos os detalhes extremamente bem construídos. Para mim, a leitura foi viciante. Narrado em primeira pessoa – pela protagonista Anna – o livro nos leva a imaginar situações e a desvendar um mistério – que para mim acabou sendo surpreendente. Os demais personagens dão suporte à trama, sempre com atitudes que nos fazem desconfiar a cada capítulo. No final, ninguém é o que parece. A boa escrita aliada a uma narrativa ágil deixou a história cativante. Os capítulos são divididos por data – tudo se passa entre os dias 24 de outubro e 15 de novembro – o que nos ajuda a situar no tempo descritivo. Outra coisa que adorei foram as referências ao cinema, principalmente aos filmes de Alfred Hitchcock. Os capítulos são recheados dessas referências e citações a diálogos de algumas das principais obras de uma época áurea da sétima arte. Fiquei até com vontade de rever “Um Corpo que Cai” (assistido em diversos momentos pela protagonista).

Aos que apreciam tramas instigantes, “A Mulher na Janela” é uma excelente leitura. Foi sem dúvida um dos melhores livros que li até o momento. E o melhor, a história será adaptada para os cinemas e o autor esteve no Brasil para a Bienal de São Paulo. E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | Genius: Picasso

Oi gente!
Quem aí já assistiu Genius? A série, produzida pelo canal National Geographic, foi uma das gratas surpresas em 2017. Neste ano, a produção – que tem como base narrar a vida de pessoas famosas que contribuíram para a história mundial – voltou em sua segunda temporada contando a vida de Pablo Picasso.

Para quem não sabe, Pablo Picasso foi um artista espanhol, pintor, escultor, ceramista, cenógrafo, poeta e dramaturgo que viveu entre 1881 e 1973. É conhecido como o co-fundador do cubismo. Dentre as suas obras mais famosas estão os quadros cubistas As Meninas D’Avignon (1907) e Guernica (1937), uma pintura do bombardeio alemão de Guernica durante a Guerra Civil Espanhola.

O pintor de Málaga demonstrava talento artístico desde jovem, pintando de forma realista por toda a sua infância e adolescência. Durante a primeira década do século XX, o seu estilo mudou graças aos seus experimentos com diferentes teorias, técnicas e ideias. Além de sua indiscutível contribuição para a arte mundial, a série também retrata seus diversos casos amorosos – Fernande Olivier, Olga Koklova (seu primeiro casamento), Marie-Thérèse Walter, Dora Maar, Françoise Gilot, entre outras.

E preciso ressaltar que esta série é simplesmente impecável! Roteiro, direção, elenco, trilha sonora, fotografia – tudo é brilhante. A biografia é contada de forma não linear, intercalando passado, presente e futuro. Esta abordagem não linear casa muito bem com a proposta da série, dando uma dinâmica rica em informações que impede qualquer tédio por parte do espectador. Ao abordar o Picasso mais jovem, Genius mostra como o pintor se envolveu e conheceu suas ideias anarquistas, como se destacou na pintura promovendo uma verdadeira revolução na forma de pensar e agir; enquanto sua versão mais velha, já consolidado como um artista renomado e rico, tenta se distanciar de questões políticas, sem perder sua voz ativa, e principalmente, seus envolvimentos amorosos.

A trilha sonora é maravilhosa, assim como o elenco. Antônio Banderas é o principal nome – ele vive Picasso em sua fase adulta. Trata-se de uma escolha aparentemente natural para protagonizar a série por sua origem espanhola. Porém, sua interpretação deixa um pouco a desejar no início da série – talvez por causa da narrativa desse momento, que não é tão interessante. Nos episódios finais, o ator manda super bem – vale destacar a maquiagem na fase final do personagem, maravilhosa! Na minha opinião, o maior destaque é o estreante Alex Rich, que vive Picasso na fase jovem – o ator nos entrega uma interpretação segura, tendo muita importância no início da obra.

“Genius – Picasso” concorre em duas categorias do Emmy 2018 – melhor minissérie/série limitada e Melhor Ator em Série Limitada/Telefilme (Antônio Banderas).

Quem curte séries biográficas precisa ver Genius – tanto a primeira temporada contando a vida de Einstein e esta segunda sobre Picasso. Linda, impecável, inteligente, “Genius” é simplesmente genial! Vale a pena conferir. E a terceira temporada já foi confirmada – tratará da vida da escritora Mary Shelley – criadora de Frankenstein.

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#Séries | Sense8 Episódio Final

Oi gente! 
Provavelmente vocês estão se perguntando porque eu ainda não falei do episódio final de Sense8. Pois bem, hoje é o dia! Primeiro preciso dizer o quanto fiquei chateado com a Netflix por ter cancelado essa série PREMATURAMENTE! Mas graças a Deus, que eles se redimiram, e pelo menos produziram um episódio final, com quase três horas, para encerrar com dignidade a história do cluster mais amado do mundo. E tudo isso graças aos brasileiros que, literalmente, encheram o saco da Netflix mandando milhares de mensagens para que o final acontecesse. E deu certo 

Como já falei aqui no blog, Sense8 era uma das minhas séries preferidas e quando lançaram o episódio final, não quis assistir logo de cara. Como as demais séries estavam quase acabando, resolvi esperar um pouco e agora, finalmente, consegui ver.

O episódio retoma de onde a história parou na segunda temporada: Will (Brian J. Smith), Capheus (Toby Onwumere), Kala (Tina Desai), Lito (Miguel Angel Silvestre), Nomi (Jamie Clayton), Riley (Tuppence Middleton) e Sun (Doona Bae) estão unidos fisicamente para salvar a vida de Wolfgang (Max Riemelt), ainda capturado pela misteriosa Organização de Preservação Biológica (OPB), um grupo de pesquisa com financiamento multigovernamental que passou a ser utilizado para caçar e fazer experimentos com membros de clusters. Para isso, eles sequestraram o Sussurros (Terrence Mann). Todo o especial gira em torno disso. Descobrimos um pouco mais sobre a Angelica (Daryl Hannah) e os planos da OPB. No balanço final, os produtores e roteiristas preferiram finalizar a história do que complicá-la mais com outras teorias – que até seriam interessantes, se bem trabalhadas.

Neste episódio final, assinado por J. Michael Straczynski e Lana Wachowski, o mais interessante foi o espaço que tiveram os coadjuvantes – os fãs também vão se divertir com Bug (Michael X. Sommers), Daniela (Eréndira Ibarra), Hernando (Alfonso Herrera), Mun (Sukku Son), Amanita (Freema Agyeman) e Rajan (Purab Kohli) roubando certas cenas.

O roteiro foi concluído de forma bastante coerente e nem preciso falar da qualidade da fotografia, trilha sonora, produção e edição. Temos diversa cenas de ação para agradar todos os tipos de fãs – desde as sequências clássicas de Sun mostrando o motivo de ter ficado conhecida como “o espírito de Van Damme” até Wolfgang mostrando sua habilidade com as armas mais potentes. E claro que não poderia faltar as cenas hots – que tanto caracterizaram Sense8.

É uma pena que a despedida da série tenha acontecido de forma tão precoce – principalmente sabendo o tanto de conteúdo que Sense8 ainda tinha para explorar. O episódio final é definitivamente uma carta de amor para os fãs, que vão vibrar, rir e se emocionar com a última aventura dos sensates.

Eaí, já viram o episódio final de Sense8? O que acharam? Gostavam da série assim como eu? E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Série | Seal Team

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Hoje vou trazer mais uma dica de série – e esta tem um estilo um pouco diferente das que costumo assistir! Com a situação atual no mundo, as produções com temática militar estão surgindo em grande escala. Em sua primeira temporada (produzida pela CBS), Seal Team me conquistou por trazer uma proposta interessante e ousada.

Criada por Benjamin Cavell (roteirista de “Justified”), a série apresenta o cotidiano do SEAL Team Six, um grupo da Marinha dos Estados Unidos que é conhecido por ser a principal unidade antiterrorismo das forças armadas do país. Apesar de ser um grupo formado para operações no mar, ele acaba cobrindo outras missões em diversos meios e regiões, sendo responsável também por resgate de reféns, infiltrações e assassinatos.

Para vocês terem uma ideia, Seal Team teria apenas 13 episódios, porém com o sucesso, a CBS produziu uma temporada completa com 22 episódios. A estreia foi assistida por 9,7 milhões de telespectadores ao vivo e manteve uma média acima dos 8 milhões nos seguintes.

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Não se trata de uma superprodução, mas o enredo é interessante – o que faz querermos acompanhar do início ao fim. O elenco é um destaque a parte – David Boreanaz (que fez “Bones”) é o protagonista Jason Hayes – chefe do grupo, que apesar de não querer demonstrar, ainda está tentando superar a perda recente de um colega durante uma missão. Junto com o restante do grupo, Jason enfrenta diversas missões – algumas quase suicidas – para conseguirem seus objetivos militares em diversas regiões do mundo, principalmente no Oriente Médio. Paralelamente, a história que mais merece destaque é a do jovem militar Clay Spencer (Max Thieriot – de Bates Motel), que sonha em entrar para o grupo de elite do Seal Team, mas enfrenta o passado do pai – um militar renomado que escreveu um livro e revelou segredos obscuros do exército americano. Completam o elenco – Jessica Paré (de “Mad Men”), Neil Brown Jr. (“Straight Outta Compton”), AJ Buckley (que está mega irreconhecível!! A hora que descobri que era o Adam de CSI New York quase surtei haha) e Toni Trucks (da série “Franklin & Bash”).

A minha principal crítica é o roteiro – que não foi bem trabalhado nos primeiros episódios. A história da relação entre Jason e seu melhor amigo Nate Massey (Daniel Gillies, de The Originals e The Vampire Diaries), que morreu após uma missão tinha tudo para ser o principal mote da narrativa, mas não foi desenvolvida e depois de alguns capítulos foi completamente esquecida. Além disso, o início da série conta narrativas que acabam em cada episódio – são missões que tem início e fim em apenas 45 minutos, então não conseguimos nos conectar com a história. Inclusive um dos episódios se passa no Brasil – e teve erros graves porque toda ação ocorre no Paraná, na fronteira com o Paraguai e colocaram até a Floresta Amazônica. Erros a parte, o roteiro melhora nos episódios do meio da temporada para o final, que os capítulos possuem uma história contínua. Nesta fase, o grupo embarca em uma missão no Oriente Médio, após o assassinato de um grupo de elite que trabalhava no local. Jason e equipe precisam descobrir o que aconteceu e prender os terroristas responsáveis.

Como um todo, Seal Teal vai bem ao entreter, mas não é a melhor série das estreantes neste ano. É interessante para quem tem algum espaço sobrando na grade, ou mesmo para quem curte a temática de guerra. Acredito que a segunda temporada, já confirmada, deverá ser bem melhor, visto a forma como acabou a primeira.

Já conheciam Seal Team? Pretendem assistir? E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Livros | Um Cavalheiro em Moscou

Autor: Amor Towles
Editora: Intrínseca
Páginas: 464
Skoob
Onde Comprar: Americanas | Submarino | Saraiva | Fnac
Foto: Facebook Intrínseca

Oi gente!
Hoje vou falar do livro “Um Cavalheiro em Moscou”, publicado pela Editora Intrínseca e escrito pelo americano Amor Towles. A publicação permaneceu por quase um ano na lista de best-sellers do New York Times, com mais de um milhão de exemplares vendidos.

Nobre acusado de escrever uma poesia contra os ideais da Revolução Russa, Aleksandr Ilitch Rostov, “O Conde”, é condenado à prisão domiciliar no sótão do hotel Metropol, lugar associado ao luxo e sofisticação da antiga aristocracia de Moscou. Mesmo após as transformações políticas que alteraram para sempre a Rússia no início do século XX, o hotel conseguiu se manter como o destino predileto de estrelas de cinema, aristocratas, militares, diplomatas, bons-vivants e jornalistas, além de ser um importante palco de disputas que marcariam a história mundial.

Mudanças, contudo, não paravam de entrar pelo saguão do hotel, criando um desequilíbrio cada vez maior entre os velhos costumes e o mundo exterior. Graças à personalidade cativante e otimista do Conde, aliada à gentileza típica de suas origens, ele soube lidar com a sua nova condição. Diante do risco crescente de se tornar um monumento ao passado até ser definitivamente esquecido, o Conde passa a integrar a equipe do hotel e a aprofundar laços com aqueles que vivem ao seu redor.

Pessoal, vou confessar… foi difícil ler este livro, até fiquei pensando se eu falava sobre ele ou não – resolvi falar. A narrativa é bem arrastada, levei muito tempo. Cheguei até a desistir, começar outros e depois voltei para terminar. A história é muito descritiva – em alguns casos temos vários parágrafos, talvez até páginas, para poder contar uma coisa pequena – acabou desanimando muito.

O interessante é a carga significativa dos personagens. O Conde Rostov personifica a decadência de uma sociedade que dominava a Rússia antes da revolução – de nobre à garçom, ele nos guia em uma jornada de descobrimento e avaliação. O Conde apresenta ao leitor sua sabedoria e sensibilidade ao abandonar certos hábitos e se abrir para as incertezas de novos tempos que, mesmo com a capacidade de transformar a vida como a conhecemos, nunca conseguirão acabar com a nobreza de um verdadeiro cavalheiro. Indo além, podemos até classificar o Hotel Metropol como o grande protagonista da história, retratando as principais mudanças de concepções e quebras de preconceitos.

No geral, não foi um livro que eu curti muito, achei muito arrastado, a leitura não fluiu e ao final se tornou muito cansativo. A premissa é muito interessante, mas do jeito que foi desenvolvida se tornou pouco atrativa.

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#Filmes | Forever my Girl

Oi gente!
Dica de filme hoje, pode ser? Acabei de ver “Forever my Girl”, que é um longa baseado no livro escrito por Heidi McLaughlin. O livro foi um sucesso de vendas, é o romance de estreia da autora, e hoje faz parte de uma série com cinco edições. Nas telas, o filme foi produzido e dirigido pela estreante Bethany Ashton Wolf e conta com Alex Roe (de A 5ª Onda) e Jessica Rothe (de La La Land) no elenco.

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E para começar, vou contar um pouquinho da história MAAAS vai ter SPOILERS. Então… vamos lá! A trama gira em torno de um rockeiro que anos atrás deixou tudo para ir em busca do sucesso. Liam Page (Roe) estava prestes a subir ao altar e se casar com o grande amor de sua vida – a doce Josie (Rothe). Mas, após estourar nas rádios com sua música, o jovem decide largar tudo e seguir uma carreira sólida no country. Anos depois, após a morte de um amigo de infância, Liam está de volta a sua cidade natal e está mais que disposto a recuperar o amor de sua vida, além de descobrir um grande segredo – ele abandonou Josie grávida e agora terá que se aproximar da pequena Billy (Abby Ryder Forston) e descobrir o que eles têm em comum.

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Assim… não assista “Forever my Girl” esperando um mega filme… Não é! É um filme bem água com açúcar, estilo Sessão da Tarde. Mas é divertidinho, bacana para um sábado a noite quando não temos nada para fazer!
Comentando a parte técnica, o roteiro é bacana, traz a história de forma linear, tudo bem explicadinho. Conseguimos nos envolver na história do casal principal – a química entre eles é boa e os personagens secundários cumprem bem o papel. É bem o estilo de filme americano… o astro que sai de casa, volta anos depois, quer reconquistar o amor e resolver os dramas familiares.

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Com relação ao elenco, a pequena Abby Ryder Forston é o grande destaque, ela é super fofa, trabalha bem, nos emociona e nos faz rir ao mesmo tempo. Também temos alguns atores veteranos como Gillian Vigman (atualmente em Life Setence) e John Benjamin Hickey (que já atuou em diversos seriados como Law and Order, The Good Wife, The Big C e Mom) e no filme interpreta o pai de Liam – Pastor Brian. Mas o melhor de tudo ainda está por vir!!!! A trilha sonora com várias músicas country é maravilhosa! Sério!! Depois que acabou o filme eu fui correndo para o Spotify ouvir tudo de novo! Inclusive estou ouvindo até hoje haha.

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Enfim, “Forever my Girl” é uma dica de filme despretensiosa, para aqueles que curtem um filme mais água com açúcar, levinho e com uma trilha sonora ótima. No Brasil, ele ainda não estreou – fui até pesquisar para saber mais e parece que deve chegar às telonas em outubro – mas já saiu em cartaz nos Estados Unidos e dá para ver online em vários sites aqui. Para aqueles que forem ver, espero que gostem!

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#Séries | The Resident

Oi gente!
Estão preparados para mais uma dica super bacana de série!! A produção que vou falar hoje foi uma das que eu mais gostei nesta fall season, já está no meu TOP 5 das séries que acompanho.

Se você curte ER Plantão Médico, Grey’s Anatomy ou Chicago Med com certeza irá gostar de The Resident, que apresenta o dia a dia de uma equipe de jovens médicos recém saídos da universidade, cheios de sonhos e expectativas, prontos para viver a dura realidade de um hospital, vivenciar coisas que não existem nos livros ou salas de aula.

A história acompanha o jovem médico Dr. Devon Pravesh (Manish Dayal) que começa o seu primeiro dia de trabalho sob a supervisão do brilhante e frio residente Dr. Conrad Hawkins (Matt Czuchry), mas o dia a dia no hospital Chastain Park Memorial pode ser mais difícil do que ele imagina. Entre salvamentos e perdas, o novato percebe que a suas expectativas sempre são frustradas.

Com pinta de bad boy, Conrad pode ser problemático, mulherengo mas é o residente mais competente do hospital, extremamente preocupado com seus pacientes, além de ser muito inteligente. Ele se envolve com a enfermeira Nic Nevin (Emily VanCamp), uma dedicada profissional que mescla o trabalho com o doutorado e entende bastante do que faz. Os dois vivem um relacionamento “cão e gato”.

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Em contraponto, Dr. Bell (Bruce Greenwood) é um cirurgião de renome que atualmente vive uma situação delicada, haja vista a tremedeira nas mãos que indicam Parkinson e provavelmente o impedirá de atuar como médico. Já tentou diversos medicamentos que na realidade pioram os tremores, mas mesmo depois de vários acidentes e erros médicos em suas cirurgias, ele ainda tem muito prestígio e é praticamente intocável. Tendo uma reputação a zelar, e mesmo sendo odiado por todos no Hospital, Dr. Bell se alia a Dra. Lane Hunter (Melina Kanakaredes), uma oncologista com passado sombrio que também visa apenas o lucro. Com uma história bem criada, a série ainda discute temas com críticas sociais como os estereótipos em relação aos grupos étnicos; o ódio aos imigrantes; o drama dos planos de saúde e seus valores exorbitantes; a carga horária de trabalho abusiva, os mandos e desmandos dos poderosos; a corrupção na administração, dentre tantas outras discussões.

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Gente, como eu estava com saudades de acompanhar Emily VanCam. Eu era mega fã de Revenge e vê-la novamente em uma série me alegrou bastante. O mesmo digo para Melina Kanakaredes – a detetive Stella Bonasera de CSI NY. Emily e Melina formam a principal rivalidade da história, visto que Nic não vai com a cara de Lane e a investiga até que consegue descobrir o seu grande segredo. Nick, Conrad e Devon unem forças para derrubar Dra. Lane e Dr. Bell, iniciando uma verdadeira guerra nos bastidores do hospital.

Temos também outros destaques no elenco como Shaunette Renée, que atualmente pode ser vista em Pantera Negra e interpreta a Dra. Mina Okafor, uma médica residente e com personalidade forte. Segura, a atriz manda super bem no papel de maior destaque em sua estreia na TV americana.

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Com relação ao enredo, a série consegue trazer uma originalidade, mesmo com tantas produções com temática médica. A história tem o seu drama necessário, mas também traz ação e cenas muito bem dirigidas, além de uma história viciante. A cada semana, assim que via o episódio, já queria ver o seguinte e tinha que esperar com a maior expectativa. A produção tem um ritmo direto, fazendo uma ótima crítica social com um desenvolvimento mais realista.

The Resident foi muito bem na audiência americana e a FOX já garantiu uma segunda temporada – o seriado tem uma média de mais de 10 milhões de espectadores. Ágil, envolvente, forte e ousada, com um ótimo elenco incluindo Emily VanCamp, a série tem 14 episódios em sua primeira temporada é uma ótima opção para os amantes das tramas médicas.

Já assistiram The Resident? Também estavam com saudades da Emily VanCamp? Pretendem ver?  Me digam nos comentários!! E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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#Séries | Young Sheldon

Oi gente!
Bora para mais uma dica de série! Hoje vou falar de Young Sheldonspin off de uma das séries mais famosas: The Big Bang Theory. Lembrando que tenho trazido várias dicas de seriados, já que acabou a fall season e temos muitas coisas boas para assistir.

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Young Sheldon se passa em 1989, no Texas, onde Sheldon Cooper (Iain Armstrage), um jovem de apenas 9 anos, é extremamente inteligente e bem diferente das crianças da sua idade. Ele é cheio de manias, “tocs” e características peculiares, mas se encontra quando em contato com o mundo nerd. Por sua inteligência, ele começa a frequentar o ensino médio quando ainda criança e a série gira em torno dos dias de sua infância com sua família texana, sua mãe Mary (Zoe Perry), seu pai George (Lance Barber), seu irmão mais velho, George Jr. (Montana Jordan) e sua irmã gêmea Missy (Reagen Revord). Também tem sua avó, Connie, que eles chamam de Meemaw (Annie Potts).

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Sheldon Cooper é um dos principais personagens da atualidade, visto que o ator Jim Parsons – que o interpreta em The Big Bang Theory já venceu 04 Emmys, 1 Globo de Ouro e 1 Teen Choice Awards e 2 People’s e Critic’s Choice Awards, além de ser indicado todos os anos nessas principais premiações. Young Sheldon com certeza veio para ficar! A CBS precisava dar um fôlego novo à TBBT – que provavelmente está próxima de seu final – e não dava para largar o sucesso que a produção faz.

O roteiro de YS é muito bom, a história é cativante e o elenco é sensacional. Com 22 episódios, tendo em média 20 minutos cada, a série tem como grande destaque a atuação impecável de Iain Armitage – o “jovem Sheldon”. O pequeno ator já havia sido destaque em Big Little Lies (lembram dele nessa produção?!) e foi escolhido pelo próprio Jim Parsons. Iain tem grande química com Zoe Perry, que interpreta a mãe Mary Cooper. Juntos em cena, os dois nos entregam ótimos momentos de comédia e emoção. Mas, na minha opinião, Annie Potts arrasa como a avó de Sheldon – é com certeza a minha personagem favorita.

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“Young Sheldon” é uma série rápida, simples, mas com muita história para ser contada. Dá para fazer aquela maratona básica no fim de semana! Ela é feita para fãs, porém aqueles que não acompanham The Big Bang Theory podem ver também que não ficarão perdidos. Young Sheldon vale pelas risadas, reflexões e, claro, pelas referências nerds! No Brasil, a série é transmitida pela Warner e já foi renovada para sua segunda temporada.

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Já assistiram Young Sheldon? Querem ver? Me contem aí nos comentários o que acharam da resenha!! E pessoal, aproveitem e me sigam nas redes sociais 

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